In memoriam

closeAtenção, este artigo foi publicado 8 anos 9 meses 29 dias atrás.

A cretinice dos abortistas não tem limites. Na semana passada, um barco-abortista chamado Langenort chegou à Espanha, vindo da Holanda. A idéia diabólica por trás do plano era a seguinte: como a legislação espanhola é mais restritiva (ma non troppo…) do que a holandesa no que se refere ao assassinato de crianças inocentes, então o navio da morte se propôs a recolher, em solo espanhol, mulheres dispostas a matar os próprios filhos, levá-las até o alto-mar e, lá, praticar o crime. Como as águas internacionais não fazem parte do território espanhol, a legislação espanhola não é lá aplicada.

O barco é propriedade de uma ONG de assassinas chamada Mujeres sobre las olas (“Mulheres sobre as ondas” – Women on Waves). Chegou em Valência na sexta-feira última, 16 de outubro, e matou três crianças. As três foram carinhosamente batizadas de Maria, Marta e João, pelos defensores da vida, que denunciaram com destemor a sanha assassina do Langenort. Graças a Deus, o barco – que tencionava realizar 11 assassinatos – só conseguiu realizar quatro (a quarta vítima foi o filho de uma menor de idade, que o barco carniceiro conseguiu seduzir quando já havia anunciado que voltaria à Holanda). Eis as fotos dos bebês covardemente assassinados no ventre de suas mães:

Juan, descanse en Paz

Juan, descanse en Paz

Maria, dos dias antes de morir a manos del carnicero

María, dos días antes de morir a manos del carnicero

De no haber Carbonell acabado con su vida, Marta habria sido madre

De no haber Carbonell acabado con su vída, Marta habría sido madre

Foi feita uma denúncia contra a maldita ONG e contra as autoridades portuárias que permitiram que o Langenort – um barco vindo de outro país com o claro e manifesto intuito de burlar as leis espanholas sobre o aborto – aportasse em Valência. Centenas de pessoas, na própria sexta-feira, fizeram um manifesto em favor da vida defronte ao barco assassino. Temos motivos para dar graças a Deus, porque a expedição do Langenort à Espanha foi um fracasso.

No entanto, também temos motivos para chorar, porque quatro crianças – João, Marta, Maria e um outro que não chegou a ter nome; chamemo-lo José – foram covardemente assassinadas. Que não nos esqueçamos destes quatro pequenos espanhóis; que nos esforcemos para acabar com a abominável prática do aborto, em memória de Maria, Marta, João e José e de tantos outros seres humanos que viram lixo hospitalar nas mãos covardes dos abortistas. Não nos esqueçamos deste crime horrível. E lutemos para que o direito à vida – primeiro e mais fundamental de todos os direitos – seja universalmente respeitado neste mundo.

Gostou? Compartilhe!Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+Email this to someonePrint this page

0 thoughts on “In memoriam

  1. Eduardo Araújo

    Caro Jorge,

    Já havia comentado essa notícia no Observatório da Perseguição, da Liz (defesadafe.blogspot.com). A sinistra embarcação já singrou, também, as nossas águas territoriais, e além de assassinar bebês no ventre das mães burlam sorrateiramente a ordem legal de um Estado soberano, democraticamente constituído.

    Chega a ser absurdo essa afronta e deveria provocar a indignação inclusive de abortistas, o que “naturalmente” não acontece, pois para essa malta desumana tudo vale para assassinar seres humanos indefesos.

    Se aborto fosse um direito ou uma expressão de liberdade como quer a dita súcia, para que esses meios fraudulentos? No entanto, tudo que vem dos abortistas é construído à base de farsas, mentiras, eufemização de palavras, retórica de auto-presumida vítima.

  2. Eduardo Araújo

    Jorge, complementando, gostaria de reportar a reação das feministas ante o protesto contra o navio de Satã.

    Num destempero bem típico, incitaram a queima de igrejas, afirmando que essas somente iluminariam debaixo de chamas.

