ZENIT: anti-nazismo e anti-comunismo

closeAtenção, este artigo foi publicado 8 anos 8 meses 23 dias atrás.

Em ZENIT, dois coelhos com uma caixa d’água só: a Igreja perante o nazismo empenhada no auxílio aos judeus, e as desgraças provocadas pelo comunismo da União Soviética.

Contra o nazismo: “operação papéis falsos”.

«Nós, os judeus refugiados em Assis, não nos esqueceremos nunca do que se fez por nossa salvação. Porque em uma perseguição que aniquilou seis milhões de judeus, em Assis não afetou nenhum».

Contra o comunismo: “a grande fome da Rússia”.

«Hoje celebramos o 75º aniversário do Holodomor – a grande fome – que entre os anos 1932 e 1933 causou milhares de mortes na Ucrânia e em outras regiões da União Soviética durante o regime comunista».

O Papa expressou vivamente seu desejo de que«nenhum regime político possa jamais, em nome de uma ideologia, negar os direitos da pessoa humana e sua liberdade e dignidade», e aproveitou a ocasião para assegurar sua oração pelas «vítimas inocentes daquela enorme tragédia».

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0 thoughts on “ZENIT: anti-nazismo e anti-comunismo

  1. Jorge Ferraz

    Sandra,

    Sim, eu li. Quem tem o costume feio de sair escrevendo as coisas sem ler é a senhora. E a redação foi feita desta forma porque o jus ad bellum (e o jus in bello também) é (são) antiquíssimo(s) na Doutrina da Igreja – veja, por exemplo, o verbete “War” na Enciclopédia Católica.

    Não conheço o suficiente da história americana para saber se as guerras da família Bush foram ou não justas. Mas tenho absoluta certeza (pois é gritantemente notório) de que o presidente americano é muito menos idiota e muito mais prudente do que a senhora.

    Sobre o seguinte disparate:

    Se eu disse que na juventude, não aderi à luta armada, contra a ditadura porque tinha 12 ou 13 anos, é claro que se presentes ( como estavam nos anos de chumbo ) o 2309, eu inclusive pegaria nas armas, para defesa SEMPRE.

    Aviso à senhora “aspirante-de-terrorista” que quem faz Guerra Justa são os “que têm o encargo do bem comum”, ou seja, as AUTORIDADES CONSTITUÍDAS! Terroristas criminosos fazem terrorismo. Portanto, sob NENHUMA HIPÓTESE a “luta armada” dos delinqüentes que queriam transformar o Brasil numa Cuba gigantesca pode pretender ter legitimidade moral. Primeiro porque é evidente para qualquer pessoa que tenha dois neurônios intactos que as quatro condições exigidas pelo Jus ad Bellum não se encontravam no Brasil da Ditadura Militar (a insinuação é tão absurda, irracional e distante da realidade que eu não consigo conter o estupor!) e, segundo, porque subversão dos súditos contra os governantes não pode ser classificado como “guerra justa”. As condições para uma “revolução justa” são certamente mais restritivas do que as enumeradas no parágrafo 2309 do CIC.

    – Jorge

  2. Jorge Ferraz

    Ah! E, terceiro, mas não menos importante, porque o Jus in Bello (ou coisa análoga) precisa evidentemente ser cumprido numa suposta “revolução justa”, de modo que assassinatos de inocentes, bombas, justiçamentos e outras coisas parecidas de canalhas terroristas covardes não são de modo algum moralmente admissíveis.

    – Jorge

  3. sandra nunes

    Jorge Ferraz

    Você se utiliza da Igreja para justificar a carnificina dos Bushs e dos Ditadores no Brasil.

    (detalhe, os BUSHS não são Católicos )

    E eu que estou errada?

    Então tá!

  4. sandra nunes

    João C.

    Eu por ser contra a guerra dos BUSHs e pelas mortes no período da Ditadura, também estou contrariando a Igreja Católica?

    Quero só um documento, do Vaticano, a favor dessas guerras justas!

    Vamos ver, onde a Igreja “aprovou” a matança!

  5. Jorge Ferraz

    Sandra,

    Em primeiro lugar, não houve nenhuma “carnificina” dos ditadores no Brasil.

    Em segundo lugar, eu não estou justificando nada aqui, muito menos com a Igreja (ao contrário da senhora, que justifica as barbaridades criminosas dos terroristas baseada na “carnificina” e no “genocídio” (inventados) dos ditadores). Estou apenas expondo princípios morais. Qual a parte de “a Ditadura Militar foi necessária para impedir os terroristas de implantarem uma Ditadura Comunista no Brasil” a senhora ainda não entendeu?

