A “tolerância” dos perseguidos

closeAtenção, este artigo foi publicado 7 anos 10 meses 10 dias atrás.

Se isso não for provocação, nada mais é. Durante a festa do Círio de Nazaré em Belém do Pará, é realizada a Festa da Chiquita, “celebração de diversidade sexual que lota cada esquadro da grande praça da República”.

A reportagem faz questão de acentuar o caráter provocativo da celebração gay. “Tanta devoção [ao Círio de Nazaré] precisava ter um antídoto, e tem”. O palco é armado em “um dos pontos-chave do trajeto feito pela santa”. A Chiquita defende “preceitos opostos aos da Igreja Católica”. A “festa [é] anticatólica”. Mesmo assim, canta-se “Ave Maria do morro”, há faixas de deboche onde se podem ler coisas como “Baratão das Calcinhas saúda a Virgem de Nazaré”, e o sr. Eloi Iglesias, “coordenador da Chiquita há 31 anos”, debocha do slogan do Governo “Pará de todas as Marias” com uma blasfêmia que não ouso reproduzir aqui. Onde está a “tolerância” dos (auto-intitulados) perseguidos? Por que ninguém se preocupa com a catolicofobia?

E isso é somente o que saiu na mídia; não quero nem imaginar o resto das blasfêmias não divulgadas, já que a própria matéria diz que “[o] pique de escracho percorre toda a festa”! Chega a ser interessante constatar o prazer que têm os promotores do Gayzismo em ofender os que pensam diferente deles. Interessante, para não dizer hipócrita.

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39 thoughts on “A “tolerância” dos perseguidos

  1. Carlos

    Tudo balela!
    Fumar não é “vício” no sentido teológico do termo. Vício, teologicamente falando, é o hábito, a repetição no mesmo pecado. Um ato homossexual é um pecado mortal. Já o fulano que pratica constantemente esse pecado se torna vicioso.
    Para que o fumo fosse um vício, nesse sentido, precisaria que fumar apenas um cigarro constituísse pecado mortal, mas nunca vi catecismo ou tratado de moral dizer que fumar apenas um cigarro é pecado mortal. E se fosse assim, seria vício também tomar cafezinho todo dia, mascar chiclete e tantas outras coisas.
    Portanto, deixem de frescurite e não confundam coisas tão díspares como tragar um cigarrinho e participar de uma orgia homossexual.
    Que o cigarro faz mal à saúde e diminui a vida é só uma teoria que nunca foi comprovada. Pesquisas especializadas mostram que os fumantes morrem, em média, na mesma dos não fumantes.
    Há uns 10 anos o Jô Soares entrevistou as quatro pessoas mais velhas do Brasil (dois homens e duas mulheres, todos na casa dos 115/120 anos). TODOS, SEM EXCEÇÃO,
    fumavam cigarro e bebiam cerveja desde os 10/12 anos de idade. E todos, sem exceção, aparentavam melhor saúde do que José Serra e Dráuzio Varella, aqueles manequins de funerária, como disse o Olavo de Carvalho.
    Portanto, sejam inteligentes e não caiam em mais esse controle estatal imposto pelos gênios do globalismo mundial (que, por sinal, querem liberar a maconha e tornar obrigatório o homossexualismo).
    Um abraço.
    Carlos.

  2. Roberto

    Pois e,
    Pra terminar.
    Ja que que os exemplos sao extremos, pensem na seguinte situacao:
    Um travesti de Copacabana e uma jovem senhora de 1950, casada e que fuma.Um dia fica gravida e continua fumando.
    Note que fiz questao dos 1950, justamente PARA alguem falar:”Ah!Mas naquela epoca todo mundo fumava.”.
    Pecado e pecado, sempre foi e sempre sera.
    Quem esta em mais pecado?
    Portanto,como diz o Carlos: deixemos de frescurite. Vamos aguardar o juizo final e veremos qual o peso que Deus usa para um Porco Pederasta e para um simples pica-fumo.

