Convite: Missa cantada na Forma Extraordinária do Rito Romano

closeAtenção, este artigo foi publicado 6 anos 5 meses 22 dias atrás.

Na próxima quarta-feira (amanhã), 08 de dezembro de 2010, Solenidade da Imaculada Conceição da Virgem Santíssima, o revmo. pe. Nildo Leal de Sá celebrará, na Paróquia da Imbiribeira (Recife/PE), às 11:00, a Santa Missa em sua forma extraordinária. A celebração solene em honra da Virgem Santíssima contará com a presença do Coral do Carmo. Todos estão convidados.

A mesma Missa será também celebrada em Ação de Graças pelos 10 anos de ordenação do pe. Nildo que, no dia 08 de dezembro de 2000, recebeu a ordenação sacerdotal.

O QUÊ: Santa Missa (cantada) na Forma Extraordinária do Rito Romano

QUANDO: 08 de dezembro de 2010, festa da Imaculada Conceição, às 11:00 da manhã

ONDE: Paróquia de São Sebastião e São Cristóvão, Imbiribeira

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5 thoughts on “Convite: Missa cantada na Forma Extraordinária do Rito Romano

  1. manoel carlos do nascimento silva

    Bradley Manning, o homossexual que provou para o mundo inteiro que homossexuais nas forças armadas são inconfiáveis

    Ann Coulter
    As duas maiores notícias desta semana são a continuação da publicação de documentos secretos do governo pela WikiLeaks, que provocou um prejuízo incalculável aos interesses de segurança nacional dos Estados Unidos, e a determinação fanática dos membros do esquerdista Partido Democrático de derrubar a política “não pergunte, não revele” (que, na essência, significa que o Exército não deve perguntar se um soldado é gay e o soldado não deve revelar esse fato, sob pena de perder a farda) e permitir que gays atuem nas forças armadas.
    O informante que supostamente deu ao Wikileaks as montanhas de documentos secretos é o soldado Bradley Manning, analista de informações confidenciais do Exército e um gay revoltado.

