Dois curtas

closeAtenção, este artigo foi publicado 6 anos 9 meses 29 dias atrás.

De assuntos distintos, mas têm em comum o fato de serem ambos muito bons.

1. Entrevista de D. Luiz Bergonzini à VEJA. “O papel do bispo é orientar os seus fiéis sobre a verdade, sobre a justiça e sobre a moral. Ele deve apresentar a verdade e denunciar o erro. Foi o que fiz. Tenho todo o direito – e o dever – de agir do modo que agi. Não me arrependo de ter falado o que falei. Faria tudo de novo! Se surgir um candidato que seja contra os princípios morais, contra a dignidade humana e contra a liberdade de expressão, irei me levantar de novo”.

2. Lendas negras da Igreja. “A quem lhe ocorre perguntar-se, por exemplo, qual foi, na época do caso Galileu, a posição das universidades e outros organismos de relevância social em relação à hipótese copernicana? Quem lhe pede contas a atual magistratura pelas idéias e as condutas comuns dos juizes do século XVII? Ou, para ser ainda mais paradoxal, a quem lhe ocorre reprovar às autoridades políticas milanesas (prefeito, presidente da região) os delitos cometidos pelos Visconti e os Sforza?”

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4 thoughts on “Dois curtas

  1. Leonardo

    SAIU AGORA NA FOLHA: FALSO-FREI BETTO DIZ QUE CONSERVADORES EXPLORAM EMOCIONAL PARA DEPOIS DIZER QUE MULHERES QUE FAZEM ABORTO FICAM, TRISTEMENTE, INFELIZES POR TEREM FEITO O QUE FIZERAM

    VEJA RESPOSTAS NA ÍNTEGRA E OBSERVEM COMO ELE USA A SEU FAVOR SUA PRÓPRIA CONTRADIÇÃO E COMO PROJETA SEU FUNDAMENTALISMO OBCECADO SOBRE OS CONSERVADORES:

    VÁ PARA A FOLHA ON LINE

  2. Site Aborto Não! PT Não!

    Por favor ajude a divulgar essa importante ferramenta! Estamos com poucas visitas, menos de 100 por dia nessa última semana das eleições!

    “Se algum padre ou algum bispo pretende ser prudente e guardar o silêncio, eu não guardarei, porque não quero entrar para história como os bispos que covardemente não levantaram a voz quando Hitler começou a governar a Alemanha em 1933.” (Pe. Paulo Ricardo, sobre o PNDH-3)

    “Porque se a gente se calar, as pedras vão falar. E vai ser … uma vergonha muito grande se as pedras falarem porque os cristãos não se pronunciam.” (Padre José Augusto, sobre o PT na Canção Nova)

    “Não podemos nos calar!” (Dom Aldo Pagotto, sobre a Cultura de Morte no governo)

    Muitos padres e pastores ergueram corajosamente sua voz para denunciar a Cultura de Morte do governo. Vamos também nós fazer o que estiver ao nosso alcance!

    O site * www ponto ABORTOnaoPTnao ponto com * é uma FERRAMENTA que nos ajuda a deixar descoberta a Verdade sobre como o atual governo está tentando implantar a Cultura de Morte no Brasil. O site tem um histórico de notícias, é simples de acessar e fácil de divulgar!

    Ajude a divulgar escrevendo uma postagem no seu blog e enviando e-mails para seus amigos! Mostrar a Verdade sobre o que o atual governo está fazendo em relação ao aborto é um ato de Amor com os brasileiros e patriotismo.

    Alguns “fatos”, não “boatos”, a serem conferidos no site:

    * UM DIA DEPOIS do primeiro turno, Ministério da Saúde continua projeto: “Estudo e Pesquisa – DESPENALIZAR o Aborto no Brasil”
    * Como pré-candidata, Dilma ALTERA radicalmente discurso sobre aborto e fé
    * Dilma diz que é um absurdo que não haja a DESCRIMINALIZAÇÃO do aborto no Brasil
    * Dilma defende “atendimento PÚBLICO para quem estiver em condições de fazer o aborto ou querendo fazer o aborto”
    * Igreja chama Lula de “novo Herodes” devido a DECRETO pela legalização do aborto
    * Ministério da Saúde financia filme pró-aborto
    * PT PUNE deputados por serem contra o aborto

    “Aquele que conhece a Verdade e não a proclama é um covarde miserável e não um cristão.” – São Pio V

  3. Site Aborto Não! PT Não!

    Na verdade quis dizer pouco mais de 100, mas mesmo assim é pouco :'(

  4. Sérgio

    Eu continuo a fazer minha pregação em torno do melhor candidato, pelas melhores propostas. Mas já que tudo mundo só quer falar de aborto, eu vou imprimir esse conteúdo, que é muito melhor do que o panfleto que o covarde do D.Nelson liberou e proibiu depois.

