Gaystapo em ação

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A Gaystapo não perdoa: a psicóloga Rozangela Alves Justino está para ser julgada pelo Conselho Federal de Psicologia por ter cometido o singelo crime de oferecer, em seu consultório, tratamento para a cura da homossexualidade. Vale a pena entrar no blog da psicóloga para se informar melhor sobre o assunto, mas destaco as seguintes coisas:

  1. A psicóloga testemunha a eficácia da terapia: “Tenho visto pessoas deixarem o comportamento homossexual; outras, além do comportamento, deixarem o desejo (orientação) homossexual; e outras, além de deixarem o comportamento e a orientação, desenvolveram a heterossexualidade”.
  2. Esta terapia é oferecida para quem voluntariamente – repito, voluntariamente – deseja abandonar a sua homossexualidade. A Censura Gayzista, portanto, quer impedir as pessoas que desejem largar a sua homossexualidade de fazê-lo! Muito curioso este “direito”, não? Nas palavras da psicóloga: “Os ativistas do “movimento pró-homossexualismo” tentam invalidar as chamadas “terapias de reparação”, negando o reconhecimento do apoio aos que desejam voluntariamente deixar a homossexualidade, levando pessoas que estão homossexuais, famílias, crianças e adolescentes em processo de desenvolvimento a acreditarem na fatalidade da imutabilidade da orientação homossexual. Isto, além de PRECONCEITO E DISCRIMINAÇÃO, parece uma forma de enganar a sociedade brasileira e deveria ser elaborada uma legislação que punisse tais cidadãos – fica esta sugestão para os Ilmos. Senhores Deputados”.
  3. O Conselho Federal de Psicologia, na medida em que – por pressão do lobby gayzista – proíbe aos psicólogos oferecer tratamento para os homossexuais, atenta contra direitos constitucionais elementares. Da carta enviada pela psicóloga aos deputados e senadores: “Eu, Rozangela Alves Justino, brasileira, psicóloga – CRP 05/4917, venho por meio desta solicitar a intervenção dos Exmos. Senhores Deputados e Senadores na denúncia que se segue devido ao cerceamento da minha liberdade de pensamento, científica, expressão, e outras que venho sofrendo desde 1999, a partir da Resolução 01/99 ( site: www.pol.org.br ) do CFP-Conselho Federal de Psicologia”.

O Matheus comentou, o Paulo Teixeira também, o julgamento da psicóloga – que estava marcado para a sexta-feira passada – foi adiado para o dia 31 de julho, a ABRACEH denunciou a perseguição, os gayzistas comemoram a iminente condenação da psicóloga. Enquanto isso, é aprovado o dia mundial do Orgulho Gay no Rio de Janeiro (seja lá o que signifique isso), o roteirista dos gibis da Turma da Mônica defende personagens gays em histórias infantis e a IURD [senador Crivella] faz “negociações” com Fátima Cleide sobre o Projeto da Mordaça Gay. Salve-se quem puder. Que Nossa Senhora da Conceição Aparecida Se compadeça do Brasil.

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54 comentários em “Gaystapo em ação

  1. Matheus Cajaíba

    Prezado Carlos,

    Com o devido respeito e estima, acho que você pegou pesado. Na minha (curta) experiência com meu blog, já consigo ver quem quer discutir, ainda que até mais exaltado, mas mantém a linha e a compostura, o que é o caso do sr. Luiz Carlos – pelo menos da forma como comentou no Jornada Cristã.

    Prezado Luiz,

    A crítica que pessoalmente faço não é aos homossexuais, tendo em vista que são pecadores como eu, como o próprio Carlos, como Raimundo e todo mundo; as críticas são dirigidas ao movimento gay. E veja, são coisas bastante diferentes.

    O expoente máximo do movimento gay no Brasil, o sr. Luiz Mott, já afirmou em lista de discussão ser favorável à inclusão da “pedofilia” como “livre expressão sexual”, isso em seus próprios termos.

    Veja isso aqui:
    http://jaelsavelli.blogspot.com/2007/06/luiz-mott-pedofilia-j-enquanto-ainda.html

    Nos dizeres do líder do movimento gay brasileiro,

    “LIVRE EXPRESSÃO SEXUAL pois, diferentemetne de ORIENTAÇÃO SEXUAL, que inclui >apenas Homo, Hetero e Bissexualidade, a Diversidade e a Livre Expressão sexual >incluem todas manifestações libidionosas, inclusive as anti-sociais e ilegais.”

