Dois curtas: derrotas do Movimento Gay

closeAtenção, este artigo foi publicado 6 anos 6 meses 19 dias atrás.

1. França contra o casamento gay: “O Conselho Constitucional francês, um órgão de proteção constitucional das leis do país, divulgou, na sexta-feira, 28 de janeiro, sua resposta à chamada ‘Questão Prioritária de Constitucionalidade’ (QPC), criado por duas mulheres lésbicas, Corinne Cestino e Sophie Hasslauer, e estabeleceu que a atual proibição do casamento homossexual está conforme a Constituição vigente”.

2. Colômbia contra o casamento gay: “A Corte Constitucional da Colômbia não aceitou o pedido de modificar a definição legal do casamento e manteve a fórmula do Código Civil que só o reconhece entre “um homem e uma mulher”, noticiou a agência ACI”.

Os dois reveses sofridos pelo Gayzismo – ainda que provavelmente temporários – enchem-nos de alento. Ainda há um mínimo de bom senso no mundo. Ainda há os que se preocupem com a defesa legal da Família. Ainda há esperança…

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167 thoughts on “Dois curtas: derrotas do Movimento Gay

  1. Alien

    Ricardo: você foi criado com quem para ser assim tão rancoroso?

    Como dissemos: se não está se sentindo bem aqui, simplesmente não apareça! Continuarás a ter suas mensagens mais ofensivas sendo editadas…

    Rezemos pelo pobre ateu (da moda) Ricardo…

  2. Leniéverson Azeredo Gomes

    Ricardo, eu vou dizer a você uma coisa, este é um blog católico e neste ponto, você se assemelha ao Gustavo, a Sandra e a Mariana , não consegue perceber que este blog, como tal, tem o objetivo de defender a doutrina, sabendo que há posturas discordantes como a sua.É natural discordar, vivemos numa socidade pluriopinativa, mas a verdade cristã é única, imutável e imexível.É uma pena que, ao invés de entender isso, tu preferes usar requintes de grosseiria e ofensividades.Você tem o direito de expor o que pensas aqui, mas use fundamentos que possa tentar nos convencer, quem sabe, meu amigo, tu consegues.Compreendeste?

  3. Wlson Ramiro

    Repetindo >

    Para reflexão

    Caros

    É preciso que o respeito aos seres humanos seja baseado na dignidade deste ser, dignidade inata e dignidade que o difere dos animais irracionais. E neste caso, temos uma questão interessante, — Pode um ser humano abdicar de sua dignidade de forma livre?? ou melhor –Pode o ser humano optar por não ser mais, um ser humano??

    Mesmo que eu possa ter alguma simpatia por uma barata, mosca ou verme, eu não teria dúvidas se tivesse que optar por, salvar um ser humano em detrimento de um animal.

    A racionalidade faz com que um homem seja senhor de seus instintos e desejos, e como esta é uma luta de toda uma vida, podemos graduar um ser vivente partindo da irracionalidade animal, até algumas pessoas que detem o controle sobre seus desejos.

    O controle sobre os instintos, permitiu que o ser humano chegasse ao atual estágio de evolução. Todos os homens são iguais, até o momento em que provam que são diferentes, para todos os homens sofrimento é sofrimento, dor é dor, mas há aqueles para quem o sofrimento, a privação, a dor, não são motivos para destruir sua felicidade, são aqueles que sabem que esperar o fim dos sofrimentos para atingir a felicidade é se resignar a uma tristeza ruim.

    Em nossa religião, mesmo que posssamos dizer que em toda queda que tivemos em um pecado, havia um demoniozinho por trás, jamais poderiamos dizer que este demoniozinho tomou o poder sobre nós, toda queda foi uma queda permitida por nós, o demônio/necessidade/”nasci assim”/desejo, nos pode tentar, mas a decisão final é sempre nossa. Sempre podemos tentar fugir da responsabilidade descendo um nível na racionalidade, até um dia não lembrarmos que o inimigo mais poderoso e contra quem a vitória é mais díficil e mais doce, fica sempre dentro de nós.

    O ser humano nasce com fome e se não cuidarmos e direcionarmos ele poderá não sobreviver, deixado a seu bel prazer a criança não comerá o que precisa mas somente as besteiras que deseja. Não é universal mas é comum que nossa gula seja irracional.

    O ser humano precisa de afeto, esta também é uma necessidade que não deve ser deixada à sua irracionalidade, o homem que não aprende que é necessário uma medida a cada desejo, pode tornar-se uma pessoa má, rancorosa alguém que considera a necessidade de afeto um crime imperdoável ou pela mesma falta de medida passa a ser uma pessoa que busca afeto de qualquer forma, mesmo que esta forma seja irracional, quando pessoas que estão nos extremos deste mesmo desequilibrio encontram-se temos as agressões covardes dos que se negam a buscar afeto contra aqueles que aceitam qualquer afeto. Tanto uns quanto outros, são perdedores do jogo da vida.

