Senado quer a opinião dos brasileiros sobre o PLC 122/2006

closeAtenção, este artigo foi publicado 7 anos 9 meses 15 dias atrás.

Divulgando, conforme recebi por email. É importante oferecer resistência à ditadura da minoria; é importante que não seja concedido amparo legal à perseguição da Gaystapo.

* * *

O Senado está querendo saber a opinião dos brasileiros sobre o PLC 122 (que castiga toda opinião contrária ao homossexualismo), perguntando se você é a favor ou contra esse projeto. Para votar, vá à enquete deste link:

http://www.senado.gov.br/agencia/default.aspx?mob=0

Os ativistas homossexuais estão votando em massa no “sim”. Ajude a reverter o placar, votando “não” à ditadura gay.

Mobilize-se já! Avise seus amigos e igreja.

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49 thoughts on “Senado quer a opinião dos brasileiros sobre o PLC 122/2006

  1. Francisco

    Creio que para entender melhor o projeto precisamos ver uma situação. Digamos que numa feira livre um homossexual discreto, mas de conhecimento notório e assumido (vivendo com outro) faça uma reclamação e o vendedor o chame de tudo quanto for nome e o humilhe de toda forma. Seria isto justo? Teria este direito por ele ser gay? Sim ,dirão ,mas já sei, há a lei contra difamação; não se nestes caso esta lei serviria, já que o agredido é assumido, não esconde sua situação? No entanto ele foi colocado em execração publica pela sua situação sexual. O tal vendedor não deveria ser punido? Agora se o projeto literalmente proíbe que se afirma o homossexualismo como uma situação anormal contra os princípios cristãos ele deve ser mudado. Mas não li isto no projeto. Pelo que entendi ele visa pessoas e não a definição ou opinião sobre homossexualismo.

  2. Gustavo

    Francisco

    Acontece que algumas pessoas usam mentiras para influenciar a opinião alheia. Mas com certeza elas conheceram a verdadeira justiça divina, que não aceita mentiras e nem ataques ao proximo.

  3. Messias

    O projeto é um cavalo-de-tróia.
    Abrirá brechas sim para que a intolerância dos homossexuais utilize de quaisquer subterfúgios para punir alguém pela sua religião.
    Ex.: sou professor e, entre tantos, tenho um aluno que é um porre. O cara é chato pra caramba e gosta de atrapalhar a aula, além de não fazer nenhuma tarefa. Já o mandei algumas vezes para fora da sala e até para a direção.
    Pois bem. Há pouco tempo, entraram alguns novatos para a turma e entre elas, um homossexual assumido. O aluno que citei gosta de aparecer e ser o centro das atenções. Ao ver que o novato gay poderia tomar o seu lugar, ele começou a se declarar homossexual e a fazer trejeitos característicos. Uma vez, ao chamar sua atenção pela enésima vez, ele começou a me acusar de homofóbico. Disse que ia até me processar. Falei que era apenas chatofóbico.
    E isso não é um caso isolado.
    Sobre as piadas: uma vez, um colega meu, durante uma discussão acalorada sobre homossexualismo, reclamou das piadas de bicha. Se ele é tão politicamente correto assim, por que não reclamou das piadas de outros grupos?
    Hipocrisia pura.
    Os movimentos politicamente corretos são altamente hipócritas. Dizem combater o preconceito criando mais preconceito.
    Além disso, a Constituição já protege o cidadão dos preconceitos. O projeto de lei vai privilegiar homossexuais em detrimento de outros cidadãos.
    Quando falei em “eclesiofobia”, foi pára chamar a atenção para esse fenômeno.
    As escolas e universidades todos os dias derramam mentiras e mais mentiras sobre a Igreja Católica e os que dizem lutar contra o preconceito não dizem nada. Aliás, são eles os que propagam tais mentiras. Quem nunca ouviu ou leu que a Igreja dizia que o negro não tinha alma? E quais provas apresentaram? Que documento oficial e de qual papa citaram? Já falaram que Hitler era católico e por isso fez o que fez. Agora, vai falar que ele era gay, como alguns historiadores afirmaram…
    Nesse mesmo post, alguém já acusou os religiosos de fanáticos e ainda, fraudarem a votação da enquete do site do Senado sem provar nada. Mas isso ele não vê como preconceito nem fanatismo.