    Em terceiro lugar, não faz nenhuma diferença se Bush não é católico, porque os princípios morais são universais, sendo obrigatórios para todos.

    – Jorge

  6. sandra nunes

    Jorge Ferraz

    Qual a parte de“a Ditadura Militar foi necessária para impedir os terroristas de implantarem uma Ditadura Comunista no Brasil” a senhora ainda não entendeu?

    Toda ela. Isso é UM ABSURDO só uma pessoa sem qualquer que não tem qualquer tipo de contato com a história do Brasil, pode falar esse absurdo.

    Digamos, só para argumentar, que “a Ditadura Militar foi necessária para impedir os terroristas de implantarem uma Ditadura Comunista no Brasil”

    Precisavam ficar VINTE E UM ANOS?

    Precisavam retirar TODOS os direitos civis do povo?

    Precisavam acabar com o Brasil, economicamente?

    Duvido, que qualquer um de vocês, aceitariam hoje ter seus direito civis retirados.

    Não ter direito de se expressar, de se reunir, de votar.

    Lugar de militar é no quartel e não no Legislativo, Executivo e Judiciário!

  7. sandra nunes

    Jorge

    “Em terceiro lugar, não faz nenhuma diferença se Bush não é católico, porque os princípios morais são universais, sendo obrigatórios para todos.”

    Você acredita mesmo que ele teve algum princípio moral?

    Se essa for o princípio moral que você defende, po mundo está pedido.

  8. Jorge Ferraz

    Sandra,

    Não sei se precisavam ficar vinte e um anos; talvez precisassem ter ficado até mais, já que os terroristas vencidos então hoje re-escrevem a história e, cheios de regalias, conduzem o Brasil lentamente à mesma desgraça da qual as Forças Armadas salvaram o país um dia.

    O x da questão é a necessidade de se ter consciência do fato histórico de que havia terroristas no Brasil dispostos a transformarem o país numa imensa Cuba, antes de 1964. Isso é fato, não se discute. Sem perder isso de vista, pode-se fazer críticas pontuais a algum ponto do Estado de Exceção que foi necessário instaurar no Brasil.

    O problema é que a senhora não faz isso. É uma alienada, que age como um disco arranhado em uma vitrola velha repetindo o tempo todo “infames, genocidas, assassinos”, ignorando os pormenores do delicado momento histórico e defendendo criminosos covardes e cretinos que assassinavam inocentes, “justiçavam” [= “julgavam” e matavam] seus próprios membros, soltavam bombas em locais públicos, etc.

    Os subversivos não lutavam pela volta do Estado de Direito, isto é outro fato histórico que precisa ficar muito claro. Eles lutavam para implantar no Brasil uma revolução assassina de um regime fracassado como o que havia sido recém-imposto a Cuba. É, francamente, muita estupidez da parte da senhora “fechar os olhos” e agir como se isso não tivesse nunca existido, ignorando o tempo todo na sua atitude de avestruz de enfiar a cabeça no buraco e gritar “infames, genocidas, assassinos”. É um espetáculo lastimável ver a senhora usando dois pesos e duas medidas, sendo tão dura com os erros dos militares e, ao mesmo tempo, tão compassiva com o terrorismo dos subversivos.

    Repito: há os fatos históricos que não podem ser negados. É fato que a Contra-Revolução veio para abortar o plano dos criminosos terroristas; é fato que eles lutavam para transformar o Brasil num país comunista. Tendo estes pontos muito claros, aí sim pode-se discutir sobre a duração do regime de exceção, o fechamento do Congresso e outras questões pontuais mais. Acontece que a senhora – repito – faz o papel do papagaio dos criminosos, na repetição irracional do mantra “infames, genocidas, assassinos” o tempo inteiro, num ódio injustificado e nonsense contra aqueles que, objetivamente, prestaram um grande serviço à Nação Brasileira. Se o fizeram da melhor forma ou não, repito, pode-se discutir, mas o serviço prestado é incontestável. Defender incondicionalmente os terroristas como a senhora faz, chamando criminosas de “heroínas” e ignorando tudo o que fizeram os militares, é coisa de quem tem os neurônios corroídos pelo esquerdismo.

    Lugar das Forças Armadas é na defesa da Nação. Papel que os militares desempenharam na Contra-Revolução de 1964.

    Quanto a Bush, sim, acredito, de verdade, que ele tenha mais princípios morais do que a senhora. E espero sinceramente que isso seja, da parte da senhora, mais por deficiência intelectual do que por mau-caratismo deliberado.

