Curtas

closeAtenção, este artigo foi publicado 2 anos 11 meses 28 dias atrás.

- Imagem de Nossa Senhora e Missa na Forma Extraordinária em São Paulo. «Esta imagem é chamada de Imagem Sagrada, pois, estando exposta numa paróquia em Nova Orléans, verteu milagrosamente lágrimas humanas no dia 17 de julho de 1972. Investigação liderada pelo bispo de Nova Orléans concluiu não haver explicação natural para o fenômeno».

Do mesmo texto: «Em silêncio, devotamente e de olhar atento a tudo o que acontecia no altar, aqueles dois mil paulistanos suburbanos provaram-me definitivamente que a missa de São Pio V pode perfeitamente ser rezada para multidões. Embora a grande maioria dos presentes provavelmente nunca tenha assistido à missa antiga, não houve embaraços nem constrangimentos. Apenas alguns poucos presentes sabiam os momentos corretos de ajoelhar-se, levantar-se etc. e estes poucos foram suficientes para conduzir, pelo mero exemplo, a multidão a adotar a postura correta em cada parte da missa. Enganam-se, portanto, os que pensam que o Usus Antiquior é indicado apenas para pequenos grupos, de espiritualidade mais elevada».

A Virgem e a Eucaristia, como no sonho de Dom Bosco! Ambas – assim esperamos! – como um sinal de que as coisas estão melhorando. Como um prenúncio da vitória da Igreja.

Digno de menção, a propósito, o comentário sobre a Forma Extraordinária do Rito Romano. Eu sempre soube que o povo simples é perfeitamente capaz de assistir – e com muitíssimo fruto – a celebração do Santo Sacrifício segundo as rubricas anteriores à Reforma Litúrgica. São apenas os “sábios deste mundo” que, por não possuírem vida espiritual e por não entenderem as coisas de Deus, pretendem que os pobres também não a possuam ou as entendam…

* * *

- Luteranos voltam à Igreja CatólicaDeo Gratias, et iterum dico, Deo Gratias! «Todos os membros da ALCC [Igreja Católica Anglo-Luterana] se farão católicos. A diferença de algumas Igrejas Anglicanas, a ALCC não tem “posturas inamovíveis” A ALCC não está interessada em absoluto em “preservar um patrimônio”. Ao contrário, trata-se de uma Igreja profundamente “romanizada”, que trabalha com todas as suas forças para “desfazer” a Reforma, porque considera que foi um trágico erro de proporções épicas, que nunca devia ter acontecido, e procura restaurar a unidade da Igreja segundo os critérios da Igreja Católica. A ALCC não pede para preservar um “patrimônio luterano”. A diferença do patrimônio anglicano, o patrimônio luterano é essencialmente teológico e, ao ter compreendido plenamente as heresias do luteranismo e ao ter aceitado a fé católica, a única coisa que pede e por que reza a ALCC é que se lhe permita “voltar para casa” e entrar na Igreja Católica, como filhos pródigos arrependidos. A única coisa que queremos é nos dissolvermos na Igreja Católica, como católicos normais».

Isto, sim, são os verdadeiros frutos do Ecumenismo: a volta dos filhos pródigos à casa paterna, o retorno das ovelhas tresmalhadas ao único redil do Senhor. Há festa nos Céus. Que, a este exemplo, sigam-se outros e mais outros em profusão.

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- Enquanto isso, Lula chama de bobagem palavras de Nosso Senhor (!!). Sim, senhoras e senhores, o ex-presidente que é “católico a seu modo” abre a boca para blasfemar desta maneira. «Bobagem», disse o ex-presidente, «essa coisa que inventaram que os pobres vão ganhar o reino dos céus. Nós queremos o reino agora, aqui na Terra».

E quem ainda não compreendeu que o Reino de Nosso Senhor não é deste mundo não foi capaz de chegar nem mesmo aos umbrais do Cristianismo. Passagens de uma sabedoria profunda que inspiraram grandes homens ao longo dos séculos são agora transformadas em “bobagem” por esta sumidade sapiencial que é o sr. Luiz Inácio, vergonha do Pernambuco que um dia lutou pela Fé.

