Dom Fernando acolhe e apóia católicos que assistem à Missa Tridentina

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Jorge Ferraz, Claudemir Júnior, Emílio Filho, Hugo Siqueira, Simone Montfort, Dom Fernando Saburido, Gustavo Souza, Família Gonçalves (Glauco, Daniele e João Lucas ao colo), Coronel Heráclito

 

Profundamente abalados com o fim da celebração da Missa Tridentina em Recife, alguns católicos – uma comissão representativa dos fiéis que há anos assistem esta missa – tiveram uma audiência esta manhã, perto das dez horas, com Sua Excelência Reverendíssima Dom Fernando Saburido, na Cúria Metropolitana. Enquanto alguns entraram para a audiência episcopal, outros ficaram do lado de fora aguardando o seu desfecho.

 

Das mais diversas faixas etárias (de crianças de colo a senhores de mais de cinqüenta anos), de diversas paróquias da Arquidiocese, estes fiéis foram respeitosamente apresentar a Sua Excelência a sua perplexidade com o fim da celebração da Santa Missa na Forma Extraordinária do Rito Romano.

 

Levamos testemunhos dos frutos que têm sido alcançados por meio desta Missa. Famílias foram formadas em torno a ela; crianças, neste rito, foram batizadas. Pessoas afastadas da Igreja há décadas encontraram-se, finalmente, na celebração do Santo Sacrifício do Altar segundo as rubricas antigas, e voltaram à prática da Religião Verdadeira ao verem a piedade deste rito e ao serem nutridas pelas homilias do reverendíssimo padre que a celebrava.

 

Manifestamos todo o nosso amor e a nossa solidariedade para com o sacerdote, pe. Nildo, “diretor espiritual de alguns, confessor permanente de muitos e pai espiritual de todos”. Testemunhamos a sua fidelidade ao sacerdócio, o seu amor à Igreja, a sua dedicação àqueles que a Divina Providência lhe confiou. Um exemplo de sacerdote, sem sombra de dúvidas, pelo qual sempre agradecemos a Deus em privado e em favor do qual, hoje, falamos abertamente diante do Metropolita.

 

Queixamo-nos das incompreensões com as quais nós, católicos ditos “tradicionalistas” desta Arquidiocese, somos tratados. Das insinuações de que provocamos divisão no rebanho, passando pelas acusações de sermos fechados e avessos ao diálogo, e chegando até a calúnias gratuitas como a de ensinarmos que “a Sé de Pedro está vacante”. Queixamo-nos, de tudo isso, ao Arcebispo Metropolitano, que nos ouviu amável e paternalmente.

 

Reafirmamos o nosso mais ardente amor à Igreja e o nosso desejo sincero de estarmos em comunhão incondicional com o Santo Padre, o Vigário de Cristo na Terra, e com o nosso bispo em comunhão com o Papa. Rejeitamos todas e cada uma das acusações injustas que nos eram feitas. Afirmamos que os excessos, se os há, devem ser tratados como casos particulares que são – e não aplicados por meio de generalizações absurdas a todos os fiéis que se nutrem da espiritualidade tradicional da Igreja.

 

Somos provavelmente – como foi colocado para o senhor Arcebispo – o mais heterogêneo grupo de católicos desta Arquidiocese. De paróquias distantes (alguns inclusive de outras cidades e municípios), de atividades pastorais diversificadas (há pessoas que são catequistas, que fazem pastoral com drogados, que realizam missões, etc.), tendo em comum o amor à Santa Missa celebrada em Sua Forma Extraordinária. Não queremos senão ser católicos.

 

Sua Excelência nos concedeu a sua compreensão e a sua solicitude de Pastor. Disse que tínhamos o seu apoio. Garantiu-nos que iria intervir para que a Santa Missa na Forma Extraordinária continuasse a ser celebradaDeo Gratias. Solidarizou-se com as nossas queixas, e prometeu-nos tomar providências a fim de que cessem as perseguições e animosidades. Despedimo-nos, rogando a sua bênção e reafirmando a nossa filial submissão àquele que foi designado pelo Santo Padre para nos pastorear.

