Curtíssimas

closeAtenção, este artigo foi publicado 7 anos 10 meses 27 dias atrás.

Escândalo! Universidade católica aceita propaganda abortista. Cliquem aqui, pois tem as fotos. “Quando o parto é de um anencéfalo, o resultado não é uma certidão de nascimento. É um atestado de óbito”.

Haja estômago para encarar semelhante cretinice! Marcela de Jesus é o fato que faz calar este [falso] argumento. Mas os abortistas insistem em ignorar a realidade para impôr, por meio do apelo sentimental, a sua ideologia assassina. Cumpre desmascará-los.

Leiam também no Wagner Moura: propaganda debocha de mães de anencéfalos. “É claro que nenhum pai se alegra pelo fato do filho ter algum problema de saúde. O que não significa dizer que para eleminar o problema do filho é lícito eliminar o próprio filho. Mas este “raciocínio” perverso é comum à Comissão de Cidadania e Reprodução (CCR) que utiliza, em cartazes, imagens chocantes de uma mulher de luto parindo um natimorto. Uma campanha pelo deboche aos pais, às mães especialmente, de filhos com anencefalia”.

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Ladrão invade igreja, furta hóstias e escreve ‘Salve Lúcifer’ na parede. “Para os católicos, elas [as hóstias consagradas] são o corpo de Cristo”.

“Para os católicos”, não. O pão consagrado é o Corpo de Cristo, e ponto final. Não existe esse negócio de “é para fulano mas não é para sicrano”, como se a essência ontológica das coisas dependesse de quem as estiver referindo.

Isso é válido para símbolos; um símbolo – aí sim – pode ter valor para uma pessoa e não ter para outra. A redação da notícia, portanto, insinua uma heresia. Insinua que a Eucaristia é somente um símbolo. Maravilha de anti-doutrinação em uma reportagem policial, não?

Registre-se, ainda, que a este claro exemplo de perseguição religiosa, de ódio gratuito à Fé, é dado pouca ou nenhuma repercussão na mídia. Se fossem outros os “perseguidos”, ganhariam as primeiras capas. Com a catolicofobia ninguém parece se importar.

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Carta ao amigo Luiz Bassuma, do prof. Hermes Rodrigues Nery. “A sua punição foi um primeiro indício do que poderá vir pela frente, do que poderão fazer contra aqueles que se posicionarem contra o que querem impor para todos: a sociedade hiper-tecnológica desprovida de humanidade. Foi uma primeira sanção, para intimidar os tíbios e acomodar os sequiosos pelo bem-estar às custas de um sistema opressor”.

Escute o professor, Bassuma… escute o seu amigo…

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O Santo Sudário será exposto em 2010. “O Sudário é um dos temas altamente controversos que ligam ciência e religião. (…) Existem evidências dos dois lados. Um teste de carbono-14 apontou que o pano seria da Idade Média, mas os defensores da autenticidade do Sudário lembram que o objeto já pegou fogo e foi remendado por freirinhas piedosas, entre outras intervenções que poderiam ‘enganar’ a datação”.

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95 thoughts on “Curtíssimas

  1. Lampedusa

    Onde escrevi “transcedência do objeto em relação ao ser” leia-se “transcedência do objeto em relação ao sujeito”.

    Natário,

    Na verdade, se aceito como corretas as premissas filosóficas que falei acima chego, então, à existência de Deus pela razão e não só pela fé. Outra coisa bem diferente, à qual só se chega pela fé (mas sem ferir a razão), é a algumas das características de Deus, principalmente, que é um Deus pessoal, amoroso e que intervêm na história.

  2. Lampedusa

    Caramba… e sempre que escrevi “transcedência” leia-se “transcendência”.

    Perdoem-me…

  3. Expedito de Melo

    Pedro M: A atitude tomada por voce de não querer dizer se acredita ou não em Deus é digna de um cristão?

    Pedro M: Pode responder a minha pergunta?

  4. Pedro M

    O Expedito ficou sem resposta. Mas sua pergunta tem afirmação oculta, o que é falaz e totalmente desonesto.

    A afirmação é que não quero dizer se acredito em Deus por ser “covarde” e “traste”, como ele me chamou, indigno de ser chamado de cristão. E se eu respondesse essa pergunta, qualquer que fosse a resposta, eu confirmaria essa afirmação.

    Mas o que ele diz é mentira. Já deixei claro que não respondi sobre minha crença em Deus porque ela não tem nenhuma relevância para o debate, que estava no plano racional. E não pelo motivo que inferiu o Expedito, me ofendendo.

    (Não há necessidade de ofensa, Expedito. Sua intervenção em nada contribuiu para o debate e serviu apenas para atrapalhar e ofender.)

    Se você ficar contente, respondo à sua primeira pergunta: acredito sim em Deus. Mas essa resposta não pode ser usada em lugar nenhum nesse debate (que já considero encerrado, pois, passados quatro dias, ninguém me refutou) pois não tem qualquer relação com seu plano.

    Escrevi não para te dar satisfação, mas para me desvencilhar de qualquer perversidade, desonestidade, ofensa ou armadilha tosca que você tenha trazido. Não vejo por que continuar.

    Abs.

  5. karina

    Nunca vi comentários de um post do Jorge que fugisse tanto do assunto original. Que pena, o assunto original merecia uma discussão mais séria.