Protect marriage

Saturday, November 21, 2009 14:25 | Filled in Linhas Ligeiras, Ética & Moral

Via Exsurge, Domine! Muito bom. Importante divulgar, antes que a censura da Gaystapo o proíba.

Proteja o casamento, protegendo o verdadeiro significado do casamento!

Anúncios de responsabilidade do Google
You can leave a response, or trackback from your own site.

48 Comments to Protect marriage

  1. Thiago says:

    November 21st, 2009 at 5:07 pm

    muito bonito…um tapa na cara da gaystapo!!!

    Santo Antônio, padroeiro das famílias, martelo dos hereges, rogai por nós!

  2. profeta do profano says:

    November 22nd, 2009 at 10:39 am

    os bebês vem da relação sexual entre um homem e uma mulher, não do casamento enquanto instituição.
    em outras palavras, um casamento homossexual inclui filhos/filhas, existem vários esperando para serem adotados. parte da Igreja o tendenciosismo de que é preciso casar [de preferencia um homem e uma mulher] para se ter filhos. ora, se até um bispo (o Lugo) teve filhos, nada pode condicionar o sexo.

  3. profeta do profano says:

    November 22nd, 2009 at 10:46 am

    e já que usaram a criança para induzir a idéia da Igreja sobre o casamento, lá vai o significado do casamento:
    Casamento, casório ou matrimônio/matrimónio é o vínculo estabelecido entre duas pessoas, mediante o reconhecimento governamental, religioso ou social e que pressupõe uma relação interpessoal de intimidade, cuja representação arquetípica são as relações sexuais, embora possa ser visto por muitos como um contrato.
    Embora o casamento seja tipicamente entre duas pessoas, muitas sociedades admitem que o mesmo homem (ou, mais raramente, a mesma mulher) esteja casado com várias mulheres (ou homens, respectivamente). Embora muito raros, há algumas situações de sociedades em que mais que duas pessoas se casam umas com as outras num grupo coeso.
    As pessoas casam-se por várias razões, mas normalmente o fazem para dar visibilidade à sua relação afetiva, para buscar estabilidade econômica e social, para formar família, procriar e educar seus filhos, legitimar o relacionamento sexual ou para obter direitos como nacionalidade.
    Bem faria o Jorge [acena] se costumasse a ler outras definições que não as que lhe são impostas pela Igreja.

  4. tht_01510163525596260545 says:

    November 22nd, 2009 at 2:12 pm

    Bem faria o Jorge [acena] se costumasse a ler outras definições que não as que lhe são impostas pela Igreja.”

    Como aquelas impostas por quem não tem qualquer compromisso moral; ou cuja moralidade das ações se fundamenta não na Verdade Absoluta, mas nas convenientes verdades relativas que mudam conforme a moda?

    Bem faria? Que bem? De onde provém o conceito de bem? Criamos um próprio? Aceitamos aquele que nos foi dado?

    Soberbo homem! Quis tomar todo o arbítrio para si, mas se esqueceu que nem escolhe a própria mãe; ou o dia em que nasceu.

    Pax,
    Pro Catholica Societate

  5. Carlos says:

    November 22nd, 2009 at 11:17 pm

    Profeta do Profano, vulgo Roberto Quintas.

    Analiso os seus delírios:

    1. “parte da Igreja o tendenciosismo de que é preciso casar [de preferencia um homem e uma mulher] para se ter filhos. ora, se até um bispo (o Lugo) teve filhos, nada pode condicionar o sexo.

    Erradíssimo, por vários motivos:
    a) porque casamento só existe entre homem e mulher. Logo, não é “de preferência”;
    b) casar “para se ter filhos” só pode ser entre homem e mulher (você e o Argo, por exemplo, garanto que nunca conseguirão procriar);
    c) Não é “parte da Igreja” que defende que o casamento é entre homem e mulher. É a Igreja inteira. Se algum suposto “católico” defende o contrário, é herege e não católico;
    d) Para gerar filho não é preciso ser casado, basta uma relação sexual fecunda e sem o uso de métodos anticoncepcionais. Isso está no campo da natureza e não da moral.
    e) Se um bispo qualquer teve filhos, significa apenas que violou os votos de castidade. Isso não prova nada nem a favor nem contra o casamento, muito menos que é certo fazer filho de qualquer jeito, à moda dos bichos;
    f) “nada pode condicionar o sexo”. Heim??? Não entendi nada!!!

    2. “Embora o casamento seja tipicamente entre duas pessoas, muitas sociedades admitem que o mesmo homem (ou, mais raramente, a mesma mulher) esteja casado com várias mulheres (ou homens, respectivamente). Embora muito raros, há algumas situações de sociedades em que mais que duas pessoas se casam umas com as outras num grupo coeso.”

    Sério? Tirando os muçulmanos que aceitam a poligamia, dê exemplos dessas “muitas sociedades” que aceitam, p. ex., o casamento grupal “coeso”. Outra coisa: como é possível que o mesmo fenômeno seja aceito em “muitas sociedades” e, ao mesmo tempo, seja “muito raro”?

    3. “Bem faria o Jorge [acena] se costumasse a ler outras definições que não as que lhe são impostas pela Igreja”

    Bem faria você se parasse de pagar tanto mico.

    Carlos.

  6. Francisco says:

    November 23rd, 2009 at 11:06 am

    O vídeo poderia ser bem melhor deixando claro que a menina foi adotada por um casal homo. Ficaria bem mais forte se ela perguntasse: Então papai qual dos dois eu devo chamar de mãe? Desvinculando o tema para o casamento como instituição enfraqueceu o argumento, pois nem o Estado e outras religiões vêem o casamento como sacramento. O enfoque deveria ser dado de modo a criar uma situação problema dentro da própria defesa da familia gay. E se um deles respondesse assim. Eu sou a mãe. A criança poderia dizer. Mas a Megan disse que as mães são mulheres e voce não é uma mulher. Creio que diante de uma resposta dessa só restaria ao outro operação e parecer externamente uma mulher pra ser chamand de mãe…

  7. Juliana says:

    November 23rd, 2009 at 4:03 pm

    Na minha opiniao é errado a uniao de homossexual.Mas tdos somos filhos de Deus!Ninguem nasce gay e nem lesbica,acho que é uma escolha!A adoção a um casal homo nao pode ser realizada pq toda criança necessita de uma mae que seja mulher.Pq entaum em uniao de dois homens qualquer um deles pode fazer o papel de mae!Mas acho que todos tem a liberdade de escolher a vida que quer levar…se for pra ter um filho em uniao de homo que faça a criança entaum feliz.Pq o que tem de familia fazendo a vida de filhos completamente infelizes por causa de pai e mae inrresponsavel neste mundo tem.
    Que façamos a escolha certa!!!

