Curtas de fim de sexta

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- Os militantes ateístas norte-americanos queriam retirar, do juramento de posse que as autoridades fazem ao assumir cargos de Governo, a referência a Deus. Se tivessem sucesso, “quando Barack Obama assumi[sse] o cargo, no próximo dia 20, talvez ele não [pudesse] repetir a expressão “So help me God” (algo como “E que Deus me ajude!”) que sempre conclui o juramento formal da posse dos presidentes dos EUA”. Mas não tiveram. Deo Gratias! O juiz Reggie Walton não acatou o pedido dos que queriam impôr o seu ateísmo particular ao país inteiro. Obama deve pedir que Deus o ajude; rezemos para que Deus o escute mesmo, pois o país vai precisar como nunca.

- O Cardeal Patriarca de Lisboa, Dom José Policarpo, deu um conselho às jovens portuguesas para que pensassem duas vezes antes de casar com um muçulmano. “Questionado por Fátima Campos Ferreira se não estava a ser intolerante perante a questão do casamento das jovens com muçulmanos, D. José Policarpo disse que não” – excelente! Respeito, sim; conluio promíscuo, jamais. Dialogar, sim; capitular, não. Conversar para converter, não para perder a Fé sem a qual é impossível agradar a Deus. A propósito do tema, vale muitíssimo a pena ler a história dos Mártires de Marrocos: Aí [em Sevilha] ficaram uma semana, finda a qual foram à mesquita, precisamente no dia em que os mouros festejavam Maomé e começaram a pregar a doutrina de Jesus e denunciando que o profeta Maomé não passava de uma idolatria. Corridos à pancada para fora da mesquita, passaram a Marrocos, onde começam a percorrer as ruas pregando o nome de Jesus e, quando vêem aproximar-se o Miramolim Aboidil, com mais ânimo continuaram a proclamar a mensagem cristã. O Miramolim mandou-os prender e ficaram numas masmorras vinte dias sem comer nem beber. (…) Com a sua ira no limite, o miramolim pegou na sua cimitarra a acabou com a vida daqueles cinco frades, rachando-lhes o crânio ao meio e depois decepando-lhes as cabeças. Era o ano de 1220. Cedo acabou a tarefa missionária daqueles cinco frades, mas a sua voz continua a ecoar por toda a terra e a sua mensagem até aos confins do mundo.

- Notícia de ZENIT: é a família que deve educar a sexualidade dos filhos. Não tem, portanto, nenhum direito o Estado de impôr a sua visão distorcida e depravada da sexualidade em pseudo-aulas de (des)educação sexual. Ao contrário, “[o]s pais têm «a obrigação moral de educar a pessoa em sua masculinidade e feminilidade, em sua dimensão afetiva e de relação: educar a sexualidade como dom de si mesmos no amor, esse amor verdadeiro que sabe custodiar a vida»”.

- Para vergonha nacional, o Ministro da Justiça, Tarso Genro, concedeu refúgio político a Cesare Battisti, um assassino italiano condenado por quatro homicídios – comentou o Reinaldo Azevedo. “Eis aí: o ministro que pretende rever a Lei da Anistia no Brasil transformou o estado italiano numa ditadura que persegue pessoas. E o faz para defender um assassino condenado, em duas sentenças, à prisão perpétua. Mas Tarso, claro, além de poeta, é também um humanista de mão cheia”. O professor Orlando Fedeli fez um comentário muitíssimo oportuno sobre o tema:

Tarso Genro, muito originalmente negou a extradição e colocou o assassino, que estava preso em Brasília, em liberdade, pretextando dúvida sobre a Justiça italiana, e alegando que é tradição brasileira sempre dar asilo político a quem o pede.

Essa decisão do ex-porta voz do partido Revolucionário Comunista a favor do Proletário Comunista Armado Cesare Bettisti, causou escândalo.

Pois não foi esse o critério aplicado pelo governo petista quando dois pugilistas cubanos—que não haviam matado ninguém–, fugiram de uma delegação esportiva e pediram asilo ao Brasil. Nesse caso, a ju[s]tiça petista foi célere: despachou imediatamente os dois pugilistas cubanos diretamente para as masmorras do comunista Fidel Castro.

Dois pesos e duas medidas.

Touchè.

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Comentários

  1. Rodrigo says:

    Sobre o asilo dado ao terrorista e assassino Cesare Battisti pelo (des)governo brasileiro não é algo para se admirar, afinal, nos altos escalões em Brasilía temos “heróis” (usando de ironia,claro) como Dilma Roussef (cujo deplorável e escandaloso currículum já foi exposto aqui), Franklin Martins (outro “herói” de currículum estarrecedor, sequestrador, assaltante de banco, membro dos subversivos ALN e MR-8) et caterva. Gente “muito boa” essa, que apoiou a decisão do Tarso que deve ser uma mau genro, pois não respeita a liberdade de cidadãos de bem, mas permite a liberdade de assassinos que comungam da mesma podre e ultrapassada ideologia marxistóide defendida por inimigos do povo e da verdadeira liberdade.

  2. Maite says:

    Fico indignada mas não surpresa, pelos motivos elencados aí pelo Rodrigo. Aos amigos tudo… aos inimigos, a lei.

  1. [...] Janeiro 16, 2009 por Daniel André 14/01/2009 – 22h02 Governo italiano e familiares de vítimas se irritam com refúgio político a Battisti http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u490183.shtml Publicidade da France Presse, em Romada Folha Online A decisão do Ministério da Justiça de conceder refúgio político ao italiano Cesare Battisti –condenado à prisão perpétua por quatro assassinatos– revoltou os familiares das vítimas do ex-militante comunista do PAC (Proletários Armados pelo Comunismo). Representantes do governo conservador de Silvio Berlusconi também manifestaram indignação com a decisão.  O ministro do Interior, Roberto Maroni, disse que o “governo brasileiro [cometeu] um erro muito grave, que é uma ofensa às vítimas do terrorismo, ao sistema judiciário e ao povo italiano”. “Battisti é um criminoso que foi condenado por assassinato e merece tudo menos o estatuto de refugiado político”, acrescentou Maroni, citado pela agência Ansa. O vice-ministro do Interior, Alfredo Mantovano, considerou “grave e ofensiva” a decisão, além de “um insulto a nosso sistema democrático”. Vítimas Entre os mais indignados, estão as associações de familiares das vítimas de terrorismo, que consideraram que o Brasil infligiu uma “humilhação” à Justiça italiana. COMENTÁRIO: Tarso Genro, muito originalmente negando a extradição e colocou o assassino, que estava preso em Brasília, em liberdade, pretextando dúvida sobre a Justiça italiana, e alegando que é tradição brasileira sempre dar asilo político a quem o pede. Ora, não foi esse o critério aplicado pelo governo petista quando dois pugilistas cubanos—que não haviam matado ninguém–, fugiram de uma delegação esportiva e pediram asilo ao Brasil. Nesse caso, a ju[s]tiça petista foi diferente: despachou imediatamente os dois pugilistas cubanos diretamente para as masmorras do comunista Fidel Castro. Dois pesos e duas medidas. http://januacoeli.wordpress.com/2009/01/16/curtas-de-fim-de-sexta/ [...]

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