    Ora, se um líder do movimento gay defende em público a inclusão da pedofilia como “livre expressão sexual” e não recebe nenhuma censura de membros desse mesmo movimento (ao menos, publicamente), é lícito pensar que todos os membros desse movimento consentem com esse ponto de vista, correto?

    Portanto, é lícito sim associar o movimento gay com o movimento de legalização da pedofilia, sim! Ou então, que os outros líderes e membros do movimento venham a público e deixem claro sua discordância com o ponto de vista do sr. Luiz Mott, condenando-o veementemente e exigindo explicações!

    Enquanto isso não acontecer, é justo sim associar o movimento gay com a liberação da pedofilia!

    Com relação ao que você afirma

    “Por mais que o Partido Nazista se auto-denominasse “socialista dos trabalhadores” suas práticas nada tinham em comum com o socialismo, muito pelo contrário…”

    Aqui, com o devido respeito (reitero, você merece), há um equívoco: as práticas de Hitler foram socialistas sim, tiveram clara inspiração marxista. Não se esqueça que no início da Segunda Guerra Mundial, Hitler e Stalin eram aliados. O plano de nazistas e comunistas era o de dividir a Europa – rachar a Polônia no meio, e Stalin ficaria com as repúblicas bálticas, Estônia, Lituânia e Letônia, e a Finlândia, invadidas logo em seguida à ofensiva de Hitler. Isso foi tratado entre Alemanha e URSS.

    As práticas econômicas de Hitler eram socialistas. A economia alemã em 1936 já estava praticamente toda planificada, controlada pelo estado na prática – industriais, agricultores, comerciantes tinham que se submeter à política econômica ditada pelo estado, que planejava todo o processo produtivo, a ser seguido a risca, desde a produção dos bens até sua comercialização. É claro que isso é economia socialista.

    Para se aprofundar sobre o assunto, sugiro que assista o documentário “The Soviet Story”.

    Sobre a resolução do Conselho, prometo comentar isso com mais tempo e propriedade em meu blog. A propósito, sou psicólogo e professor de história e procuro sempre ter responsabilidade sobre o que escrevo.

    Por fim, prezado Carlos, devemos ter mais discernimento. Sem dúvida, existem aquelas pessoas mal intencionadas, mas existem aquelas que buscam esclarecimento, ainda que sob nosso julgamento estejam equivocadas. Creio, sinceramente, que você se excedeu nas suas considerações.

    Temos que deixar bem claro que nossa luta não é propriamente contra o homossexualismo (muito menos contra os gays), mas contra o movimento gay.

    E por que? Porque o homossexualismo é um pecado como o adultério, a fornicação, não adianta… Sempre vai existir. O que temos que fazer é mantermos nossa convicção de que é pecado e ajudar os pecadores a superarem suas limitações. Ou seja: devemos amar uns aos outros, e amar é isso, ajudar o outro a superar-se.

    Isso daí é pregação, a gente faz pregação é na catequese, na igreja. A questão política é outra. O que uma pessoa faz na sua intimidade é, antes de mais nada, um problema dessa pessoa com Deus. Não podemos criminalizar “pecados íntimos”, devemos é exigir nosso direito de manifestar nossa discordância com essas práticas. Claro, sei que você não entra nesse mérito Carlos, mas o que quero dizer é que a discussão política, das liberdades individuais, não entra nessa questão. Ela diz respeito à liberdade de o cristão expressar sua oposição ao pecado do homossexualismo, e à disposição de um psicólogo ajudar aqueles que querem abandonar essa prática.

    E outra coisa. Não adianta simplesmente falar com o homossexual, “olha, homossexualismo é pecado”. Por exemplo, sou catequista de crisma. Acha que vou chegar pros meninos e falar “não transem”? Primeiro, preciso falar muitas coisas pra turma, pra só depois chegar ao ponto: meninos e meninas, controlem-se: vamos lutar para cumprir o plano de Deus – que é a castidade.

    Primeiro, temos que começar com o que é primeiro!!!!

    Deus é amor, Deus é perdão, Deus é infinito. É em cima disso que a gente tem que começar a falar; se começarmos simplesmente com pregação moral, estaremos passando o carro na frente dos bois.

    Deus ama o homossexual, o adúltero, o fornicador. Isso não retira a gravidade desses pecados, mas abre uma imensa porta, um portão na verdade, que são os braços do perdão de Deus. Temos que ressaltar isso a todos, afinal esse é o sentido do sacrifício de Cristo e essa é a caridade cristã.

    Por fim, uma coisa é entrar em uma discussão considerando o oponente totalmente equivocado, outra coisa é entrar em uma dicussão desqualificando o oponente, acusando-o de desonestidade. Acredito que o sr. Luiz Carlos não tenha agido dessa forma, embora tenha demonstrado notória antipatia à psicóloga Rozangela Justino.