O Lula quer um reino aqui e agora, aqui na Terra. Como são mesquinhos e fúteis os desejos do ex-presidente! Para quê tesouros na terra, onde as traças corroem e a ferrugem consome? Contra este materialismo infeliz – digno de pena, inclusive – do Lula, ficam as palavras de São Paulo: «Se é só para esta vida que temos colocado a nossa esperança em Cristo, somos, de todos os homens, os mais dignos de lástima» (1Cor 15,19). Bom faria o Luiz Inácio se meditasse nesta passagem antes de abrir a boca para falar besteiras.

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- As mentiras do filme “Ágora”. O filme não é de hoje (se não me engano, a versão brasileira veio com o nome de “Alexandria” e foi – tanto aqui quanto na Espanha – um estrondoso fracasso de bilheteria), mas talvez valha a pena se prevenir. «Não só havia cristãos nas aulas de Hipátia, não só havia bispos cristãos entre seu círculo de amigos, mas havia também teólogos cristãos – Agostinho, Ambrósio e Orígenes, só para citar os mais proeminentes -  e eles eram entusiastas defensores do neo-platonismo. Portanto, retratá-la como a campeã da nobre razão sobre os intolerantes cristãos primitivos é simplesmente ridículo».

* * *

Motivações do terrorista de Oslo são anti-cristãs. Já que o assunto é recente, é bom deixar claro que este indivíduo não tem nada a ver com a “ultra-direita fanática” no mesmo sentido em que a expressão é (pejorativamente) aplicada aos cristãos que valorizam a sua Fé. Excerto:

O terrorista teria fundado, em 2002, em Londres, junto a outros ativistas, a ordem dos Pobres Companheiros de Cristo do Templo de Salomão, inspirado nos graus Templários da Maçonaria.

Esta suposta Ordem estaria aberta “aos cristãos, cristãos-agnósticos e ateus-cristãos”, quer dizer, a todos que reconhecem a importância das raízes culturais cristãs, “mas também “das judaicas e iluministas”, assim como “das pagãs e nórdicas”, por se oporem aos verdadeiros inimigos, o Islã e a imigração.

“Longe de ser um fundamentalista cristão – esclarece Introvigne – Breivik, batizado na Igreja Luterana da Noruega, define-se um ‘cristão cultural’, cujo apelo à herança cristã tem uma função instrumental anti-islâmica.”

As igrejas, segundo o terrorista, não estão dispostas a lutar contra o Islã. Por isso, ele propõe um Grande Congresso Cristão Europeu, do qual nasça uma nova Igreja Europeia e anti-islâmica. E ameaça diretamente o Papa Bento XVI, pois “abandonou o cristianismo e os cristãos na Europa e deve ser considerado um Papa covarde, incompetente, corrupto e ilegítimo”.

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68 thoughts on “Curtas

  1. Cristiane Pinto

    Continuação:
    “Capítulo 15. De Hypatia Filosofal Feminino.

    Havia uma mulher em Alexandria chamada Hipatia, filha do filósofo Theon , que fez tais realizações em literatura e ciência , a superar de longe todos os filósofos de seu próprio tempo . Ter conseguido a escola de Platão e Plotino, ela explicava os princípios da filosofia a ela auditores, muitos dos quais vieram de longe para receber suas instruções. Por conta do domínio de si mesmo e facilidade de maneira, que ela havia adquirido em conseqüência do cultivo de sua mente , ela não raro aparece em público, na presença dos magistrados. Nem ela se sente envergonhado em vir para uma assembléia de homens . Para todos os homens por causa de sua extraordinária dignidade e virtude admirava ainda mais. No entanto, mesmo que ela caiu uma vítima da política ciúme que naquele tempo prevaleceu. Porque, como ela tinha freqüentes entrevistas com Orestes , foi calumniously divulgado entre os cristãos população, que foi ela quem impediu Orestes de ser reconciliado com o bispo . Alguns deles, portanto, saiu correndo por uma feroz e fanático zelo , cujo líder era um leitor chamado Pedro , waylaid ela voltar para casa, e arrastando-la de seu carro, eles a levaram para a igreja chamada Caesareum , onde completamente despojado dela, e em seguida, assassinaram -la com telhas. Depois de rasgar o seu corpo em pedaços, eles levaram seus membros mutilados em um lugar chamado Cinaron, e não queimou. Este assunto não trouxe o menor opróbrio, não só sobre Cyril , mas também sobre o todo de Alexandria igreja . E, certamente, nada pode estar mais longe da espírito do cristianismo do que o subsídio de massacres, brigas, e as operações desse tipo. Isso aconteceu no mês de março , durante a Quaresma , no quarto ano de Cirilo episcopado , sob o consulado décimo de Honorius , eo sexto de Teodósio .
    (Sócrates Escolástico, Livro VII, Cap 15)
    Disponível em: http://www.newadvent.org/fathers/26017.htm
    Viu só? Sócrates afirma que Hipátia foi vítima da política. Não há evidências de que ela foi assassinada por se dedicar à ciência. Contra fatos não há argumentos. O próprio Sócrates Escolástico confirma tudo o que está escrito no Blog que não somente eu, como também o Eduardo citou. Agora, se você duvida até mesmo do próprio Sócrates Escolástico, deve estar com algum problema. Você que não quer ver a realidade dos fatos.