  8. profeta do profano says:

    November 24th, 2009 at 8:03 am

    tht:
    “Como aquelas impostas por quem não tem qualquer compromisso moral; ou cuja moralidade das ações se fundamenta não na Verdade Absoluta, mas nas convenientes verdades relativas que mudam conforme a moda?”

    que moral, meu caro? a que te é imposta pelos padres que não a seguem? ou os casos de violência física e sexual são meras invenções? que Verdade Absoluta? a da bíblia que se contradiz a si mesma? a moral não foi inventada pelo Cristianismo nem pertence à Igreja o monopólio sobre ela.

    “Bem faria? Que bem? De onde provém o conceito de bem? Criamos um próprio? Aceitamos aquele que nos foi dado?”

    sim, nós mesmos, humanos, construímos a moral e muito antes que essa instituição construida sobre a farsa e a fraude existisse. mas os que estão domnados pela Igreja irão manter o comportamento de rebanho, nunca perceberão que existe um imenso mundo fora de seu cercado.

    “Soberbo homem! Quis tomar todo o arbítrio para si, mas se esqueceu que nem escolhe a própria mãe; ou o dia em que nasceu.”

    e o que isso tem a ver com o argumento/comentário?

  9. profeta do profano says:

    November 24th, 2009 at 8:17 am

    errado, sr carlos. a tua Igreja quer que o casamento seja apenas entre homem e mulher, por uma posição doutrinária, desprovida de razão e argumento.
    um casal homossexual pode ter filhos/as adotando-os. será que nem ler meus argumentos o sr. sabe?
    eu sei que não precisa casar para se ter filhos, mas é exatamente ISSO que o video afirma, para que o sr não se faça de desentendido. se um bispo teve filhos é porque não segue as doutrinas da Igreja, se nem um bispo segue a doutrina da Igreja, seus eguidores estão “autorizados” a fazer o mesmo (o que eu sinceramente espero que aconteça um dia). sim, nada nem ninguem pode condicionar o sexo, especialmente aqueles que se arrogam uma suposta autoridade sacerdotal. basta de rosários interferindo na vida sexual das pessoas. caso o sr não saiba, existem cristão que admitem a poligamia, embora em seu mundo tacanho sejam considerados uma seita/heresia. caso o sr não saiba ler, existem dois parágrafos: um que fala em sociedades onde a poligamia é aceita e o outro (que não está vinculado ao primeiro) que fala de casos raros em que no casamento, dois grupos se tornem um só.
    aprende a ler, que que o sr está pagando gorila.

  10. João de Barros says:

    November 24th, 2009 at 12:47 pm

    Caro Profeta:

    “os bebês vem da relação sexual entre um homem e uma mulher, não do casamento enquanto instituição.”

    Corretíssimo. Logo, ao contrário de sua conclusão, não faz o menor sentido que um casal homossexual possa adotar uma criança. Será sempre uma “família” deficiente.

    É verdade que há várias culturas que toleram o homossexualismo, mas não há, nem jamais houve, em qualquer parte do mundo, um povo que promovesse o casamento entre homossexuais. Isso ocorre pois em todos os povos do mundo a finalidade primordial do casamento é garantir a propagação das famílias. Essa é uma característica cultural universal.

    Se, de acordo com você, dois homossexuais podem se casar, por que um irmão e uma irmã não poderiam? Se os sodomitas têm direito à felicidade, os incestuosos também têm.

    Permitir o casamento entre homossexuais, é tornar o casamento socialmente irrelevante, o que, no fundo, é o que vocês realmente querem.

  11. André Araújo says:

    November 24th, 2009 at 3:16 pm

    Profeta do Profano, …”a tua Igreja quer que o casamento seja apenas entre homem e mulher”…

    Sr profeta do profano, a Igreja Católica Apostólica Romana não é do senhor Carlos, não é minha, mas de Cristo. Se nós, membros fiéis da Igreja zelamos pela ortodoxia o fazemos com um único intuito, ou seja, o nosso compromisso de batizados. Jesus Cristo fundou a Santa Igreja e instituiu o sacramento do Matrimônio. Desde os primórdios a CÉLULA MATER da sociedade é a família. A união natural entre o homem e a mulher é da vontade de Deus. De acordo com o livre arbítrio, cada um faz o que quer, contudo as pessoas comprometidas com o Evangelho de Jesus Cristo & inspiradas pela Sagrada Família tem o dever sub gravi de proclamar a verdade, tão somente a verdade. Biologicamente falando, a união entre o homem e a mulher é a que gera vida. Nunca ouvi dizer que dois homens ou duas mulheres sejam capazes de gerar filhos. É certo que em muitos casos, o pai e mãe são os que não necessariamente geram, todavia criam. Mas, seja como for, quer filhos legítimos, quer filhos adotivos, merecem um lar digno onde tudo seja natural; que haja um pai e uma mãe, porque uma união contra à natureza é condenada pela Bíblia Sacra, pela Palavra de Deus! Exemplo: “Ora, uma criança torna-se alvo de chacota na escola principalmente quando os coleguinhas descobrem que ela não possui pai e mãe e sim “dois pais ou duas mães”. Pode crescer um adulto traumático. Veja, que até as crianças, ainda desprovidas de um completo senso crítico percebem algo estranho, feio quando este tipo de “família” é constituída”. Quem sofre é sempre a criança adotada por gays. E a situação é mais grave que possa parecer porque a criança convivendo neste tipo de “lar” acaba assimilando insensivelmente os trejeitos próprios dos gays e lésbicas. Presenciam seus “pais” gays ou lésbicas beijando-se nos lábios, carícias, frescuras próprias desta gente (*)non sancta.
    Por um milagre, tais crianças, nas garras destes iméritos não assimilarão o homossexualismo e o lesbianismo, frutos da imoralidade e da perversão. É pensando nas crianças, não nestes casais loucos, que voltamos nossa atenção para este magno problema. São os chefes das nações, criando leis insanas sob a influência mefistofélica que propiciam uma empresa falida, um falsear do modelo familiar. Profeta do profano, se se mostra favorável à falibilidade deste falso modelo familiar do qual sugere como algo salutar, e vem aqui escrever tentando perverter almas, é dever de todos nós, defender, a família constituída por Deus e admoestá-lo severamente.
    Não justifica, nem nos intimida quando cita alguma falha, erro ou pecado, ainda que de um menbro do clero, porque Deus (sempre) suscitou e suscitará Homens de Sua dextra santíssima para governar a Igreja com justiça e sabedoria. Quanto aos réprobos, quer leigos quer clérigos, farisaicos ou irresponsáveis farsolas como o senhor, que vem aqui propagar erros ou heresias, não temos outra alternativa senão desmarcarar seus feitos diabólicos e maquinações cuidando para que possam esmordaçar as próprias línguas.

    Familiarum Columen, ora pro nobis.

