Aborto e CTEHs, no Brasil e no mundo

closeAtenção, este artigo foi publicado 8 anos 6 meses 29 dias atrás.

– No Brasil: o número de abortos “com amparo legal” cresceu 43%. Vale salientar que não existe aborto com amparo legal, como (entre outras pessoas) o padre Lodi já mostrou muito bem. O que existe é o assassinato ilegal e imoral de crianças sendo praticado graças aos impostos pagos pelos cidadãos de bem e à sanha assassina do Ministro da Saúde et caterva. Rezemos pelo Brasil, a fim de que Deus tenha misericórdia e o sangue de inocentes derramado nesta Terra de Santa Cruz não atraia a justa ira do Todo-Poderoso.

– No mundo: Estados Unidos aprovam testes de CTEHs em humanos. A FDA autorizou que uma empresa na Califórnia fizesse testes (que devem começar “ainda no verão deste ano”) com dez pacientes, dos quais oito estão completamente paralisados. É estranho, porque há bem pouco tempo – em outubro do ano passado – a agência reguladora norte-americana havia recusado estes testes clínicos

A sra. Lygia Pereira, que encabeça o assassínio de embriões humanos tupiniquim, havia dito em setembro último: “agora já acho que no ano que vem teremos o primeiro teste clínico com células-tronco embrionárias no mundo”. Infelizmente, parece que a pesquisadora vai acertar no seu palpite. Que Deus tenha piedade dos Estados Unidos.

– Não sei se todos já leram o padre Lodi: cadeia para as mulheres que fazem aborto? Vale muito a pena, e é crucial que entendamos muito bem o jogo dos abortistas, nestes tempos em que a vida humana é tão atacada e o Governo Brasileiro está tão diligentemente empenhado na implantação, per fas et per nefas, a ferro e a fogo, do assassinato de crianças no Brasil. Que Nossa Senhora da Conceição Aparecida livre esta Terra de Santa Cruz da maldição do aborto.

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0 thoughts on “Aborto e CTEHs, no Brasil e no mundo

  1. Emanuelle Carvalho Moura

    Pelo contrário, a Dra. Lygia sabe que já houveram testes clínicos em humanos de CTEH, mas o resultado foi assustador: nasceram inúmeros tumores no rosto da madame. Sim, porque foi um “tratamento” oferecido pelos cientistas russos para mulheres que queriam rejuvenescer sua cútis. Antes disso, segundo informações da Dra. Lilian Piñero Eça, os testes clínicos em humanos estavam proibidos terminantemente porque na escala de testes científicos, as aplicações de CTEH sempre produziram tumores em roedores e nunca tinha passado nem para o nível de mamíferos por conta disso, não se cogitava, dessa forma, colocar essas *células cancerígenas*, pois não passam disso, em seres humanos. Esses testes são anunciados, mas os resultados disso não: é de impressionar. Há pouco, falaram de uma moça que foi à China, do Brasil, para fazer o tratamento à custa de fetos abortados, isso mesmo, não são embriões explodidos, já estão em estágio de desenvolvimento maduro. No entretanto, em ratos, aconteceu uma melhora inicial e depois a doença retornou com força maior e mais devastadora do que antes. Alguém já ouviu falar no que aconteceu com essa moça brasileira que foi à China, cheia de esperanças, cega por sua cura? Ninguém… Mas os cientistas sabem o que acontece. Ética? Bom, não é o forte de quem manipula embriões humanos. Os EEUU podem até realizar esses testes, mas seu resultado, nunca saberemos completamente. Em verdade, essa insistência toda nessa idéia furada de CTEH só tem um motivo: a busca de tratamentos mais caros, porque o revolucionário e promissor tratamento com CT adultas é, “infelizmente”: barato e eficaz. É até bom demais para ser verdade, é verdade. Não tem implicações éticas, mas tem seus limites, é real, não uma fábula que só parece ter final feliz até a náusea como o caso de CTEH. Mas, nesse mundo artificializado, quem quer saber da verdade?

  2. Emanuelle Carvalho Moura

    A notícia sobre a terapia estética na Rússia para rugas e cabelos brancos que resultou em tumores no rosto e crânio de russos pode ser lida aqui, pela News Week:

    Steam-Cell Rip-Off:

    http://www.newsweek.com/id/55643

    Foi esse o resultado de aplicação clínica em seres humanos das CTEH’s.

  3. Erickson A. Santana de Oliveira

    Não tem nada de estranho, caríssimo. O presidente Bush era quem impedia a pesquisa com células-tronco embrionárias. Presidente novo, morte nova…

  4. Sidnei

    Mesmo que os testes em humanos com CTEHs darem positivos, isto não redime em nada que tais testes são anti-éticos, vão contra a natureza e a dignidade humana, e abre espaço para criação de embriões em séries para cura de doenças, enfim, estão brincando de DEUS e com a natureza, mas todos devem lembrar aquele ditado que diz: “DEUS perdoa sempre, o ser humano quase sempre mas a natureza nunca”, tudo o que se fizer contra a natureza ela dará em troco e em dobro as agressões por ela sofrida, podemos dominar a natureza, pois foi mesmo DEUS quem ordenou: “Então Deus disse: Façamos o homem à nossa imagem e semelhança. Que ele reine sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus, sobre os animais domésticos e sobre toda a terra, e sobre todos os répteis que se arrastam sobre a terra. “ (Gn. 1,26), porém devemos dominar a natureza de maneira racional e mais natural possível, caso contrário, os efeitos são bem previsíveis, só basta dar uma olhada ao nosso redor e ler os sinais dos tempos como disse JESUS.