  4. Francisco

    Uma só coisa me preocupou no projeto. A liberação para expressar intimidade em qualquer lugar . Se um casal heterossexual e seus filhos pequenos verem numa loja dois homens se beijando não poderão fazer nada. E se depois verem seu filho de 14 se beijando com um de 15 não poderão fazer nada por que serão acusados de homofóbicos, já que a lei proíbe coibir manifestações de afeto em publico. Quanto a piadas todos sabem que as de gay são para debochar, humilhar; desprezar. Raramente para divertir. Quando são de brincadeira não há ofensa…até gays entre si contam piadas sobre eles. Mas isto vai depender do contexto. A lei proíbe a discriminação. Mas na questão da liberação para se mostrar intimidade como beijos na boca, abraços em publico, só totalemnte contra. Não temos a obrgação de expor nossas crianças e jovens a isto.Deveriam se lutar para se restringir isso a locais fechados e próprios. Já tem muitos locais exclusivos para gays fazerem isto. Só só a favor de não se expor em publico uma pessoa por ser gay com palavrões e todo tipo de humilhação por que isto também não é cristão e não ajuda.

  5. Rodrigo

    Francisco

    “Só só a favor de não se expor em publico uma pessoa por ser gay com palavrões e todo tipo de humilhação por que isto também não é cristão e não ajuda.”
    Isso vale para qualquer ser humano, por que o homossexual tem que ter proteção especial? Não somos iguais perante a lei?
    Essa cultura de ressentimento fruto do politicamente correto vai levar todo mundo à loucura em vez de curar os preconceitos injustos.

  6. Francisco

    Creio que é por que certos tipos de pessoas sofrem mais com a discriminação e como já criminalizaram o racismo estão querendo criminalizar o preconceito em relação a orientação sexual ou vida sexual de alguém. Talvez a lei devesse ser genérica ou enfatizar apenas o seguinte: Qualquer atitude de violência, de agressão física o verbal contra UM SER HUMANO em virtude de suas preferências sexuais, de sua cor, credo ou posição social ou deficiência mental ou física,devem ser punidas. ” Creio que evitariam de privilegiar um segmento social apenas. A lei que pune por danos morais e difamação não contempla agressões racistas ou do tipo sexual pelo fato de a pessoa que é vitima não assumir sua condição e apelar para lei justamente por isto. Por ter sido acusada de uma coisa que não é. Muitos gays assumem que o são e neste caso querem o respeito por isso. Creio que devem ser tolerados e ter o respeito pelo fato de serem humanos e não por causa da escolha sexual. Mas realmente o projeto como está é mais do que uma forma de proteção. É uma verdadeira apologia ao homossexualismo, como percebi ao permitir intimidades em publico. Se os héteros já fazem o que não deve ,agora pra se diferenciar dos gays vão exigir o que? Sexo ao vivo?

  7. João Carlos

    Infelizmente aprovaram a plc na surdina!
    Devemos ficar atentos ao que vem por ai.
    Provavelmente a próxima proposta de lei do senado vai ser a revisão da Biblia, substituindo Adão e Eva por Adão e Adão.
    Que vergonha de ser Brasileiro!

  8. Carlos

    É verdade. Esses políticos são capazes de dizer que Deus não criou Adão e Eva, mas sim Adão e Ivo.
    Parece inacreditável: quem é adepto de uma preferência sexual contrária à natureza e ao bom senso se torna privilegiado em relação aos demais. É inversão completa da realidade para enlouquecer todo mundo.
    Peço ao Jorge que, se possível, divulgue os nomes dos canalhas que votaram a favor disso para que possamos ao menos protestar com mensagens de indignação.
    Carlos.