  12. Michele Madalena Silva de Oliveira says:

    November 24th, 2009 at 3:57 pm

    Eu sei que o profeta do profano se dirigiu a Carlos, mas não posso deixar de comentar essas questões por ele levantadas.
    “se nem um bispo segue a doutrina da Igreja, seus eguidores estão “autorizados” a fazer o mesmo (o que eu sinceramente espero que aconteça um dia).”
    Ora, seguindo por esse raciocínio torto, se um bispo comete assassinato, eu estou autorizada a fazê-lo. Outrossim, isso é conflitante, pois não existe apenas um bispo católico no mundo. Por qual eu devo me pautar? Eu mesma respondo: a quem eu devo me pautar é Nosso Senhor Jesus Cristo, a autoridade máxima da Igreja Católica.

    “existem cristão que admitem a poligamia”
    Sim, e existem “cristãos” que aceitam reencarnação e outras coisas, e eles não são cristãos só porque o afirmam.Parafraseando um documento que eu li certa vez, mesmo que um vizinho que possua uma macieira em seu quintal afirme que é uma figueira, e mesmo que todos os seus vizinhos, por questão de caridade, corroborem com a sua afirmação falsa, chegará a hora em que a “figueira” dará por frutos macieiras, desmascarando o engodo. As coisas são como são, e não como eu quero que elas sejam.

  13. Michele Madalena Silva de Oliveira says:

    November 24th, 2009 at 3:58 pm

    * corrigindo: dará por frutos maçãs.

  14. profeta do profano says:

    November 24th, 2009 at 9:36 pm

    João:
    “Logo, ao contrário de sua conclusão, não faz o menor sentido que um casal homossexual possa adotar uma criança. Será sempre uma “família” deficiente.”

    não é lógico, João. uma familia que é formada por um casal homossexual e uma criança adotada ainda será uma família. deficiente é sua conclusão.

    “Se, de acordo com você, dois homossexuais podem se casar, por que um irmão e uma irmã não poderiam? Se os sodomitas têm direito à felicidade, os incestuosos também têm”.

    sem citar o tabu que é antiquissimo, temos a ciência que demonstra que a união entre um irmão e uma irmã consanguíneos produzem crianças com defeitos genéticos. isso para ficarmos no campo da reprodução, não do casamento, que são assuntos distintos.

    “Permitir o casamento entre homossexuais, é tornar o casamento socialmente irrelevante, o que, no fundo, é o que vocês realmente querem.”

    permitir o casamento homossexual é o ato mais humano que uma sociedade pode ter, exatamente para que o casamento tenha sentido.

    André, eu não reconheça a Igreja Católica como sendo a Igreja de Jesus Cristo. E para ficarmos no campo da reprodução (que não era o assunto, mas sim o casamento) eu lembro ao sr que atualmente existem tecnicas de fertilização que possibilitam à uma mulher que tenha filhos. um lar digno, caro André, não está apenas no lar constutuído por casais heterossexuais nem esta união garante tal dignidade, haja visto que a maioria dos casos de violencia e abuso fisico/sexual contra crianças e adolescentes acontecem em lares formados por casais heterossexuais. a familia, caro andré, tem origem na Roma antiga, Pagã, bem antes da Igreja existir. imoralidade e perversão, André, é ouvir um bispo condenar o aborto mas não o estupro.

  15. profeta do profano says:

    November 24th, 2009 at 9:38 pm

    Michele:
    “Sim, e existem “cristãos” que aceitam reencarnação e outras coisas, e eles não são cristãos só porque o afirmam.”

    e como a sra/srta pode ter certeza de que justo a sra/srta seja cristã?

  16. João de Barros says:

    November 25th, 2009 at 6:50 am

    Caro Profeta do Profano:

    Ao contrário do que você afirma, reprodução e casamento são assuntos intimamente interligados. O casamento só faz sentido se visar à reprodução. É assim em todas as culturas desde que o mundo é mundo.

    A “família” formada por um casal homossexual será sempre deficiente por que ser-lhe-á sempre inerentemente impossível gerar aquilo que se espera que uma família gere: filhos.

    Quanto aos irmãos incestuosos, com as modernas técnicas anticoncepcionais e de fertilização in vitro, os problemas de consanguinidade são facilmente evitados. Além disso, assim como para os homossexuais, existe sempre a possibilidade de adoção.

    Assim, qual é o obstáculo que você vê ao casamento de irmão e irmã? Desde que seja consentido e entre adultos capazes e responsáveis, por que não? Afinal, ninguém deve intrometer-se na felicidade alheia.

    “permitir o casamento homossexual é o ato mais humano que uma sociedade pode ter, exatamente para que o casamento tenha sentido.”

    Fala sério! Nem você acredita nisso! Todos sabemos que o número de casamentos vem caindo assustadoramente e que o “casamento” gay apenas vai aumentar essa tendência. Vai ser a pá-de-cal no casamento civil (Bem feito!).

  17. Sidnei says:

    November 25th, 2009 at 6:53 am

    Se o sr. profeta profano não reconhece a Igreja Católica como igreja de CRISTO, nós também pouco se importamos com suas declarações insignificantes que distorcem a torto e a direito o que é família, casamento, etc. há grandes números de abusos em famílias heterossexuais porque simplesmente as famílias heterossexuais constituem a maioria das famílias existentes, e o que garante se no futuro for liberado que haja famílias homossexuais não existirá também tais abusos nestas famílias?, se pautar em poucos exemplos é fácil, quero ver se um dia tais “famílias” forem tão comuns como as que temos hoje e tiver tais abusos o que este pessoal que defende tais conceitos de “família” iram criar, e se há um grande úmero de famílias desestruturadas é por ser fruto das má influências do mundo, que pretende destruir o que seja uma verdadeira família e substituir por um conceito falso do que é família, que não tem suas origens na Roma pagã, porque conceito de família existia muito antes e existir a cidade de Roma e o império romano, para nós cristãos a família começou a existir desde as origens quando DEUS formou o homem e a mulher e os dois se uniriam e formaram uma só carne, coisa que entre dois homens ou duas mulheres jamais acontecerá, pode o profeta profano chiar pode o mundo querer bater o pé, e aprovar leis que sejam contrárias a estas, porém entre as leis dos homens e a de DEUS, pautaremos sempre pelas leis de DEUS.

  18. Michele Madalena Silva de Oliveira says:

    November 25th, 2009 at 9:10 am

    profeta do profano,

    É cristão quem acredita em Jesus Cristo, em sua doutrina, que Ele é o Caminho, a Verdade e a Vida. Como é que uma pessoa pode ser cristã e não concordar com o que Cristo dizia, como por exemplo acreditar em espiritismo, prática que Nosso Senhor condenava veementemente (sem contar que basta um pouco de raciocínio para ver que são doutrinas excludentes). Só pode ser uma pessoa de cabeça desarrumada. Veja bem, não é nunca errar ou seguir os mandamentos à risca, pois por mais que tentemos, não somos perfeitos, e temos o pecado original.Eu peco várias vezes ao dia, por mais que eu tente, mas não quer dizer que os meus erros sejam certos ou que eu concorde com eles porque os pratiquei.Sei que errei, e quando eu caio, levanto.Ser cristão é uma luta diária e gratificante.

