Os abortistas não desistem nunca

closeAtenção, este artigo foi publicado 9 anos 1 mês 13 dias atrás.

O Projeto de Lei que tenciona descriminalizar o aborto no Brasil sofreu, em menos de três meses, duas derrotas históricas: uma na Comissão de Seguridade Social e Família, no dia 07 de maio, e outra na Comissão de Constituição e Justiça, no dia 09 de julho. Contudo, no site da Câmara dos Deputados (lado direito), há uma enquete – vigorando de 04/07 a 18/08 – perguntando se “[v]ocê concorda com o projeto que acaba com a criminalização do aborto”! Tamanha insistência é injustificável; mas eles são abortistas e não desistem nunca…

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Ainda sobre enquetes, o pessoal do Globo Online fez uma malandragem invertendo a pergunta da pesquisa! Na reportagem, a pergunta era a seguinte: “Para você, aborto é crime? Vote”. Quando o sujeito clicava, a pergunta da enquete era: “Você é a favor da descriminalização do aborto?”. Ou seja: a resposta “sim, aborto é crime” da primeira pergunta tinha que ser transformada em “não, não sou a favor da descriminalização” entre clicar no link e dar a resposta, senão o sujeito votaria errado!

Uma complicação dessas pode ser chamada de método honesto de se fazer pesquisas? Não, por certo; mas acontece que eles são abortistas, e não desistem nunca…

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Abortista está para ser homenageado no Canadá! Incrível, eles não desistem nunca! Do blog do Wagner Moura:

O maior abortista do país, Dr. Morgentaler, foi indicado para receber a medalha Order of Canada, a maior homenagem cívica do país. A indicação se deu a contra-gosto do Primeiro Ministro do Canadá e pelo menos 22 membros do parlamento são contrários a entregar uma honraria para quem não tem honra alguma, numa celebração inédita pelo “direito” do aborto!

Se você acha que um prêmio desses não deve ser entregue a um sujeito que assassina crianças inocentes e indefesas, faça a sua parte e vote aqui:

http://www.ipetitions.com/petition/MorgentalerAmerican/

Eu já fiz a minha.

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Notícia da BBC: Mulheres usam a internet para fazer abortos. Há um site, o Women on Web, que, pela módica doação de 70 euros, faz tudo: a consulta online, o contato com o médico por email e o envio dos medicamentos abortivos no seu endereço. O objetivo confesso do site é fornecer serviços de aborto nos países onde este é proibido, pois está escrito lá:

O médico apenas poderá ajudá-la se [você]:

  • Viver num país onde o acesso ao aborto seguro é restrito

À pergunta sobre o legalidade disso tudo, responde o site com a maior cara de pau:

É permitido receber medicamentos para uso pessoal na maioria dos países.
[…]
As leis de alfândega, na maior parte dos países, permitem o envio de medicamentos para uso próprio.
[…]
Você é considerada importadora e deve cumprir todas as leis e regulamentações do país no qual receberá a encomenda.

E ainda há uma parte do site contendo testemunhos de mulheres que abortaram. Uma garota chamada “Cah”, brasileira, de 19 anos, conta que fez um aborto. Mostra foto no site. E escreve:

Na época, eu não tinha uma relação estável com meu namorado. E minha família nunca aceitaria uma gravidez minha, que tinha apenas 16 anos. Essers (sic) foram os pricipais (sic) motivos. Além disso, eu não teria condições para criar um bebê com conforto, e ainda queria terminar de estudar e me formar.

Há muitos testemunhos como o dela. Dezenas. Centenas. Isso compadece, revolta, enoja. Os desgraçados não desistem nunca.

Domine, miserere nobis!

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