Tamar vs. Matar

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Há algum tempo, o dr. Cicero Harada escreveu um artigo no qual revelava o nonsense completo que os abortistas pretendem instaurar no Brasil, legalizando o aborto quando a destruição de ovos de tartarugas é crime inafiancável.

Não há nada de “intrinsecamente mau” na proteção às tartarugas, isto é evidente. O que é intrinsecamente absurdo é a legislação brasileira proteger os embriões dos animais e permitir o assassinato de seres humanos. A necessidade de se proteger a vida humana – mormente a mais indefesa – é tão óbvia que só os abortistas não enxergam.

O William Murat relembrou o debate que se seguiu a este artigo, à época. E criou um blog específico para a sua disponibilização. Vale muito a pena conferir. O site é o seguinte:

http://tamarmatar.wordpress.com/o-debate/

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0 thoughts on “Tamar vs. Matar

  1. sandra nunes

    No site da OAB/SP ( http://www.oabsp.org.br/noticias/2006/01/19/3410/?searchterm=Cicero%20Harada) tem a repercussão do trabalho do Dr. Harada.

    A socióloga Heleith Saffioti com um artigo denominado ” NÓS NÃO SOMOS TARTARUGA”

    São dois trabalhos que demonstram o fanatismo de ambas as partes.

    MANIFESTAÇÃO DE HELEIETH SAFFIOTI SOBRE ARTIGO – O PROJETO MATAR E O PROJETO TAMAR: O ABORTO

    “Manifestação da Professora Doutora, Heleieth I.B. Saffioti, a respeito de posicionamento do Procurador do Estado de São Paulo, Cícero Harada, veiculado pelo mailing list da OAB-SP, em 26.12.2005. (http://www.oabsp.org.br/main3.asp?pg=3.2- Artigo – O Projeto Matar e o Projeto Tamar: o Aborto)

    Dr. Procurador Cícero Harada

    Em primeiro lugar, nós, mulheres, não somos tartarugas. Tampouco as mulheres feministas. Não somos pró-aborto como método contraceptivo. O aborto constitui um último recurso, caso os métodos anticoncepcionais hajam falhado, a gestante rejeite a gravidez ou não tenha condições de criar seu rebento. São muitos os homens que, tomando conhecimento da gravidez de sua esposa/companheira, desertam, isto é, a abandonam. Esta constitui uma das razões pelas quais há um crescente percentual de famílias formadas de mães e seus filhos.
    O Dr. Procurador preferiu discutir a questão no campo religioso, tecendo loas ao Papa João Paulo II, o Papa da morte. Obviamente, na medida em que condenava o uso do preservativo masculino, permitindo apenas a abstinência (quem poria seu próprio pescocinho sob a guilhotina, apostando que os jovens se abstêm de sexo?), auxiliou o crescimento do contingente contaminado com HIV. João Paulo II conhecia bem a sociedade do espetáculo, tendo-o preparado para seu enterro. Irmão gêmeo, em idéias, do então presidente da congregação e hoje Papa Bento XVI, sabia sobejamente que sua obra teria continuidade por muitos e muitos anos.
    Com a primeira Constituição da República dos Estados Unidos do Brasil, em 1892, separaram-se Estado e Igreja. Portanto, a religião é uma questão de foro íntimo.
    A morte como decorrência de aborto mal feito, entretanto, não é, de modo algum, assunto afeto à instituição Igreja, quaisquer que sejam suas crenças e os controles que se impõem a fiéis e a não-fiéis. Isto não é democracia. Ao contrário, é ditadura, uma vez que nem todas as religiões proíbem a Interrupção Voluntária da Gravidez, não havendo, a este propósito, consenso nem sequer dentre os católicos. Haja vista a organização Católicas pelo Direito de Decidir. Aí está mais um motivo para não situar a DESCRIMINAÇÃO (perdoe-me, Dr. Procurador, descriminilização e descriminilizar não são termos corretos) do aborto no terreno quer da religião, quer da instituição social Igreja. Mesmo porque, o livro SEXUALIDADE DA MULHER BRASILEIRA, de Rose Marie Muraro, revela que muitas católicas verbalizam sua discordância com a legalização ou com a descriminação do aborto, mas o praticam, sempre que um ou mais dos motivos acima mencionados se fizerem presentes.
    Não é a religião ou a Igreja que lhe provê o necessário à criação de seus filhos, mas a classe social em que ela, abandonada pelo marido/companheiro ou com sua família, se insere. Logo, Dr. Procurador, o objeto de nossa discordância situa-se na área das gigantescas disparidades socioeconômicas vigentes na sociedade brasileira. Mulheres ricas não morrem em decorrência de aborto realizado por curiosas ou de auto-aborto; nem sofrem em virtude de seqüelas provocadas por tais procedimentos. Há centenas de clínicas muito bem aparelhadas para fazer abortos em condições de total assepsia. É bem verdade que cobram caro, pois não deve ser barato um aparato de sucção para extrair um feto. Ademais, há o fator RISCO de se fazer um procedimento condenado pela ordem jurídica estabelecida em nosso país. Aliás, obra de homens, que sempre controlaram a sexualidade feminina e, no século XXI, ainda se dão o direito de decidir a respeito de nossos corpos. Já está nas livrarias, o livro da médica negra e feminista Fátima Oliveira, narrando, embora de forma romanceada, a fim de não permitir a identificação de padres e moças, engravidadas pelos primeiros, que as obrigaram a abortar. Também entre padres e freiras isto ocorreu muito, muito. Nestes casos, assim como nos de pedofilia, o que faz a Igreja? Simplesmente, transfere o padre para outra paróquia. É muito farisaísmo, Dr. Procurador! Prefiro a verdade, que meus pais me ensinaram. Para ser boa, para auxiliar a quem precisa, Dr. Procurador, não preciso desta Igreja. Bastam-me os ensinamentos cristãos que até hoje ainda recebo de minha mãe, uma senhora de 93 anos. Seguramente, seu Deus não é o meu. Enquanto procuro, é verdade que em escala individual, distribuir o que ganho com meu suor, a Igreja, exceto no início do cristianismo, sempre se alinhou com os poderosos. Ademais, Dr. Procurador, a história de sua Igreja revela que durante muitos séculos não proibiu o aborto. Só não lhe digo quantos séculos a Igreja aceitou o aborto para não enrubescê-lo.

