Deus e o vôo 447

closeAtenção, este artigo foi publicado 3 anos 11 meses 21 dias atrás.

“A esperança se foi”, disse dom Antônio de Orleans e Bragança em entrevista à ÉPOCA. Dom Antônio é o pai do Príncipe Pedro Luiz de Orleans e Bragança, que estava no fatídico vôo 447 da Air France.

Sua Alteza deixa transparecer serenidade em meio à dor; a entrevista, embora curta, possui muito conteúdo exatamente por causa disso. Perguntado sobre como está a família com esta perda, Sua Alteza responde: “Conformados. Somos católicos de muita fé e respeitamos a vontade de Deus”.

O Mallmal perguntou no seu blog onde estavam agora os católicos, para atribuírem à vontade de Deus o acidente aéreo da mesma forma como atribuem à Sua mão os acidentes que são evitados. Pois bem: eis aqui um membro da Família Imperial, católico, em meio à dor da perda de um filho, afirmando respeitar a vontade de Deus no acidente!

E isso conforta. São ainda palavras de Sua Alteza, imediatamente após curvar-se ante a vontade divina: “Muitas pessoas, em horas de sofrimento como esta, questionam erradamente a bondade de Deus. Penso que meu filho era bom demais, e talvez por isso Deus tenha o chamado para perto mais cedo”. Tristeza, sem dúvidas; luto, inegavelmente. Mas um luto sereno, e não desesperado. Isso faz toda a diferença.

Porque a dor é inevitável para quem vive. Nós, católicos, sabemo-lo muito bem; dizemos à Virgem Santíssima todos os dias que a Ela recorremos e suspiramos, “gemendo e chorando neste Vale de Lágrimas”. A dor, repito, não deveria surpreender ninguém cuja religião brotou de uma Cruz no alto do Gólgota. Ao contrário do que parecem acreditar os detratores da Religião, Ela não promete (e nem nunca prometeu) um mundo isento de dores, e sim conforto e fortaleza em meio à dor, um sentido para a dor.

Outrossim, não somos marionetes nas mãos do Altíssimo, como também parecem acreditar os irreligiosos. O Mallmal disse que “quando o Airbus da US Airways caiu no Rio Hudson em Janeiro de 2009, multidões de religiosos (…) [d]esmereceram a incrível habilidade e experiência do piloto, que realizou um pouso dificílimo e arriscado” ao dizerem que foi “a mão de Deus [que] guiou o piloto”. Negativo. A Providência não “age sozinha”, e Deus de ordinário não evita acidentes por meio de milagres no sentido estrito (de uma derrogação das leis da natureza). À Providência de Deus, no caso do avião que pousou no Rio Hudson, coube fazer com que, no avião acidentado, estivesse exatamente um piloto com incrível habilidade e experiência, que conseguisse fazer o pouso arriscado, e não outro piloto inexperiente que não o conseguiria. Não tem ninguém “desmerecendo” a habilidade do piloto quando agradece a Deus, muitíssimo ao contrário. Agradecemos a Deus a habilidade do piloto e a sua presença no momento em que ela foi necessária.

Do mesmo modo, Deus não “derrubou” o avião da Air France no sentido de  que  uma Mão Gigante tivesse caído dos céus e batido no avião como a gente bate num mosquito. Não é isso que significa a vontade de Deus. O fato é que o avião caiu e ponto; e, se caiu, é porque aprouve ao Onipotente que caísse, porque nem mesmo um passarinho cai por terra sem o consentimento do Deus que está nos Céus (cf. Mt 10, 29). Ao religioso, cumpre reconhecer esta verdade e buscar as forças para vencer a dor em Nosso Senhor Jesus Cristo, cujo Sagrado Coração é fons totius consolationis. Repetimos: a Igreja não prometeu jamais uma terra sem males, e ninguém pode dizer-se enganado quanto a isso.

O que se pode esperar do Onipotente é consolo e fortaleza, e disso a Família Imperial está dando um belíssimo testemunho. Fé, em meio à dor. A pseudo-religiosidade atacada pelos anti-clericais, de um deus que fosse muleta para os fracos e os fizesse acreditar que não sofreriam, não existe na Igreja Católica, porque uma tal religiosidade desmanchar-se-ia qual castelo de areia quando confrontada com a dura realidade que é sempre dolorosa. Mas a Fé Católica resplandece, mesmo durante as tragédias, e as vence e supera porque é maior do que elas. Nossos pêsames a todos os vitimados por esta tragédia; que a Virgem Santíssima possa conceder a Misericórdia do Altíssimo aos que partiram e a Fortaleza do Espírito Santo aos que ficaram.