  19. profeta do profano says:

    November 25th, 2009 at 8:24 pm

    Michele:
    “Como é que uma pessoa pode ser cristã e não concordar com o que Cristo dizia, como por exemplo acreditar em espiritismo, prática que Nosso Senhor condenava veementemente”.

    Pode citar em qual evangelho Cristo afirma tal coisa? não vale citar sem contexto ou pinçar trechos.
    Eu quero o versículo e o capítulo em que Cristo condena o Espiritismo.

    João, vc está se repetindo. primeiro prove com argumentos consistentes que o casamento vise a reprodução, uma vez que a reprodução é possível sem casamento e que há casamentos que não ocorrem a reprodução.

    João:
    “A “família” formada por um casal homossexual será sempre deficiente por que ser-lhe-á sempre inerentemente impossível gerar aquilo que se espera que uma família gere: filhos”.

    os filhos adotados ainda são filhos e havendo filhos e a união de duas pessoas, há uma família.

    “Quanto aos irmãos incestuosos, com as modernas técnicas anticoncepcionais e de fertilização in vitro, os problemas de consanguinidade são facilmente evitados”.

    nesse caso não serão filhos destes irmãos, no sentido genético.

    “Além disso, assim como para os homossexuais, existe sempre a possibilidade de adoção”.

    filhos adotados não são frutos da reprodução destes irmãos, então não houve incesto.

    “Assim, qual é o obstáculo que você vê ao casamento de irmão e irmã? Desde que seja consentido e entre adultos capazes e responsáveis, por que não? Afinal, ninguém deve intrometer-se na felicidade alheia”.

    quanto a casamento, nenhum. quanto a reprodução, há as consequências já citadas.

  20. Sidnei says:

    November 26th, 2009 at 7:11 am

    De fato até aonde eu saiba JESUS nunca disse nada contra o espiritismo, diretamente, mas sendo ELE judeu, seguidor da religião judaica, sabia claramente que a evocação de espíritos e qualquer outra via para se obter alguma informação, seja do futuro ou do além, era determinantemente proibida pela lei, prova-se pelo livro de Deuteronômio cap. 18, 10-13: “Não se ache no meio de ti quem faça passar pelo fogo seu filho ou sua filha, nem quem se dê à adivinhação, à astrologia, aos agouros, ao feiticismo, à magia, ao espiritismo, à adivinhação ou â invocação dos mortos, porque o Senhor, teu Deus, abomina aqueles que se dão a essas práticas, e é por causa dessas abominações que o Senhor, teu Deus, expulsa diante de ti essas nações. Serás inteiramente do Senhor, teu Deus.” Como JESUS não veio abolir a lei mas levá-la a perfeição, ou seja, remover tudo que era transitório na lei ou dar um sentido totalmente novo para ela, porém, certos seguimentos da lei ainda foram deixados intactos, e entre estes seguimentos está a de não seguir qualquer prática espírita, e não me venham dizer que a prática de recorrer a intercessão dos santos é uma prática espírita porque não é, se recorre a intercessão dos santos pois cremos na comunhão dos santos, os quais os santos no céu, unidos a JESUS CRISTO, podem ouvir nossas preces aqui na terra e levá-las até DEUS em nome de JESUS, enquanto a prática espírita de evocar os espírito dos mortos é chamar até a presença de quem evoca tais espíritos para deles obter algum favor ou informação, são duas visões doutrinais totalmente diferente, pois um gira em torno de CRISTO e outra da pretensa soberba do ser humano em de querer manipular os espíritos, ou seja, em de querer ser deus, e depois a crença entre os espiritismo e o cristianismo são antagônicas pois o espiritismo crêem que a pessoa se salva por sucessivas reencarnações já o cristianismo crêem que a salvação só se alcança na fé em CRISTO e na realização do que ele ensinou e mandou que praticássemos, portanto não se pode ser espírita e cristão ao mesmo tempo, ou se escolhe seguir o espiritismo ou a JESUS CRISTO.

  21. João de Barros says:

    November 26th, 2009 at 7:40 am

    Caro Profeta:

    É um fato sociológico que em todas as culturas humanas, de todas as épocas, mesmo naquelas que aprovavam o homossexualismo, como os gregos antigos, o casamento era sempre entre um homem e uma mulher.

    Ao longo da História, há inúmeros casos de casamentos que foram desfeitos ao se constatar a impossibilidade reprodutiva de um dos cônjugues.

    Como você mesmo notou, há uma rejeição universal ao casamento incestuoso. Por que? Justamente pelos motivos reprodutivos.

    Veja ainda que a palavra “acasalamento” tem óbvia conotação reprodutiva.

  22. João de Barros says:

    November 26th, 2009 at 7:53 am

    Caro Profeta:

    Para have incesto, não é necessário haver reprodução. Basta haver o ato sexual.

    Pelo que deduzo de sua mensagem, você não só é a favor do “casamento” homossexual como também não se opõe ao “casamento” incestuoso.

    (dois irmãos gays “casando-se” de papel passado, já pensaram?)

    Diante de tal aberração, é claro e evidente que o resultado final só poderá ser a total irrelevância do casamento, tornado então um ato ridículo e sem maiores consequências.

    No fundo, é esse o seu objetivo.

  23. João de Barros says:

    November 26th, 2009 at 8:34 am

    Caro Profeta:

    Para haver uma família é necessário que haja laços de *parentesco* entre todos os seus membros. Amor, afeto, amizade são importantes, mas não são essenciais ao conceito de família.

    A adoção cria um parentesco pois, numa adoção, alguém torna-se filho e outro alguém torna-se pai. No casamento, há também parentesco, pois duas pessoas de famílias diferentes tornam-se então marido e mulher um do outro.

    Contudo, um “casal” homossexual não constituirá jamais uma família pois não há laço de parentesco possível entre dois homossexuais. Pode eventualmente haver amizade, companheirismo, afeto etc. Mas não haverá parentesco.

    Numa família, todas as relações são sempre relativas à alguém. Só é possível ser pai, se houver um filho. Só é possível ser irmão, se houver um outro irmão ou irmã. Só é possível ser marido se houver uma mulher.

    Um “casal” gay que adote uma criança necessariamente sofrerá uma deficiência. Um dos parceiros até poderá ser o pai, mas e o outro parceiro? Será uma mãe barbada? Um outro pai? Mas ninguém tem dois pais. Não é questão de preconceito. É uma impossibilidade real.

    É uma simples questão de biologia e bom-senso.