Obrigado, Dom Fernando Saburido, pelo apoio dado aos católicos  tradicionais desta Arquidiocese. Obrigado, Dom Fernando Saburido, pelo apoio concedido à Santa Missa na Forma Extraordinária do Rito Romano.

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75 thoughts on “Dom Fernando acolhe e apóia católicos que assistem à Missa Tridentina

  1. Jorge Ferraz Post author

    Caríssimos,

    Ontem, domingo, houve celebração da Santa Missa na Forma Extraordinária do Rito Romano na paróquia da Imbiribeira. O revmo. pe. Nildo estará viajando por duas semanas, mas no próximo domingo já existe um sacerdote para o substituir e, quando ele voltar, de ontem a quinze dias, a Missa será celebrada normalmente.

    Graças a Deus, não ficamos um único domingo sem esta celebração na nossa Arquidiocese. Agradeço a todos que rezaram nesta intenção.

    Abraços,
    Jorge

  2. Michele Madalena Silva de Oliveira

    Ah, gostaria que não nos indicassem calças cargo ou demais modelos que escondem apenas um pouco as nossas formas e nos masculinizam bastante. Nós mulheres temos que passar feminilidade e esconder as nossas formas concomitantemente.
    Mas voltando ao assunto do tópico…que bom que a Missa Tridentina não deixará de ser celebrada. Os católicos não estão tão passivos como parece, e isso é muito bom!!! Deus com certeza fica feliz com a permanência da Santa Missa.

  3. Sandro de Pontes

    Prezado Roque, salve Maria.

    Não é o Jorge, e nem o Sandro, e nem você que devemos “aceitar que mulheres usem saias”. Não é assim que se faz. Devemos obedecer a Igreja em tudo aquilo que ela nos prescreve. Logo, o Jorge, assim como eu e você, e todas as mulheres deste pais, devem obedecer aquilo que a Igreja determinou no Concílio Plenário brasileiro, e que foi seguida a risca ATÉ O FIM DO VATICANO II pelas mulheres católicas. Penso que o Jorge não sabia desta determinação que eu coloco aqui, e talvez ele ainda não tenha tido oportunidade de estudar o peso de um concilio plenário aprovado pelo papa. Mas a Igreja tem o poder de revogar suas determinações contingentes. O caso, porém, é que em relação as calças esta determinação jamais foi revogada, fazendo com que objetivamente falando todas as mulheres católicas que usam calças estejam em desobediencia (sei que subjetivamente elas podem estar em ignorancia, que atenua a culpa).

    Senhora Maria das Dores, salve Maria.

    Tenho 36 anos, casado com dois filhos e se Deus quiser e isso se confirmar com o terceiro a caminho. Cresci num lar católico, minha mãe semper foi professora de religião, primeira comunhão e crisma.

    Francisco, salve Maria.

    Obrigado pelo tom cordial. Você fez um comentário muito interessante. Vejamo-no:

    “(…) Acredito que calças femininas, folgadas que se diferenciem bastante da calça masculina e que não sejam coladas ao corpo, com cintura baixa mostrando a barriga, mas tipo um blaise não sejam inconvenientes as mulheres. Entra na mesma categoria das túnicas. Assim como havia túnicas para homens e mulheres há calças masculinas e femininas”.

    Seguinte: como disse acima não devemos nos centrar naquilo que cremos, e sim naquilo que a Igreja nos propõe para que acreditemos e para que vivamos. O seu primeiro parágrafo demonstra que você está baseando em uma mera opinião pessoal aquilo que as mulheres podem ou não vestir. E isso não é correto. Devemos basear naquilo que é determinado pelos superiores. Com relação ao segundo parágrafo, a comparação com as tunicas não procede por um motivo bastante simples: a Igreja já estabeleceu, pelo costume e pelas leis, que calças são somente para homens e saias para mulheres. Assim, nós não podemos mudar isso. Em tese, a Igreja poderia, mas ela nunca o fez. Desta maneira sua comparação, por mais sincera e honedsta que possa ser, não procede pelo fato da Igreja ter determinado que calças não podem ser unissex, somente masculinas. Isso aqui no ocidente.