    Já ouvimos falar um bilhão de vezes do caso do soldado que trabalhava como tradutor do Exército e que só queria servir a seu país, mas foi forçado a deixar a farda porque ele amava outro homem.
    Pois dê-me seu tradutor do Exército e eu lhe dou um Bradley Manning.
    De acordo com os bate-papos de Bradley na Internet, ele estava num “lugar inadequado” tanto “emocionalmente quanto psicologicamente”. Aí por puro chilique ele traiu seu país, orquestrando o maior vazamento de informações confidenciais da história dos Estados Unidos.
    Será que isso não está no Código de Conduta do Exército? “Você deve seguir ordens sempre. Exceções serão abertas aos militares que estejam num lugar inadequado. Agora, quem quer um abraço? Garçonete, mais três drinks!”
    De acordo com o jornal New York Times, Bradley buscou “apoio moral” de seu namorado “que se declarava drag queen.” Ai, ai, mas ele ainda se sentia infeliz. Então, por que ele não experimentava trair seu país?
    Num bate-papo na Internet com um hacker de computadores, Bradley disse que roubou centenas de milhares de documentos secretos, fingindo estar ouvindo um CD de título “Lady Gaga.” Aí ele agia como se estivesse cantando junto a música de sucesso dela, “Telephone”, enquanto baixava freneticamente documentos secretos.
    Não sou um militar, mas acho que cantar junto com Lady Gaga constitui “revelar”, sob a política “não pergunte, não revele.”
    Será que é preciso usar um vestido para ser pego pela política “não pergunte, não revele” do Exército?
    O que constitui ser “assumidamente gay”, agora? Vir desmunhecando para o treinamento? Frequentar os exercícios militares vestido como um imitador da Cher? Seguir Anderson Cooper no Twitter?
    Além disto, senhores militares, vocês já viram uma foto de Bradley Manning? A fotografia que eu vi era só da cintura para cima, mas dava a impressão de que ele estava usando uma calça sem fundilhos embaixo. Ele parece um cara com roupa de soldado em um desfile de Halloween de Greenwich Village.
    Com um pouco de sorte, a corte marcial de Bradley vai ser mais gay do que um casamento de Liza Minelli. Pode vir a ser a primeira corte marcial na história dos Estados Unidos trazendo esculturas em gelo e uma barraca temática do “Mágico de Oz” como atrações. “Ei, você vai à corte marcial do Bradley? Ouvi dizer que a Pati LaBelle vai cantar lá!”
    Talvez haja uma razão pela qual os gays tenham sido tradicionalmente mantidos fora dos serviços envolvendo informações confidenciais, além do fato de que gays enrustidos são fáceis de chantagear. Os gays sempre desconfiaram daquela lógica e talvez eles tenham razão.
    Os espiões mais prejudiciais na história britânica foram os Cinco de Cambridge, também chamados de os “Cinco Magníficos”: Kim Philby, Guy Burgess, Anthony Blunt, Donald Maclean e John Cairncross. Eles tinham altos postos no serviço secreto britânico, todos trabalhando secretamente para a KGB.
    O único que não era gay era Philby. Burgess e Blunt eram espalhafatosamente gays. Na verdade, os russos deram um namorado de presente para Burgess assim que ele desertou para a União Soviética.
    O compatriota americano dos Cinco Magníficos, Michael Straight [na gíria americana, “straight” significa “hétero”] era —- por pura ironia — bissexual, como Whittaker Chambers, pelo menos durante o período em que era espião. E há, é claro, David Brock.
    Tantos espiões soviéticos eram gays que, de acordo com o repórter de inteligência Phillip Knightley, referiam-se ao Comintern como “o Homintern.” (Eu o teria chamado de a “Gay G.B.”)
    Os amigos de Bradley disseram ao Times que eles suspeitam que “o desespero dele por aceitação — ou ilusões de grandeza” podem tê-lo impelido a vazar todos aqueles documentos.
    Vamos checar nosso “Guia Compacto do Perfil Gay” e… vejamos… desesperado por aceitação… ilusões de grandeza… é, ambos os casos estão alistados aqui!
    Obviamente, a grande maioria dos gays são americanos leais — e cômicos e legais de chutar para fora! Mas uma pequena porcentagem dos gays vai ser de egocêntricas flores de estufa como Bradley Manning.
    Por que eles não trabalham para a econômica linha área JetBlue? Os Estados Unidos estariam muito mais seguros agora se os gays que se sentissem num “lugar inadequado” psicologicamente provocassem como único estrago pegar umas cervejas e saltar com o paraquedas de emergência.
    Olhe o desastre que um só gay criou durante o vigor de nossa política malvada do “não pergunte, não revele.” O que mais aguarda os Estados Unidos com a derrubada de uma política que provavelmente foi colocada lá por alguma razão (além de ser a única coisa que Bill Clinton já fez com a qual eu concordei)?
    Os esquerdistas não ligam. A atitude deles é demolir os fundamentos da sociedade sem se perguntarem se esses fundamentos não servem para algum propósito.
    Por que temos leis de imigração? Para que estas fronteiras? Para que temos a instituição do casamento, afinal? Para que precisamos de testes padronizados? Ei, eu gosto do Keith Richards — por que não legalizar a heroína? Vamos meter uma marreta nessas paredes pesadonas todas e ver o que acontece!
    Para os esquerdistas, os gays no exército são uma proposta com a qual eles só têm a ganhar. Ou os gays nas Forças Armadas dão certo ou isso arruína as Forças Armadas, e eles apoiam entusiasticamente ambos os resultados.
    Mas já que os esquerdistas estão falando tanto em gays atuando no exército, vamos falar de Bradley Manning. Ele ao que tudo indica vazou centenas de milhares de documentos secretos do governo, só porque ele era um gay num “lugar inadequado.”
    Qualquer discussão sobre o “não pergunte, não revele” deve começar por Bradley Manning. Quem vive de piadas tristes, morre delas.
    Original: Bradley Manning: Poster Boy For ‘Don’t Ask, Don’t Tell’
    Tradução e links do Dextra, feita a pedido e por recomendação de Julio Severo.
    Divulgação: http://www.juliosevero.com
    O escândalo homossexual de WikiLeaks

  2. manoel carlos do nascimento silva

    Padre Nildo é uma bênção para pernambuco: enquanto que no ano passado se permitiu qay o governador que é abortista, e vários integrantes do PT interferissem na Santa Missa, este santo Padre ama a igreja e defende a Santa Tradição Católica!

  3. manoel carlos do nascimento silva

    Primeiro ícone de São Josemaria7 de dezembro de 2010
    A página do Pe. Enrique Monasterio publicou há um par de dias este primeiro ícone de São Josemaría, com as seguintes informações enviadas da Rússia:

    O primeiro Ícone de S. Josemaria foi pintado – escrito, assim se diz por aqui – por um iconógrafo ortodoxo muito famoso: Alexandre Socolov, entre cujas obras se encontram em várias catedrais do mundo inteiro e um Ícone de Nª. Sª. da Eucaristia, com o Menino representado dentro de um cálice, que tem fama de ser milagroso. É também o autor do Ícone de S. Rafael na capa da mais difundida edição de “Caminho” em russo.