  9. João Carlos

    Faço minhas as suas palavras Carlos!
    Não sei os nomes de todos os senadores favoráveis a PLC, mas adianto que a proposta de lei foi aprovada graças a articulação política do senador Marcelo Crivela, íntimo do bispo pedir mais cedo.
    Não é de se admirar, haja visto que, o feliz proprietário da rede Record consegue reunir a maior quantidade de escória por centímetro quadrado do planeta nos seus cultos.
    É de arrepiar os relatos contados nestas reuniões pseudo-religiosas.
    O que mais se ouve são ex-drogados, ex-prostitutas, ex-homosexuais… e por ai vai.
    Não fosse o bastante, não há lugar melhor para se encontrar o capeta que os palcos da igreja em questão. Pelo menos uma vez por dia ele aparece por lá.

  10. Carlos

    Caro João Carlos,
    Também faço minhas as suas palavras. Só não concordo com os “ex” que você usou.
    Carlos

  11. Messias

    Complementando o meu comentário.

    Os meus alunos gays que atrapalham minha aula estavam hoje (12/11) andando atrás de mim no corredor da escola e fazendo gestos como se fossem pegar na minha bunda.
    Um professor viu e me falou.
    Falei com o vice-diretor e ele chamou os dois para conversar. Negaramo que disseram e ainda ameaçaram me processar.
    Esse tipo de coisa certamente será usado se essa lei for aprovada.
    Preparem-se.

  12. Michele Oliveira

    Messias,
    Isso e muito pior vai acontecer. O que eu mais temo é que as crianças serão as maiores vítimas ao se avançarem os “direitos” dos homossexuais.
    As crianças são indefesas, e cada vez mais temos menos adultos capacitados moralmente para protegê-las.
    Vamos rezar a Santíssima Mãe para que esse projeto não seja aprovado.
    Salve Maria!!

  13. Francisco

    Irá! Não tenham duvida. Faço restrições ao projeto como já postei, pois só contra a toda e qualquer forma de agressão publica, deveria pelo menos reunir forças para se retirar do projeto os artigos que permitem intimidade publicas entre homossexuais e a punição para quem se opor a isso.Quanto a punição para ofensas dirigidas à pessoa pelo fato dela de declarar gay eu sou a favor. Quer converter um gay faça como Jesus que andava com publicanos e pecadores e disse que não tinha vindo para os justos e sãos, mas para os doentes. Observe que em nem uma vez Jesus afrimoui: “Pecadores e publicanos hipócritas raça de víboras…”pois se assim o fizesse não poderia ter se aproximado destes para traze-los de volta. Mas foi muito duro com os escribas, sacerdotes e anciãos que se consideravam justos.

  14. Carlos

    Caro Francisco,

    Seu raciocínio está torto. Cristo andava com os pecadores para convertê-los, mas nunca pregou que pelo fato de serem pecadores mereciam mais direitos que o restante da população.

    Cristo sempre combateu o pecado e o pecado só existe no pecador. Portanto, é impossível combater o pecado sem ofender o pecador. Quando o pecador mostrava arrependimento e disposição para a conversão, Cristo o acolhia misericordiosamente, como fez com a mulher adúltera. Mas veja o que ele disse a ela em seguida: Vá e NÃO PEQUES MAIS. Se fosse um gay, certamente ele diria o mesmo, em vez de dizer: continue assim; lute por seus direitos; não aceite ser discriminado; tenha orgulho do seu pecado; exija privilégios legais a favor da sodomia!

    Claro que quem luta por um projeto desses, não quer nem ouvir falar em conversão.

    Então, não use Cristo para defender esse projeto nefando.

    Considerando que você não é gay e que, portanto, não tem nenhum interesse pessoal na aprovação desse projeto, fico imaginando a sua cara no dia em que um traveco aparecer na sua casa atendendo a um anúncio de emprego e você for obrigado a contratá-lo para cuidar dos seus filhos, sob pena de ir para a cadeia por discriminação.