    Abraços a todos os amigos católicos desejosos de cumprirem fielmente os preceitos da Igreja, tanto no que se refere a fé como naquilo que se refere a moral e aos costumes,

    Sandro de Pontes

  4. Fran

    Prezado Sandro,

    Além das suas claríssimas e inteligíveis palavras, acrescento mais estas, presentes na “Notificação concernente às mulheres que vestem roupas de homem“ (http://stdominic3order.blogspot.com/search?q=siri), de autoria do Cardeal Giuseppe Siri, que entre outras elucidações destaco as dispostas abaixo:

    (…)

    “NO ENTANTO, AS VESTES PARA SEREM MODESTAS NÃO NECESSITAM APENAS COBRIR O CORPO, e tampouco devem estar coladas ao corpo[4]. É verdade que muitas roupas femininas colam mais do que muitas calças, mas as calças podem ser feitas para apertarem mais, e de fato geralmente apertam. Por isso, ESTE TIPO DE ROUPA, COLADA AO CORPO, NOS DÃO A MESMA PREOCUPAÇÃO QUANTO ÀS ROUPAS QUE EXPÕEM O CORPO. Então a imodéstia das calças masculinas no corpo feminino é um aspecto do problema que não pode ser deixado sem uma observação geral sobre elas, ainda que não deva ser superficialmente exagerado também.
    (…)

    II. No entanto, OUTRO ASPECTO das mulheres vestindo calças NOS PARECE SER O MAIS GRAVE. O uso de vestes masculinas por parte das mulheres AFETA primeiramente À PRÓPRIA MULHER, causado pela mudança da psicologia feminina própria da mulher; em segundo lugar afeta a mulher COMO ESPOSA DO SEU MARIDO, por tender a viciar a relação entres os sexos; e em terceiro lugar COMO MÃE DE SUAS CRIANÇAS, ferindo sua dignidade ante seus olhos. Cada um destes pontos deverá ser cuidadosamente considerado:
    (…)
    MAS NÃO PERMITAMOS QUE NOS ACONSELHE A CEDER ANTE UMA INEVITÁVEL MUDANÇA, COMO SE ESTIVÉSSEMOS CONFRONTADOS POR UMA EVOLUÇÃO NATURAL DA HUMANIDADE, e daí por diante!

    E mais:

    Pessoas vêm e vão, porque Deus deixou espaço suficiente para o início e fim do livre arbítrio do homem. NO ENTANTO, AS LINHAS ESSENCIAIS DA NATUREZA E AS NÃO MENOS SUBSTANCIAIS LINHAS DA ETERNA LEI, NUNCA MUDARAM, NÃO ESTÃO MUDANDO AGORA E NUNCA IRÃO MUDAR. Existem limites além dos quais uma pessoa pode ir tão longe o quanto queira, mas fazê-lo resulta em morte; há limites os quais fantasias filosóficas vazias menosprezam ou não levam a sério, mas que constituem uma aliança de fatos sólidos e da natureza que punem qualquer um que os ultrapassa. E A HISTÓRIA JÁ ENSINOU SUFICIENTEMENTE – COM ASSUSTADORAS PROVAS ADVINDAS DA VIDA E DA MORTE DE NAÇÕES, QUE A CONSEQÜÊNCIA PARA TODOS OS VIOLADORES DESTE ESQUEMA DA “HUMANIDADE” É SEMPRE, MAIS CEDO OU MAIS TARDE, UMA CATÁSTROFE.

