Cardeal Castrillón: “Fellay reconheceu o Concílio Vaticano II”

closeAtenção, este artigo foi publicado 8 anos 6 meses 21 dias atrás.

Em entrevista ao Corriere della Sera, que chegou até mim pelo Rorate Caeli [ pdf em italiano aqui ], o cardeal Castrillón afirma: “A plena comunhão chegará. Na nossa conversa, Mons. Fellay reconheceu o Concílio Vaticano II, o reconheceu teologicamente. Restando apenas algumas dificudades”.

Parece-me sem dúvida uma excelente notícia. A repercussão e comentários só os terei amanhã. É provável que Jorge comente o assunto antes de mim.

Gostou? Compartilhe!Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+Email this to someonePrint this page

0 thoughts on “Cardeal Castrillón: “Fellay reconheceu o Concílio Vaticano II”

  1. presentepravoce

    Veja Márcio

    O que Eu disse ?

    É o começo do fim da Crise !

    Com a maioria voltando para Roma, quem ficará para trás ?

    Este ficará sozinho.

    Brasa fora do braseiro, todos sabem o que acontece com ela !

    Oremos, para que a graça de Deus reine entre nós.

    Jesus te ama.

  2. Emanuelle Carvalho Moura

    Parece que as coisas estão mesmo se acertando: Deus seja louvado!

  3. presentepravoce

    Enquanto isso

    Em nosso País Tupiniquim

    Os Tambores continuam ressoando

    Os mesmos rítmos de sempre.

    Mas como as fontes estão em processo de retorno

    Breve aqui também teremos mais boas notícias.

    Amem.

  4. Pingback: O problema inexistente « Deus lo vult!

  5. Antonio

    Caros,

    Reconhecer o concílio (na limitada autoridade que deu a si próprio) não implica necessariamente aceitar todas suas proposições como se infáliveis fossem.

    Sobre o reconhecimento “teológico” de um magistério falível — e, na própria tese da fraternidade, falho — o secretariado-geral desse concílio dá a dica:

    “Dado o costume geral dos concílios e a finalidade pastoral do concílio atual, este define que somente devem ser considerados como sendo da Igreja os pontos referentes à fé e à moral, claramente declarados por ele. Quanto aos outros pontos propostos pelo concílio, sendo um ensinamento do Magistério Supremo da Igreja, todos os fiéis devem recebê-los e compreendê-los segundo o próprio espírito do concílio, como resulta tanto da matéria tratada quanto da maneira pela qual ele se exprime, segundo as regras da interpretação teológica”.

    Portanto, os fiéis devem compreendê-los [tais ensinamentos e proposições] segundo o espírito pastoral do concílio, que advém tanto da matéria não dogmática quanto da forma e intenção que não querem positivamente conferir a tais ensinamentos/proposições um caráter definitivo.

    Mas nem as cartas de D. Fellay, antes e depois do levantamento das excomunhões, nem a recente entrevista de D. Mallerais dão evidência de uma aceitação completa e irrestrita de todos os textos conciliares:

    http://rorate-caeli.blogspot.com/2009/02/tissier-de-mallerais-speaks.html

    Saudações,

    Antonio