    Tsc, tsc … Uma corja estúpida que vive nas trevas pretendendo ridicularizar a Luz que sua cegueira não consegue apreender.

  3. Docinhu

    Algumas dúvidas… em águas internacionais vale tudo? É “água” de ninguém? Quem deu nome às pobres crianças? Suas “mães”?

    Se elas tivessem pelo menos imaginado o sorriso dessas crianças não teriam feito essa barbárie.

  4. Jorge Ferraz

    Docinhu,

    Não tenho certeza dos aspectos legais. Em águas internacionais, no entanto, não valem as leis específicas de cada país. Acho que existe um ramo próprio do direito que versa sobre território internacional, não acredito que “valha tudo”.

    Os nomes foram dados por espanhóis pró-vidas que protestaram contra o absurdo durante os dias em que o barco assassino ficou em Valência.

    Abraços,
    Jorge

  5. Eduardo Araújo

    Docinhu e Jorge,

    Esse navio tem bandeira holandesa, sendo considerado, salvo melhor juízo, território holandês.

    Partindo unicamente dessa premissa poder-se-ia aventar a licitude do que nele é feito. Porém, a coisa torna-se muito complicada quando o que se pratica é um crime definido para os cidadãos de um dos países, não o sendo para o outro.

    Um detalhe que sem dúvida agrava esse problema é o fator premeditação: a ong abortista tem o propósito predeterminado e notório de fazer com que pessoas driblem a legislação penal vigente em seus países.

    Assoma-se, assim, uma burla nítida e absurda à ordem legal de um Estado soberano. O que desconheço – fazendo coro com o Jorge – são os aspecos legais que regeriam essa questão. Isso depende, certamente, de acordos de cooperação internacionais e não sei como a matéria é tratada ou mesmo se é tratada nesse caso em particular.

    Volto a citar aqui a incrível reação das feministas ao protesto dos pró-vida. Ou talvez nem seja incrível, tratando-se de feministas. Se o protesto contra o navio foi pacífico e usou mecanismos legítimos de denúncia e manifestação, a grita feminista valeu-se da incitação a atos de vandalismo, com sua palavra de ordem de incendiar igrejas.

  6. Gungala

    Vou escrever só por desencargo, pois sei que nem vão postar.
    Não sejam ridículos. São somente amontoados de células. Os nomes foram dados para tocar o coração dos medíocres, já que pequenas pessoas só compreendem isso. Também posso dar um nome (digamos Pedro e Maria) para minhas amídalas, e ainda assim isso não significa nada.
    A igreja católica (e todas as outras religiões do mundo) nos farão pagar caro por toda essa estupidez que devia ter sido varrida do mapa há pelo menos 200 anos.
    Ser a favor de um amontoado de células não é ser pró-humanidade. Se você é pró-vida, sabe que está cometendo um crime ao comer um pé de alface. Se a igreja católica não proibisse o uso de contraceptivos, o mundo não estaria acima da capacidade de suporte.
    Espero que você morra por uma das causas da superpopulação, ou seja assassinado por um infeliz que devia ter sido abortado antes de sofrer uma vida de privações por nascer de uma mãe pobre ludibriada por um pedólatra católico. Você é um babaca e merece essa [CENSURADO] de mundo que tem.

  7. Jorge Ferraz

    Gungala,

    Dizer que são “somente amontoados de células” não é novidade. Você próprio, então, é somente um amontoado de células um pouquinho maior. E é covardia os maiores baterem nos menores.

    O “amontoado de células” cujas fotos foram aqui publicadas são indivíduos humanos. Você pode até dizer que as suas amígdalas e eles são “a mesma coisa”, mas esta estupidez, agora sim, não iria significar nada.

    Ser pró-vida pressupõe vida humana, é evidente. Se você não diferencia um ser humano de um pé de alface, o seu caso é patológico.

    E, por fim, eu agradeço os “elogios”.

    Tchau,

    Jorge