A Saúde Pública fazendo a sua parte

closeAtenção, este artigo foi publicado 8 anos 6 meses 6 dias atrás.

Entre alguns comentários – que foram deletados – da sra. você-sabe-quem* de hoje (um salmodiando loas ao “Dom da Paz”, outro me chamando de anti-semita, homofóbico e misógino, etc.), um deles continha esta relevante informação:

O Governo do Estado de São Paulo está distribuindo centena de milhares de camisinhas nas escolas de samba.

Os postos de saúde, Estaduais e Municipais ficarão aberto para distribuição de “pílulas do dia seguinte” e preservativos masculinos ou femininos.

Seringas descartáveis serão distribuídas em pontos estratégicos.

A saúde pública está fazendo sua parte.

Ou seja: os nossos impostos estão sendo gastos para estimular a promiscuidade e o uso de drogas, além de custear a distribuição de medicamentos abortivos. Maravilha. Enquanto isso, brasileiros esperam até dois anos por cirurgia de próstata no SUS. É, a Saúde Pública está fazendo sua parte…

* [P.S.] A referida senhora enviou-me dois emails ameaçando denunciar-me na delegacia de crimes eletrônicos de São Paulo, por “uso indevido” do nome dela (!!), mesmo tendo sido, sempre, ela própria a vir voluntariamente aqui fazer os seus “comentários” preciosos. Visivelmente descontrolada, disse no primeiro que o faria “da próxima vez” que o seu nome fosse citado; e, no segundo (agora há pouco – segunda-feira, 16 de fevereiro, perto das sete horas da manhã – enviado), disse estar aguardando “por mais doze horas” a retirada do seu nome. Como eu já havia dito (antes do xilique dela) que não ia tornar a citá-la nominalmente e como eu não tenho tempo para perder com esse tipo de gente nem emporcalhar o blog com as suas cretinices, retiro (com muito prazer!) o nome dela deste post, e o diabo que a carregue para bem longe daqui (cf. 1Tm 1, 20).

Gostou? Compartilhe!Share on FacebookTweet about this on TwitterShare on Google+Email this to someonePrint this page

7 thoughts on “A Saúde Pública fazendo a sua parte

  1. André Víctor

    E isso tudo para não falar que o Sr. Temporão, em um comentário recente (de hoje se não me engano), quer a uma discussão pública para descriminalização das drogas.

    Sic! Que DROGA heim Sr. Temporão!? Não é desse tipo de ‘droga’ que a população precisa do Ministério da Saúde não senhor Temporão!!!

    Até quando Senhor, até quando!!! Misericórdia de nós Senhor.

    André Víctor

  2. Julie Maria

    Gente, que fim de mundo. Como você disse Jorge, em outra ocasião, não basta ensinar o mal… tem que estimular o mal moral, segundo este governo.

    Sinto vergonha de ter estas autoridades… e pensar que elas estão ali para cuidar do bem comum… bem… comum….

    PAX

    Julie Maria

  3. Renato Lima

    A sr. Sandra Nunes além de tudo quer tentar se passar por católica!

    Ele é defensora isso sim das asneiras comunistas e das porcarias da Teologia da Perdição!

    Aguenta agora dona Sanrdra Nunes, o Santo Padre Bento XVI foi eleito pela benção do Espirito Santo para combater leigos como a senhora, e claro sacerdotes que pararam na década de sessenta, pois se acham revolucionários marxistas; estes teram o que merecem!

    E a sr. Sandra Nunes, ainda acretida que virá um Papa ”progressista”…, quanta ingenuidade!

  4. Sandra Nunes

    direito de resposta:

    Falei do ESTADO DE SÃO PAULO!

    A prevenção é um dever do Estado!

    Não é uma questão de religião e sim de saúde pública!

    Quem é Católico e sabe como deve agir NÃO VAI EM BUSCA dos preservativos.

    Algum de vocês irá?

    Claro que não!

    Então por que tanta indignação?

    O que vocês não entendem é que o Estado governa para TODOS os cidadãos e não para os Católicos.

  5. Jorge Ferraz

    Caríssimos,

    Cometi um erro: citar nominalmente a Sandra Nunes num dos posts do blog. Mea culpa, mea culpa, mea maxima culpa! Não tornarei a cometê-lo.

    Peço a gentileza de que ninguém responda a ela, porque não vale a pena.

    Abraços, em Cristo,
    Jorge Ferraz

  6. Pingback: Pré-carnaval - o começo da perdição « Ecclesiae Una

  7. Pingback: A excomunhão dos abortistas « Deus lo vult!