  2. Cristiane Pinto

    Senhor Igor
    “Era uma época em que a ascendente igreja cristã fechava as antigas academias e destruía bibliotecas e livros em todo o império como parte de sua guerra totalitária contra a cultura pagã”
    Falácia das falácias. Baseado em que estes autores de araque afirmam isso? Que fontes eles usaram? Não adianta vir com estes mesmos autores não, senhor Igor. Não acreditamos neles. Eles não são autores contemporâneos de Hipátia. Eu citei Sócrates Escolásticos, que deixou claro que o assassinato de Hipátia foi por motivações políticas, e o senhor ainda insiste em acreditar nestes autores de araque, quando eu lhe mostrei a fonte primária, a obra de um autor contemporâneo de Hipatia? Que inclusive nem mencionou apenas a destruição de estátuas de deuses? E você não acredita nem naqueles que testemunharam o que realmente aconteceu? Francamente, se você prefere acreditar em lendas a ver a realidade, nós não podemos fazer nada. Depois nós é que somos irracionais, não é mesmo?

  3. Eduardo Araújo

    Cristiane, Ygor e Sidnei: assino embaixo tudo o que vocês escreveram!

    Quanto a esse Igor Tavares, sou levado a concluir que é uma tremenda duma CAVALGADURA. Ad hominem? De jeito algum, só constatação.

    Um sujeito que diz que estamos usando uma obra de ficção como fonte, apenas porque mencionei que a historiadora (Faith Justice) escreveu uma obra ficcional inspirada em Hipácia, só pode ser uma besta quadrada ao quadrado. E isto se não for puramente um desonesto de marca maior.

    Falar nisso, como todo “bom” ateu anti-religioso” não consegue disfarçar uma dose cavalar de hipocrisia. Um dos coices do Igor Tavares foi dizer que distorcemos a estorinha de araque que ele os outros da corja ateísta inventaram.

    Distorção é dizer que argumentamos sob uma obra de ficção – mencionada apenas como informação secundária relativa à historiadora.

    Igor Tavares, você é doente, rapaz. Vai se tratar. Ainda é tempo.

    E não fique pensando que 1. estamos “duelando” com você. Os patetas anti-religiosos que aparecem aqui sempre têm essa mania psicótica de duelar e não desistem enquanto não acham que venceram; e 2. que estamos irados com sua babaquice insistente. Você é digno de pena, nada mais.

    Caros, façamos um bem ao Igor. Vamos deixar ele pensar que venceu o “duelo”. É isso aí, Igor, venceu! Congratulations! Sua incrivel inteligência superior nos coloca a seus magestáticos pés, ó magnífico cérebro mor do Universo!

    Agora vai pastar um pouquinho, tá. Nada de coices, menino!

  4. Cristiane Pinto

    Senhor Igor Tavares
    1 – Albert Einstein:
    “Quando aconteceu a revolução na Alemanha, olhei com confiança as universidades, pois sabia que sempre se orgulharam de sua devoção por causa da verdade. Mas as universidades foram amordaçadas. Então, confiei nos grandes editores dos diários que proclamavam seu amor pela liberdade. Mas, do mesmo modo que as universidades, também eles tiveram que se calar, sufocados em poucas semanas. Somente a Igreja permaneceu firme, em pé, para fechar o caminho às campanhas de Hitler que pretendiam suprimir a verdade. Antes eu nunca havia experimentado um interesse particular pela Igreja, mas agora sinto por ela um grande afeto e admiração, porque a Igreja foi a única que teve a valentia e a constância para defender a verdade intelectual e a liberdade moral.”
    [Albert Einstein, judeu alemão, Prêmio Nobel de Física, na Revista norte-americana TIME, em 23 de dezembro de 1940. Einstein teve que fugir da Alemanha nazista e foi acolhido nos EUA na universidade de Princeton]

