Novo Arcebispo do Rio de Janeiro

closeAtenção, este artigo foi publicado 8 anos 5 meses 21 dias atrás.

Foi nomeado o novo Arcebispo do Rio de Janeiro: Dom Orani João Tempesta, até então Arcebispo de Belém do Pará. Sua Excelência escreveu uma carta ao Cardeal Scheid, a quem ele vai suceder na Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro. A nomeação saiu na Sala de Imprensa da Santa Sé.

Só me lembro de duas coisas sobre Dom Orani; a primeira, que ele é cisterciense e, a segunda, que ele recebeu uma carta do prof. Orlando Fedeli certa vez…

Que Deus abençoe o novo Arcebispo do Rio de Janeiro!

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16 thoughts on “Novo Arcebispo do Rio de Janeiro

  1. Antonio

    Caro Jorge,

    Talvez o recente release abaixo lhe faça saber um pouquinho mais quem seria Dom Tempesta e/ou por quem ele se deixa cercar e fazer companhia:

    http://www.radiovaticana.org/BRA/Articolo.asp?c=261898

    Isso sem querer falar no escândalo que é uma rádio, com o nome e história que tem, conceder tamanha atenção e visibilidade (não para criticar!) a um encontro de boffes e bettos, de comunistas e socialistas, versando sobre assuntos tipicamente explorados pelos adeptos da teologia da libertação:

    http://www.radiovaticana.org/BRA/Articolo.asp?c=261595

    http://www.radiovaticana.org/BRA/Articolo.asp?c=262169

    http://www.radiovaticana.org/BRA/Articolo.asp?c=262454

    http://www.radiovaticana.org/BRA/Articolo.asp?c=263045

    A mim, corajosamente afirmo que a promoção de Dom Tempesta a uma arquidiocese de importância, número e difícil situação como a do Rio de Janeiro é mais uma evidência de quão freqüente e intensa é a contaminação de colegialidade modernista em processos de nomeação de bispos, de beatificação, de tradução litúrgica, etc, os quais, desde que foram entregues de vez aos sindicatos de bispos mundo afora, são “muito bem” prontos, redigidos, encaminhados e apadrinhados politicamente, oferendo assim pouca ou nenhuma resistência (quiçá ciência) quando chegam a Roma.

    A solução é combater os princípios errados que dão suporte a tudo isso: a colegialidade modernista incutida na letra (e no espírito que antecedeu, redigiu e sucedeu tal letra) do concílio. Em decorrência direta [creio que] viriam, mais freqüentemente, melhores nomeações. Quando uma nomeação fura suas cartilhas modernistas e/ou o processo colegialista de indicações e encaminhamentos (como obviamente é o recente caso do pe. Wagner, da Áustria), não faltam padres, bispos, leigos e cardeais para censurar até o papa, ao ponto de exigir (e conseguir!) a renúncia/aceitação da renúncia do detestado nomeado.

    Termino repetindo, como bem lembraram comentaristas num outro blog, que, como para Deus nada é impossível, Dom Tempesta receba Dele graças para abjurar erros de ortodoxia e governo passados, e trilhar um caminho distinto daquele que se pode esperar dele numa perspectiva meramente natural.

    Abraço,

    Antonio

  2. Jorge Ferraz

    Caríssimo Antonio,

    Obrigado pelas informações trazidas – como alguém comentou em uma lista de emails da qual participo, a atuação de D. Orani diante do FSM recém-acontecido seria um interessante indicador de quem é o arcebispo.

    Com relação às nomeações, apenas faço notar que o Papa está em uma situação em que, digamos, precisa tirar leite de pedra. Novos bons bispos estão sendo nomeados (de um ano para cá, lembro-me de Dom Fernando Guimarães, aqui em Pernambuco, e Dom Antonio Keller, para o Rio Grande do Sul), mas enquanto o “sangue não se renova”, é mister fazer malabarismo com o que se tem…

    Qual a “melhor nomeação” que poderia ter saído para o Rio de Janeiro, na tua opinião?