    Honestidade é fundamental, não tenho motivos para desconfiar da honestidade do sr. Luiz Carlos, embora considere seu ponto de vista equivocado. Então, tenhamos sabedoria para debater com aqueles que poderão até ser companheiros na busca honesta pela verdade, diferenciando-os das pessoas mal intencionadas – que aparecem no meu blog diariamente, apenas para caluniar, difamar, agredir…

    Um abraço e obrigado pela atenção.

  2. William Murat

    Apenas uma questão de justiça…

    Os elogios de Luiz Carlos Cappellano devem ser direcionados ao Matheus Cajaíba, que é o responsável pelo site Jornada Cristã.

    E, senhor Luiz Carlos, acho muito bom que desejes um debate franco de idéias, mas, para tanto, é preciso que o senhor deixe de lado certos preconceitos. Trago aqui um trecho de tua resposta postada aqui:

    “A comunidade científica mundial não considera a homossexualidade uma patologia, a despeito do que pregam fundamentalistas como ela.”

    O que é um pouquinho diferente do que o senhor postou no Jornada Cristã, e que parece que explicita melhor teu pensamento:

    “A comunidade científica mundial não considera a homossexualidade uma patologia, a despeito do que pregam vocês fundamentalistas.”

    Ou seja, o senhor acusa Carlos de várias coisas — não estou aqui para defendê-lo –, mas em algumas comporta-se exatamente como ele. Quem discorda do senhor, é rotulado de “fundamentalista”.

    []´s

  3. Luiz Carlos Cappellano

    Mensagem final,

    Diante do exposto RETIRO AQUI o elogio público feito ao senhor Willian Murat e ELOGIO PUBLICAMENTE o senhor Matheus Cajaíba, autor do site Jornada Cristã.

    Bom senso e equilíbrio é sempre bem vindo, venha de quem vier ou de onde vier, então, solicito uma ERRATA em minha fala original, em ambos os sites e peço que conste:
    ““A comunidade científica mundial não considera a homossexualidade uma patologia.” Não prejudica em nada a força do argumento, já tem peso suficiente.

    Outra coisa, quando falei em “analfabetismo em ciências sociais” foi aludindo à comparação do movimento gay ao nazismo, pois seria como comparar um elefante com uma baleia e alegar que é porque ambos são grandes ou então uma baleia com um tubarão e alegar que é porque ambos vivem no mar.

    Reitero o que disse ao senhor Eduardo Araújo, que o Nazismo e o Fascismo não foram regimes totalitários de esquerda, mas sim de direita, a despeito da nomenclatura adotada. Se formos ser puristas, até hoje não existiu na face do planeta o Socialismo, a despeito do que este ou aquele governante possam ter afirmado a respeito. Basta ler os clássicos e compreender de fato o que seria o socialismo. Se eu não colocasse esta afirmação aqui, poderia rasgar o meu diploma.

    Também reitero que é produtivo ler na íntegra o parecer do Conselho Federal de Psicologia que postei aqui. Não faz mal a ninguém e esclarece qual a real argumentação utilizada.

    Felicidade a todos

    Desejo participações engrandecedoras, esclarecedoras e produtivas neste debate. Por motivo de não ter mais tempo disponível, pois estou retornando às minhas atividades normais após um curto período de férias, não mais postarei aqui.

    Um grande abraço

    Luiz

  4. Eduardo Araújo

    Caro Luiz Carlos,

    Por favor, solicito-lhe que leia esta minha réplica, antes de sair.

    Sei que o assunto não é o cerne do post sob comento, peço até licença ao Jorge e paciência aos demais por fugir um pouco do tema.

    Diz o senhor:

    “Pelo que estou entendendo, devemos jogar fora TODA a produção historiográfica de 1945 até hoje, incluindo as enciclopédias”

    Olha que eu conheço muita gente, mas não vejo essa unanimidade de ponto de vista que o senhor alega, não. Já ouviu falar de Eric Voegelin? Alain Besançon? L. Mises? F. Hayek? Alguns deles, embora não historiadores, trataram do assunto com argumentos e não afirmações soltas, sem demonstração, como se bastasse o argumento de autoridade para aceitar o que estão dizendo.