  24. Michele Madalena Silva de Oliveira says:

    November 26th, 2009 at 10:02 am

    Profeta do profano,

    Sidnei já citou um trecho da Bíblia que fala sobre a condenação da prática espírita. Ora, não é necessário haver expressamente o nome “espiritismo” para saber que ele é condenável.
    Como você próprio afirma nesse post aqui no Deus Lo Vult: http://www.deuslovult.org/2009/05/17/combate-a-homofobia/
    Você nesse post afirma que Jorge disse que o Pt era socialista, embora não o tenha feito expressamente, “com todas as letras”. Usando suas próprias palavras, isso se chama “lógica simples”. É o mesmo princípio aplicado por mim.
    E basta um pouco de “lógica simples” para ver que a doutrina espírita e a cristã são incompatíveis.
    Se , como afirma a doutrina espírita, precisamos reencarnar para pagar nossos pecados, porque Deus precisaria fazer isso por nós?O sacrifício de Cristo não teria o menor sentido, já que nós mesmos é quem purgaríamos continuamente os nossos pecados em nossas reencarnações contínuas.

  25. profeta do profano says:

    November 26th, 2009 at 10:17 pm

    peguei o Sidney:
    “…mas sendo ELE judeu, seguidor da religião judaica…”

    ora, porque então não te tornas Judeu?

    João, grato por admitir que a homossexualidade era permitida. ou seja, haviam relações que envolviam pessoas do mesmo gênero, havia alguma forma de convívio, até mesmo união, inclusive estas relações eram mantidas mesmo após o casamento com uma pessoa de gênero distinto. o nome dessa relação, no conceito do dicionário (como citado) é similar ao casamento, então porque não oficializar aquilo que já existe?

    João, o tabu ao incesto era antes uma razão religiosa do que científica. no caso que o sr citou, (dois irmãos gays) seria necessário ver o grau de parentesco para que se configurasse o incesto.

    João, em sua origem {Roma Antiga] a família nem sempre era constituída por pessoas com laços de parentesco. E no caso de adoção, no sentido estrito de “parentesco” como se é usado atualmente, o filho adotado é legalmente inserido na família, mas em termos de laços consanguíneos/genético ela não tem parentesco com esta família.
    João, como o sr pode afirmar que um casal homossexual não pode haver amor, afeto, amizade? como não pode haver parentesco, se este pode ser firmado legalmente à criança adotada, da mesma forma que o é à criança adotada por casais heterosexuais?
    João e quanto às mães solteiras? Ou pais solteiros? Estas famílias são menos famílias?
    Seus exemplos apenas reiteram o modelo imposto pela Igreja. O nucleo familiar pode ser constituido de dois homens/duas mulheres.
    João, eu pedi uma coisa simples: um trecho onde Cristo CONDENA o Espiritismo. Eu conheço os trechos que são usados, tanto para refutar o Espiritismo quanto para embasá-lo, a questão é que NÃO HÁ (Sidney o admite) uma condenação explícita ao Espiritismo por parte de Cristo.
    mas antes que o Jorge [acena] me processe, vamos deixar por isso mesmo.

  26. João de Barros says:

    November 27th, 2009 at 10:22 am

    Caro Profeta:

    Resposta 1.

    Não, não era similar ao casamento.

    Embora o homossexualismo fosse tolerado e incentivado em algumas sociedades antigas – e em algumas modernas também – nunca houve a equiparação entre uma união homossexual e um casamento. Nunca houve, por exemplo, nem mesmo na Roma e Grécia antigas, cerimônias que celebrassem um “casamento” homossexual.

    Mesmo numa sociedade tolerante como a Grécia antiga, os direitos de herança, as obrigações familiares, as alianças entre famílias e entre estados eram sempre baseados no casamento heterossexual e não numa união homossexual que o marido gay por acaso tivesse.

    Resposta 2.

    O “tabu” ao incesto tem uma clara razão científica e biológica. Por motivos análogos, um “casamento” gay jamais poderá ser um casamento de verdade. Em ambos os casos, a razão primordial para um casamento (reprodução) é gravemente afetada.

    O grau de parentesco de dois irmãos é esse mesmo: irmãos de sangue, com pai e mãe comuns. Se você é a favor do “casamento” gay, você será logicamente também a favor do “casamento” entre irmãos. Os argumentos pró e contra são exatamente os mesmos.

    Resposta 3.

    O significa original da palavra “família” é irrelevante. O fato inescapável é que a palavra família, em português de hoje, denota claramente uma relação de parentesco, quer seja genético ou adotivo. Adotados ou não, há um parentesco entre pais e filhos e entre marido e mulher.

    Que parentesco há entre dois gays? Nenhum. Assim como não há parentesco entre dois grandes amigos ou entre um homem casado e sua amante, por maior que sejam os laços afetivos que os unam.

    Resposta 4.

    Nunca disse que não pode haver amor entre dois gays. Mas esse eventual “amor”, não constituirá jamais base para um parentesco pois desse tipo de amor jamais poderá brotar uma família.

    A família é formada por laços de sangue. Não por laços de amor.

    E a adoção? A adoção é claramente uma exceção e será sempre um mal, ainda que um mal menor do que deixar a criança sem pais. É fácil ver que seria uma tragédia para a sociedade se a maioria das crianças fosse criadas por famílias de adoção e não por famílias de sangue.

    Além disso, a adoção em nada altera o fato de que um “casal” gay é biologicamente estéril em essência, ao contrário de um casal normal, que pode ser estéril por acidente.

    Resposta 5.

    Famílias formadas por pais ou mães solteiros são obviamente deficientes. Há inúmeras pesquisas científicas mostrando que essa deficiência manifesta-se em baixos índices escolares, maior violência, uso de drogas, criminalidade etc.

    Resposta 6.

    Isso não tem nada a ver com a Igreja.

    TODAS as culturas humanas são assim. Mostre-me um povo, de qualquer religião, de qualquer época, que tenha permitido um “casamento” homossexual.

    Mesmo entre os pederastras gregos e romanos, o casamento era sempre entre um homem e uma mulher. Dos Anglos aos Zapotecas, dos tempos da pré-história aos tempos atuais, o casamento sempre foi heterossexual.

    Resposta 7.

    Eu nada disse sobre o espiritismo.

    Mas já que você perguntou. Cristo, obviamente, não fala diretamente contra o espiritismo. Afinal, Cristo viveu dois mil anos antes de Kardec. No entanto, cristianismo e espiritismo são claramente incompatíveis.

  27. Sidnei says:

    November 27th, 2009 at 11:45 am

    Quintas, não pegasse nada, JESUS quanto judeu era seguidor da religião judaica para cumprir toda lei e os profetas, porém se tivesse pegado algum coisa, que parece que sua pouca inteligência não permite, eu disse que JESUS venho aperfeiçoar a lei, ou seja, ele venho retirar o que era transitório na lei e levar a perfeição aquilo que era eterno e perene como a proibição de seguir o espiritismo, portanto não posso ser judeu, pois os judeus não aceitam JESUS CRISTO, e é este que eu sigo e não a lei judaica a moda antiga, ainda imperfeita e incompleta, somente JESUS nos dá o verdadeiro sentido da lei, perfeita e completa, pois tudo se resume no mandamento maior que “amar uns aos outros como ELE nos amou”, e como ELE nos amou, dando a vida para nós salvar, assim também eu devo dar minha vida não só a física mas também a espiritual, renunciando ao pecado e entregando a DEUS por meio de JESUS CRISTO.