    Abraços,
    Jorge

  3. Vinícius

    Concordo com o que você disse, Jorge. Acho que o que podemos esperar(e creio que o Santo Padre também espera) é a mudança dos bispos do Brasil.

    Um bispo não vira ex-bispo. E a ordenação de um bispo é algo essencialmente sério. O papa tem que trabalhar com os bispos que já foram ordenados.

    A impressão que tenho é que a mudança acontecerá de fora para dentro. Em outras palavras, é muito complicado para o Santo Padre estabelecer mudanças radicais para os bispos de uma conferência episcopal sem falar em cisma. O que sinto é que os leigos é que vão clamar por mudanças. Respeitando a hierarquia da Igreja, vão manifestar a intenção de ver as coisas como elas realmente deveriam ser. Ninguém quer ouvir um bispo falar de segurança pública(ao menos não a este tema por si mesmo).

    Graças a Deus na homilia do último domingo, o arcebispo de Brasília, sua eminência D. João Braz de Aviz, explicou primeiro sobre todas as leitura e sõ no final tocou no assunto da campanha. É assim que espero que um bispo seja.

  4. Danilo

    Para o Papa foi infinitamente mais fácil nomear o novo arcebispo de Nova York, Dom Timothy M. Dolan.

    O novo arcebispo americano é culto, carismático (não no sentido RCC, é claro!), mas sobretudo, fiel ao Papa e ao seu pontificado. O episcopado americano é, em boa parte, superior ao nosso em práticamente TODOS os aspectos e os católicos americanos são apenas 25% da população (o que mostra que número não é nada). Por isso o peso americano no colégio de cardeais vai ficar, no próximo consistório, ainda maior: de 16 para 18 (10 votantes, subindo para 12). Já a participação dos brasileiros – a maior nação católica do mundo, blá,blá,blá… – sobe de 8 para 9 (apenas 5 votantes)!

    Isso é apenas uma nota númerica, mas mostra que o prestigio do episcopado brasileiro não é lá essas coisas. Alguns poderão dizer que a Igreja americana é tão mimada com postos e cargos porque é rica e sustenta a Igreja. Eu penso o contrário, é porque ela não tem medo de desafiar os senadores e vice-presidentes quando estes erram em matéria de doutrina; ela não fica fazendo campanhas vazias ou se envolvimento com movimentos terroristas; ela defende a vida de modo enfático; e por ai vai…

    Não é so o episcopado austriaco que necessita de ação do Papa, o brasileiro também precisa de uma dura e completa reformulacao, aposentando os bispos que tanto mal fizeram e fazem à fé do povo. Bento XVI está fazendo o possivel, dentro dos seus limites, mas ainda não podemos afirmar que temos uma nomeação verdadeiramente impactante, do porte do padre Wagner, para o episcopado.

    Para o Papa, no Brasil, faltam bons padres que possam ser bons bispos. Os bispos atuais certamente não colocam em suas listas de candidatos os padres zelosos e fiéis a Igreja, mas apenas aqueles que melhor podem conduzir a Igreja que eles mesmos criaram. Padres “tradicionais” são vetados de imediato.

    Voltando à nomeacao do novo arcebispo do RJ, apesar da minha decepcao, quem poderia ocupar tal vaga atualmente? Dom Alberto Taveira, com sua RCC? Dom Dimas, com sua Campanha da Fraternidade? Dom Damascendo, com sua negligencia em vigiar a TV Aparecida e disciplinar os saltimbancos redentoristas? Dom Walmor de Oliveira, que faz olhos de cego para as abominacoes que são cometidas em muitas paroquias?

    Estamos muito abandonados! Levará, no minimo, 20 anos para se melhorar o episcopado brasileiro…

  5. Filipe R. Iglesias

    Prezados,

    como leigo e “peixe fora d’água”, não sei que é quem, e não entrei nos links p/ pesqisar … e, assim como a maioria , acredito, não conheço o trabalho de D. Oriani. Creio eu , que uma nomeação deste porte envolva muita política, mas devemos nos atentar contra preconceitos múltiplos, pois “politicar” pode sim ser em prol a algo maior e bom, diferentemente do que estamos abituados a conviver ante aos nosso exemplos políticos nacionais. Também, devemos crer que uma “nova missão” em situação de tanta preocupação , necessidade e exposição, não permita , mesmo ao mais politiqueiro, apenas assistir ao que se passa e precisa ser feito.