    Se for autor esquerdista, ele nunca vai descrever o sistema econômico alemão na década de 30 com esses itens:

    1 – controle estatal da economia, inclusive determinando as taxas de lucros e o seu direcionamento;

    2 – planejamento econômico centralizado e fincado no combate declarado ao liberalismo;

    3 – vinculação de toda a produção econômica aos objetivos fixados no citado planejamento, sempre com foco na doutrina do estado ariano “puro”;

    4 – notável desestímulo ao comércio exterior, com medidas protecionistas que já vinham sendo aplicadas desde Bismarck;

    5 – concentração industrial e cartelização segundo o modelo marxista de estágio superior de desenvolvimento do segundo setor;

    6 – forte combate ao individualismo, em prol do coletivismo representado pelo ideal da “raça ariana”.

    Isso deixa claro, para mim, que o nazismo NÃO foi um regime liberal, muito pelo contrário: pode-se afirmar que antagonizou o liberalismo.

    Também os autores esquerdistas nunca vão mencionar claramente o plano revolucionário nazista, que consistia em alterar total e profundamente todas as estruturas sociais, afetando indistintamente as instituições imersas na sociedade, desde as igrejas até o Estado; das escolas até a imprensa; dos setores das artes, da literatura até a pesquisa científica.

    Parte dessa revolução social incluía o famoso programa eugenista alemão, calcado em esterilização compulsória, eutanásia e aborto impostos e controlados pelo Estado, que assim pretendia promover uma radical mudança étnica e quantitativa na população dos territórios “arianos”.

    Isso mostra, para mim, que o nazismo NÃO foi um regime conservador, muito pelo contrário: teve uma nota clara e fortíssima de mudancismo revolucionário.

    Como o nazismo seria de direita, sem ser liberal ou conservador?

    No mais, desejando não me estender neste desvio do assunto do post, peço-lhe desculpas por eventuais excessos no meu primeiro comentário e espero ter sido respeitoso desta feita.

  5. Carlos

    Caros Matheus Cajaíba,
    Sem nenhuma intenção de ofendê-lo (porque o considero irmão na fé), vejo que você caiu na chantagem emocional do Luiz Carlos.
    Esse fulano é militante do movimento gay. Chegou aqui agredindo a tal psicóloga que ajuda os gays a abandonarem o vício, chamando-a analfabeta, e chamando a ela e a nós de fundamentalistas.
    Aí eu dei nele um merecido coice, e você rapidamente se voltou contra mim!
    Levar essa gente a sério e aceitar discutir polidamente com eles é fornecer munição ao inimigo, que passa a achar que o que defendem (o gayzismo) é defensável. É atirar pérolas aos porcos…
    Essa gente tem que ser combatida sempre, sem nenhuma consideração e sem respeito humano. São loucos, psicopatas, que acham normal, defensável e incentivável o horrendo vício do homossexualismo, o qual querem impor a toda a sociedade.
    Sem falar que ele é um completo ignorante ao colocar o nazismo como movimento de direita. Todo comunista, para se justificar, joga o nazismo como sendo o seu oposto para assim atrair as simpatias dos ingênuos. Ora, nazismo e comunismo são as duas faces da mesma moeda gnóstico/revolucionária/maçônica que vem dominando o mundo desde a Revolução Francesa (talvez até antes disso). É sempre o mesmo movimento revolucionário, que agora se apresenta como gayzismo, abortismo, ecologismo radical e outras porcarias.
    Então, meu caro Matheus, se ainda podemos combater, combatamos! Nada de congraçamento com esses inimigos.
    Se eles já tivessem o poder, você acredita que teríamos sequer a oportunidade de tentar debater idéias? Nada disso! Paredon em nós e ponto final. Não se iluda: inimigo é para ser combatido, não bajulado! E Luiz Carlos Capellano é nosso inimigo.
    Um abraço.
    Carlos.

  6. Carlos

    Luiz Carlos Capellano,

    Só para mostrar o quanto você é contraditório e meio maluco, comento a sua análise sobre a infeliz, injusta e gayzística decisão do maldito Conselho de Psicologayzismo:

    1. “A Resolução não impede os psicólogos de atenderem pessoas que queiram reduzir seu sofrimento psíquico causado por sua orientação sexual, SEJA ELA HOMO OU HETEROSSEXUAL. A proibição é claramente colocada na adoção de AÇÕES COERCITIVAS tendentes à cura e na expressão de concepções que consideram a homossexualidade doença, distúrbio ou perversão.” (grifei).

    Ações coercitivas? E por acaso a psicóloga estava pegando os gays na marra e obrigando-os a fazer tratamento?

    Depois, olha que frase mais infeliz essa aqui: “A Resolução não impede os psicólogos de atenderem pessoas que queiram reduzir seu sofrimento psíquico causado por sua orientação sexual, SEJA ELA HOMO OU HETEROSSEXUAL” (grifei).

