Sexualidade: no Brasil e na Espanha

closeAtenção, este artigo foi publicado 8 anos 8 meses 20 dias atrás.

– O presidente Lula disse recentemente, falando sobre as aulas de (des)educação sexual, que é “preciso acabar com a hipocrisia religiosa, e isso vale para todas as religiões”. Também disse o presidente que “[é] preciso convencer os pais do mundo todo de que educação sexual em casa é tão importante quanto comida”. Em casa, nós concordamos; qual é então o motivo da ingerência estatal com as aulas de depravação nas escolas?! O programa do Governo para a destruição das crianças brasileiras já está em pleno funcionamento há muito tempo. Falta-lhe um nome. Qual será? “Moral Zero”? “Castidade Zero”? “Pureza Zero”? “Pudor Zero”?

Não é a primeira vez que o Lula-católico-a-seu-modo ofende grosseiramente a Igreja, chamando-lhe de “hipócrita”. Na defesa dos preservativos que ele fez em março, foi a mesma coisa. Engraçado que, recentemente, ele anunciou um plano nacional contra a intolerância religiosa. Será que isso não vale para a Igreja Católica?

Mulher espanhola dá um testemunho de que é possível superar a homossexualidade. Marta Lozano escreveu um livro narrando a sua história de vida, e a maneira como ela encontrou a paz após lutar contra as suas más inclinações ao longo de anos. Nos nossos tempos em que é politicamente incorreto discordar do homossexualismo, é muitíssimo oportuno o testemunho de que é possível, sim, reencontrar a sua própria identidade e reorientar-se sexualmente.

Antes simplesmente não me sentia mulher. Agora, pelo contrário, sinto-me plenamente identificada com o sexo feminino e sobre tudo, sinto-me muito mais a gosto comigo mesma, mais sossegada e com mais paz interior. Minha vida social e pessoal também variou substancialmente. Agora me sinto mais livre e mais feliz, relaciono-me mais e melhor com a gente, em meu trabalho me encontro mais satisfeita e me ilude meu futuro [e me entusiasma o meu futuro, conforme uma tradução mais fiel de y me ilusiona mi futuro; o tradutor deu uma escorregada na falsa cognata (p.s.)].

Vale a pena ler a entrevista concedida pela autora (em espanhol).

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0 thoughts on “Sexualidade: no Brasil e na Espanha

  1. Joachim Di Fiore

    Caro Jorge,

    Creio que a melhor tradução para “y me ilusiona mi futuro” seria ” e meu futuro me entusiasma”, pois em castelhano “hacer las cosas com ilusión” é fazê-las com entusiamo.

    E penso que fica mais claro e coerente com o restante da entrevista!

    Será que algum jornal da grande mídia publicaria essa entrevista ou a “patrulha gay” não deixaria?

  2. João C.

    Eu penso que só quem não for coerente com o q acredita e nada sincero é que não se “cura” desse desvio… E sei do que estou a falar… É possivel sim, com muitas quedas pelo meio, muita oração, muita vontade, mas é possível..

    Só depois de muito cair é q se apercebe do erro em que se está e das falácias e eufemismos que se usam para considerar a homossexualidade uma coisa “legal” e “normal”. Ideias e pensamentos puramente humanos, que hoje são moda, amanha já poderão não ser…

    Ad maiorem Dei gloriam

  3. Jorge Ferraz

    Di Fiore,

    Você tem toda razão. Eu copiei somente a versão traduzida da ACI e não vi o original; sim, “ilusión” tem sentido positivo em espanhol, que é algo como uma meta, um ideal, um entusiasmo. Vou corrigir.

    Obrigado!

    Abraços, em XC,
    Jorge Ferraz