Pe. Demétrio no “Trocando idéias” – Moral conjugal

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68 thoughts on “Pe. Demétrio no “Trocando idéias” – Moral conjugal

  1. Carlos

    Benjamim Bee,

    Acho que você dirigiu sua mensagem à pessoa errada, porque eu não fiz nenhuma pergunta sobre “posição vertiginosa”.

    Nem sei o que é isso (e acho que nem quero saber).

    Concordo com o resto de sua mensagem.

    No dia a dia, penso eu, nem os católicos mais perfeitos praticam o ato conjugal SEMPRE com o intuito de ter ou não ter filhos.

    Como você diz, se vierem filhos, perfeito, maravilhoso, e, se não, se não acontecer uma gravidez, também está perfeito.

    A gravidez realmente depende mais da natureza e da Graça de Deus do que da intenção do casal.

    Um abraço.

    Carlos.

  2. humanitatis

    Fique tranquilo, Carlos.

    Você não comprometeu a boa fama do Pe. Demétrio. Quem o conhece sabe que é desses padres raríssimos.

    E mais: sua postura só fez aumentar ainda mais o respeito que tenho por você, pois não é fácil vencer nossa tendência ao orgulho e desculpar-se publicamente.

    Parabéns pela fortaleza de alma e conte com nossas pobres orações também, se servirem para algo.

    Abraço fraterno!

  3. Maria das Mercedes

    Creio que, atualmente, as pessoas não tem noção do que seriam razões graves justamente porque não sabem a finalidade de por que se tem filhos e de como educá-los (pelo menos o mínimo de moralidade para educar filhos).

    Falam em reduzidas dimensões na casa (que eu considero um motivo justo, afinal, como ficar criando meninos misturados com meninas?).

    Em muitas casas, reina uma certa promiscuidade no lar que enoja quem não está acostumado com certos “costumes”: filhos veem a mãe nua, irmãos de sexos diferentes acostumam-se assim também, é pai, mãe e filhos no mesmo quarto, dormindo à noite etc. E são pessoas que tem uma casa relativamente grande, que comportaria as corretas divisões entre os cômodos. Tudo isso ocorre por falta de educação: põe-se costumes feios nos filhos e na convivência familiar.

    Mais parece que são índios e não cristãos.

    E culpo muitas mães por filhos que se tornam gays: muitos deles estão acostumados a vê-las nuas e sentem-se tão gravemente perturbados por isso que se controlam em seus sentimentos por meninas para transferi-los aos meninos (quem se sentiria bem, desejando a própria mãe?).

    Muito do que há hoje de imoral é culpa dos pais: não do Estado e nem de qualquer outra desordem, senão a desordem no lar.

  4. Benjamin Bee

    Carlos, me desculpe. De fato quem me perguntou sobre posição vertiginosa foi o Alexandre. Ando tão atarefado e respostas apressadas acabam por trazer erros. Me desculpe mais uma vez.

  5. Carlos

    Caro Humanitatis,
    Muito obrigado por suas palavras.
    E mais ainda pelas suas orações. Também rezarei por você.
    Que Deus lhe pague.
    Um abraço.
    Carlos.

  6. Carlos

    Caro Benjamin,
    Não há motivos para pedir desculpas.
    Isso acontece.
    Um abraço.
    Carlos.

  7. Priscila

    Fico feliz que as discussões tenham tomado um rumo de esclarecimento.

    Quero pedir que rezem mesmo pelo Pe. Demétrio, que é um sacerdote corajoso e super empenhado na defesa da Família.
    Amigos, se vocês sentem falta de um padre que oriente corretamente em temas relacionados ao matrimônio e gostariam de conhecer um padre assim? O Pe. Demétrio é um exemplo. É um sacerdote jovem, que nao para de estudar e que – pela providencia divina – tem dirigido boa parte da sua missão sacerdotal a casais.
    Precisamos rezar para que ele dê continuidade a essa missão. E que o Senhor envie outros sacerdotes para orientar e cuidar das famílias…

    A paz!