  5. Emanuelle Carvalho Moura

    Erickson,

    Nos EEUU, o Governo, na época do Bush, não financiava essas pesquisas com CTEH, mas nem por isso as indústrias de biotecnologia privadas deixavam de financiá-las. Claro que quando há dinheiro do governo, o volume financeiro é maior. De qualquer modo, temos de ficar atentos porque muitas coisas são anunciadas para a mídia, mas nunca realmente realizadas. A Dra Alice Teixeira Ferreira, por exemplo, já informou que nunca houve, até hoje, clonagem de seres humanos com êxito. Apesar de ter gente que acredita que eles já conseguiram isso por conta dos anúncios da mídia que ajudam a movimentar a especulação sobre esse mercado e a iludir o povo.

  6. Renato Lima

    Muitas pessoas elogiam os americanos (principalmente os estranhos republicanos) e se esquecem de falarem algumas verdades.

    O governo Bush não permitiu pesquisas com células tronco embrionárias e o aborto em hospitais e clínicas do governo, e não em hospitais e clínicas privadas!

    Em instituições privadas, os ”pesquisadores”, tem toda ”libertadade” de fazerem pesquisas ou abortarem.

    Aos verdadeiros cristãos (católicos): Temos que mostrar que nós sim é quem iremos trazer a verdadeirra moral (católica), portanto não nos espelhemos no americanismo, principalmente no protestantismo americano criador das heresias modernas.

  7. Emanuelle Carvalho Moura

    Renato Lima,

    Só uma observação: no período que Bush foi presidente, não foi proibido abortos em hospitais públicos norte-americanos. Porque a Lei da esmagadora maioria dos estados norte-americanos é abortista (da concepção até os 9 meses gestacionais).

    O que, no governo Bush, aconteceu, foi o impedimento de se realizar um tipo de aborto chamado “por nascimento parcial”. A criança já está bem grandinha, e eles deixam nascer o corpo, a cabeça fica dentro do organismo materno (“sem nascer”) o bebê é assassinado através da nuca. Depois, sugam o cérebro e retiram a cabeça flácida de dentro da “mãe”.

    Acharam isso muito chocante. E proibiram. Mas, de fato, eles não têm como controlar esse tipo de coisa no meio abortista. Nessa questão, não existe meio-termo: é tudo ou nada. Não se pode legalizar o aborto até x meses, porque sempre será um assassínio até o tamanho do egoísmo de quem o fizer. Estavam, nos EEUU, (as “mães”) vendendo as partes dos corpos das crianças também, para se auferir financeiramente com a desgraça dos pequeninos.

    Logo, pode-se perceber, que entrando Republicano, saindo Democrata ou contrário, a diferença é praticamente nula na questão pró-vida norte-americana. O que mais pesa são para nós, que ainda não temos esse flagelo legalizado, posto que as ondas de dinheiro são maiores internacionalmente para a questão pró-morte quando entra um democrata.

  8. Abraão Sivus

    Caro Jorge Ferraz,

    Se soubesse antes que esta era a sua opinião sobre esta temática relativa aos Direitos Humanos Universais, não tinha gasto uma única caloria a escrever por aqui o que quer que seja.

    Só depois da liberalização da Interrupção Voluntária da Gravidez (IVR) em Portugal, é que finalmente toda a gente, mas mesmo toda a gente(!), teve finalmente acesso à informação, aconselhamento e apoio para poder dar à luz uma criança com todas as condições necessárias.

    Foi preciso descriminalizar um acto de desespero e íntimo da mulher para que efectivamente a sociedade iniciasse o processo de reconhecimento de uma dificuldade e começasse a apoiar quem necessitasse.

    Antes, todos diziam que era um crime e os abortos eram feitos em clínicas maradas, vãos de escada, e com agulhas de tricot…
    Mas agora, são efectuados com todas as condições, segurança e dignidade (comparticipadamente em clínicas privadas ou públicas) e só após um intenso aconselhamento obrigatório (por parte de médicos, assistentes sociais, psicólogos e por opção, também orientadores religiosos) sobre todas as opções disponíveis, e que felizmente são cada vez mais e variadas.

    Com essa essa sua postura, só demonstra que não passa de um ignorante e conservador em que não se tinha perdido nada se tivesse sido abortado!

    E no fundo, penso sinceramente que não merece que eu lhe diga uma coisa destas!

    Pesquise e reflicta bem sobre este assunto.

    Cordiais cumprimentos

    Abraão Sivus

  9. Jorge Ferraz

    Caro Sivus,

    Com essa essa sua postura, só demonstra que não passa de um ignorante e conservador em que não se tinha perdido nada se tivesse sido abortado!

    Nossa! A cordialidade dos cumprimentos do senhor me comove! Muito obrigado pela deferência.

    Que Nossa Senhora livre-nos a todos do assassínio de crianças indefesas.

    Abraços,
    Jorge