    Heleieth I.B. Saffioti
    Socióloga, professora universitária em programas de estudos pós-graduados, professora titular de sociologia, aposentada pela UNESP, 12 livros publicados em Português, artigos publicados em Inglês e Espanhol, nos Estados Unidos, Europa e América Latina.”

  2. Jorge Ferraz

    Sandra,

    O artigo da sra. Heleieth Saffioti já consta no site indicado, onde o debate foi colocado à disposição dos leitores. Lá, inclusive, consta outros textos. Sugiro uma visita.

    Abraços,
    Jorge

  3. Joachim di Fiore

    Os que mais alegam “motivos religiosos” para justificar sua posição são, normalmente, os abortistas…

    Não entendo porque fogem tanto da questão básica nesse tema: o feto é ou não ser humano? Se é, porque alguém tem o direito de eliminá-lo?

  4. Léo

    Sandra,

    A senhora concorda com esse texto que a senhora mesmo postou?

    Abraços e fiquem com Deus,

    Léo

  5. sandra nunes

    Léo

    Parte dele sim.

    Com essa eu concordo:

    “na medida em que condenava o uso do preservativo masculino, permitindo apenas a abstinência …apostando que os jovens se abstêm de sexo”

    Com essa também:

    Com a primeira Constituição da República dos Estados Unidos do Brasil, em 1892, separaram-se Estado e Igreja. Portanto, a religião é uma questão de foro íntimo.

    A Constituição é laica, portanto um representante do Judiciário NÃO pode usar suas crenças para aplicar a lei.

  6. Léo

    “Portanto, a religião é uma questão de foro íntimo.”

    É, a senhora está bem de acordo com os anti-cristãos …

    Laica (o que ela é) é diferente de laicista (o que a senhora deseja).

    Abraços e fiquem com Deus,

    Léo

  7. sandra nunes

    Léo

    Pura retórica!

    Ninguém obriga ninguém, viver no Brasil, ou em qualquer País laico.

    Caramba, quem não está contente vá morar em um País que não seja laico, que seja regido pela fé que professa.

    Caso, não vá, está sujeito à legislação local vigente.

    Uma pessoa que TRABALHA NO JUDICIÁRIO, ele é PAGO para DEFENDER a legislação!

    Você admite PADRES que não seguem o que a Igreja determina?

    É a mesma coisa, um promotor, procurador, juiz de qualquer instância, se que não cumprir, está sujeito às penalidades.

  8. Demerval Jr.

    sandra mumes DISSE:

    “Ninguém obriga ninguém, viver no Brasil, ou em qualquer País laico. Caramba, quem não está contente vá morar em um País que não seja laico, que seja regido pela fé que professa.”

    sandra mumes poderia ter dito:

    “BRASIL: AME-O OU DEIXE-O”

    Aí, sandra mummies: bela fota sua com a ditadura, heim…

  9. sandra nunes

    Demerval Jr.