Antes de comentar, por favor leia a política de comentários do Deus lo Vult!.

Comentários

  1. Roberto Santiago says:

    Queria uma afirmação de que não foi verdadeira a informação.

  2. Roberto Santiago says:

    E de que também não está provado, sem sombras de dúvida, de que o Jesus de voces nasceu mesmo no dia 25 de dezembro. Ao menos, foi o que o João de Barros escreveu.

  3. Jorge Ferraz says:

    Roberto,

    Tu és MESMO burro! Deus do céu, não consegues identificar uma ironia mesmo quando ela é esfregada na tua fuça, e não entendeste AINDA toda a discussão sobre o vinte e cinco de dezembro e sobre a irrelevância da apresentação de “provas sem sombras de dúvidas” (o que tu queres? A certidão de nascimento de Nosso Senhor?) para as comemorações cristãs!

    - Jorge

  4. Roberto Santiago says:

    Tu és MESMO burro!

    E voce é um [CENSURADO]!

    sobre a irrelevância da apresentação de “provas sem sombras de dúvidas”

    Certo. Então, pode vir qualquer um e dizer que ele nasceu no dia de são nunca, não é mesmo? Já que não se precisa de provas pode se dizer qualquer coisa. E quem quiser que acredite e funde uma igreja sobre tal coisa e arranje um bando de idiotas a aceitarem qualquer baboseira escrita.

  5. André Víctor says:

    Estimado Carlos!!

    Lendo todos estes comentários sobre a natalidade de Jesus, também me lembrei deste texto ao qual se referiu. Vou procurar aqui, pois acredito ter enviei este mesmo texto para muitos de meus contatos, pois também o achei muito pertinente.

    Se conseguir localiza-o, lhe aviso aqui (para Sue também). Ok?

    Abraços e até mais ‘ver’.

    André Víctor

  6. Jorge Ferraz says:

    Caríssimos,

    Achei dois artigos em inglês sobre o vinte e cinco de dezembro. Um deles que cita o tempo do serviço de Zacarias no Templo, mas dá duas possíveis datas para que ele lá estivesse:

    http://www.hebrew4christians.com/Articles/Christmas/christmas.html

    E outro que cita umas contas complicadas de trabalhos de Flavius Josephus, Olimpíadas romanas e diferenças entre calendários gregos e romanos, que sinceramente eu não estou com tempo para entender agora:

    http://www.catholicintl.com/catholicissues/scriptural-chronologies1.htm

    Abraços,
    Jorge

  7. Jorge Ferraz says:

    Sr. Roberto Santiago,

    Gentileza ler todas as coisas que foram ditas aqui, com todos os textos linkados, antes de vir despejar acusações sem cabimento. Não tem ninguém dizendo “qualquer coisa” para “quem quiser que acredite”, porque existe uma quantidade infinita de matizes entre esta estupidez dita por ti e “estar provado sem sombra de dúvidas”. Tu envergonhas o sobrenome que ostentas com estas intervenções idiotas.

    - Jorge

  8. João de Barros says:

    Não há nenhum católico com mais de 15 anos de idade que não soubesse que a data de 25/12 é apenas uma referência aproximada e não uma data exata.

    Isso sempre foi admitido pela Igreja. Não é exatamente um segredo guardado a sete-chaves por monges albinos do Opus Dei.

    Mas vamos supor que um arqueólogo descubra uma inscrição provando com certeza que Jesus, na verdade, nasceu no dia 19/12 (mínima de 1,3 graus Celsius).

    E daí? Qual a relevância disso?

    Se vocês acham que uma certidão de nascimento é tão importante assim, que tal perguntarem pela certidão de nascimento de Barrack Obama?!

    Façam uma pesquisa no Google com “Obama birth certificate”.

  9. Sue says:

    Caro André Victor,

    Ficarei muito feliz se você conseguir achar o link do texto ou enviar o texto por email. Meu e-mail público é [email protected], não repare se eu demorar a responder.

    Jorge, vou dar uma olhada neste texto, interessa que eu o traduza? Eu concordo com o João que a relevência do dia exato do nascimento de Jesus é tão pequena, tão pequena a ponto de ser ridículo estarmos estendendo a discussão aqui.