  28. André Araújo says:

    November 27th, 2009 at 10:19 pm

    Como diz o Hino Tantum Ergo Sacramentum:

    Et antiquum documentum novo cedat ritui.

    O antigo Testamento deu ao novo seu lugar.

  29. André Araújo says:

    November 27th, 2009 at 10:48 pm

    O termo (família) muitas vezes é utilizado para designar também um grupo de pessoas ou “irmãos” que vivem sob o mesmo teto ou em várias casas dum mesmo grupo: Família Franciscana, Beneditina, etc. Claro, que família pressupoe laços de sangue, DNA – reconhecimento, contudo, uma família verdadeira brota do amor, da fidelidade, da sinceridade e da caridade. Uma família, embora legítima, pode ser bastante desestruturada, dilacerada por vários fatores. Família é aquela que sabe amar, onde a convivência é sobretudo harmoniosa, salutar. Existem homossexuais que vivem harmonicamente e são fiéis um ao outro, mas, mesmo assim é inviável entregar crianças para adoção a estas pessoas. Não são o molde familiar cristão.

    Mas, vejam bem, se existe erros e problemas graves ocorrentes em maior escala nos lares de relação heterossexual como uma ilustre pessoa cá citou, é fato que não assusta, haja vista estas são formas naturais e tradicionais de relações humanas, contudo incentivar que surjam “pais ou mães” adotivos gays, por tais motivos, é inconcebível.

  30. Homossexualidade Avança nos Quadrinhos « Adventismo em Foco says:

    November 29th, 2009 at 6:52 pm

    [...] Clique aqui para ver um video que defende o casamento que foi instituído por Deus apenas entre homens e mulheres. [...]

  31. João de Barros says:

    November 30th, 2009 at 8:03 am

    Caro André:

    Quando se diz que uma ordem religiosa (ou uma empresa ou uma universidade etc.) é uma “família”, fala-se obviamente por metáfora.

    “uma família verdadeira brota do amor, da fidelidade, da sinceridade e da caridade.”

    A frase acima só tem valor retórico. Do ponto de vista antropológico, filosófico e teológico, ela está totalmente equivocada.

    Ao desvincular o conceito de família da reprodução, abrem-se a porta para “famílias” alternativas, onde o amor, a fidelidade, a sinceridade e a caridade, e não os filhos, tomam o primeiro lugar.

    Um pai continua pai de seus filhos mesmo que não os ame, mesmo que não seja fiel à mãe deles, mesmo que seja insincero e pouco caridoso. As leis, por exemplo, corretamente determinam que todos os filhos tenham direito à herança e não apenas aqueles filhos mais amados pelo pai.

    Por mais importante que o amor, a fidelidade, a sinceridade e a caridade sejam, querer basear neles o conceito de família é anti-natural e anti-católico.

  32. André Araújo says:

    November 30th, 2009 at 9:24 pm

    Eu sei, caro João de Barros o que significa metáfora, e no curso de Biologia também há a disciplina “Estudos Sócio-antropológicos”

    A frase que eu supracitei de fato, só possui valor retórico, contudo não quero desvincular o conceito de família da reprodução.

    Meu caro, só citei que há por aí famílias desestruturadas, e quando falo em adoção, “etiam”, sou a favor que somente casais heterossexuais impossibilitados de terem filhos por razões orgãnicas tenham acesso a este mister, ou seja, possibilidade para adotar uma criancinha.

    Por favor, releia meu texto e perceba que eu digo claramente que casais homossexuais não são aptos para adotar uma criança , pois, não seria o modelo familiar cristão.

    Eu não baseei amor, fidelidade, caridade e o que seja como conceito de família; pretendo ilustrar tão somente que num lar é importante que estes valores devem ser patentes.

    De fato, tens razão, mesmo onde falta a caridade, a família continua existindo embora desestruturada, todavia, somente onde o amor e caridade Deus ái está como diz claramente a antífona mais importante da cerimônia do Lava-pés e que não pode ser omitida segundo as rubricas:

    Ubi Caritas et Amor Deus ibi est.

    Famílias alternativas?

    Anatematizo um ideal familiar “gay”, mas não há problema algum denominar família um lar cujos filhos sejam adotivos.

    Não fui anti-católico, mas, de qualquer forma não estou magoado com o senhor, tampouco sou daqueles que respondem rispidamente, não que tenha sido ríspido comigo. Agradeço de coração suas palavras e que São José, Familiarum columen, abençoe sua família.

  33. André Araújo says:

    December 1st, 2009 at 10:17 am

    Caro e ilustre Sr.João, naturalmente sabemos o que significa metáfora. Estudo Sócio-antropológico é uma das matérias em meu curso universitário, apesar de ser da área científica.

    “Uma família verdadeira brota do amor, da fidelidade, da sinceridade e da caridade”.

    Quero dizer o seguinte: Todos sabemos que uma família [legítima], ainda que desestruturada e repleta de peitas continua sendo uma família [legítima]. O lar, neste caso é que deixa de ser lar tornando-se um pandemônio.

    Vem me falar em Filosofia e Teologia. Devo dizer-te que fui seminarista num célebre seminário durante 5 anos.

    Eu não desvinculei o conceito de família da reprodução, até porque a única forma para uma construção familiar real é esta, biblicamente falando por excelência.

    Até uma criança sabe que seu pai não o deixa de ser ainda que o maltrate ou o abandone, por exemplo.

    Não quero basear o conceito de família nestas qualidades. Quero sim dizer que um lar onde há a Caridade aí sim Deus habita.

    A única antífona de “Lava-pés” que segundo as rubricas não pode ser omitida é a seguinte:

    “Ubi Caritas et Amor(EST VERA), Deus ibi est!”

    Onde o amor e a Caridade Deus aí está.

    Inclusive, deixei bem claro em meu “comment”, em relação às adoções; torna-se algo totalmente inviável permitir que “casais” homossexuais possam adotar infantes, a este mister, haja vista que ísto não seria o molde familiar cristão. Em outras palavras, seria tudo, menos família legítima, no sentido pleno da palavra.

    Deus não habitaria esta casa, ainda que vivessem de “certa forma” harmonicamente. Não acrescento como possibilidade de uma presença real “nesta empresa” das qualidades e virtudes supracitadas, ou da prefulgência delas num ambiente assim tão acometido, “etiam”, não estou a laurear moldes familiares alternativos.

    Minha consciência está em paz, não postei nada anti-natural ou anti-católico, ocorre que mudastes drasticamente o sentido das minhas palavras, ainda que sem malícia, obviamente.

    Que São José, Familiarum columen, abençoe copiosamente o senhor e sua família.

  34. André Araújo says:

    December 1st, 2009 at 10:46 am

    Aqui há uma mescla de tudo: Proteção ao Matrimônio, o caso das adoções concedidas aos homossexuais e o conceito de Família.

    Proteção ao Matrimõnio: Este foi instituído por Nosso Senhor.