    Depois da aula de ignorância que você deu, não me admira que seu ídolo seja o genocida do Médice.

    Ninguém obriga ninguém a viver aqui, realmente, tampouco ir embora.

    Mas os que moram no Brasil, estão sujeitos à Constituição laica.

    Não adianta, vir bradando a Bíblia, a Torá ou o Alcorão, e dizer que sua religião é contra.

    NÃO ADIANTA

    Como é difícil para você entender as coisas mais simples…

    Aposto que é tudo discurso, no dia a dia deve ser um cidadão exemplar e cumpridor das leis.

  10. Demerval Jr.

    sandra mumes arrotou:

    “Depois da aula de ignorância que você deu, não me admira que seu ídolo seja o genocida do Médice (sic).”

    Então, sandra mumes… sua foto foi com o Médici? Bacana.

    Leia de novo, chucra louca.

  11. Léo

    Sandra, não mude de assunto!!

    Existe um senhor de batina branca, de nome Bento XVI, que diz, justamente, que a fé não pode ser relegada ao âmbito privado.

    Aliás, esse assunto é muito caro para ele, pois envolve aquilo do que a senhora tanto gosta e pratica: o relativismo.

    Mas, é claro, a senhora só usa o que os Papas dizem quando é para satisfazer seus gostos relativistas …

    Abraços e fiquem com Deus,

    Léo

  12. Eduardo Araújo

    Sandra, não vislumbro o menor traço de fanatismo no texto do Cícero Harada.

    Mas já noto-o em profusão na (tentativa de) réplica extremamente desrespeitosa e pueril da socióloga. Enquanto Harada questionou a diferença de tratamento entre seres humanos e animais protegidos, não se opondo à essa proteção, todavia, a socióloga quis vencer de início pelo argumento da autoridade, informando uma ficha curricular sem o mínimo propósito.

    No texto, ao invés de centrar-se na questão levantada pelo Cícero, ela simplesmente distorceu suas palavras, apelando para a passionalidade do leitor, alegando que o procurador tinha comparado mulheres a tartarugas. Em seguida, destrincha um leque viperino contra a religião de modo geral e a Igreja Católica, na figura de S.S. o Papa João Paulo II, em particular. Esse desvio de assunto resavalando para um anti-catolicismo de baixíssimo nível já seria o bastante para essa manifestação feminista ter o repúdio de qualquer católico que não o seja somente da boca para fora.

    O desenvolvimento do debate, apesar de que eu não li nenhuma réplica autêntica aos argumentos do Cícero, envolveu ainda um grupo de advogadas, comprometidas até à medula com a causa feminista, voltar-se contra o procurador na base de agressões pessoais e à religião. Argumento que é bom, necas, tanto que nem tenho o que comentar aqui.

  13. sandra nunes

    Demerval Jr.

    Aproveita o feriado, vai passear com seus filhos, chega de passar atestado de ignorância!

  14. sandra nunes

    Eduardo Araújo

    O que você não consegue entender é que um Jurista não pode trabalhar pelas Leis de sua religião, ele tem que trabalhar pelas Leis de sei País.

    Quando o Jurista tem uma causa que fere seus princípios religioso ele não só pode como DEVE se afastar.

    O termo legal, é SUSPEIÇÃO ele se declina suspeito para se manifestar.

    Ninguém é obrigado ir contra sua fé, mas se ela ACEITA a causa é obrigado a trabalhar pelas leis do País.

    Eu tenho por princípio não trabalhar na área criminal.

    Hipoteticamente, se um dia me nomearem para a defesa de um estuprador ou de um assassino, eu posso me declarar suspeita e sair sem ser punida.

    Ele ser contra ou a favor do aborto ele se coloca na qualidade de CIDADÃO e não de jurista.

  15. William Murat

    Caríssimos:

    Apenas para aproveitar o espaço e já agradecendo ao Jorge por divulgar o debate, indico no mesmo site do “Tamar-Matar: o debate” a parte de artigos que seguiram a polêmica iniciada pelo artigo do Dr. Cicero Harada.

    http://tamarmatar.wordpress.com/tamar-matar-artigos/

    Quem quiser se aprofundar mais na argumentação de ambas as partes, indico o excelente artigo escrito por Pequito Rebelo:

    http://tamarmatar.wordpress.com/tamar-matar-artigos/da-polemica-harada-v-saffioti/

    []´s

  16. Jorge Ferraz

    O que você não consegue entender é que um Jurista não pode trabalhar pelas Leis de sua religião, ele tem que trabalhar pelas Leis de sei País.