    Aborto nas eleições presidenciais

    O Movimento Cidadãos pela Vida é aconfessional e
    suprapartidário, e tem como finalidade defender a
    vida humana desde a concepção. Somos, portanto,
    contra guerras, aborto, eutanásia, pena de morte,
    enfim, contra tudo o que atenta contra a vida
    humana e sua dignidade.

    Neste documento, analisamos a situação dos dois
    candidatos à Presidência da República, no tocante
    à defesa da vida. Desta forma, esperamos
    contribuir para a decisão consciente do eleitor.

    1. A candidata Dilma Roussef

    Dilma pertence ao Partido dos Trabalhadores – PT.
    O Terceiro Congresso Nacional do PT aprovou a
    luta pela legalização do aborto.

    Com base nessa resolução do PT, os Deputados
    Federais, Luiz Bassuma e Henrique Afonso, que
    tinham lutado contra o aborto, foram punidos com
    suspensões que os obrigaram a sair do partido,
    para não perder o prazo legal para se
    candidatarem a cargos eletivos.

    As principais atuações de Bassuma e Henrique
    Afonso, que levaram à virtual expulsão dos
    Deputados foram:

    a) Bassuma foi presidente da Frente Parlamentar
    em Defesa da Vida;

    b) Bassuma foi o primeiro signatário do pedido
    de criação da CPI do aborto, criada para
    investigar as clínicas de aborto clandestinas;

    c) Henrique Afonso propôs a sustação da
    aplicação da Norma Técnica do aborto em caso de
    Estupro (criada por José Serra e ampliada pelo
    governo Lula).

    A decisão do PT punindo os dois deputados
    pode ser encontrada na página:

    http://www.pt.org.br/portalpt/documentos/
    dn-suspende-direitos-partidarios-de-luiz-
    bassuma-e-henrique-afonso-254.html

    O PT, juntamente com os partidos aliados, possui
    ampla maioria no Congresso Nacional. Assim, se a
    candidata Dilma também apoiar a legalização do
    aborto e for eleita, haverá forte
    probabilidade de aprovação no Congresso.

    Mas o que pensa Dilma sobre o assunto?

    Os dois vídeos abaixo mostram a própria Dilma
    defendendo a legalização do aborto em duas
    entrevistas:

    http://www.youtube.com/watch?v=TdjN9Lk67Io&
    feature=player_embedded

    http://www.youtube.com/watch?v=CPtb7c5aIfc&
    feature=player_embedded

    Dilma, enquanto Ministra da Casa Civil, assinou
    o PNDH3, que propunha:

    “apoiar a aprovação de projeto de lei que
    descriminaliza o aborto, considerando a
    autonomia das mulheres para decidir sobre os
    seus corpos”.

    Dilma deixou de ganhar a eleição no primeiro
    turno, em parte por causa de sua postura
    favorável à legalização do aborto. No segundo
    turno, as primeiras pesquisas revelaram novas
    perdas para Dilma.

    Tentando fazer frente à diminuição de suas
    intenções de votos, Dilma, em reunião com
    lideranças religiosas, assumiu, por escrito,
    o compromisso de não encaminhar ao Congresso
    projeto alterando a lei sobre aborto,
    comprometendo-se, também, a defender que
    a legislação permaneça como está. A matéria
    pode ser encontrada, por exemplo, na página:

    http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,em-
    carta-dilma-assina-compromisso-contra-o-aborto,
    625257,0.htm

    No entanto, apesar de as referidas lideranças
    religiosas terem afirmado que Dilma se
    comprometeria a vetar projetos que
    legalizassem o aborto, ela evitou tocar no
    assunto.

    Dilma também não se comprometeu a revogar a
    norma técnica sobre aborto em caso de estupro,
    criada por José Serra e ampliada pelo governo
    Lula. Pelo contrário, no debate da TV
    Bandeirantes no segundo turno, Dilma afirmou
    concordar com a referida Norma Técnica.