    Adoções: Aos casais heterossexuais, que por motivos de força maior, ou seja, por razões orgânicas, não me refiro aqui às disfunções que prejudiquem a intimidade de um casal [verdadeiro], mas outros fatores orgânicos que impossibilitem a gravidez; que bem fará este casal adotando um infante que necessita dum lar! Não seria esta uma família?

    Nem preciso dizer que é absurdo homossexuais possuírem o mister de adotar infantes, ainda que possuam excelente situação finaceira. É muito comum este tipo de empresa sobretudo nos meios artísticos. Empresa falida.

  35. João de Barros says:

    December 1st, 2009 at 4:10 pm

    Caro André:

    Apreciei seus esclarecimentos. Fico feliz por saber que estamos de acordo. Não se assuste, nem se ofenda, com minha rispidez. É só aparente. E nunca é pessoal.

  36. André Araújo says:

    December 1st, 2009 at 4:10 pm

    Há um “comment” meu com aparência de duplicado; isto, porque ultimamente, quando clico em “submit” nada ocorre. Antes, apesar de aguardar moderação, já aparecia no Deus lo vult o texto. Não sei se houve algum tipo de modificação, mas de qualquer forma deixo aqui meu registro e meu agradecimento. Pax.

  37. profeta do profano says:

    December 8th, 2009 at 9:11 pm

    de todos, o João foi o melhor. um texto bem extenso.
    João, não se amofine se eu me repetir: tu mesmo o disse que haviam relações entre pessoas do mesmo sexo, mesmo depois do casamento heterossexual. pouco importa o nome ou a condição social dessa união entre pessoas do mesmo sexo, a união existia. o que se pede é exatamente que a sociedade contemporânea reconheça e dê direitos a esta união.
    o tabu ao incesto foi primeiro de razão religiosa para depois o ser por razões científicas.
    no caso de serem dois irmãos de sangue, em termos legais haveria incesto, mas uma vez que não há reprodução, não há incesto.
    o parentesco entre dois homossexuais seria o mesmo que há entre dois heterossexuais na união, no casamento. ao se contrair a união, o casamento, inaugura-se uma família, comm filhos adotados que, segundo o sr mesmo, haverá uma relação de parentesco.
    o que a Igreja quer fazer com essa gritaria é continuar a gerenciar a vida sexual das pessoas.
    imagine a mesma cena, mas tendo dois padres no lugar dos gays e uma menina pergunta de onde vêm os bebês.

  38. João de Barros says:

    December 9th, 2009 at 9:49 am

    Caro Profeta:

    Veja bem. Uma coisa é o casamento (i). Outra coisa é o reconhecimento civil de um contrato de afetividade entre dois particulares (ii). Nós discutíamos o primeiro caso, que é radicalmente diferente do segundo.

    (i) O casamento, em todas as culturas humanas, em todas as épocas históricas, tem como finalidade a formação de uma família unida por laços de sangue. A adoção sempre foi e sempre será uma anomalia, ainda que benigna e necessária. Portanto, é óbvio e evidente que jamais poderá haver casamento verdadeiro entre dois indivíduos do mesmo sexo.

    (ii) Os Estados ocidentais tornaram-se, ao longo do século XIX, laicizados e procuraram de todas as maneiras renegar a religião de seus cidadãos, abandonando a Lei Natural como base legal.

    Assim, foi inventada a aberração do “casamento” civil (entre aspas pois na verdade é um simples contrato notarial e não um casamento propriamente dito). No “casamento” civil, a função procriadora do casamento é ignorada e apenas o lado afetivo é considerado, o que gera toda a sorte de abusos como o casamento entre idosos ou entre jovens decididos a não ter filhos.

    Como desgraça atrai desgraça, após o “casamento” civil, veio a aberração do divórcio, depois a união estável entre amázios e agora o “casamento” gay. Num futuro não muito distante, como consequência lógica do “casamento” civil, teremos o “casamento” entre irmãos, entre grupos de pessoas, entre pais e filhos etc. etc.

    Assim, o efeito prático do reconhecimento oficial da união de pessoas de mesmo sexo será reduzir o “casamento” civil à sua merecida insignificância.

    A única maneira do casamento civil manter um pouco da sua dignidade será reservar o rótulo de “casamento” à união heterossexual e arranjar um outro nome qualquer para a união entre gays.

    “imagine a mesma cena, mas tendo dois padres no lugar dos gays e uma menina pergunta de onde vêm os bebês.”

    Mesmo que dois padres resolvam criar uma criança orfã, eles jamais tentarão passar esse arranjo como se fosse uma família normal.

    Você baseia todo o seu raciocínio na possibilidade de adoção de crianças por gays. Ora, a adoção é claramente uma exceção e não é a base fundadora do conceito de família. Imagine uma sociedade em que, por um motivo qualquer, não há orfãos (que, aliás, seria o desejável). Nessa hipótese, como ficam as suas “famílias” gays? Simples: Não ficam.

  39. Rodrigo says:

    December 9th, 2009 at 10:05 am

    Caro João de Barros,

    Concordo com quase tudo, só não entendi porque o casamento entre idosos é um abuso.

  40. João de Barros says:

    December 9th, 2009 at 12:39 pm

    Caro Rodrigo:

    A função principal do casamento é ter filhos. Se os filhos vão vir ou não, é outra questão. Mas é essencial num casamento o desejo de, pelo menos, tentar ter filhos. Logo, pessoas, de qualquer idade, que absolutamente não desejem ter filhos não se deveriam casar.

    Se dois idosos estiverem dispostos a ter filhos – o que é altamente desaconselhável por vários motivos – eles podem casar-se. Caso contrário, o melhor é que permaneçam celibatários. Casar para fazer companhia um ao outro, embora humanamente compreensível, é contrário à natureza do casamento.

    Um casamento só é considerado completo e em efeito depois do ato conjugal propriamente dito. Antigamente, a incapacidade de um dos cônjugues em completar o ato era considerada motivo legal para anulação do casamento.

    Essa é a doutrina da Igreja sobre o assunto. É coerente com a Lei Natural e com o costume tradicional dos povos.

  41. João de Barros says:

    December 9th, 2009 at 3:08 pm

    Caro Rodrigo:

    Um casamento é “ratificado” em uma cerimônia pública, com testemunhas, numa igreja, com padre, etc. No entanto, ele só é consumado após o ato conjugal. Um casamento ratificado, mas não consumado, é considerado nulo e os indivíduos são livres para casar-se com terceiros, se quiserem.

  42. Jorge Ferraz says:

    December 9th, 2009 at 3:27 pm

    JB,

    Um casamento ratificado, mas não consumado, é considerado nulo e os indivíduos são livres para casar-se com terceiros, se quiserem.

    Na Igreja, isso chama-se privilégio petrino: o Papa tem autoridade para anular um Matrimônio ratificado e não-consumado.

    Onde mais tal casamento “é considerado nulo”?