    E mais:

    Nós não negamos que a vida moderna traga problemas e faça requerimentos desconhecidos por nossos avós. Mas afirmamos que EXISTEM VALORES QUE PRECISAM SER MAIS PROTEGIDOS DO QUE EXPERIÊNCIAS PASSAGEIRAS, e que, para todas as pessoas inteligentes, há sempre bom senso e bom gosto o bastante para encontrar soluções dignas e aceitáveis para os problemas que surjam.
    (…)

    COMOVIDOS PELA CARIDADE, NÓS ESTAMOS LUTANDO CONTRA UMA DEGRADAÇÃO DO HOMEM, contra o ataque sobre aquelas diferenças nas quais descansa a complementaridade entre o homem e a mulher.
    (…)
    QUANDO VEMOS UMA MULHER DE CALÇA, NÓS DEVERÍAMOS PENSAR NÃO TANTO NELA, MAS EM TODA A HUMANIDADE, de como será quando todas as mulheres se masculinizem. Ninguém ganhará ao tratar de levar a cabo uma futura época imprecisão, ambigüidade, imperfeição e, em uma palavra, monstruosidades.
    Como ficou bem claro, na argumentação acima, Sta Gianna foi mártir e não nos devemos nos espelhar nos erros dos Santos para permanecermos na lama.
    (…)
    Pergunto-me se tais filhos da Igreja pensam que a Virgem Santíssima se vestiria com calças, mesmo as menos desonestas… se assim NUNCA o fará a mãe de Deus, porque deveriam fazê-lo suas filhas, se é na imitação da Virgem Santíssima que esta a nossa santificação? E se assim o fazem…

    Suas palavras, caríssimo, Sandro são suficientes para qualquer leitor deste blog entender.

    Obrigada.
    Oremus.

    In corde Iesu,

    Fran

  5. Jair Roberto Lopes

    “Logo, o Jorge, assim como eu e você, e todas as mulheres deste pais, devem obedecer aquilo que a Igreja determinou no Concílio Plenário brasileiro, e que foi seguida a risca ATÉ O FIM DO VATICANO II pelas mulheres católicas”.

    O Concílio Vaticano II aboliu isso? Essa determinação vale só para o Brasil? Já vi muitas mulheres assistindo à missa tridentina de calças compridas. Acho essa questão secundária. Vai contra o livre-arbítrio da pessoa. Estamos no século XXI! Eu mesmo presenciei um fato curioso em uma igreja de São Paulo: uma mulher estava sentada em um banco, usando um véu sobre a cabeça quando o padre parou diante dela, riu-se e perguntou:
    – A senhora é muçulmana? A mulher assustou-se e perguntou por quê. O padre referia-se a seu lenço (ou véu) sobre a cabeça. Não devemos confundir o que é acidental com o que é essencial na doutrina.

  6. lucas

    “..Usar Santa Gianna e calças é desonestidade. Primeiro, ela é mártir. Segundo, Santa Maria Madalena foi prostituta , devo imitá-la?..”

    Uma usava calças e a outra túnicas são fatos, então a santidade não está na roupa que usavam e sim na forma como elas testemunharam sua fé. Uma deu a sua vida pelo filho que estava gestando e a outra mostrou um tal arrependimento e conversão que elas devem ser imitadas, e claro! Que adianta usar saias e não ter a coragem de Santa Gianna e uma conversão de Santa Maria Madalena ? Usar calças ou saias são apenas costume de épocas, houve tempos que as saias iam até o pé. Quando uma mulher ousou usar uma saia até a canela mostrando os tornozelos deve ter sido um escândalo !!! Assim como, na década de 30 ,eu acho, a primeira mulher que ousou a usar calças provocou escândalo !!! Até onde sei a Santa Igreja ensina que devemos nos vestir com modéstia tanto para mulheres com para os homens.O tal Concilio Plenário que o sr Sandro cita ( eu gostaria que ele mostra-se em que parágrafo está escrito “mulher não pode usar calças” ou um endereço eletrônico para poder consultar)deve receber atualmente algumas modificações, pois as mulheres de hoje atuam em vários setores que eram exclusivamente masculinos ( imagina uma mulher usando saias passando por andaimes…não dá !) Ou seja,a doutrina católica que a Santa Madre Igreja Católica ensina não muda nunca, mas os costumes mudam… Mais uma vez,cuidado com as seitas …

