E #QuantosEuTeAmo…?

closeAtenção, este artigo foi publicado 6 anos 4 meses 28 dias atrás.

Amor de mãe é incondicional. Porque não depende daquilo que o filho tenha para oferecer. Não depende do que o filho possa vir a se tornar no futuro. Não depende dos dotes estéticos que o filho possua. Não depende de nada. Amor de mãe é incondicional porque simplesmente ama.

E todo filho é digno de ser amado. Não importam as limitações que ele porventura tenha. Não importam as deficiências que ele apresente. Não importa o tempo durante o qual ele esteja entre nós. Não existem vidas mais dignas do que outras. Porque toda vida é inviolável.

Muito já foi falado sobre este assunto. Talvez seja verdade que as palavras convencem, mas os exemplos arrastam. Eis, portanto, os exemplos. Em apenas três minutos. Quem pode dizer que não vale a pena…?

Se você acha que é válida a reflexão, passe-a adiante!

Porque o direito à vida é inalienável. | http://bit.ly/hgCmeP #QuantosEuTeAmo

Porque a intensidade é mais importante do que a duração. | http://bit.ly/hgCmeP #QuantosEuTeAmo

Porque até mesmo um curto espaço de tempo pode ser inesquecível. | http://bit.ly/hgCmeP #QuantosEuTeAmo

Porque quem é mãe, ama. | http://bit.ly/hgCmeP #QuantosEuTeAmo

#QuantosEuTeAmo são necessários para que uma vida mereça ser vivida? | http://bit.ly/hgCmeP

#QuantosEuTeAmo uma mãe pode dizer para um filho? | http://bit.ly/hgCmeP

#QuantosEuTeAmo podem ser ditos em quinze minutos? | http://bit.ly/hgCmeP

E #QuantosEuTeAmo valem a pena dizer… ? | http://bit.ly/hgCmeP

Que a Virgem Santíssima, Nossa Senhora de Guadalupe, padroeira das Américas e dos nascituros, seja em nosso favor. Que Ela, que é Virgem e Mãe, nos ensine o valor de uma vida. Que Ela nos faça entender que os mais fracos devem ser protegidos, e não eliminados. Que Ela interceda pelo Brasil.

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4 thoughts on “E #QuantosEuTeAmo…?

  1. Karina

    Eu já ouvi tanto falar desse vídeo, mas nunca o vi. MAs minha convicção a respeito desses anjos já está formada, esse vídeo talvez aumentaria meu respeito por essas crianças especiais.

    Sobre o amor de mãe (e pai): hoje a “sociedade muderna” tenta transformá-lo no mais condicional e condicionado possível. A mãe só pode amar seu filho se ele preencher certos requisitos “básicos” do tipo: veio na hora marcada, sem defeito, com prazo de garantia e validade estendido, e só e somente só na quantidade e “tipo” exatos.

    E, claro, há quem defenda que falar em amor de mãe é ditadura: http://ghiraldelli.wordpress.com/2011/01/18/a-ditadura-do-amor/

    O mais engraçado é que esse mesmo cidadão cobra que atendamos com amor essas mães na hora de parir ou qualquer outra coisa que o valha. Ora, ora, mas se essa “mãe” não precisa amar e respeitar esse filho, muito menos o filho precisará amar e respeitar seus pais, MUITO MENOS EU, uma terceira, sou obrigada a custear o respeito por essa coisa que vai parir. Eu, hein, problema dela, não sou obrigada a tratá-la bem nem aqui nem na China.

    Enfim, triste mundo moderno. Triste e contraditório…

  2. Karina

    P.S: se alguém puder fazer o favor de inserir esse meu comentário no texto que “indiquei” acim, ficarei muito grata. A sessão de comentários precisa de um cadastro que eu não tenho como fazer.