    Dificilmente a candidata terá mudado de opinião
    em tão pouco tempo, a respeito da legalização
    do aborto. Provavelmente ela continua pensando
    como antes. No entanto, decidiu assumir um
    compromisso, uma espécie de “contrato” com os
    seus eleitores, como se dissesse: “não concordo
    com vocês sobre o assunto aborto, mas, em meu
    mandato, agirei de acordo com aquilo que, para
    vocês, é tão essencial”.

    2. O candidato José Serra

    Quando foi Ministro da Saúde do Governo de
    Fernando Henrique Cardoso, o candidato Serra
    assinou, em 1998, uma Norma Técnica
    regulamentando a realização de abortos em
    hospitais públicos, em caso de estupro.

    Diversas pressões foram feitas por lideranças
    religiosas e movimentos em defesa da vida para
    que Serra cancelasse a medida, mas ele se
    mostrou irredutível.

    A referida Norma Técnica foi mantida até o
    final do Governo Fernando Henrique Cardoso e
    foi depois agravada no Governo Lula, em 2005,
    que deixou de exigir o boletim de ocorrência
    para a realização de aborto em caso de estupro.

    Mais informações sobre a Norma Técnica do
    aborto podem ser achadas na página:

    http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/
    111805.html

    Diferentemente de Dilma, o partido de Serra, o
    PSDB, não possui determinação interna sobre o
    assunto aborto.

    Durante a campanha eleitoral, Serra afirmou
    ser contrário à legalização do aborto e
    garantiu que não enviaria ao Congresso Nacional
    projeto de lei legalizando este crime.
    Referiu-se à legalização do aborto como sendo
    uma carnificina. Esta posição pode ser
    encontrada na página:

    http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,serra
    -descriminalizar-aborto-liberaria-carnificina,
    569911,0.htm

    O candidato a Vice-Presidente de Serra, Índio
    da Costa, assinou o compromisso do Movimento
    Brasil Sem Aborto, de não promover a legalização
    do aborto. Este fato pode ser encontrado na
    página:

    http://www.brasilsemaborto.com.br/index.php?
    action=noticia&idn_noticia=46&cache=
    0.04713672790894613

    Serra, assim como Dilma, não se comprometeu
    a vetar projetos pró-aborto que sejam aprovados
    pelo Congresso Nacional. Também, como ela, não
    se comprometeu a revogar a Norma Técnica sobre
    aborto em caso de estupro, criada por ele mesmo
    em 1998 e ampliada pelo governo Lula em 2005.

    3. Nossa avaliação sobre o processo eleitoral.

    O primeiro fato, digno de nota, é que, pela
    primeira vez, os movimentos em defesa da vida
    e algumas lideranças religiosas conseguiram
    pautar a questão da defesa da vida em uma
    eleição presidencial.

    Por causa da passagem para o segundo turno e
    da perda de pontos da candidatura governista
    nas primeiras pesquisas, os candidatos
    passaram a tratar a defesa da vida como um
    assunto central, para desagrado da grande
    mídia, que não conseguiu entender que a
    população, pela primeira vez, está zelando
    pelos valores que lhe são caros e, portanto,
    não está mais dando um “cheque em branco”
    aos candidatos.

    Pelo contrário, estamos mostrando aos políticos
    que votamos neles para que nos representem e
    para que defendam nossos valores, e não para
    fazerem o que bem entenderem.

    Nenhum dos dois candidatos atendeu plenamente
    à pauta da defesa da vida. Demandamos a ambos
    os candidatos que, publicamente e por escrito,
    se comprometam a:

    a) vetar legislação pró-aborto que venha a
    ser aprovada no Congresso Nacional;

    b) revogar a Norma Técnica do Ministério
    da Saúde que trata de aborto em caso de
    estupro em hospitais públicos.

    c) apoiar Emenda Constitucional estabelecendo
    o direito à vida desde a concepção.

    Nosso Movimento não indica candidatos ao
    eleitor. Cada um deve avaliar os fatos
    aqui apresentados, bem como outros que julgar
    relevantes, e tomar sua decisão conscientemente.

    Desejamos ao candidato ou candidata, que
    venha a vencer a eleição, que exerça um
    governo justo, que respeite e promova a vida,
    e que tenha sucesso diante dos problemas e
    desafios de nosso país.

    Autorizamos a reprodução impressa e por email
    deste documento, bem como a sua publicação em
    páginas da internet, desde que seja preservado
    o seu conteúdo.

    Movimento Cidadãos pela Vida
    http://www.cidadaospelavida.org.br
    CNPJ 05.938.294/0001-10
    em 23/10/2010