    Abraços,
    Jorge

  43. André Araújo says:

    December 9th, 2009 at 3:42 pm

    Alguns idosos, casam-se para ter companhia. Presenciei um caso clássico:

    Um determinado senhor de OITENTA ANOS “X”, casou-se com uma senhora “y” de sessenta e cinco anos com o intuito de ter uma companheira. Após o casamento, ele até tentou num determinado momento tornar-se mais íntimo à ela, porém, a senhora “y” não permitiu, contornou a situação de modo sagaz. Ele, porém, adoeceu gravemente e ficou sob os auspícios dela. A esposa cuidou bem do idoso, até o falecimento do ancião. Ouvindo tal assunto, não parece haver “abuso” nisto.

    Só que a dita senhora “Y” por diversas vezes comentou que estava cansada da escolha feita, contudo levaria até o fim, porque herdaria a pensão. Vejam que pensamento…

    Foi uma união por interesses, tanto da parte dele como da parte da senhora. Precisamos estabelecer que ela, apesar de fazer parte da terceira idade, é muito mais nova e vigorosa que o ancião.

    Relações entre idosos, ou de casais que provavelmente não poderão ter filhos deve ser evitada o quanto possível.

    Mas, é importante ressaltar que o ancião em questão tinha medo de ficar sob os cuidados de alguém muito estranho a ele. Em sua mente, ela era um oásis.

    Ela nunca maltratou o velhinho, mas, por vezes, se questionava e pensava na recompensadora pensão no “post mortem” do ancião. Certamente, para ela, um ano foi um magno sacrifício. Ele viveu apenas um ano com ela. Seis meses bem, quatro meses acamado e em cadeira de rodas.

    Um casamento como este, ainda que civil, vale a pena?

    Precisamos compreender que o Matrimônio é um sacramento instituído por Nosso Senhor, não um mero contrato, como ocorre mundo afora.

  44. João de Barros says:

    December 10th, 2009 at 7:41 am

    Caro Jorge:

    Em todas, ou quase todas, as culturas do mundo, a virgindidade feminina era valorizada, entre outros motivos, por indicar que a moça não havia ainda sido casada. Um noivo que, na noite de núpcias, descobria que sua noiva já havia sido “consumada” podia perfeitamente renegar o casamento. E quando uma moça “consumava” o casamento antes da sua ratificação, havia a obrigação moral de casar-se com o rapaz “consumador” assim que possível.

    Isso mostra que o ser humano, desde tempos imemoriais, corretamente associa o casamento não apenas à cerimônia religiosa mas também à sua consumação.

    O Privilégio Petrino é referente ao casamento entre um católico e um não-católico. É muito diferente do que estamos discutindo.

    Se um casamento é nulo o Papa apenas homologa uma situação já existente de fato. Assim, imagine-se uma pessoa cujo casamento não foi consumado. Quer se dê ao trabalho de pedir o anulamento ou não, ela não está casada e ponto final. Se ela casar-se novamente, sem ter seu primeiro casamento oficialmente anulado pelo Papa, ela talvez pecará por desobediência, escândalo etc., mas não por bigamia nem por adultério.

    Alguns teólogos católicos incluem na consumação do casamento o desejo de ter filhos. Assim, casais católicos, sexualmente ativos mas que deliberadamente impedem a vinda de filhos, talvez não estejam realmente casados e pecam por fornicação.

  45. Jorge Ferraz says:

    December 10th, 2009 at 10:37 am

    JB,

    Referes-te, então, às culturas de um modo geral. Obrigado; fiquei confuso porque tenho a forte impressão de que não existe, no ordenamento jurídico brasileiro, esta figura da anulação “latae sententiae” do casamento devido à sua não-consumação.

    O que é referente ao casamento entre um católico e um não-católico, desfazendo-se o contrato natural em favor da parte crente, é o privilégio paulino. Estou falando do privilégio petrino, que é o de dissolver um Matrimônio ratificado mas não-consumado:

    El matrimonio no consumado entre bautizados, o entre parte bautizada y parte no bautizada, puede ser disuelto con causa justa por el Romano Pontífice, a petición de ambas partes o de una de ellas, aunque la otra se oponga. [CIC 1142]

    Isto é diferente de um casamento “nulo”, julgado por um Tribunal Eclesiástico. Nos casos de nulidade, sim, a autoridade apenas reconhece a existência de uma situação de fato; neste caso, é uma anulação propriamente. Os dois estão casados até que o Papa desfaça o vínculo.

    Não faço idéia de quando foi a última vez que isto foi utilizado.

    Abraços,
    Jorge

  46. João de Barros says:

    December 10th, 2009 at 12:51 pm

    Caro Jorge:

    Acho que você está correto quanto ao privilégio Petrino e quanto à anulação.

    Sim, eu falava sobre as culturas em geral.

    Apesar do mundo andar de cabeça para baixo, ainda há um mínimo de bom-senso em alguns lugares. Aparentemente, até hoje o código civil brasileiro ainda considera, pelo menos em certas ocasiões, o débito conjugal necessário para a consumação do casamento.

    http://www.tex.pro.br/wwwroot/05de2003/acaodeanulacaodecasamento.htm

    (procure por “recusa da esposa”)

    Veja também a notícia abaixo.

    http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u119807.shtml

  47. João de Barros says:

    December 10th, 2009 at 1:14 pm

    Caro Jorge:

    Acho que a incapacidade para consumar o casamento é causa de anulamento.

    “8. A impotência (ou incapacidade de praticar a cópula conjugal) anterior ao casamento e perpétua, absoluta ou relativa, é impedimento dirimente [ao casamento]. Cf. cânon 1084.”

    Já o cânon 1142 diz:

    “O matrimônio não consumado entre batizados, ou entre parte batizada e parte não batizada, pode ser dissolvido pelo Romano Pontífice, a pedido de ambas as partes ou de uma delas, ainda que a outra se oponha.”

    Se isso é equivalente à anulamento, eu realmente não sei dizer.

    Seja como for, o importante é que o casamento (civil e/ou religioso) esteja também vinculado ao ato conjugal e não apenas à cerimônia de ratificação.

  48. Jorge Ferraz says:

    December 10th, 2009 at 1:33 pm

    JB,

    Obrigado pelas notícias; interessante. Não as conhecia. É bom, sim, sem dúvidas, ver que ainda resta um pouco de bom senso no mundo.

    Quanto à incapacidade para consumar o casamento (a impotência), ela é causa de nulidade, i.e., um homem impotente não contrai Matrimônio validamente. Neste caso, não é necessário o Papa desfazer, bastando a constatação do impedimento dirimente por um tribunal de nulidade.

    Um caso para anulação de Matrimônio pelo Romano Pontífice por não-consumação do mesmo seria o da notícia da Folha que tu citaste (isso se não houver algum vício que já o tornasse nulo, o que, dadas as circunstâncias, é provável).

    Abraços,
    Jorge

Leave a comment

Você pode usar as seguintes tags HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>




Anúncios de responsabilidade do Google BlogBlogs.Com.Br