    Você está louco ou está se fazendo de louco? Quando é que você já viu um heterossexual com sofrimento psíquico por ser… heterossexual? Poupe-nos de seus comentários sobre a decisão, que por si só já é um escândalo.

    2. “Os psicólogos não podem, por regra ética, recusar atendimento a quem lhes procure em busca de ajuda. Por isso é equivocada qualquer afirmação de que os psicólogos estão proibidos de atenderem homossexuais que busquem seus serviços, incluindo a demanda de atendimentos que possam ter como objeto o desejo do cliente de mudança de orientação sexual, seja ela hetero ou homossexual.”

    Então, raios, por que punir a psicóloga Rozângela por atender homossexuais que buscavam seus serviços em demanda de mudança de orientação sexual? E, mais uma vez, onde já se viu um heterossexual procurar um psicólogo para mudar de orientação sexual???

    Páre o mundo que eu quero descer!!!

    Carlos.

  7. Olympia Araújo Mattos

    Senhor Carlos,
    Venho enquanto mulher heterossexual, mãe de família e católica praticante dizer que o senhor é uma das pessoas mais ignorantes e mal educadas que já tive a oportunidade de ver escrever na internet. Inclusive questiono a moderação deste site porque o senhor ofende claramente uma pessoa que o senhor sequer conhece pessoalmente.
    Por que julgar? Foi isso o que Jesus ensinou? É esta a sua fraternidade ou a sua justiça? É esta a sua misericórdia? Por que tanto ódio no seu coração? A igreja que eu frequento prega que devemos odiar o pecado mas amar o pecador… A sua ensina diferente?
    Não con heço o senhor Luiz Carlos e não tenho simpatia pelo homossexualismo, mas não odeio os homossexuais…São instâncias diferentes…
    O senhor é tão ignorante que não enxerga a diferença?
    Onde o senhor vê “inimigos” eu vejo “irmãos em Cristo”!
    Mais uma ves eu pergunto: ESTE SITE NÃO TEM MODERADOR?

    Sobre o nazismo enquanto professora também acho estranho tanto gente aqui querer classificá-lo como sendo a mesma coisa que o socialismo:

    “O termo Nazismo (do alemão: National sozialismus) designa tanto o movimento organizado pelo Partido Nazista (originalmente “Deutsche Arbeiterpartei” e a partir de 1920, “National Sozialistische Deutsche Arbeiterpartei” ou ‘N.S.D.A.P.’), como designa a própria política da ditadura hitlerista que governou a Alemanha de 1933 a 1945, o Terceiro Reich. O nazismo é um tipo de fascismo que agregou à sua essência totalitária, o racismo.”

    “O nome do Partido Nazista era “National Sozialistische Deutsche Arbeiterpartei” (N.S.D.A.P.) ou em português, Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães. O nome socialista era usado embora fosse radicamente anti-socialista ou anti-comunista no sentido que hoje é entendido o socialismo-comunismo. O termo “National Sozialistische” que em alemão dá origem a “Nazismo” era utilizado como forma de se contrapor ao termo comunismo, ou internacional Socialista no sentido utilizado pelo marxismo. O nazismo pode ser considerada uma forma extrema de fascismo, muitas vezes chamado de nazifascismo. Os vários tipos de fascismos se identificam enquanto anti-socialistas[1].

    Hitler dizia que o termo “socialista” era uma palavra de origem alemã, correspondente a um modelo ideal de terras semi-coletivas, semi-privadas que existia entre os antigos povos germânicos do 1o Reich, e afirmava que Karl Marx, um judeu, havia “roubado” esta palavra para sua teoria subversiva, o comunismo. Foi justamente para diferenciar a sua proposta de novo modelo de sociedade do socialismo primitivo, que Marx criou o termo comunismo (enquanto estágio pós-socialista). Hitler defendia o retorno ao “socialismo” germânico do 1o Reich. Assim, na Alemanha, havia uma disputa retórica e linguístico-formal entre nazistas e comunistas em torno do uso e do significado do termo “socialismo” na língua alemã.”

    ver: http://pt.wikipedia.org/wiki/Nazismo

  8. Jorge Ferraz Post author

    Dona Olympia,

    Sim, o site tem moderador, mas a moderação só intervém quando julga estritamente necessário.

    Se a senhora passar os olhos pelos textos e comentários aqui publicados, verá que o teor dos escritos não é de ordinário o que a senhora critica.

    Quanto à virulência do Carlos, cabe muito bem perguntar à senhora o que ele já perguntou, i.e., por que a senhora não reclama igualmente pelo fato do sr. Luiz Carlos ter chamado primeira e gratuitamente de “fundamentalista” e “analfabeta” uma pessoa que nem mesmo está aqui para se defender.