    2 – Isaac Herzog “O povo de Israel nunca se esquecerá o que Sua Santidade [Pio XII] e seus ilustres delegados, inspirados pelos princípios eternos da religião que formam os fundamentos mesmos da civilização verdadeira, estão fazendo por nossos desafortunados irmãos e irmãs nesta hora , a mais trágica de nossa história, que é a prova viva da divina Providência neste mundo.” [Isaac Herzog, Gran Rabino da Palestina, em 28 de fevereiro de 1944; “Actes et documents du Saint Siege relatifs a
    la Seconde Guerre Mondiale”, X, p. 292.]

    3 – Alexander Shafran
    “Não é fácil para nós encontrar as palavras adequadas para expressar o calor e consolo que experimentamos pela preocupação do Sumo Pontífice [Pio XII], que ofereceu uma grande soma para aliviar os sofrimentos dos judeus deportados; os judeus da Romênia nunca esqueceremos estes fatos de importância histórica.”
    [Alexander Shafran, Gran Rabino de Bucarest, em 7 de abril de 1944; “Actes et documents du Saint Siege relatifs a
    la Seconde Guerre Mondiale”, X, p. 291-292]

    4 – Juez Joseph Proskauer
    “Temos ouvido em muitas partes que o Santo Padre [Pio XII] foi omisso na salvação dos refugiados na Itália, e sabemos de fontes que merecem confiança que este grande Papa estendeu suas mãos poderosas e acolhedoras para ajudar aos oprimidos na Hungria”.
    [Juez Joseph Proskauer, presidente do “American Jewish Committee”, na Marcha de Conscientização de 31 de julho de 1944
    em Nova York]

    5 – Giuseppe Nathan
    “Dirigimos uma reverente homenagem de reconhecimento ao Sumo Pontífice [Pio XII], aos religiosos e religiosas que puseram em prática as diretrizes do Santo Padre, somente viram nos perseguidos a irmãos, e com arrojo e abnegação atuaram de forma inteligente e eficaz para socorrer-nos, sem pensar nos gravíssimos perigos a que se expunham.”
    [Giuseppe Nathan, Comissário da União de Comunidades Israelitas Italianas, 07-09-1945]

    6. A. Leo Kubowitzki “Ao Santo Padre [Pio XII], em nome da União das Comunidades Israelitas, o mais sentido agradecimento pela obra levada a cabo pela Igreja Católica em favor do povo judeu em toda a Europa durante a Guerra”.
    [ A.Leo Kubowitzki, Secretario Geral do “World Jewish Congress” (Congresso Judeu Mundial ), ao ser recebido pelo Papa em 21-09-1945]

    7. William Rosenwald “Desejaria aproveitar esta oportunidade para render homenagem ao Papa Pio XII por seu esforço em favor das vítimas da Guerra e da opressão. Proveu ajuda aos judeus na Itália e interveio a favor dos refugiados para aliviar sua carga”.
    [William Rosenwald, presidente de “United Jewish Appeal for Refugees”, 17 de março de 1946, citado em 18 de março no “New York Times”.

    8 – Eugenio Zolli
    “Podem ser escritos volumes sobre as multiformes obras de socorro de Pio XII. As regras da severa clausura cairam, todas e cada uma das coisas estão a serviço da caridade. Escolas, oficinas administrativas, igrejas, conventos, todos têm seus hóspedes. Como uma sentinela diante da sagrada herança da dor humana, surge o Pastor Angélico, Pio XII. Ele viu o abismo de desgraça ao qual a humanidade se dirige. Ele mediu e prognosticou a imensidão da tragédia. Ele fez de si mesmo o arauto da voz da justiça e o defensor da verdadeira paz”.
    [Eugenio Zolli, em seu livro “Before the Dawn” (Antes da Aurora), 1954; seu nome original era Israel Zoller, Gran Rabino de Roma; durante a Segunda Guerra Mundial; convertido ao cristianismo em 1945, foi batizado como "Eugenio" em honra de Eugenio Pacelli, Pío XII]

    9 – Golda Meir “Choramos a um grande servidor da paz que levantou sua voz pelas vítimas quando o terrível martírio se abateu sobre nosso povo”.
    [Golda Meier, ministra do Exterior de Israel, outubro de 1958, ao morrer Pío XII]