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  4. samuel

    Bem,quanto ao fumo,me parece que o ato de fumar,um cigarro que seja,constitui um pecado(aparentemente venial,pois nunca eu nunca vi o catecismo falando disso).
    Vejam se o silogismo está correto:

    A vida é o dom mais precioso que Deus nos deu,contra o qual ninguém pode atentar,seja ela de si mesmo ou de outrem,sem infringir a Lei de Deus.
    Ora,quem fuma atenta contra a própria vida,algo justificado por pesquisas científicas.
    Logo quem fuma infringe a Lei de Deus.

    Sinceramente,achei fracas as justificativas ao ato de fumar.Se uma fumadinha pode,mas não algo contínuo,porque não se pode trair a esposa esporadicamente?
    Um veneno não perde a letalidade porque foi diminuida a dosagem.

  5. Carlos

    Caro Samuel,
    Seu silogismo está errado.
    A primeira premissa (a vida é o dom mais precioso que Deus nos deu, contra o qual ninguém pode atentar) está correta; a segunda premissa (quem fuma atenta contra a própria vida) está errada.
    Quem fuma não atenta contra a própria vida, porque ninguém fuma tentando se matar. A pessoa fuma porque gosta ou porque é viciada no tabaco, mas ninguém fuma querendo se matar. Quem quer atentar contra a própria vida usa meios imediatos e eficientes, como forca, tiro ou veneno.
    Logo, a sua conclusão é falsa. Quem fuma não infringe a Lei de Deus.
    Já quem pratica atos homossexuais infringe sempre a lei de Deus, não porque esteja tentando se matar, mas porque o ato homossexual é, em si mesmo, pecaminoso.
    Sinceramente, também achei fraca (para não dizer absurda) a sua comparação entre uma fumadinha e um adultério. Ainda bem que a minha esposa tem bom senso e consegue ver bem a diferença entre uma tragada e uma “trairada”.
    Carlos.

  6. Rodrigo

    Comparar traição com uma tragada de cigarro é algo inadimissível, talvez nem os protestantes mais puritanos chegariam a esse ponto.

  7. karina

    Ainda considero o cigarro um atentado contra a vida sim, e o pior, contra a vida inclusive de outras pessoas. Faz tão mal para quem fuma como para quem “cheira” a fumaça. Tudo bem, pode até ser “menos” pecado que o homossexualismo.

    E eu não dramatizei nada, pais que fumam com suas crianças no colo ou no ventre são uma realidade, infelizmente, frequente. Na Inglaterra, o governo está pensando em pagar para as mulheres grávidas largarem o cigarro. Pois é, o amor ao cigarro e ao dinheiro é maior que o amor ao filho.

    Quando eu estava grávida, perdi a conta de quantas vezes vinham fumar do meu lado, eu reclamava, a pessoa fazia de conta que nem era com ela (ignorar uma mulher com um barrigão de 8 meses é se fazer muiiiiiiiito de sonso), e aí era aquela história “os incomodados que se mudem”.

    O catecismo pode até não enquadrar como pecado, mas é no mínimo, falta de respeito pelos outros e por si mesmo.

  8. Hagios

    Dizem os entendidos que o a homossexualidade está na placenta da mãe, fluídos placentários ignominiosamente passam para o bebê, é porque a mãe comeu ou bebeu durante a gestação em casa de gays, talvez até não declarados, escondidos. Seria a explicação genética. Podem ver que a placenta é a vilã biológica. O silogismo do anfitrião acima é subersivo, trata de forma inadequada o homossexualismo. Sodomia é moda desde os tempos de Calígula, ao menos de forma acentuada. Em guetos gays, há efígies de deuses gregos, lampadas vermelhas e bandeira multicolor’s. O gay é anti erógeno, é misógino. Ode a alegria da pornograqfia, lema gay terribilis! Credo que a minha geração era mais recatada, aleluiaticamente! Hoje é festa da pornochanchada gay, homens usando sapatos luis XV E DEMONÍACAS LOUCURAS. Por isso a Igreja católica tinha que fazer sessões de descarrego.