A tolerância gayzista

closeAtenção, este artigo foi publicado 8 anos 8 meses 26 dias atrás.

Lembram-se de que a Califórnia rejeitou o “casamento” gay, graças à aprovação de uma Emenda à Constituição Estadual segundo a qual “[s]omente o casamento entre um homem e uma mulher é válido ou reconhecido na Califórnia” – a já famosa Proposição 8? Lembram-se de que, logo após, os gayzistas derrotados nas urnas entraram democraticamente na Justiça contra a vontade popular? Descobri, com um misto de pesar e revolta, que o espírito intrinsecamente ditatorial dos gayzistas já havia colocado as garras de fora bem antes; antes mesmo do resultado do pleito.

As cenas abaixo são (mais) um exemplo da “civilidade” e da “tolerância” que a Ditadura Gay reserva aos que ousam discordar da sem-vergonhice gayzista, e que têm a coragem de se levantar contra a imposição do vício. Trata-se de uma reportagem, provavelmente de algum jornal local californiano, na qual a repórter tenta entrevistar uma senhora que era favorável à proposição, no meio de uma horda de pobres homossexuais perseguidos e discriminados. Vale a pena assistir, mesmo que não se entenda inglês, porque as cenas – o rosto da repórter e da senhora, os gritos, a expressão dos militantes psicopatas gayzistas – são eloqüentes. O vídeo foi originalmente publicado neste blog; assistam, antes que ele também desapareça misteriosamente do youtube.

O que dizer diante destas cenas? O que falar diante de uma cruz pisoteada pelos gayzistas? Estamos no liminar de um novo martírio, sim. E precisamos rezar. Mas precisamos também de novos cruzados. De cruzados que não tenham medo de defender Nosso Senhor. De cruzados que possam e queiram proclamar de cabeça erguida que Cristo é Rei. De cruzados que ofereçam resistência aos deboches e ultrajes lançados contra a Santa Igreja. De cruzados que combatam a Ditadura do Relativismo, e se esforcem para defender os valores eternos. Precisamos de soldados de Cristo sem medo de “darem a cara a tapa”, sem vergonha de se dizerem católicos. Precisamos de cruzados que não estejam comprometidos com o politicamente correto, e que possam proclamar a Verdade em alto e bom som, sem ambigüidades e sem respeito humano. Precisamos, enfim, de católicos: católicos de fibra, católicos de coragem, católicos fiéis, católicos verdadeiros.

Não podemos ficar parados enquanto os inimigos de Deus e da Igreja avançam com destemor, debochando da Igreja de Cristo, pisoteando a Cruz de Nosso Senhor, agredindo violentamente quem quer que ouse colocar-se em seu caminho! O contrário da barbárie não é a covardia; é possível e necessário ser valente e ser firme, sem agir com brutalidade. Vingarmo-nos, não; defendermo-nos, sim. Levantemo-nos com valentia. Façamos o que precisa ser feito. Sacudamos o pó, acabemos com a covardia, empenhemo-nos no combate. Paremos de bajular os inimigos, de fazer acordos vergonhosos em uma política de boa vizinhança pusilânime e indigna de um filho de Deus. Lutemos, com coragem, pela glória de Deus, pela exaltação da Santa Madre Igreja. Aux armes. Deus lo vult!

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0 thoughts on “A tolerância gayzista

  1. sandra nunes

    Dionisio Lisboa

    Cadê o Senhor?

    O Senhor tem o direito de se defender.

    Pode nos dizer por que teve seu registro cancelado?

    Não venha me dizer que se tornou Padre, porque nos Fóruns têm Padres e Freiras trabalhando, como advogados, todos os dia.

  2. vanderley

    “Eu tenho que “perseguir”, “combater” e “declarar guerra” aos pecadores!”

    Ao contrário, é “declarar guerra” ao pecado.

    É só não ser defensora do erro, do imoral.

    O melhor meio de ajudar os pecadores e mostrar-lhes

    a verdade. Não ser conivente com o erro.

  3. sandra nunes

    vanderley

    me ensina, o que você faz quando chega num ambiente e tem um casal gay?

    Como devemos ajudar esses pecadores?

  4. vanderley

    “me ensina, o que você faz quando chega num ambiente e tem um casal gay?”

    Os ambientes que eu frequento não tem casais gays !.

    Mas no caso de uma situação fora do padrão eu não faria

    nada, até porque eu não conheceria estas pessoas, e o

    momento, talvez, não seja adequado.

    Se o caso for de uma pessoa conhecida sua, em uma

    conversa mais particular, você deve falar a Verdade,

    somente a Verdade.

  5. sandra nunes

    vanderley

    como disse, várias vezes, é pura retórica.

    Fora do computador, você é uma pessoa absolutamente normal, como qualquer outra.

  6. sandra nunes

    vanderley

    Não tem NENHUM gay na sua escola, no seu trabalho, na balada, na rua que mora, etc.

