A cruel realidade do aborto

closeAtenção, este artigo foi publicado 7 anos 9 meses 5 dias atrás.

Publicado no Contra o Aborto. Trata-se da versão gráfica do procedimento descrito pelo dr. Martin Haskell, “que arrancou aplausos infernais de uma platéia que lhe ouvia atenta”. A quem ainda não leu, recomendo enfaticamente: Aplausos do Inferno.

O vídeo não mostra um procedimento real; as imagens são figuras, e não fotografias e nem filmagens. Mesmo assim, é suficientemente chocante.

Usquequo, Domine… ?

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40 thoughts on “A cruel realidade do aborto

  1. Sidnei

    Para cada problema há uma solução, o único problema que não pode ser resolvido é a morte, há crianças indesejadas?, há, há pais desenjando filhos e não podem ter?, há, a solução está aí, entreguem estas crianças indesejadas para quem realmente as desejam, quanto o aborto deixem para quem quer seguir o diabo e não a JESUS, pois JESUS veio para dar vida e vida em plenitudi, enquanto o diabo é que vem para matar, roubar e destruir (João 10,10)

  2. Gustavo Bandeira

    É Sidnei, seria uma boa alternativa, mas acho que tem mais gente sem querer os filhos do que gente querendo filhos.

  3. Gustavo Bandeira

    Tem até uns mecanismos de relação entre pais e filhos que impede bastante a adoção, predomina uma cultura de “Quero ter MEU filho” como se a criança não passase de uma propriedade, e como se você fazer seu filho ou adotar uma criança fosse diferente de realmente ter um filho.

    Seria interessante erguer uma cultura de adoção, de fazer entender que tem crianças que foram praticamente jogadas fora e precisam de ajuda. Apesar de eu não crer muito que vá funcionar por outros aspectos sociológicos e biológicos que estão envolvidos na situação.

  4. Sidnei

    É Gustavo, realmente há muitas pessoas que querem ter um só filho ou até mesmo nenhum filho, mas há os que querem ter até 10 filhos, pessoas querendo ter filhos sempre terão, acredito sim que nem tudo está perdido, e é para estas pessoas de boa vontade que desejam um grande número de filhos é que deveriam ser direcionadas estas crianças, ou até mesmo instituições que acolhem estas crianças e que dão amparo e afeto muito mais do que fossem em um lar constituído por pai, mãe e irmãos, só sei de uma coisa, a morte nunca foi solução para nada, se alguém teve um filho indesejado e doou este filho para alguém, mais tarde se arrepender vai poder rever seu erro querendo encontrar tal filho e pedindo perdão para ele, agora se abortou, e mais tarde se arrepender não poderá pedir perdão para o filho que abortou pois simplesmente não existirá mais neste mundo, só na eternidade, se DEUS permitir, tal pessoa, não digo somente a mãe, mas o pai, os médicos e enfermeiros que participaram diretamente do aborto, é que poderão pedir perdão para a pessoa que eles não permitiram que viesse a este mundo.

  5. William Murat

    Caros:

    Mil desculpas, mas o caso se uma criança é ou não desejada, se ela é ou não amada, é secundário para a imoralidade do aborto.

    Se uma criança será dada para a adoção ou não, se o Estado é que será quem terá a tutela das crianças abandonadas, todas estas questões não interferem em nada no fato de que a partir da concepção já existe vida humana.

    E o que foi chamado de “pitacos de altruísmo” é muito mais o horror natural que todo homem são sente ao ver a morte de um inocente indefeso. Se há gente não sente este horror, ou se prefere classificar este legítimo horror como “pitaco de altruísmo”, isto só deixa mais claro a todos onde está o tal “transtorno”.

    “(…) o que é preferível?

    Uma criança indesejada picotada no útero da mãe ou um homicida em potencial para o futuro?”

    Eu poderia até adiar a resposta a esta questão quando fosse inventada uma bola de cristal de eficácia 100% comprovada, mas isto é desnecessário, pois o aborto, o ato direto de matar uma criança ainda no ventre de sua mãe, é sempre errado, pois trata-se de uma VIDA HUMANA como qualquer um de nós.

    O fato é que o que a criança será no futuro, coisa que ninguém tem a menor condição de afirmar, importa nada para a imoralidade do aborto.

    Matar alguém porque tal pessoa tem tendência a ser um homicida? E eu que pensava que “Minority Report” era apenas um filme de ficção…

    []´s

  6. Carlos

    Gustavo Bandeira,
    Também considero indesejados os ladrões, assassinos, estupradores e aborteiros. Mas isso não me dá o direito de sair por aí matando-os, certo?
    Talvez você argumente que eu não posso matar essas criaturas porque não sou pai delas.
    Mas então você estaria defendendo que os filhos são propriedade dos pais, o que é um absurdo.
    Depois, mesmo que eu tivesse um filho ladrão ou assassino, por exemplo, isso não me daria o direito de matá-lo.
    Contradição abortista: Um pai e uma mãe não podem matar um filho que seja ladrão e assassino, mas podem matar um que seja completamente inocente!
    Carlos.

  7. Gustavo Bandeira

    Carlos, o direito existe, mas de forma camuflada, ao enfiar uma pessoa numa cadeia, você deu a ela a morte social. O direito de matar existe sim, tanto que existem as cadeias.

    “a morte nunca foi solução para nada”

    Uma pergunta curiosa:

    Como contornamos o problema da dengue? Impedindo que o mosquito se reproduza, matando-o, aniquilando a espécie do mosquito. Isso é estranho porque contrasta diretamente com a premissa de “A morte NUNCA FOI SOLUÇÃO”. O caso dos mosquitos é completamente diferente do aborto, claro, mas o objetivo deste parágrafo é apenas mostrar que a supracitada premissa é inválida.

    Mas enfim, a minha principal intenção ao comentar foi procurar uma solução prática. Sugestões?

  8. Sidnei

    Gustavo, pelo amor de DEUS, quando se diz que a morte nunca foi solução para nada se diz isto com relação ao ser humano indefeso, e não a mosquitos e até mesmo seres humanos que ponham risco a vida de outros seres humanos como um assassino preste a cometer uma chacina, e não de um indefeso bebê que está no ventre de sua mãe, será que só você compreendeu ao contrário e só eu e um monte de gente soube que quando se dita esta frase se dita para uma causa que é a defesa de um ser humano indefeso e não em defesa de mosquitos e muriçocas e até mesmo de seres humanos que põem em risco a vida de outros seres humanos, o qual a morte por legitima defesa não constitue crime nem mesmo em nosso código penal.

  9. Paulo

    Ao ler os comentários dos abortistas, me pergunto: eles não têm coração ou não têm cérebro?