    10 – Pinchas E. Lapide
    “Em um tempo em que a força armada dominava de forma indiscriminada e o sentido moral havia caído ao nível mais baixo, Pio XII não dispunha de força alguma semelhante e pôde apelar somente à moral; se viu obrigado a contrastar a violência do mal com as mãos desnudas. Poderia ter elevado vibrantes protestos, que pareceriam inclusive insensatos, ou melhor proceder passo a passo,
    em silêncio. Palavras gritadas ou atos silenciosos. Pio XII escolheu os atos silenciosos e tratou de salvar o que poderia ser salvo.”
    [Pinchas E. Lapide, historiador hebreu e consul de Israel em Milão, em sua obra "Three Popes and Jews" (Três Papas e os Judeus), Londres 1967; ele calcula que Pío XII e a Igreja salvaram com suas intervenções 850.000 vidas].

    11 – Sir Martin Gilbert
    “O mesmo Papa foi denunciado por Joseph Goebbels – ministro de Propagando do governo nazista – por haver tomado a defesa dos judeus na mensagem de Natal de 1942, onde criticou o racismo. Desempenhou também um papel, que descrevo com alguns detalhes, no resgate das três quartas partes dos judeus de Roma”.
    [Sir Martin Gilbert, historiador judeu inglês, especialista no Holocausto e a Segunda Guerra Mundial, em uma entrevista em 02-02-2003 no programa "In Depth", do canal de televisão C-Span]

    12 – Paolo Mieri
    “O linchamento contra Pio XII? Um absurdo. Venho de uma família de origem judia e tenho parentes que morreram nos campos de concentração durante a Segunda Guerra Mundial. Esse Papa [Pio XII] e a Igreja que tanto dependia dele, fizeram muitíssimo pelos judeus. Seis milhões de judeus assassinados pelos nazistas e quase um milhão de judeus salvos graças à estrutura da Igreja e deste Pontífice. Se recrimina a Pio XII por não ter dado um grito diante das deportações do gueto de Roma, mas outros historiadores têm observado que nunca viram os antifacistas correndo à estação para tratar de deter o trem dos deportados. Um dos motivos por que este importante Papa foi crucificado se deve ao fato de que tomou parte contra o universo comunista de maneira dura, forte e decidida.”
    [Paolo Mieri, periodista judeu italiano, ex-diretor do “Corriere della Será”, apresentando o livro “Pio XII; Il Papa degli ebrei” (Pio XII; O Papa dos hebreus), de Andrea Tornielli, a 6 de junho de 2001. ]

    13 – David G. Dalin
    “Pio XII não foi o Papa de Hitler, mas o defensor maior que já tiveram os judeus, e precisamente no momento em que o necessitávamos. O Papa Pacelli foi um justo entre as nações a quem há de reconhecer haver protegido e salvado a centenas de milhares de judeus. É difícil imaginar que tantos líderes mundiais do judaísmo, em continentes tão diferentes, tenham se equivocado ou confundido a hora de louvar a conduta do Papa durante a Guerra. Sua gratidão a Pio XII permaneceu durante muito tempo, e era genuína e profunda.
    [David G. Dalin, rabino de Nova York e historiador, 22 de agosto de 2004, entrevistado em Rímini, Itália]
    Contra essas declarações inequívocas de ilustres judeus, é impossível alguém mais sustentar as antigas calúnias contra o Papa Pio XII; se assim o fizer, será por ignorância histórica ou maldade consumada.

    Fonte: http://vaicair.blogspot.com/2011/03/o-papa-de-hitler.html

    Precisa dizer mais alguma coisa, seu ignorante?

  5. Cristiane Pinto

    Igor Tavares
    “Serapeu de Alexandria
    Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
    (Redirecionado de Serapeum)
    Busto janiforme de Antinoo: Osíris-Ápis (Serápis) no Museu Gregoriano Egiziano.

    O Serapeu de Alexandria ou Serapeum foi um monumental santuário para o culto de Serápis, fundado em 300 a.C. por Ptolemeu I Sóter e situado na cidade de Alexandria.

    A tradição é baseada nas notícias que dá o grande ensaísta e biógrafo grego Plutarco (c. 46–125), que assegura que o rei do Egito Ptolemeu I Sóter roubou a estátua do deus que se encontrava em Sinope —a atual Sinop de Turquia, cidade situada na margem do Mar Negro, frente às costas de Crimeia—. Ao longo da história, muitos expertos estudaram este tema e alguns asseguram que o relato de Plutarco não se ajusta à realidade histórica.