    Quantas pessoas da Antiguidade não têm registro exato de nascimento e morte? Acho que basta o exemplo de Sócrates, que nem o ano pode ser estabelecido com certeza, como diz o texno neste site, http://br.geocities.com/carlos.guimaraes/socrates.html
    : Sócrates nasceu em Atenas em 470/469 a. C.

    Agora, QUAL a relevância da data de nascimento de Sócrates para a filosofia grega, pergunto eu??

    Afe, mas precisa desenhar tudo para estes ateus!

  10. Jorge Ferraz says:

    Sue,

    Também acho a relevância pequena. Mas, se tu leres os textos e achares que têm informações interessantes, manda bala. Com muito gosto publico-o aqui.

    Abraços,
    Jorge

  11. Carlos says:

    Tá explicada a burrice do Roberto Santiago.
    Ele é admirador do Dawkins, aquele que diz que milagres não acontecem porque desafiam as leis da natureza… É o jumento seguindo o burro. Ou será o contrário?
    Carlos.

  12. Carlos says:

    Caro André Victor,
    Agradeceria muito se pudesse encontrar esse texto, pois eu mesmo quero estudá-lo de novo e tentar me aprofundar mais. Agradeço também ao Jorge pela pesquisa que fez. Agradeço ainda à Sue por traduzir o texto indicado pelo Jorge, já que o meu inglês é bem fraquinho.
    Por falar em fraquinho, se pedirmos ao Roberto Santiago que prove a data do seu nascimento, ele não conseguirá. O máximo que fará será nos mostrar uma certidão de nascimento. Mas certidão falsa é o que mais existe. Eu mesmo tenho um amigo que foi registrado uns dois anos depois que nasceu. Morava na roça, no interior da Bahia, até que um dia o pai foi à cidade e resolveu registrá-lo. O tabelião perguntou a data de nascimento, mas o pai já não se lembrava e então chutaram lá uma data mais ou menos aproximada.
    Portanto, mesmo que aparecesse uma certidão de nascimento de NSJC, dando outra data, ainda assim eu ficaria com a Tradição da Igreja, porque acredito muito mais no testemunho de homens sérios do que em documentos.
    Eu, por exemplo, nasci no dia 30 de março de 1965, conforme consta em minha certidão de nascimento. Mas se meu pai, minha mãe e todos os meus parentes me contassem que na verdade eu nasci no dia 25 de dezembro de 1966, por exemplo, acreditaria neles e não na certidão de nascimento.
    Um abraço a todos.
    Carlos.

  13. Francisco Silva de Castro says:

    Desculpe Jorge. É que simplesmente havia sumido e como estava aguardando moderação achei que havia sido excluído. Perdoe mais uma vez. Por favor apague aqueles em que há a cobrança da publicação do primeiro topico.

  14. Marcelo Cardoso says:

    Como os católicos gostam de reescrever a história! Voces não tem vergonha de mentirem tanto?

  15. Francisco Silva de Castro says:

    Pelo menos Senhor Roberto Santiago, pelo menos o oautor do livro aceita um RELOJOEIRO; ora pelo que sei relojeiro sabe fazer relógios e os entende. E se for cego é estupendo pois sem ver consegue montar um. Deus é mais que uma fantasia, ou melhor, também dele, por ele vem suas fantasias ateístas. Elo o fez CEGO pra não ver a Razão por trás das coisas existentes. Deus é tão acima de questões pessoais por que ele é o SER, A PRÓPRIA EXISTÊNCIA ETERNA. Sem ele não existiria os ateus, que na verdade recusam um deus velhinho e bonzinho, a quem gostariam de recorrer nas horas de aflição e que agiria como eles por mundo muito melhor e sem sofrimento. Como um relojeiro cego criaria a possibilidade de VER? Se o mesmo nunca soube o que é VER?

  16. Marcelo Cardoso says:

    “Sugiro a leitura de “O Relojoeiro Cego”, do Richard Dawkins”.

    Caro Roberto

    Não adianta, eles são tapados demais. Não viu o que o Francisco aí acima? Ele pensa que o relojoeiro do título é o deus dos católicos!!!
    Ave maria, quanta burrice!!!