    Se eu for me preocupar de ordinário com as ofensas e os melindres, caríssima, ninguém mais consegue comentar…

    Abraços,
    Jorge

  9. Olympia Araújo Mattos

    Caro senhor Jorge,

    Sinto-me esclarecida pelas suas observações.
    Apenas pondero que o senhor Carlos se dirige diretamente ao senhor Luiz Carlos, inclusive chamando de louco e de jumento e ele, como o senhor disse com razão, fala da psicóloga Evangélica que não está aqui para se defender, mas, vamos ser sinceros e não tomar partido , chamar de “fundamentalista” é banal e ninguém nem sabe muito bem o que é isso, e quanto a “analfabeta”, acho que ele mesmo já se explicou,
    “Outra coisa, quando falei em “analfabetismo em ciências sociais” foi aludindo à comparação do movimento gay ao nazismo, pois seria como comparar um elefante com uma baleia e alegar que é porque ambos são grandes ou então uma baleia com um tubarão e alegar que é porque ambos vivem no mar.”

    Muito mais suave do que chmar de louco e de jumento, não é mesmo?
    Acho que o senhor Carlos deve ser seu amigo mas acho que o senhor na moderação não deve tomar partido, estou errada?

  10. Jorge Ferraz Post author

    Dona Olympia,

    Não entro no mérito do que é “banal” e “suave” ou “sério” e “pesado”. Pessoas são diferentes, sensibilidades são diferentes, e não é trivial mensurar a magnitude das ofensas.

    A praxis da moderação aqui é censurar palavrões, blasfêmias, flood e trollismo. É pouco, mas estou convicto de que é o melhor que se pode fazer. Solicito o bom senso dos que se dispõem a participar para que resolvam as pendengas pessoais da melhor forma possível. Geralmente, isso se consegue.

    Ademais, é precisamente para evitar acusações de parcialidade e congêneres que restrinjo as intervenções moderadoras ao estritamente necessário. Não dá para ficar moderando as primeiras trocas de farpas tão logo elas apareçam.

    Abraços,
    Jorge

  11. Olympia Araújo Mattos

    Senhor Jorge,

    O senhor tem razão.
    Muito Obrigado.
    me sinto esclarecida.
    A Paz de Jesus esteja contigo!

  12. Olympia Araújo Mattos

    Oração de São Francisco de Assis

    Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz.
    Onde houver ódio, que eu leve o amor;
    Onde houver ofensa, que eu leve o perdão;
    Onde houver discórdia, que eu leve a união;
    Onde houver dúvida, que eu leve a fé;
    Onde houver erro, que eu leve a verdade;
    Onde houver desespero, que eu leve a esperança;
    Onde houver tristeza, que eu leve a alegria;
    Onde houver trevas, que eu leve a luz.
    Ó Mestre, Fazei que eu procure mais
    Consolar, que ser consolado;
    compreender, que ser compreendido;
    amar, que ser amado.
    Pois, é dando que se recebe,
    é perdoando que se é perdoado,
    e é morrendo que se vive para a vida eterna.

  13. Jorge Ferraz Post author

    [Comentário do Matheus Cajaíba que não está conseguindo postar, e me enviou por email para que eu publicasse.

    JF]

    Oi Carlos, prazer falar contigo.

    Veja, em primeiro lugar eu não sabia que o sr. Luiz Carlos era, de fato, militante do movimento gay. Esse é o primeiro ponto.

    Eu não encarei o vocábulo “fundamentalista” como ofensa. Sabe porquê? Porque eu sou um fundamentalista, no sentido de que eu FUNDAMENTO A MINHA FÉ em alguma coisa.

    Eu não tinha a intenção de me “voltar” contra você, e peço minhas sinceras desculpas se foi assim que você interpretou, apenas pensei que o sr. Luiz Carlos fosse alguém com o qual daria pra conversar, embora mais exaltado, digamos.

    Pode ter sido ingenuidade minha, não sei, mas não vi intenção dele me ofender no comentário postado em meu blog. Poranto, respondi-o com firmeza, argumentando, mas estabelecendo um diálogo. Assim como outras pessoas discordantes acerca de temas tais como inquisição já apareceram por lá e foram respondidas da mesma forma.

    É claro que um militante do movimento gay (ou feminista ou dessas porcarias de movimentos sociais) não é bem intencionado e não está disposto a dialogar, muito menos a aceitar a divergência de opiniões. Eu não percebi isso no sr. Luiz.