    Quase sempre estas discussões voltam a um lugar comum, que é, algumas pessoas são como são por não poderem ser diferentes. Será?

  4. Sandra

    Jucken
    é dificil acreditar que existem pessoas que defendem que fazer sexo com bebê ou com impúberes seja equiparado com pessoas adultas do mesmo genero sentirem atração pela outra.

    Esse argumento é o mais absurdo que já ouvi para justificar a homofobia.

  5. Jucken

    A sua desonestidade intelectual me decepciona, Sandra.

    Ninguém está equiparando pessoas que fazem ou defendem fazer sexo com crianças com pessoas adultas que sentem atração entre si.

    O que está sendo equiparado são pessoas que fazem ou defendem fazer sexo com crianças com pessoas que fazem ou defendem fazer sexo com pessoas do mesmo sexo.

    Não há problema em simplesmente sentir atração. Homens normais sentem atração por mulheres e nem por isso devem ofender a Deus praticando sexo pré-matrimonial. É um esforço abster-se do sexo? Sim, é um esforço para todo mundo. Para mim, para você e para os gays. Assim como é um esforço para um alcoólatra evitar a bebida, ou para um dependente químico evitar uma droga, ou para um cleptomaníaco evitar roubar, et cetera.

    As coisas não funcionam assim, “o que é prazeroso é bom”. Comer demais pode ser prazeroso, mas faz mal à saúde. Promiscuidade pode ser prazerosa, mas transmite doenças e destrói famílias. O pecado é pecado porque ofende a Deus, mas ele ofende a Deus porque ele é objetivamente mau.

    Não é porque há um consenso entre psicólogos de que homossexualidade não deve ser encarada como doença que ela deixa de ser uma. Há um consenso entre biólogos de que o homem e o macaco descendem de um ancestral comum, e no entanto isso é uma óbvia mentira. Há um consenso entre os professores de português em afirmar que “presidenta” é correto, e mesmo assim continua sendo incorreto, pois é o particípio presente do verbo presidir (assim como assinante é o particípio presente do verbo assinar e ninguém fala “assinanta”) – mas pelo menos falar “presidenta” não é pecado, só burrice…

    A moral é objetiva e absoluta. Se um engenheiro cria um sistema (digamos um programa de computador ou uma máquina mecânica) e você compra o sistema, junto do sistema vem um manual. Se você ignora o manual, o sistema não funciona direito (trava) e o engenheiro vai ter dificuldades em prestar manutenção. É o criador de um sistema que determina o que é certo e o que é errado para ele. E como Deus foi quem criou o Universo, ele é quem determina o que é certo e o que é errado. Não nós.

    A homofobia é inteiramente justificada. Durma-se com um barulho desses!

    É justificada porque ninguém quer um pervertido sexual convicto, como um pedófilo ou um estuprador, por perto. Ninguém portanto deve ser obrigado a aceitar por perto um pervertido da pior espécie que é o homossexual. Atenção para a palavra convicto, isto é, aquele que realiza os seus desejos animalescos, e não simplesmente aquele que os sente – esse não tem culpa alguma, todos nós e até eu sentimos desejos desordenados (fruto da doença chamada luxúria, da qual todos sofremos pelo pecado original), o errado é consentir com eles.

    Em países desenvolvidos (e.g. EUA) há um registro de transgressores sexuais, para que as pessoas saibam se alguém é um estuprador convicto. O mesmo deve ser feito com os gays, que aliás deveriam ser jogados na cadeia por suas perversões. Esta imoralidade sodomita deve acabar o quanto antes, pois Deus já foi ofendido demais.

    “Esses infelizes caem no vício contra a natureza. São cegos e estúpidos, cuja inteligência obnubilada não percebe a baixeza em que vivem. Desagrada-me esse último pecado, pois sou a pureza eterna. Ele me é tão abominável que somente por sua causa fiz desaparecer cinco cidades. Minha justiça não mais consegue suportá-lo.” (Nosso Senhor a Santa Catarina de Sena sobre o pecado do homossexualismo)

  6. Gustavo

    Jucken

    Você ja parou pra pensar que talves um homossexual também não queira conviver no mesmo ambiente que você?
    Nem vou discutir teus argumentos que beiram ao irracional, so sei que você devia estar numa lista (igual aquela que você defende para os homossexuais). Assim as pessoas de bem poderiam decidir se querem ou não morar perto de você.