    Outra conclusão: se fosse alemã à época do Reich, a Sandra defenderia a deportação de judeus para os campos de concentração.

    Do relativismo,
    libera nos, Domine!

  17. Demerval Jr.

    sandra mumes disse:

    “Aproveita o feriado, vai passear com seus filhos, chega de passar atestado de ignorância!”

    rsrsrsrsrsrsrsrs!!!!…

  18. Juarez Felix

    Sandra, a separação entre igreja e estado não pode ser interpretada de modo a invalidar a opinião de reiligiosos só pq são religiosos. Defender a vida contra o aborto é uma postura jurídica, racional e válida. Ela não pode ser desqualificada pelo fato de haver inspiração religiosa no interlocutor. Essa crítica não é contra o argumento em si, da defesa da vida, mas contra o fato do interlocutor, ao lado de expor o debate racional e jurídico, inspirar-se em preceitos religiosos. Opor à defesa da vida o óbice pretensamete racional e jurídico, só pretensamente, da separtação estado/igreja é um modo bem encoberto de exercer a tirania ideológica, de não respeitar as diferenças de opinião, querendo calar o interlocutor desqualificando-o, e não ao fundamento de seu argumento. A vida começa na concepção. O ser gestado é outra pessoa e sua vida é protegida por lei, pela mesma constituição brandida por você. Direito ao próprio corpo a mulher tem como qualquer um tem. Por isso mesmo é que não pode violar o direito do feto de cumprir seu ciclo natural para a vida. Isto não tem nada a ver com fé.
    Juarez Felix

  19. Eduardo Araújo

    Sandra Nunes:

    “Quando o Jurista tem uma causa que fere seus princípios religioso ele não só pode como DEVE se afastar.

    O termo legal, é SUSPEIÇÃO ele se declina suspeito para se manifestar.”

    A senhora também aplica essa falácia às advogadas que se voltaram contra o procurador, numa defesa absurda de uma socióloga pedante, onde faltaram civilidade e argumentos e sobraram insultos à Igreja, aos fiéis e ao pontiífice?

    E elas se colocaram na qualidade de advogadas e não de cidadãs. Mas imagino que sua figura de direito processual – mesmo NÃO havendo causa jurídica alguma – só existe para quem opina contra o aborto, não?

    Quanto a estado laico, estou com o Dr. Ives Gandra Martins: Estado laico não é sinônimo de Estado anti-religioso. Mas é o que se passa no Brasil, com essa cretina censura à participação da religião na vida pública, como se ela não fizesse parte do conjunto humano definido por esse qualificativo – “público”.

    Não passa, na verdade, de uma cala-boca eivado de hipocrisia, porquanto o que se pretende não é salvaguardar os legítimos interesses de um Estado autenticamente laico e sim impedir a religião de se manifestar quando ela é CONTRA as medidas estúpidas e truculentas do governo esquerdista, que por vocação não admite o contraditório.

    Vai ver se contrapõem a laicidade do Estado à famigerada IURD, quando esta defende ardorosamente o maldito aborto nos seus canais de tv e na mídia impressa …

  20. Emanuelle Carvalho Moura

    “O projeto Matar e o Projeto Tamar: o Aborto”

    O Dr. Cícero foi claro e, apenas, defendeu a base da nossa Carta Maior, que é laica: o direito fundamental à vida de todos os seres humanos: nascituros e já nascidos, homens e mulheres. A senhora doutora socióloga bam-bam-bam escritora de 12 livros, utilizou, como sempre, a retórica do desprezo à religião católica que, no artigo original do Dr. Cícero, nem tinha sido referida. Isso fica claro para todos que lêem o artigo sem crostas ideológicas nos olhos.

    Agora, comentando um pouco sobre a pessoa e não sobre o objeto da discussão, creio que temos muitos bons defensores da vida, que nos ensinam como proceder diante das várias situações e penso que esse debate serve também para a gente se espelhar porque a tranquilidade e a serenidade como o assunto foi colocado pelo Sr. Cícero é um exemplo a ser seguido.

    Eu sou estudante de Direito, talvez esteja enganada, Sra. Sandra, mas penso que SUSPEIÇÃO é algo aplicado ao magistrado e não a advogados. Um estuprador, por exemplo, tem o direito absoulto, em tribunal, de exercer, por meio de advogado, o Princípio da Ampla Defesa para que o julgamento não seja prejudicado e a democracia seja cumprida. Creio que, em geral, todos os advogados ali que o defenderem segundo os princípios constitucionais não estarão lá porque são a favor do estupro, mas porque são a favor do Estado de Direito que assim o exige e deve ser respeitado. Aliás, só dessa forma, um estuprador pode ser dignamente condenado. Assim como um aborteiro.