    Com relação à questão “nazismo – comunismo”, o sr. mesmo pode conferir o comentário da sra. Olympia Araújo Mattos, sobre os inúmeros erros que até professores (!!!) reproduzem à exaustão.

    A sra. Olympia, no entanto, é de uma imprudência gritante, baseando-se apenas em uma única fonte (a wikipedia) para expressar sua “estranheza” a respeito da comparação “nazismo – socialismo”, sendo que nos comentários anteriores a associação entre os dois termos foi explicitada. Portanto, quem quiser debater sobre o tema deve se informar sobre os argumentos do seu oponente para refutá-los devidamente através de uma contra-argumentação, o que a sra. Olympia não fez. Ela deveria ter lido os comentários com atenção e verificar seus argumentos, antes de expressar sua opinião – que, nesse caso, não vale absolutamente nada.

    O problema, prezado Carlos, é que como historiador que sou, o tema é visto nas faculdades de uma forma bastante distorcida, deturpada, para que desapareça toda e qualquer ligação entre Hitler e o socialismo, sendo que uma pesquisa mais atenta sobre o tema vai desfazer qualquer dúvida. Pena que 90 por cento dos formados em história (não historiadores de verdade) não têm o cuidado de pesquisarem e saem por aí alegremente, repetindo essas besteiras – e o fazem sem ter pessoalmente nenhuma conotação ideológica. Portanto, sem dúvida é um exemplo de ignorância sobre o assunto, mas não necessariamente de uma má intenção – ou que o sujeito seja um comunista.

    Convido então a sra. Olympia e a todos a assistirem o documentário “The Soviet Story”.

    Voltando, para concluir, não achei o sr. Luiz ofensivo, embora exaltado, portanto tratei-o com cortesia – mas também não vejo onde possa tê-lo bajulado! Achei apenas que você, Carlos, “pegou pesado”. Agora, caso seja verdade que o sr. Luiz seja um militante do movimento gay, lobo em pele de cordeiro, isso ficará claro com o tempo, e daí farei minhas as suas palavras.

    Abraço fraterno em Cristo,
    Matheus Cajaíba

  14. Eduardo Araújo

    Caros Jorge, Matheus, Carlos, e demais,

    Ainda sobre a questão subjacente do nazismo: o texto encartado pela sra. Olympia, da wikipedia, reduz toda a questão do caráter socialista do regime de Hitler à tal disputa “retórica e linguístico-formal”, o que nem de longe é substantiva para o esgotamento da discussão.

    Note-se, também, que o citado texto sempre deixa subentendido a existência de um único socialismo, que seria o bolchevique. Com essa artimanha, fica muito fácil dizer que os nazista eram “anti-socialistas”.

    E mesmo esse “anti-socialismo”, voltado, na verdade, contra os comunistas bolcheviques, derivava não de um antagonismo ideológico, mas de uma competição entre dois candidatos a plenipotenciários do mundo, ambos com programas coletivistas, de unificação política e com interesse em expansão territorial para suas populações.

    E olhe que, mesmo com tudo isso, os dois rivais não eram tão arraigadamente inimigos que não pudessem firmar um pacto de não-agressão, permitindo a ambos uma partilha imoral de um terceiro país, e suas primeiras escaramuças em busca da expansão territorial – os alemães, voltados para o Leste, e a URSS para os países bálticos e a Finlãndia.

    De todo modo, o que definia o caráter socialista do regime nazi eram a forma como se estruturava o seu sistema econômico, com destaque para as relações entre Estado e meios de produção; e os programas sociais com seu caráter mudancista revolucionário, como mencionei no meu comentário anterior. Ainda não vi nenhum desses advogados do “direitismo” nazista refutar qualquer um deles nem, tampouco, mostrar por que raios aquele regime seria “de direita”. Ora, para começo de conversa, que direita, cara-pálida? Liberais?!? Conservadores?!? Sinceramente … Durma-se com esse barulho!

    Mais: aqui, está sendo mencionado o nazismo. O Matheus, com sua formação em história, certamente me endossará no tocante à cautela que se ter ao tratar dois entes ou fatos unindo-os como se fossem absolutamente iguais. Podem-se elencar muitos pontos comuns entre o nazismo e o fascismo, mas também havia diferenças, da mesma forma que nem sempre é correto falar de algo em termos “judaico-cristãos”, porquanto o Cristianismo e o Judaísmo compartilham semelhanças, mas também acumulam diferenças.