    Nossa, onde você mora?

  7. Dionisio Lisbôa

    Sr.ª Sandra Nunes

    Em seus disparates, demonstra mais uma vez que a Sr.ª é produto da alienação provocada pelas ditaduras de esquerda, eis que tenta investigar a vida alheia…

    Não temo V. S.ª e tampouco suas ameaças… Se tenho minha OAB cancelada, é devido ao fato de meu crescimento profissional, o qual não lhe devo maiores satisfações!

    Estudar Direito (principalmente o Direito Natural), o que V. S.ª deveria fazer, faz bem!

    Amamos os pecadores, no entanto, não aprovamos o vício… E não me venha dizer que a prática homossexual não é pecado!

    De resto, nada de sua vida me interessa!

    Atenciosamente

    Dionisio

  8. Dionisio Lisbôa

    Sr.ª Sandra

    De resto, a CF/1988 é laica, mas o Estado Brasileiro, se V. S.ª estudasse, saberia que não é laicizante!

    Estudar faz bem (eu que o diga)! A prática ensina, mas não é tudo!

    E já pensei em ser padre, mas não desses que se vêem por aí, Modernistas e Liberais como V. S.ª

    Atenciosamente

    Dionisio

  9. sandra nunes

    Dionisio Lisbôa

    Então não se identifique como advogado, e sim como bacharel em ciências jurídicas!

    Como o senhor, é muito culto, muito grande profissionalmente, deve saber que se identificar como advogado, não sendo, é CRIME!

    Pelo visto, já pensou e ser padre, advogado, médico?, engenheiro? astronauta?

    Quem é pego numa mentira, tão grave, uma vez não é mais digno de confiança.
    Pode ser muito estudado, muito culto, mas é mentiroso.

  10. Dionisio

    E A SENHORA SABIA QUE OFENDER AOS OUTROS É CAUSA PARA INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS?

    Pois é! A senhora, em sua jactância, não satisfeita em impor aos outros suas idéias, ainda tem o desplante de querer ofender a quem discorda de seus absurdos!

    E se não estou atuando, é porque requeri o cancelamento de minha OAB! Não fico por aí lançando suspeitas sobre o ganha-pão alheio como a senhora fez quanto ao fato de eu não estar mais atuando!

    Se quiser um debate no campo das idéias, nós católicos estamos aqui para exercermos nossos papéis! Mas se quiser partir para a intromissão na vida alheia e para o lado pessoal, fique com Deus!

    Não vou perder meu tempo com quem não quer dialogar, mas apenas impor suas idéias de uma forma nem um pouco “cristã”. A formação dos bancos da escola e da faculdade eu tive e certamente que a senhora teve, mas parece que esta não foi suficiente para senhora!

    Passe Bem!

  11. sandra nunes

    Dionisio

    “Dionisio Lisboa

    Sr.ª Sandra Nunes (ou será Mummies?)

    Também sou advogado e nordestino…”

    Nós Católicos, realmente, não saímos não saímos por aí inventando que somos algo que não somos e agredindo gratuitamente as pessoas.

    Dizer que é advogado, sem ser, TAMBÉM é crime. ( mesmo que a iniciativa tenha partido do Senhor )

    Nós advogados, também, sabemos separar as Leis de Deus das Leis dos Homens.

    Concordo com o Senhor, ofensas pessoais gratuitas, nos são direito à indenização. A todos que se sintam ofendidos, com ataques gratuitos

    “A senhora, em sua jactância, não satisfeita em impor aos outros suas idéias…”

    Em momento nenhum estava “defendendo MINHAS idéias” estava dizendo da legislação brasileira, que acredito deva conhecer uma vez que é bacharel em ciências jurídicas.

    Se a defesa da nossa legislação é “uma ofensa” para o senhor, então entendo porque pediu o cancelamento do registro de sua OAB.

    Se bem que todo processo de cancelamento de registro é público, como o Senhor deve saber…

  12. Dionisio

    Senhora Sandra

    Desde esta alegada separação entre a Lei de Deus e a Lei dos Homens…

    Desde quando o Estado Brasileiro afronta pessoas que querem manter seus valores (inclusive religiosos)…

    Desde quando a Ordem Jurídica faz apologia ao aborto, eutanásia, sexo livre e destruição da família!

    Não me arrependo de não advogar mais!

    Pois a Lei dos Homens é como a razão, sem a luz da graça, torna-se escravidão!

    Porque Cristo
    disse que se crêssemos nele seremos verdadeiramente
    LIVRES!

  13. sandra nunes

    Dionisio

    “Desde esta alegada separação entre a Lei de Deus e a Lei dos Homens…”

    Alegada?

    “Não me arrependo de não advogar mais!”

    Com certeza, tendo em vista o CANCELAMENTO de seu registro, não pode se arrepender MESMO!

    Por acaso, quando cursou Direito ou no cancelamento de seu registro, não te avisaram que não pode mais se identificar como advogado?

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