    Desejo sucesso e iluminação. Que D. Oriani atue com sebedoria e que faça o que precisa ser feito. Nada mais posso desejar.

    Penso eu que a Igreja Católica precisa de mudanças de paradigmas, agilidade , reavaliar aspéctos da ortodoxia e modernismo, para manter-se forte ante as inúmeras ameaças que está enfrentando.

    Abs a todos

  6. Bruno Guedes

    Prezados!

    Tenho lido muitos comentários “aterrorizadores” sobre a chegada de D. Orani ao Rio de Janeiro.

    Vocês aceitariam uma opinião de um católico de Belém do Pará? Considerando o absolutismo de suas posições e a certeza com que defendem suas opiniões, creio que não.

    Contudo, saibam os senhores que D. Orani é muito querido em Belém. A terceira arquidiocese mais antiga do país, extremamente complexa e multifacetária. Nós, daqui, choramos a partida de nosso arcebispo e rezamos para que seu sucessor seja tão bom ou melhor do que ele.

    Não ser ecumênico é não ser cristão. A incapacidade de amar os irmãos de outras religiões denuncia uma incapacidade intrínseca de amar qualquer irmão. Esse catolicismo vazio de ações concretas, de disponibilidade de dar a vida pelo irmão e que fica entocaiando padres e bispos por suas posições “progressistas” é a sentença de morte da Igreja Católica.

    O lema de D. Orani é ecumênico, graças a Deus. “Que todos sejam um”, dito pelo próprio Cristo.

    Nossos irmãos de outras denominações e até os não crentes não são monstros que merecem ser exterminados, nem muito menos coagidos a renegar suas crenças. Devem ser respeitados e amados, e talvez, por nosso amor venham à Igreja Católica, mas jamais devemos fazer proselitismo.

    Abençoado povo do Rio que terá um bispo que “entendeu” hermeneuticamente o que significa seguir o evangelho, estar pronto a dar a vida, lavar os pés uns dos outros. O resto… bem…

    Boa tarde.

  7. Sérgio

    Menos, Danilo, menos.

    O Brasil tem menos cardeais em fato pela questão geografica. Os Estados Unidos são maiores em extensão do que nós e maior a extensão geografica, maior o número de cardeais, exceção aos paises europeus onde a presença católica passa do primeiro milenio (temos 509 anos de presença católica).

    Os bispos americanos, creio eu, peitam os politicos em defesa da vida, mais para dar satisfação aos seus fiéis que vivem se chocando os escandalos praticados por seus subordinados, do que por amor a vida e zelo a palavra. (Temos todas e todas as criticas a conduta pouco zelosa de nossos padres, mas não temos tantos casos de pedofilia para nos envergonhá-los).

    Sobre a escolha de D.Orani, agradeço muito a Deus pela nomeação de um bispo que creio que vai apaziguar não só a arquidiocese, mas a Igreja do estado do Rio.

    Curioso, Dom Eugenio Sales, um santo homem, homem de confiança do Papa João Paulo II, o grande, foi substituído por D.Eusébio, outro santo homem, que enfrentou muitas turbulências no seu periodo na arquidiocese, já que D. Eugenio e principalmente seus assessores diretos(padres e leigos) ficaram durante todo o mandato “fazendo sombra”

    Mesmo com a presença de dois grandes cardeais, o clero da arquidiocese do Rio é muito complicado em sua maioria, pois não são carismaticos, nem tradicionalistas, nem adeptos da TdL; infelizmente são mais preocupados em manter seus luxos pessoais (morar, comer e dirigir bem) do que manter a fé do povo viva. Não a toa que o Rio está se tornando o estado mais evangélico do pais.

  8. Danilo

    Sérgio
    Realmente menos…muito menos.