    Para concluir: toda a celeuma se deu em torno da afirmação da Dra. Rozângela Justino à entrevista da Veja. Abstraindo-se do que a psicóloga possa ter evocado, há muitas semelhanças entre a maneira como se conduz a defesa do homossexualismo, hoje – mais imposição que defesa, na verdade – e a defesa do arianismo nos moldes hitleristas. A começar pela meta primeira: criminalizar quem se opõe, sem sequer dar abertura para que este exponha as razões de sua oposição. Isso, sim, é totalitário no “melhor” estilo nazista de caçar quem lhe diz: “não”.

    E reforço, com prazer, a sugestão do Matheus: assistam ao excelente documentário The Soviet History.

  15. Carlos

    Caro Matheus Cajaíba,
    Com prazer lhe respondo e também peço desculpas se não lhe tratei com o merecido respeito.

    Agradeço pelos seus esclarecimentos.

    Concordo que “peguei pesado” com o Luiz Carlos. É que eu, ao contrário de você, considerei a mensagem dele bastante agressiva.

    No sentido que você falou, também sou fundamentalista. Mas tenho certeza que o Luiz CArlos falou no sentido de que seríamos fanáticos.

    No mais, para ser sincero, também não sei se ele é militante de algum movimento gay. Apenas deduzi que sim, já que veio a um blog católico defender uma decisão iníqua que, na prática, impede um homossexual de procurar sair dessa vida (ao menos pela via da Psicologia, o que não o impede de sair por outra via até mais segura, como a religiosa).

    Visitarei seu blog para podermos “trocar umas figurinhas” (no bom sentido, claro!) e desfazer qualquer mal entendido.

    Fraternal abraço.

    Carlos.

  16. Carlos

    Dona Maria Olympia,
    Digo apenas que não odeio homossexuais. Tenho pena deles. Odeio o pecado (embora eu seja um grande pecador, como a senhora pôde ver). Agora o que eu odeio ainda mais é a defesa explícita e orgulhosa do pecado, sobretudo de um pecado que brada aos Céus e clama a Deus por vingança, como é o pecado contra a natureza. Então, odeio o movimento gay, sim. Nem todo homossexual é militante, assim como nem todo militante é homossexual. Um homossexual não militante é muito menos culpado do que um não homossexual militante. Porque ainda mais feio do que praticar o pecado, é defendê-lo. Portanto, tome cuidado!
    Quanto ao mais, reitero o que já disse o Jorge, o Matheus Cajaíba e o Eduardo Araújo.
    Um abraço.
    Carlos.

  17. naah

    É por pessoas assim que a humanidade caminha de forma caótica e mediocre. Pecado é gente prepotente como mtos aqui permanecerem vivas e disseminando essa falta de “cultura” e personalidade. Isso é homofobia e por sinal crime. Se é uma doença, desafio a “doutorinha” e qualquer um pra me “reverter” [sou bem resolvida, sem traumas sexuais e com uma familia unida e ainda evangelica, não existe patologia, pq se fosse realmente uma doença eu seria, nessas condições, heterossexual]. Eu não acredito no que não vejo, nunca vi um gay se tornar hetero, e conheço varios. Já vi mtos bissexuais preferirem a heterossexualidade mas homossexuais nunca. Pelo contrario, conheço mtos “ex-heteros” (mtas que eu mesma “converti” e estão felizes e realizadas). As pessoas que “querem mudar” de orientação sexual é pq nao se aceitam, é preconceito e isso sim devia ser tratado. Claro que todos tem o direito de mudar, mas isso serve para os dois lados. Respeito acima de tudo. Nazista são esses fanáticos religiosos, se não notaram a campanha gay é DIVERSIDADE.

  18. Brazuca

    Não tem conversa: homossexualismo é doença, e precisa ser tratado! Na natureza humana, existem o HOMEM e a MULHER! Se fosse para nos relacionarmos sexualmente com qualquer um, a raça humana seria formada por HERMAFRODITAS! Sendo assim, se somos contrários à nossa própria criação, estamos sim precisando de tratamento…

  19. Expedito

    Naah, estou contigo! O que mais tem aqui é fascistas, a começar do dono do blogue. Se fosse na Alemanha nazista ele teria sido o primeiro candidato à Juventude Hitlerista.

  20. Radiomensagem

    Tiram, com toda a cara de pau, o direito dos homossexuais que querem se curar.

  21. Radiomensagem

    Eu chorei quando entrei no blog e vi as fotos dos gays querendo se superar. E eu que me lamentava por ser tão luxurioso e desejar as mulheres além da medida…fiquei imaginando o sofrimento deles e, para piorar, a total falta de apoio dos seus próprios irmãos de infortúnio.

    Que Deus ajude esses irmãos querem sair do Inferno da depravação sexual.

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