    Um abraço.

    Carlos.

  15. Francisco

    “um traveco…” Antes gostaria que voce citasse só uma passagem dos Santos Evangelhos em que Jesus tenha agredido antes de os aconselhar , os pecadores. Uma só por favor. Uma do tipo.” Seu pecador infernal, seu pecador maldito. Sua meretriz vagabunda!” Jesus chamou a mulher de adúltera? Quem a apresentou com adúltera foram os fariseus. Jesus não disse. “Sua Adúltera eu te perdoou, mas sua vagabunda vá e não peques mais.” Jesus disse nem eu de condeno. Pois só ele poderia atirar a primeira pedra. Lembre do que ele falou aos fariseus, escribas e anciãos: “Quem não tiver pecado atire a primeira pedra. E ele não disse quen NãO FOR ADULTERO, pois certamente muitos dos que estavam ali não eram. E o publicano que ele citou como exemplo de pecador contrito, que saiu justificado? E O fariseu que se julgava melhor justamente por não ser publicano? Esqueceu? Uma coisa eu concordo. Jesus NUNCA fez apologia ao pecado, mas nunca desprezou o pecador ou o agrediu. Aliás o irrtiava quem se julgava melhor dos que os outros por não ser publicano, samaritano enfim por não ser, diríamos, hoje gay, drogrado, prostitua; Jesus reconheceu que estes eram ovelhas perdidas e foi ao encontro deles com carinho e misiercordia, mas ia com palavras ásperas contra os hipocritas que se julgavam mlehnroes dos que os pecadores. Está no Evangelho. O projeto não impõe que eu seja obrigado contratar um traveco com voce expressou, traveco que voce amaria se fosse um filho seu, apesar de ser traveco e não por ser um traveco, Ou não? Coloque-se no lugar do publicano e diga batendo no peito. “Senhor tenha pideade de mim pecador,” pois diante de Deus, é isto que todos nos somos, pecadores redimidos por sua misericórdia e por sua graça chamados à santidade.É justamente para que se evite expressões como estas e outras, muitas vezes em justa dirigidas até a crianças que nem sabe o que é homossexualismo, só pelo fato de serem delicadas, diferentes que só a favor de punir pessoas que agridam com esse tipo de palavras e o outras um ser humano em situação de pecado ou irregular. Creio que tenha entendido que sou contra a divulgação da homossexual idade, a expressão publica de afetividade, mas daí a defender que um heterossexual, se ache no direito de execrar, desprezar, agredir um gay, só por ser heterossexual; defendo que seja punido sim.Para que não se atire pedras aos gays como os fariseus queriam atirar na mulher flagrada em adultério. Jesus não defendeu o adultério mas a pessoa da adultera justamente por que acreditava que ela seria capaz de não continuar no pecado. Por isso ele disse: “Vai e não peques mais.” E como poderia ela voltar ao pecado depois de tão grande prova de amor e misericórdia por parte de Cristo? O amor converte e cura. A soberba afasta de Deus.

  16. Francisco

    Creio ao contratar um professor ou uma babá para os filhos e não deseje que um “traveco” se apresente para se candidatar a vaga, basta colocar no anuncio: “Precisamos de MULHERES para professoras ou babás…” Creio que um “traveco” só aparecerá se for analfabeto… Ainda não colocaram no projeto que mulher e “traveco” seja a mesma coisa. Isso não li.Resta uma saída. Ou não?

  17. Alexandre Magno

    Não sei se este é o post que eu procurava. Está parecendo que sim. Lembro-me de uma discussão em que se falava de práticas de demissões “discriminatórias”. Quero compartilhar: “Wal Mart é condenado a reintegrar empregado com esquizofrenia“. Pode ser útil a consideração desse processo judicial. É um caso diferente, mas pode mostrar como se está trabalhando tais assuntos no Direito.