Curtas, no Brasil e no mundo

closeAtenção, este artigo foi publicado 7 anos 7 meses 30 dias atrás.

– Nos Estados Unidos, tentam “descristianizar” o Natal. O Wagner Moura comenta, baseado no boletim emitido pela Catholic League. Acho que já comentei aqui como era o Natal Nazista, quando tentaram a exata mesma coisa. Os ateus modernos e os nazistas da Segunda Guerra escolheram até o mesmo Solstício de inverno para colocar no lugar da natividade de Nosso Senhor. Será mera coincidência?

– Na Espanha, foi aprovada a pior lei possível do aborto. A Universidade de Navarra já está em desobediência civil, por ter dito claramente que não iria ensinar procedimentos abortivos em seus cursos de saúde. Há, na internet, uma carta enviada ao Rei da Espanha pedindo para que ele não sancione esta lei – assinem. Não sei quais os efeitos políticos práticos disso, mas importa ao menos fazer saber que somos contra este novo holocausto. Que São Tiago interceda pela sua Espanha.

– Na Itália, enfim, uma boa notícia: a lei do Tribunal Europeu de Direitos Humanos sobre os crucifixos não será reconhecida. O Tribunal Constitucional decidiu que os crucifixos não serão retirados dos prédios públicos. “En su sentenza número 311, el Tribunal Constitucional italiano dispuso que cuando las resoluciones del Tribunal Europeo de Derechos Humanos entran en conflicto con las disposiciones de la Constitución italiana, dichas resoluciones ‘son ilegítimas'”. Cristo venceu. Deo Gratias.

– No Brasil, o desgoverno petista dá mais desgosto: Governo defende liberar aborto. O 3º Programa Nacional de Direitos Humanos pede claramente que seja modificado o Código Penal para garantir a “descriminalização do aborto”. Como se não fosse o bastante, haverá também uma proposta para o “reconhecimento da união civil de pessoas do mesmo sexo”. O Brasil caminha cada vez mais para o fundo do poço. Que a Virgem Aparecida Se compadeça de nós.

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4 thoughts on “Curtas, no Brasil e no mundo

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  2. karina

    ” ‘Meramente por um motivo religioso, o que se constitui um absurdo, uma vez que vivemos em um Estado laico”, lamenta Rúbia.’ ”
    ” Com isso, coloca bem claro o quanto as mulheres têm sido violentadas no seu direito, tirando o tema da área religiosa e encarando-o como questão de saúde”, destaca.”

    Tem misericórdia, Senhor! Eles não sabem o que dizem.

    Lula, lá, apaga uma estrela, Dilma lá, morre uma criança …

  3. Pedro M

    Essa de dizer que o debate é religioso e as “sensatas” feministas o colocam de volta aos trilhos da razão é o espantalho mais fabuloso que existe. Vende que nem pão quente de manhã. Todo mundo cai nessa.

    O espantalho está tão enraizado no debate que os pró-aborto fazem acreditar que pró-vida arreligioso não existe. E tornam-se completamente surdos aos argumentos pró-vida não-religiosos, como se fossem mentira, irrelavantes ou mesmo não existissem.

    Nunca vi uma jogada de marketing dar tão certo.