    Se eu quizesse ver ideias de odio e desprezo, eu teria entrado em um site nazista. Mas ver isso em um site cristão me faz duvidar da bondade humana …

  7. Julio

    As leis devem observar a religiosidade da maioria da Nação,visando a moralidade publica e a harmonia social, bem como é principio Constitucional em seu preâmbulo ,sobre a proteção de DEUS(não deuses), sendo tal menção relevante, do contrário não haveria necessidade de citar DEUS.Qualquer lei que afronta tal principio é manifestamente inconstitucional.
    O laicismo é uma doutrina filosófica que defende e promove a separação do Estado das igrejas e comunidades religiosas, assim como a neutralidade do Estado em matéria religiosa.Não deve ser confundida com o ateísmo de Estado.O termo ateísmo foi originado do grego ἄθεος (atheos), e era aplicado a qualquer pessoa que não acreditava em deuses, ou que participava de doutrinas em conflito com as religiões estabelecidas.

  8. Marcos Ingr

    reportagem-Uma coisa é o combate à discriminação, urgente e necessário. Outra, totalmente diferente, é o proselitismo de uma opção de vida. Não cabe ao governo, com manuais, cartilhas e material didático, formatar a cabeça dos brasileiros. Tal estratégia, claramente delineada no discurso do secretário Paulo Vanucchi, tem nome: totalitarismo. O governo deve impedir os abusos, mas não pode impor um modelo de família que não bate com as raízes culturais do Brasil e nem sequer está em sintonia com o sentir da imensa maioria da população.materia jornalistica:0 Totalitarismo e intolerância-Carlos Alberto Di Franco-

  9. Marcos Ingr

    Os conflitos desde os tempos primitivos são considerados “guerras justas” quando por honra ofendida; vingança, sobrevivência, para corrigir erros tidos conflitantes com a crença dominante e até como defesa preventiva contra ataques de outros grupos bárbaros ou pagãos e assim foram as cruzadas. “As origens das guerras no ocidente”
    Os conflitos ainda vão continuar ainda por muitos séculos causados por ganâncias , conflitos de interesses e defesa !!

  10. Rocha Lima

    “A taxa de mortalidade dos jornais é altíssima. A festa acabou. Precisamos fazer mudanças estruturais na imprensa” Juan Luis Cebrián, conselheiro do jornal espanhol El País.Na minha opinião o comentário acima do “El Pais”, pode servir para a midia em geral: jornais, revistas, tv , provedores e politicos”.Parabens a “Veja” ao noticiar e destacar o equivoco na resposta de Bolsonaro e não seguiu a maioria das manchetes geralmente sensacionalistas,escandalosas e vulgares objetivando polemizar e ignorar, no caso, um equivoco evidente, provocando revolta dos desinformados.Parte das mídias demonstram mais interesse a gerarem polemicas do que realmente atender a nobre função de informar e se aterem a matérias de qualidade e realmente de interesse da maioria da sociedade.Espero que com educação de qualidade há muito negligenciada tais órgãos de informação percam credibilidade total.

  11. Carlos

    “-A Convenção Europeia dos Direitos Humanos não consagra o direito ao casamento homossexual e estabelece que cada Estado é livre para legislar como quiser na questão:As autoridades nacionais são as que podem apreciar melhor as necessidades sociais na questão e para responder a elas, o casamento tem conotações sociais e culturais profundamente ancoradas que diferem amplamente de uma sociedade para outra”, acrescentaram os juízes.” 24/06/10.

  12. Justo Almeida

    Para .Joseph Nicolosi, Ph.D em Psicologia, a homossexualidade não é uma variante normal. Ele diz que “apenas 2% da população é homossexual; portanto, estatisticamente não é uma normalidade no sentido de não ser abrangente”[5]. Além disso, com relação à natureza humana não é normal. Normalidade é entendida aqui como aquilo que cumpre uma função conforme o próprio desenho. Nesse caso, a homossexualidade seria uma anormalidade, pois que a anatomia do homem se difere à da mulher constitutivamente, a decisão de“normalizar” a homossexualidade realmente não decorre do fato de que algum especialistas tenha descoberto que a atração pelo mesmo sexo é uma variação normal da sexualidade humana.Ele acredita que muitos psiquiatras e psicólogos ignoram as causas da homossexualidade e desconhecem as abordagens terapêuticas para tratamento desse problema. Assim,para o Dr. Nicolosi, existem terapeutas que não corroboram a “normalidade” do comportamento homossexual, mas, por desconhecerem qualquer tratamento eficaz para a homossexualidade,preferem dizer que, nesse caso, não há nada a ser tratado. Parece que esses terapeutas acreditam no ditado que diz: “o que não tem remédio, já está remediado”.Um Olhar Sobre a Homossexualidade publicado 9/12/2008 por Alex Freitas- em http://www.webartigos.com