  17. Lampedusa says:

    Roberto e Marcelo,

    Confesso que nunca li esse livro de Dawkins, mas já li “n” textos a favor e contra seus argumentos e já li, também, uma infinidade de entrevistas e artigos do próprio Dawkins sobre esse argumento. Infelizmente, Dawkins – como tantos outros na história (principalemente recente) – criticam e negam a um deus que não é o Deus que os judeus e os cristãos creem. Deus não é um relojoeiro – cego ou vidente – e nem um “Grande Arquiteto Universal”. Esse deus é o deus dos fundamentalistas cristãos, é o deus dos deístas “filósofos iluministas” (Voltaire, p.ex.) e o deus que os ateus tentam negar e que eu – como católico – também nego!

  18. carlos says:

    Marcelo Cardoso,
    Você diz que os católicos gostam de reescrever a História. Apenas por curiosidade, quem escreveu antes a História? Os ateus?
    Carlos.

  19. Marcelo Cardoso says:

    Não queira dar uma de esperto, Carlos. Geração após geração de voces escreve o que a satisfaz, depois apaga e tenta novamente, e outra e outra vez. Há pouco li num blog católico a inclusão de “homossexuais ativos e passivos” nesse trecho da bíblia:
    “Não sabeis que os injustos não hão de herdar o reino de Deus? Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas,”
    Se voces lessem bem direitinho a teoria genética da evolução aprenderiam que uma pequena mudança, por menos que seja, dado um tempo suficiente a ela, acarreta uma grandiossissima mudança no final. Voces não querem entender o que é evolução mas fazem a mesma coisa em seus escritos.

  20. Carlos says:

    Marcelo Cardoso,
    Para você, então, o resultado final da evolução é o homossexualismo?
    E você, já está bem evoluído?

  21. João de Barros says:

    Caro Marcelo:

    Não entendi.

    Devasso, efeminado e sodomita não podem ser usados como sinônimos/eufemismos de homossexual?

    A qual mudança você se refere? Você realmente acha que o texto da Bíblia teve seu sentido alterado ao longo dos séculos?

  22. Marcelo Cardoso says:

    (Teste)

    João de Barros

    Voce usa a palavra sodomita, certo? Se eu disse [CENSURADO].

  23. Jorge Ferraz says:

    Sim, sr. Marcelo, eu retiro porque o senhor é um Troll que não está nem um pouco interessado em discutir absolutamente nada, e sim em jogar lama na reputação dos sacerdotes do Deus Altíssimo.

    Os problemas morais do clero são tratados em dois “níveis”. Entre os que amam a Igreja, a gente trata de um jeito. Entre os trolls hipócritas que só querem manchar a imagem da Igreja, a gente trata de outro jeito – e este último jeito é o mais objetivo possível: o senhor [e quem desejar] traz as condenações a sacerdotes [Brasil, últimos dez anos], e a gente publica. Isso é para pôr a descoberto a cretinice dos anti-clericais, que desejam transformar as [isoladas] tragédias alheias em munição para os próprios maus propósitos.

    Fora desses limites, o senhor não vai ter espaço aqui. Se não gosta, paciência, e tchau, que não se perde lá muita coisa.

    - Jorge

  24. Marcelo Cardoso says:

    voce me classificou como troll. e se eu disser a sua? claro que o senhor não publica, prepotencia é consigo mesmo. depois reclamam que a igreja está caindo. a desculpa de voces é que o povo se está afastando do deus de voces. alem dele nao existir a postura de voces pegava bem na idade media. agora, [CENSURADO]!

  25. Jorge Ferraz says:

    Marcelo,

    Não estou interessado na classificação que o senhor pode me dar.

    - Jorge

  26. Francisco Silva de Castro says:

    “Sugiro a leitura de “O Relojoeiro Cego”, do Richard Dawkins”.

    Caro Roberto

    Não adianta, eles são tapados demais. Não viu o que o Francisco aí acima? Ele pensa que o relojoeiro do título é o deus dos católicos!!!
    Ave maria, quanta burrice!!!
    Senhor Marcelo nunca pensei nisso. Apenas constatei que um Relojeiro cego é um relojeiro. Se é cego poderia fazer relógios. Mas o universo e bem mais complexo do que um simples relógio. O olho que é capaz de ver não poderia ter a possibilidade de ver se não houvesse a existência da Visão. E eu entendo que alem da Matéria há Informação. E informação é como as coisa funcionam. E esta precede a Matéria. Então quanto mais complexo um corpo material mais consciente. E quanto mais consciência mais racionalidade . Concluindo: A racionalidade do Universo é Eterna e pode muito bem Ser chamada e entendida como o nome mais comum e conhecido pelos humanos DEUS que não é o dos católicos, nem dos muçulmanos, nem dos islamitas. Mas é o SER, A EXISTÊNCIA RACIONAL, O ETERNO CRIADOR , O IMPULSO INTELECTIVO DA EVOLUÇÃO. Para nós cristãos e católicos, Deus se revelando em Cristo tornou-se mais que o Deus dos filósofos e deístas. Podemos entrar em comunhão com ele e vê-lo tal como ele é pois o fim da Evolução e a divinização do homem pela graça em Cristo. Pode até ser que esta compreensão não seja a tradicional na Igreja, mas é assim que eu eu percebo e compreendo sem negar o Deus da Revelação e entendendo que nossas palavras jamais poderão defini-lo em seu mistério profundo.