    Os EUA possuem 195 dioceses
    O BRasil 271

    O Brasil tem algo em torno de 78% de populacao católica (alguns chutam + de 80%, mas é besteira).
    Os católicos dos EUA são 25%.
    A extensão geográfica em nada pesa na questão, tampouco o tempo de catolicismo no país. O colégio de cardeais representa TODA a Igreja, dai se vê o peso que a igreja no brasil possui…
    Os escandalos de pedofilia não deveriam, então, ter suprimido os cargos dos cardeais? Mas pelo contrário, eles estão aumentando!!! Os bispos americanos estão ocupando cargos-chave na vida da Igreja.
    Afirmar que é pura demagogia o trabalho apostólico dos bispos americanos – de longe muito melhor que os nossos, salvo honrosas mitras – é não compreender a realidade. OS escandalos de pedofilia existiram e chocaram a Igreja? Sim! MAs e os escandalos de fé, que produzem danos também, que os padres e bispos brasileiros nos brindam continuamente? Creio que, observando o colegio de cardeais, eles têm mais força!

  9. Renato

    Engraçado!, Dom Eusébio quando falou que Lula era caótico e não católico, eu pensei: Tai um Arcebispo que vai colocar ordem na casa!

    Passando algum tempo ele mudou totalmente de opinião e pior, começou a elogiar o Lula repetindo até uma infeliz frase de Dom Claúdio Hummes: ”Lula é católico ao seu modo!” (!!!!???).

    O que falta para muitos sacerdotes hoje no Brasil é coragens, força, determinação para enfrentar pessoas ou movimentos, dentro ou fora da Santa Igreja, que estão nitidamente contra a Doutrina Católica Apostólica Romana de Jesus Cristo!

    Mas até agora eu só estou vendo covardia, medo e fraqueza.

  10. Luis

    Bruno:

    Amar uma pessoa é querer sua conversão à unica fé verdadeira que pode salvar. Queremos sim, converter os membros das outras religiões: “que todos sejam um” em Cristo, todos católicos.
    Jesus disse : “Ide e pregai o Evangelho: quem crer será salvo, quem não crer será condenado”. Não mandou dilalogar e nem respeitar falsas religiões.
    Ser ecumênico é querer que todos se convertam à verdadeira fé, e não ficar por aí agradando gregos e troianos em busca do “diálogo”. Não pode existir diálogo com o erro.
    É escandaloso que Tempesta dê palestras para maçons em São José do Rio Preto e que participe de fóruns esquerdistas.
    Esperemos pois 20 anos de TEMPESTAde no Rio de Janeiro.

  11. Rafael

    Meu Deus… que blog mais fascista, tenho medo de pessoas como vcs, vcs são doidos?

  12. Jorge Ferraz

    Prezado Rafael,

    Não, não somos doidos. Mas fiquei curioso: o senhor pode apontar quais são as características que identificam este blog com o Fascismo?

    Obrigado,
    Jorge

  13. André Keckeisen

    No Canon da Missa, durante o Te Igitur, uma parte do texto chama atenção: “et omnibus ortodoxis, atque catolicae, et apostolicae fidei cultoribus”. O prezado Bruno Guedes lança uma idéia de ecumenismo um tanto perigosa, diria eu nociva ou errônea. “Ut unun sint” contido no brasão de armas de Dom Orani refere-se a todos os fiéis que professam a Fé Católica e apostólica. Também, claro, preconiza que todos somos filhos do mesmo PAI. Mas, convida, como explica sabiamente o senhor Luis:

    “Amar uma pessoa é querer sua conversão à única fé verdadeira que pode salvar”.

    De forma que, a religião Católica salva porque foi fundada por Aquele que deseja que todos sejam um! A unidade do Catolicismo é que dá a nota característica da nossa Fé.

    De fato, a messe é grande e poucos os operários, como diz as escrituras. O Papa convive com tal realidade. Dom Orani subiu ao sólio arquiepiscopal do Rio de Janeiro. Cabe a nós também velar para que a ortodoxia católica seja de fato vivida, ou seja, precisamos ser exemplo de verdadeiros cristãos. Vivendo de acordo com a Lei de Deus e aprendendo mais sobre nossa Fé. Será que nós somos exemplo para o nosso próximo? Somos humildes ou arrogantes? Esta é a primeira etapa. A segunda etapa é exigir com docilidade das autoridades eclesiásticas competentes medidas cabíveis para por fim aos erros e heresias.