    A legenda diz “Deus chama a todos à santidade: Qualquer tarefa, honrada, pode ser instrumento de santificação própria e alheia. Nunca, nesta terra, alguém afirmou uma coisa como esta”.

    Como em qualquer ícone o fundo doura do representa a eternidade. S. Josemaria une na cabeça o Céu e a Terra.

    Escrever o Ícone levou mais de dois anos de trabalho. Uma versão anterior, modificada mais tarde, presidiu à Missa do dia 26 de Junho do ano passado, na catedral de Moscovo. O arcebispo Paolo Pezzini, benzeu-a e expô-la à veneração do povo.

  4. marcos paul

    A saudade dos presépios cheios de unção católica

    Eis um artigo tocante sobre o Natal publicado num jornal que com freqüência vem carregado de notícias em sentido oposto:

    MENINO, LÁ EM MINAS , eu tinha inveja dos católicos. Eu era protestante sem saber o que fosse isso. Sabia que, pelo Natal, a gente armava árvores com flocos de algodão imitando neve que não sabíamos o que fosse. Já os católicos faziam presépios.

    Os pinheiros eram bonitos, mas não me comoviam como o presépio: uma estrela no céu, uma cabaninha na terra coberta de sapé, Maria, José, os pastores, ovelhas, vacas, burros, misturados com reis e anjos numa mansa tranqüilidade, os campos iluminados com a glória de Deus, milhares de vagalumes acendendo e apagando suas luzes, tudo por causa de uma criancinha.

    A contemplação de uma criancinha amansa o universo. O Natal anuncia que o universo é o berço de uma criança.

    Até os católicos mais humildes faziam um presépio. As despidas salas de visita se transformavam em lugares sagrados.

    As casas ficavam abertas para quem quisesse se juntar aos reis, pastores e bichos. E nós, meninos, pés descalços, peregrinávamos de casa em casa, para ver a mesma cena repetida e beijar a fita.

    Nós fazíamos os nossos próprios presépios. Os preparativos começavam bem antes do Natal. Enchíamos latas vazias de goiabada com areia, e nelas semeávamos alpiste ou arroz. Logo os brotos verdes começavam a aparecer. O cenário do nascimento do Menino Jesus tinha de ser verdejante.

    Sobre os brotos verdes espalhávamos bichinhos de celulóide. Naquele tempo ainda não havia plástico. Tigres, leões, bois, vacas, macacos, elefantes, girafas.

    Sem saber, estávamos representando o sonho do profeta que anunciava o dia em que os leões haveriam de comer capim junto com os bois e as crianças haveriam de brincar com as serpentes venenosas.

    A estrebaria, nós mesmos a fazíamos com bambus. E as figuras que faltavam, nós as completávamos artesanalmente com bonequinhos de argila.

    Tinha também de haver um laguinho onde nadavam patos e cisnes, que se fazia com um pedaço de espelho quebrado. Não importava que os patos fossem maiores que os elefantes. No mundo mágico tudo é possível. Era uma cena “naïve”. Um presépio verdadeiro tem de ser infantil.

    E as figuras mais desproporcionais nessa cena tranqüila éramos nós mesmos. Porque, se construímos o presépio, era porque nós mesmos gostaríamos de estar dentro da cena. (Não é possível estar dentro da árvore!).

    Éramos adoradores do Menino, juntamente com os bichos, as estrelas, os reis e os pastores.

    Será que essa estória aconteceu de verdade? Foi daquele jeito descrito pelas escrituras sagradas?

    As crianças sabem que isso é irrelevante. Elas ouvem a estória e a estória acontece de novo. Não querem explicações. Não querem interpretações. A beleza da estória lhes basta.

    O belo é verdadeiro. Os teólogos que fiquem longe do presépio. Suas interpretações complicam o mundo.

    O presépio nos faz querer “voltar para lá, para esse lugar onde as coisas são sempre assim, banhadas por uma luz antiquíssima e ao mesmo tempo acabada de nascer. Nós também somos de lá. Estamos encantados. Adivinhamos que somos de um outro mundo.” (Octávio Paz )

    Seria tão bom se os pais contassem essa estória para os seus filhos!”