    Abraços,
    Jorge

  9. sandra nunes

    Jorge

    Contra-Revolução = Golpe de Estado
    criminosos terroristas = Estudantes Universitários
    regime de exceção= ditadura
    num ódio injustificado e nonsense = falar da história do Brasil

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Anos_de_chumbo

    Bem, para quem é a favor das “guerras justa” dos Bushs, e acredita que eles possuem “princípios morais”, não posse esperar que tenha noção do que foram os anos sob a infame ditadura no Brasil.

    Deus lo vult! Conclamam os Georges Bushs e o Jorge Feraz.

    E lá vão eles matar civis (homens, mulheres e crianças)

  10. sandra nunes

    Deus lo vult!

    Conclamam os Georges Bushs e o Jorge Ferraz!

    E lá vão eles, na suas “guerras justas” matarem civis ( homens, mulheres e crianças ) e com as bençãos de “Deus”

    Vamos traduzir para o que diz a História do Brasil, do que aconteceu entre 1964 a 1985

    Estado de Exceção = Ditadura
    Contra-Revolução = Golpe de Estado
    defesa da Nação = Tortura e assassinato nos porões dos ditadores
    criminosos terroristas = jovens universitário e trabalhadores

    Busca: Estado de Exceção=
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Anos_de_chumbo

  11. R. B. Canônico

    |As ações de guerrilha aqui no Brasil são tão lamentáveis quanto os crimes da Ditadura.

    Lamarca, por exemplo, é simplesmente um canalha.

    Dilma Russef para mim não passa de uma ex-terrorista que se orgulha de querer implantar ocomunismo.

    Reparem: vai-se contra uma ditadura, mas apóia os guerrilheiros que queriam implantar outra.

    Lamentável, Sandra.

    Os verdadeiros heróis pela reimplantação de um Estado democrático de Direito, neste país, jamais pegaram em armas.

  12. vanderley

    “Era um bando de jovens, contra as Forças Armadas”.

    Era um bando de jovens (com a natural rebeldia) , que foram usados pelos pelos comunistas.

    Viraram “boi de piranha” na mão dos “camaradas”.

    “silenciaram o povo”

    MENTIRA !!!!

    O Povo saiu às ruas, para que terminassem a bagunça.

    O povo foi a favor do golpe de 64.

    Quem queria bagunça era exatamente o pessoal

    da “agitação”, aqueles que queriam implantar um

    regime comunista no Brasil.

    “Precisavam acabar com o Brasil, economicamente?”

    O milagre brasileiro ocorreu na década de 70,

    O Brasil creceu a taxas 7% ao ano, com PLENO

    EMPREGO.

  13. Jorge Ferraz

    Deus lo vult! Conclamam os Georges Bushs e o Jorge Feraz.

    E lá vão eles matar civis (homens, mulheres e crianças)

    Patético.

    Gostaria de lembrar que a defensora dos terroristas que soltam bombas em espaços públicos, “justiçam” ex-membros e assassinam inocentes é a senhora. Quem já assumiu os desejos de ser criminosa – pois só não pegou em armas “porque tinha 12 ou 13 anos” – foi a senhora. Típico exemplo da “moral” esquerdista: “Xingue-os do que você é, acuse-os do que você faz”.

    Mas a calúnia me honra… vergonhoso seria receber muitos elogios de quem tece loas à Dilma Rousseff.

    – Jorge

  14. sandra nunes

    Jorge Ferraz

    Por que?

    Por problemas técnicos os comentários não entraram?

  15. sandra nunes

    Jorge Ferraz

    Só pelo fato de não permitir que um comentário feito com amparo em pesquisas, já demonstra que eu não estou errada.

    Contra provas, não há argumentos!

  16. Jorge Ferraz

    Sandra,

    Todos os teus comentários estão aí. Eles são úteis, para servirem de mau exemplo. Quem não estava no computador fui EU, porque havia saído pra jantar fora.

    E está mais do que evidente que a senhora não tem provas, nem argumentos. Só repetição irracional de chavões esquerdistas desconexos da realidade, com uma gritante desonestidade intelectual.

    – Jorge

  17. sandra nunes

    Jorge Ferraz

    Quem não tem defesa ataca.

    Essa é a tática de vocês.

    Vocês fazem uso da Igreja para discriminar pessoas, apoiar guerras, apoiar ditaduras e ditadores de direita ( não sei qual a diferença das de esquerda… ).

    Eu não preciso de “muletas” para fundamentar o que acredito.

    As pessoas são iguais, independentemente de raça, credo ou orientação sexual.

    Têm ou não têm caráter, essa é a diferença entre elas.