    Como alguém já falou neste post não tem nada a ver com “mulheres não podem usar calças” fica ai a sugestão para o futuro…
    Parabéns, as senhoras que participaram deste encontro estavam dignamente vestidas !

    Abraços,
    lucas

  7. Jair Apolinário

    Por isso que se diz que todas essas mulheres religiosas são dominadas.

  8. Michele Madalena Silva de Oliveira

    Talvez você não conheça a definição de mártir. Lucas. Quando uma pessoa morre como mártir, a santidade dela reside justamente nesse fato.Portanto não devemos imitá-la em todas as atitudes da vida. Volto a repetir, pois parece que não entenderam aqui: Nós não somos salvos por justiça. Só o justo peca sete vezes por dia, imagine todos nós que não somos salvos por justiça, mas sim pela misericórdia divina.
    Citando: “Que adianta usar saias e não ter a coragem de Santa Gianna e uma conversão de Santa Maria Madalena”
    Ora, uma coisa não impede a outra. Sim, há possibilidade da pessoa usar saia e ter uma ótima conversão e ser mártir. Na verdade, são os detalhes, a pequena via, como diz Santa Teresinha, que nos levam à perfeição.Portanto, aprendamos a pensar não-dicotomicamente!
    Quer se guiar por um santo? Que tal Nossa Senhora, essa sim, nunca pecou. Nunca!!!!!E nunca usou calças.
    E se querem que a Igreja se dê ao trabalho de nos dizer detalhadamente cada coisa que podemos ou não podemos, melhor virarem protestantes. Eles é que agem dessa forma.
    Expus muito mais motivos aqui que não só isso porque mulher não deve usar calça.Gostaria que eles fossem comentados.

  9. lucas

    Michele,

    ” Talvez você não conheça a definição de mártir. Lucas. Quando uma pessoa morre como mártir, a santidade dela reside justamente nesse fato” – pois é, independe da calça ou saia.

    ” Ora, uma coisa não impede a outra. Sim, há possibilidade da pessoa usar saia e ter uma ótima conversão e ser mártir.” – tb. há possibilidade de usar calça e ser mártir como Santa Gianna.

    ” Quer se guiar por um santo? Que tal Nossa Senhora, essa sim, nunca pecou. Nunca!!!!!E nunca usou calças” – claro ! devemos imitá-la na sua santidade e não no modo de vestir ( tunica, etc…etc) Vc. já viu aquele doido que se chama INRI CRISTI se veste como Nosso Senhor e usa até uma coroa de espinhos fajuto, pois é, adianta ser assim ?

    ” E se querem que a Igreja se dê ao trabalho de nos dizer detalhadamente cada coisa que podemos ou não podemos, melhor virarem protestantes. Eles é que agem dessa forma.” – pois é ,são coisas de seitas…

    abraços,
    lucas

  10. Renato Lima

    Senhor Lucas, não sei se você sabe, mas para um católico ou uma católica que tiver uma audiência com o Santo Papa, deve ir trajado adequadamente.

    No caso das mulheres, elas tem que ir vestida com véu, tem que trajar saia abaixo do joelho e ser casada. Nem solteira ou noiva, tem que ser casada!

    Diante do Vigário de Cristo na terra tem que que ter modos, imagine dentro da Casa de Deus, diante do Sagratíssimo Sagramento!

  11. Abismado

    A cada dia que passa fico mais abismado com os moços-velhos que existem aqui. Ora, vão viver a vida, bando de idiotas! (E o medinho do inferno deixa? kkkkk)

  12. Alex A. B.

    Viver a vida! Sim, mas não de qualquer maneira!