    O debate entre o Dr. Cícero e a Sra. doutora socióloga rendeu muitos comentários por aqui, mas outro artigo que não deve passar em branco é “Ter malícia e Ser malicioso” (cf. em: <>). Quem dera se o movimento pró-vida pudesse compreender isso, seria uma grande evolução diante dos acontecimentos.

  21. Gilmar

    Vejo uma discução juridico-religiosa com argumentação digna de salvar da cadeira elétrica o maior dos atrocidas, o que é válido do ponto de vista dos abortistas, pois um homem forte que não aceitou viver sob as leis do País, trangredindo-as e ferindo a sociedade, tem todo o apoio de grupos anti-católicos e comunistas em geral. Será que essa sanha infanticida é para demonstrar coragem e superioridade prá cima dos indefesos seres humanos que ainda não viram a luz do Sol? Será que é por medo do adulto, forte, algóz dos mais fracos, que na primeira chance vingaría seus acusadores? O que pensam os abortistas sobre pena de morte para latrocínio? A lógica diz que a sociedade deve ser regida pela maioria, então por que uma minoria esperneia querendo impor sua vontade? Vinde a Mim as criancinhas, pois Delas será o Reino do Céu ( Jesus de Nazaré) , um homem que podería ter sido assassinado ao nascer pela Lei do Estado à época, e assim a palavra “PAZ” tanto cacarejada pelos D.H. nem estaría no dicionário.

  22. sandra nunes

    EDUARDO ARAUJO

    “Mas é o que se passa no Brasil, com essa cretina censura à participação da religião na vida pública,…”

    Você desconhece a existência das “bancada evangélicas” e “bancada católica” que existem nos legislativos municipais, estaduais e federal?

    Todos os segmentos religioso tem representatividade.

    Tenho por convicção, não assistir nenhum canal que seja de propriedade da IURD ou qualquer outra denominação.

    Os jornais, dessas seitas, que colocam na minha caixa de correspondência, vão direto pro lixo.

    Detesto TODO tipo de intolerância.

  23. sandra nunes

    Emanuelle Carvalho Moura

    Eu tenho, ( todos advogados têm ) como advogada, o direito de não patrocinar a causa, por razões de foro íntimo.

    O Juiz deferirá meu pedido, e nomeará ou advogado.

    Eu JAMAIS disse que ele ficaria sem patrocínio.

    Morro, defendendo o Princípio da Ampla Defesa.

  24. Demerval Jr.

    sandra mumes, arrependida, se redimiu?

    “Detesto TODO tipo de intolerância.”

    “TODO tipo” meeeesmo?

    UAU! Ela se enxergou…

  25. Eduardo Araújo

    Sandra, para começo de conversa, “bancadas” evangélicas ou católicas ou, ainda, de qualquer outro credo, se existirem, têm essa denominação por serem formadas -em tese – por políticos fiéis dessas religiões e que – mais em tese, ainda – se amparariam em pressupostos religiosos nas votações de que participam. Acho algo exagerado tomá-los por representantes de religiões. Veja o nosso caso neste blog: comentamos assuntos de nossa Igreja, de sua Doutrina, mas isso não nos torna representantes formais da Igreja.

    Dito isto, o que se nota é um conceito bastante vago e inadequado quando se sabe que alguns desses políticos são afinados com o PT, um partido político com uma agenda claramente contrária aos princípios cristãos.

    Talvez, por isso, a investida verbal do laicismo não se direcione a eles, a menos que entre em jogo um dos itens da cartilha imoral do governo, como aborto e superdireitos para homossexuais.

    Aliás, se você reler o meu comentário anterior, verá que frisei que essa alegação de “Estado laico” acontece quando a manifestação de instituições religiosas ou de pessoas munidas de argumentos religiosos se posicionam contra as medidas do governo esquerdista que afrontam a doutrina cristã – caso de terapias com células tronco embrionárias; aborto; superdireitos concedidos a gays; incentivos à sexualidade precoce, com distribuição de camisinhas …

    Claro que não havendo essa oposição, falece o decantado “argumento” do laicismo, tendo eu mencionado o exemplo da IURD e você acrescentou – mesmo que não tivesse intenção – essa discutível motivação religiosa dos parlamentares.