  27. Francisco Silva de Castro says:

    Tenho observado que nos jornais escritos e da televisão se afirma que estão sendo celebradas missas em homenagem aos mortos. Ora, pelo que sei nenhuma missa homenageia ninguém. Toda missa é um ato der adoração exclusivo a Deus Pai, em que se oferece a Paixão e morte de Jesus por nós. Na missa se REZA PELOS MORTOS, mas pra católicos que não crêem mais em purgatório isso não tem sentido. No minimo poderiam ser orientados a dizer : Em memória deles e não em sua homenagem. CNBB por que não atuas numa hora dessas com o mesmo empenho que o farias contra a campanha da redução da maioridade?

  28. Carlos says:

    Senhor Francisco,
    A CNBB não atua nesses assuntos porque isso seria defender a doutrina católica, coisa que ela ignora com desdém. É que defender a doutrina católica não dá Ibope na mídia. O que dá Ibope é defender bandidinhos de 18 anos e bandidões de qualquer idade. Principalmente bandidões barbudos de algum partido muito “ético” e que quer impor ao Brasil, na lei ou na marra, o aborto, o gayzismo compulsório, a liberação das drogas, o estatismo socialista e outras “maravilhas” do programa maçônico da ONU, aquela loja maçônica de Nova York.
    Um abraço,
    Carlos.

  29. Silva says:

    Olá amigo, vim aqui para deixa o link onde estão todas as obras do Cientista Herbert Alexandre Galdino Pereira da área de Eletromagnetismo Aplicado e Aviónica. Ele é autor da Teoria do Triângulo das Bermudas, Teoria dos Celulares e Eletricidade Estática, e Orientação aos Aviadores Brasileiros ao voarem a Serra do Cachimbo, em Mato Grosso, pois existe campo Magnético na área do Brasil. Entre outras obras.
    Deixo o Link aqui em baixo para Leitura e Downloads das Obras deles.

    http://www.scribd.com/people/documents/13555060-fuma-a

    Um abraço.

  30. miriam coutinho says:

    a católcia diz que cristo é Deus então quer dizer que os judeus mataram e católicos mataram deus e deus anida
    os aceitaria a verdade que o que existe são os fenômenos as divindades água terra fgo e ar são chamadas de divindades porque a perseguição a elas provocam fenômenos jesus me chamou de anjo e as trevas tem aura azul todos que conhecem o universo sabe disso que a terra tem aura azul e o sol aura amarela e que o espiritismo são espíritos de luz ar não possui aura
    mas a trevas o que não gosto de chamar de trevas e vista como um demônio não por ser trevas o unviverso mas por não ser a mesma etinia da católica aura amarela e o sol persegue as trevas o unvierso por possuir aura azul pelas diferenças e a conversão é humilhação humilhar quem não pertençe ao mesmos deuses
    é só uma perseguição da católcia contra as trevas o céu o universo e deus é infinito e sombra e todos nós somos sombra espirito e o céu preto é está de luto e creio que deus se oculta nas trevas e não seria um sol
    que ilumina a terra incapaz de iluminar todo o céu somente a terra o que vai acontecer com vocês e que por tanto perseguir as trevas o azul que é a aura da terra o vapor os sublimidade a abóboda celeste divina sim de deus as estrelas posso afirmar o fimemento posso afirmar porque me envenei e caiu meteoro e isto e estou sublimada envenenada e meu corpo é sim os as estrelas o fimamento e espero que o mundo desabe na cabeça de vocês por achar que o fogo é melhor que as águas morram no fogo.

  1. [...] muitos. O assunto dessas ‘indignações’ já foi debatido aqui nesse blog com alguns ateus e no blog do Jorge, atualmente, por meio dessa mesma notícia. Não podemos, com efeito, resumir a dor das famílias [...]

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