A Igreja estava certa

closeAtenção, este artigo foi publicado 8 anos 9 meses 4 dias atrás.

Às vezes, encontramos gratas surpresas na “mídia convencional”. Encontrei um excelente artigo publicado n’O Estado de São Paulo de segunda-feira última, dia 17 de novembro; não sei se saiu na mídia impressa mas, em todo caso, é já excelente que tal matéria esteja publicada na internet. Leiam-no na íntegra.

O texto é de autoria do dr. Carlos Alberto Di Franco, e fala sobre uma coisa que foi objeto de discussão recente neste espaço virtual: AIDS e preservativos. Sem a menor preocupação com o politicamente correto, o dr. Di Franco questiona abertamente o “dogma” moderno segundo o qual a maciça distribuição de preservativos é o remédio infalível para vencer o vírus da AIDS. E traz dados interessantes: “nos últimos dez anos, a infecção pelo vírus da imunodeficiência humana, o HIV, avançou na população mais escolarizada de São Paulo”. Ou seja: a (des)educação sexual não resolve o problema, antes piora-o. Contra fatos, não há argumentos. Cito o dr. Di Franco, com grifos meus:

Há alguns anos, nos Estados Unidos, o Institute for Research and Evaluation lançava uma advertência certeira, embora politicamente incorreta. “É um erro acreditar que com mais preservativos se evitem os comportamentos perigosos”, declarava o porta-voz da entidade. Pesquisas revelavam, então, que adolescentes bem informados continuavam tendo condutas sexuais de alto risco. A informação, despida de orientação comportamental, acaba sendo contraproducente.

E, arrematando:

A raiz do problema, independentemente da irritação que eu possa despertar em alguns, está na onda de baixaria e vulgaridade que tomou conta do ambiente nacional. Como já escrevi neste espaço opinativo, hoje, diariamente, na televisão, nos outdoors, nas mensagens publicitárias, o sexo foi guindado à condição de produto de primeira necessidade. É ridículo levar um gordo a um banquete e depois, insensatamente, querer que evite a gula.

Até quando os organismos públicos continuarão abordando irresponsavelmente o problema? Apesar de achar muitíssimo improvável que os “formadores de opinião” dêem o braço a torcer, gostaria apenas de registrar aqui que a Igreja estava certa. Mais uma vez, para variar.

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0 thoughts on “A Igreja estava certa

  1. João de Barros

    Cara Sandra:

    Tendo em vista a altíssima porcentagem de preservativos que se rompem (cerca de 25 %), sua recomendação é simplesmente criminosa.

    Se um fabricante de automóveis dissesse que os cintos de segurança de seu veículo rompem-se em 25 % dos acidentes, ele provavelmente não venderia um único carro.

    Se sua filha lhe dissesse que está namorando um aidético, mas que você não deve se preocupar pois ele sempre usa camisinha, o que você diria a ela?

    JB

  2. sandra nunes

    João de Barros

    Se um dos meus filhos, namorasse uma menina HIV+ eu, com certeza, não ficaria feliz.

    Mas, recomendaria a ele que fizesse uso de DUAS camisinhas.

    Eu, sinceramente, acredito que nem uma folha cai do galho sem a vontade de Deus.

    O uso da camisinha, é necessário, para que sejam evitadas MUITAS DST’s

  3. Demerval Jr.

    João de Barros,

    sandra “engenheira de trânsito” mumes mudando a rota da salvação:

    “Mas, recomendaria a ele que fizesse uso de DUAS camisinhas.”

    Será que ela quis dizer que a borracha é fina demais? Não seria melhor três? Ou quatro?

    Sutil.

  4. Léo

    “Leo

    “Continue escandalizando. ”

    Nossa, você se escandaliza com tão pouco…

    então tá…”

    Não sabe nem o significado bíblico de escândalo, e ainda quer discutir algo … aiai

    Abraços e fiquem com Deus,

    Léo