    Eu já disse e repeti diversas vezes, não sei se vocês são um bando de bufões ou se são um bando, perigoso, de fanáticos religiosos.

    Quando Hitler surgiu era motivo de piada, era um bufão, falando um amontoado de asneiras. Você sabe o que deu.

    Osama Bin Ladem, usa da fé para ordenar a morte de inocentes.

    Bush usou o “patriotismo” para o mesmo fim.

    Todos com a mesma finalidade, destruir quem era diferente deles.

    Nem vou falar nas cruzadas, que você usa como seu “grito de guerra”. Tampuco

    Agora você vem com discursos, pro-ditadura “enaltecendo”

    o golpe de estado de 1964.

    Se apóia, na Igreja, para justificar guerras, numa livre interpretação do 2309.

    Acredita, piamente, que as pessoas que ousam discordar de você são “esquerdistas”

    Sabe eu vou na Igreja em busca de paz em busca de comunhão com minha fé, você vai em busca de que?

    Só sabe pregar a discórdia e o ódio.

    Não vejo uma palavra de amor ao próximo.

    Se colocou na posição de juiz, jurado e carrasco!

    Graças a Deus, que a imensa maioria de Católicos pelo mundo, não pensa com tanto ódio como você.

    Que os anjos do Senhor, façam com que ouça a mensagem:

    GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS E PAZ NA TERRA AOS HOMENS DE BOA VONTADE.

  18. Demerval Jr.

    Irmãos,

    sandra “igual a” mummies equacionou:

    “criminosos terroristas = jovens universitário (sic) e trabalhadores”.

    Só esqueceu de dizer que usavam disso como bela fachada para mais livremente serem aquilo. E, de quebra, recrutarem mais um ou outro idiota desavisado (vulgo “inocente útil”)…

    Mas – vejam que progresso! – ela está pesquisando; sinal de que ficou na dúvida…

  19. Demerval Jr.

    IRMÃOS! EM GUARDA!

    sandra “quem-avisa-amigo-é” mumes profetizou:

    “Quando Hitler surgiu era motivo de piada, era um bufão, falando um amontoado de asneiras. Você sabe o que deu.”

    Vejamos: bufão que fala punhado de asneiras… Meu Deus! Será ela a próxima ditadora nacional? E eu pensando que seria a dona Dilma… tsc-tsc…

  20. Jorge Ferraz

    Sandra,

    Quem não tem defesa ataca.

    Essa é a tática de vocês.

    De novo: “xingue-os do que você é, acuse-os do que você faz”. A única pessoa que não tem defesa aqui, Sandra, é a senhora, e isto é mais do que evidente para qualquer pessoa que passe a vista pelos comentários deste blog. A senhora defende os maiores disparates do mundo baseada em nada mais do que a própria opinião. E, como eu já falei outras vezes, o “Fantástico Mundo de Sandra” não é interessante e não tem nenhuma importância.

    Aqui, esforço-me para transmitir a Doutrina Católica. Cito os escritos dos papas e dos santos, cito os exemplos daqueles que, hoje, estão nos altares, cito as Escrituras Sagradas, os documentos do Magistério. É nisto que me baseio para escrever. O que a senhora cita? A Sandra…

    A senhora precisa entender que o mundo não gira em torno da Sandra. A Sandra não tem valor algum, é completamente desinteressante e irrelevante. Antes que me acuse de soberba ou do que quer que seja, aviso que o Jorge também não tem nenhum valor e nem nenhuma importância, e é exatamente por isso que, aqui, o meu esforço é no sentido de repetir a Igreja. A única relevância que eu posso ter no mundo (e isso vale para qualquer pessoa), é na medida em que eu estiver em estreita fidelidade à Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo, no esforço para pautar a minha vida pela Fé Católica e Apostólica, sem a qual é impossível agradar a Deus.

    Os exemplos do “Fantástico Mundo da Sandra” são completamente disparatados. Sabe porque a senhora comete a blasfêmia de não ver diferenças entre os cruzados e o Bin Laden? Porque a senhora não faz a mínima idéia do que significa “ser católico” e, portanto, acredita que as crenças dos muçulmanos têm o mesmo valor do que a Virtude Teologal da Fé. Nesta visão-de-mundo de toupeira com catarata, é claro que a senhora vai passar o resto da vida estrebuchando contra os que se esforçam sinceramente para amarem e servirem à Igreja Católica, Única Igreja de Cristo, fora da qual não existe salvação e nem santidade. A senhora é um perfeito exemplo da intolerância dos tolerantes, porque, para a senhora, tudo tem valor – exceto a Fé Católica e Apostólica. A senhora é um exemplo vivo e eloqüente da Ditadura do Relativismo tão repetidas vezes condenada pelos papas.