    Orlando Fedeli, por exemplo, Fez uma crítica à uma obra escrita pelo padre Fábio de Melo sobre a Eucaristia.
    Sinceramente, prefiro ler a obra “Divina Eucaristia” de São Pedro Julião Eymard…

    Agora, li muitos comentários na Internet em relação à esta nomeação de Dom Orani como Arcebispo do Rio de Janeiro. Opiniões variadíssimas. Para ser sincero, ele demonstra ser muito mais afável que Dom Eusébio.

    Vamos pedir sempre a Deus para que Dom Orani traga muita luz para a Igreja que está no Rio de Janeiro. Houve de fato uma mudança no panorama da Igreja após o Concílio Vaticano II. Antes do Concílio não havia disseminação de novidades, e, se porventura, alguém se apresentasse com algo contrário à Fé Romana era anatematizado. Que Dom Orani nos ajude no combate das heresias disseminadas na Arquidiocese do Rio de Janeiro por alguns sacerdotes e leigos confusos. Um sacerdote da Arquidiocese do Rio enaltecia a teologia da libertação numa homilia. Fiquei pensando… “Coitado do povo que ouve isto”… Indaguei do Padre particularmente.

  14. Sem. Márcio

    Sobre Dom Orani,
    É incrível como pessoas que não conviveram com ele saem por aí destilando comentários infundados e se dizem católicas…
    Acompanhei Dom Orani cerca de quatro anos em Belém e o mesmo sempre mostrou-se solícito para com todos.
    A sua espiritualidade é marcada pela busca da Unidade da Igreja que, como já disse bento XVI ‘já está muito dilacerada por dentro…’. Em Belém, Dom Orani promoveu a unidade interna, tanto dos movimentos como das pastorais, permitindo que um grupo de fiéis tivesse direito à Missa de Pio V; respeitando e acolhendo o Motu proprio de Bento XVI. Bem, fica aqui meu depoimento, não baseado em ‘achismos’, mas na convivência com o atual Arcebispo do Rio de Janeiro.
    PAX!

  15. André Araújo

    Seminarista Márcio, inclusive gostaria de ressaltar que Dom Orani, pelo que eu soube de fonte fidedigna, está visitando paróquia por paróquia do Arcebispado de São Sebastião do Rio de Janeiro, tarefa árdua, mas, parece que ele está cumprindo dignamente. O problema é que o ser humano tende muito a observar somente os defeitos alheios, descumprindo o importante mandamento do Senhor que é justamente o amor. Inclusive, o fato de liberar a Missa Tridentina aos sacerdotes e fiéis de boa vontade é uma obrigação de todo e qualquer Bispo, haja vista o motu próprio papal supracitado pelo senhor. Entretanto, vale ressaltar a hostilidade de muitos bispos diante de documento eclesiástico tão importante. Parabéns a Dom Orani pela plena observãncia da voz do Santíssimo Padre. Espero que aqui no Centro do Rio de Janeiro haja um sacerdote para celebrar aos domingos a Santa Missa dita de São Pio V, porque os lugares de Missa Tridentina são por demais longínquos e de difícil acesso, por isto muitos não conseguem acompanhar e desistem infelizmente. Também é motivo razoável para que não fique a idéia de que a Missa Tridentina para ser bem aproveitada espiritualmente seja aquela celebrada apenas pelos grupos em comunhão, claro, já existentes. Até porque as Igrejas antigas do Centro do Rio de Janeiroo, possuem altares de estilo ogival e versus Deum, propiciando maior comodidade. Esperamos que Dom Orani atenda a esta premente necessidade, já que templos aqui não faltam e sacerdotes antigos conhecedores das rubricas também. Deixo aqui minha homenagem a este religioso & príncipe da Santa Igreja, Dom Orani Tempesta.