    “Tudo me é permitido”, mas nem tudo me convém. “Tudo me é permitido”, mas eu não vou me deixar escravizar por nada. Os alimentos são para o ventre, e o ventre para os alimentos, e Deus destruirá estes e aqueles. Mas o corpo não é para a devasidão, ele é para o senhor e o Senhor é para o corpo. Ora, Deus, que ressuscitou o Senhor, nos ressuscitará também pelo seu poder. Não sabeis porventura que os vossos corpos são membros de Cristo? […] Ou não sabeis acaso que o vosso corpo é templo do Espírito Santo que está em vós e que vos vem de Deus, e que vós não vos pertenceis? Alguém pagou o preço do vosso resgate. Glorificai portanto a Deus por vosso corpo.” 1Cor 6,12-15a;19-20.

    A vida sem Deus não tem sentido. É um absurdo, do qual todos tentam fugir sem conseguir êxito. Dinheiro, riquezas, prazer, nada pode ocupar o lugar de Deus nas nossas vidas.

    “Queridos amigos: como dizia, esta página do Evangelho é particularmente adequada para o tempo de férias, pois recorda o fato de que a pessoa humana certamente tem de trabalhar, empenhar-se nas ocupações domésticas e profissionais, mas tem necessidade antes de tudo de Deus, que é luz interior de Amor e de Verdade. Sem amor, inclusive as atividades mais importantes perdem seu valor, e não dão alegria. Sem um significado profundo, todo nosso atuar reduz-se a ativismo estéril e desordenado. Quem nos dá o Amor e a Verdade, a não ser Jesus Cristo? Aprendamos, portanto, irmãos e irmãs, a nos ajudar uns aos outros, a colaborar, mas antes inclusive a escolher juntos a melhor parte, que é e será sempre nosso bem maior.” Bento XVI no Angelus de Domingo, dia 18 de Julho de 2010, em CastelGandolfo.

    “A pior calamidade humana não é a guerra ou o terremoto. É viver sem Deus. Quando Deus não existe, admite-se tudo”. Madre Teresa de Calcutá

  13. Alex A.B.

    Acabo de encontrar um texto muito interessante no blog do Júlio Severo. É sobre modéstia. Cito este trecho.

    “Quanto à parte da pergunta que foi feita sobre o motivo por que essa questão não está sendo tratada nas igrejas do jeito que deveria, creio que a resposta é o medo. Penso que há muitos pastores e líderes de igrejas que, como muitos maridos e pais, têm medo de abrir a boca por receio de ofender as mulheres que sempre seguem a última moda. Algumas mulheres acham que para estarem na moda, elas precisam ter roupas que sejam sexy — inclusive saias abertas, principalmente saias e calças muito agarradas, e bustiê curtos. Todas essas roupas transmitem uma mensagem para os homens, e os pastores se sentem muito constrangidos de abrir a boca para falar porque pensam “Algumas mulheres vão achar que sou pervertido por chegar ao ponto de mencionar esse problema, dizendo: ‘Ah, então é nisso que o pastor fica pensando quando está lá no púlpito?’”
    É uma situação difícil, mas é uma questão sobre a qual creio que os homens que são líderes de igreja e de grupos domésticos precisam de coragem para abrir a boca e tratar diretamente. Precisamos também de mulheres dedicadas a Deus (principalmente mulheres dedicadas a Deus que tenham moderação no modo como seguem a moda e sejam atraentes no sentido correto de ser atraentes — não sexualmente atraentes) que de forma carinhosa desafiem outras mulheres e as informem que elas estão enviando uma mensagem errada. E se elas não se importam com a mensagem que estão enviando, então algo está realmente errado e elas precisam se arrepender. Precisamos de conversas francas e claras sobre isso, de modo que as mulheres consigam se conscientizar e compreender a questão.”