    E a senhora não sabe o que é “amor” e nem para quê serve a Igreja. Se soubesse o que é amor, não ia cometer a suprema ingratidão de dizer não vê “uma palavra de amor ao próximo” por aqui. Todas as pessoas que aqui se esforçam para fazer a senhora entender o estado lastimável em que se encontra, acha que fazem isso por quê? Porque não têm mais o que fazer? De minha parte, garanto que não é. A única coisa que me move a continuar respondendo pacientemente ao infinito número de besteiras que a senhora fala é, justamente, o amor ao próximo; à senhora em primeiro lugar e, também, aos leitores que possam ser seduzidos pela sua conversa mole.

    Que a senhora não sabe para quê serve a Igreja, depreende-se da sua resposta completamente ausente de sentido sobrenatural à pergunta feita pela senhora mesma sobre para quê se vai à Igreja:

    Sabe eu vou na Igreja em busca de paz em busca de comunhão com minha fé, você vai em busca de que?

    Eu vou à Igreja em busca da salvação da minha alma, pois em outro lugar não a posso obter.

    Que se cumpra, sim, o canto dos anjos (que nós rezamos na Santa Missa). Mas saliento que a Paz de Cristo não é a paz desta terra. E, sobre esta passagem, os Santos Padres disseram:

    Assim, pois, não há paz para os ímpios (Is 57), mas há sim paz abundante para os que amam o nome de Deus (Sl 118).
    [Beda]

    A paz é para os homens de boa vontade, porque a paz que Deus não concede sobre a terra não é paz de boa vontade.
    [Orígenes]

    A Justiça corresponde à Boa Vontade.
    [Santo Agostinho]

    Isto não é “a paz desta terra” que a senhora parece prezar tanto. Para ficar num só exemplo, que a senhora certamente condenaria, Santa Joana d’Arc disse, certa vez, que a paz com os borgonheses só se encontraria na ponta da lança. Este é o exemplo dos santos católicos, que têm infinitamente mais valor do que o exemplo das Sandras.

    Que Jesus, Príncipe da Paz, conceda-nos a paz verdadeira.

    em Cristo,
    Jorge Ferraz

  21. Léo

    “A única coisa que me move a continuar respondendo pacientemente ao infinito número de besteiras que a senhora fala é, justamente, o amor ao próximo.”

    E que amor! Afinal, haja paciência! Haja tempo!

    Abraços e fiquem com Deus,

    Léo

  22. João de Barros

    Qualquer pessoa que tenha vivido durante os governos militares sabe muito bem que a vida continuou perfeitamente normal.

    Podia-se falar mal do governo com toda a tranquilidade. Mesmo durante o governo Medici, falava-se abertamente de comunismo e marxismo nas universidades. No tempo do Geisel e do Figueiredo, os alunos até usavam camisetas do Che Guevera e ninguém fazia nada.

    O número de mortos em 21 anos de ditadura em todo o Brasil é menor que o de homicídios num único mês em uma única capital.

    Em termos de ditaduras, nós somos bem relaxados.

    Simplesmente não é verdade que os militares tenham tirados TODOS os direitos civis. As eleições para prefeito, vereadores, deputados estaduais, deputados federais e senadores continuaram sendo feitas normalmente. Continuou havendo partidos de oposição, o MDB, e, mais tarde, o próprio PT.

    Sim, Sandra, caso você não se lembre, o PT foi fundado legalmente durante a “terrível” ditadura. Saiu na televisão e nos jornais da época.

    Os militares acrescentaram alguns direitos como o pseudo-direito do divórcio, que não exisitia no Brasil até o Geisel, que era luterano, aprova-lo.

    Minhas lembranças pessoais da ditadura são as de um tempo de tranquilidade, otimismo, segurança, patriotismo, emprego e cordialidade entre os brasileiros. Muito diferente dos tempos atuais onde o ódio entre as classes e entre as raças vai-se tornando regra geral.

    JB

  23. Rodrigo

    Essa Sandra consegue ser chata ao extremo para qualquer pessoa com um mínimo de paciência e boa vontade. Ela já mostrou muitas vezes aqui a que veio. Dotada de uma visão completamente ultrapassada ele prefere a “heroicidade” de homicidas e ladrões do que a autoridade dos que defendem a manutenção da lei e da ordem. E pensar na relação que ela tem com a lei…
    Dona Sandra, pegue num terço e vá rezar!!!