    Os historiadores confirmam que este deus é produto do sincretismo das mitologias egípcia e grega. Serápis integra as divindades Osíris e Ápis egípcias, cujo culto associava-se com os deuses gregos Zeus e Hades. Ptolomeu Sóter tornou-o senhor tutor de Alexandria numa magistral operação política, conseguindo que tanto os egípcios mais tradicionalistas como a população grega aproximadamente nova aceitaram a este deus representado como um homem com barba, sedente e com uma espécie de cesto na cabeça, símbolo da fertilidade da terra, pois acredita-se estar cheio de sementes.

    O templo e a sua história

    Ptolomeu I Sóter mandou construir o primeiro templo consagrado a Serápis. Parece que era uma edificação simples e modesta. Ptolomeu foi o introdutor do culto a este deus. Ptolemeu III ampliou-o, ao tempo que mandava construir a Biblioteca de Alexandria. A partir do imperador romano Cláudio (imperador de 41 d.C. a 54 d.C.), o templo foi evoluindo e tomando dimensões de grande santuário, até atingir os 185 por 92 metros. Desta maneira a acrópole alexandrina ia embelezando-se com uma série de edifícios: além do templo e biblioteca citados, acrescentaram-se o templo de Anúbis, o de Ísis, a necrópole dos animais sagrados, os obeliscos de Seti I e a grande coluna de Serápis, que ainda ficava em pé no século III.
    Cem degraus permitiam o aceso para o local sagrado, onde era colocada a monumental estátua de Serápis. O exterior era recoberto de mármore, e as paredes interiores de metais preciosos.
    Sendo imperador de Roma Trajano (98–117) houve em Alexandria uma revolução de judeus e o templo foi destruído. Mais tarde, foi reconstruída à época do imperador Adriano (117–138). Adriano mandou esculpir a grande estátua do Boi Ápis, que se encontra no Museu Greco-romano.
    O templo teve atividade durante séculos, sendo muito visitado por todo tipo de peregrinos. Finalmente, em 391, o patriarca cristão de Alexandria, Teófilo, à frente de uma multidão enfurecida de fanatismo cristão destruiu a biblioteca. O Serapeu foi então demolido; sobre os seus vestígios foi edificado um templo cristão, consagrado a João Batista.”
    Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Serapeum
    Os cristãos destruíram o Serapeum, não a Grande Biblioteca de Alexandria, a Biblioteca Mãe. E se quer saber, eles fizeram muito bem em destruir o Serapeum, acabando com a idolatria. Se você chama isso de fanatismo, se outras pessoas chamam de fanatismo, pouco me importa. Não estou nem aí. A Biblioteca foi destruída e reconstruída várias vezes, há várias histórias sobre isso, e você acusa os cristãos, sozinhos, de destruírem a Biblioteca? Vá procurar o que fazer, vai. Seus argumentos não convencem ninguém.

  6. Cristiane Pinto

    Isso mesmo, Eduardo. Concordo com tudo o que você diz.
    E quanto a você, senhor Igor, assunto encerrado. Eu não vou falar mais nada, e não é que eu ache que você esteja com a razão, não. É que não adianta mesmo lançar pérolas aos porcos. Você se acha o dono da verdade, o senhor absoluto da razão. Pois então tudo bem. Procuramos ser o mais honestos possíveis, ao contrário de você, que distorce tudo o que a gente diz. Se você não quer acreditar, problema seu. Se você não quer ver a verdade, se insiste cegamente naquilo que crê, isso é com você, nós não temos nada a ver com isso. Mas agora, trate de cuidar da sua vida e deixe a gente em paz, pois aquela sua historinha de religião má perseguidora da ciência, do conhecimento e dos “coitadinhos” dos pagãos não convence ninguém aqui. Por mim, o assunto está encerrado.

  7. Emerson de Oliveira

    Nossa, mas como esse Igor é obtuso. Eu já rechacei essa alegação de que cristãos mandados pela Igreja (alguns, como o pseudo-historiador Carl Sagan chega a alegar que foi a mando de S. Cirilo)no meu vídeo http://www.youtube.com/watch?v=646EKpw659A

    Mas muitos ateus não querem ver as evidências e confiam mais no que um cabloco neoateísta fala, sem dados, do que em historiadores sérios.

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