Curtas pró-vida

closeAtenção, este artigo foi publicado 5 anos 10 meses 27 dias atrás.

Bravo Liechtenstein! No último domingo, o pequeno principado – de pouco mais de 35.000 habitantes em 2007 – rejeitou a legalização do aborto em um referendo. O mais impressionante foi a atitude do príncipe herdeiro, “que disse em um discurso no mês passado que usaria seu poder de veto para impedir a descriminalização do aborto”. Eis um governante digno do cargo que ocupa!

Lembrei-me da Polônia que, no início do mês, por pouco não logra semelhante êxito. «Com 78 deputados ausentes na câmara e 5 abstenções, houve 186 votos a favor e 191 contra um histórico projeto de lei para proibir completamente o aborto na Polônia». Por muito pouco. Rezemos ao Bem-Aventurado João Paulo II para que, da próxima vez, consigamos esta tão importante vitória.

Entre estas pequenas vitórias, contudo, destaca-se tristemente que ativistas gays tenham cortado a conta de PayPal de Julio Severo. O precedente é preocupante. Junto com o Julio Severo, outros dois sites cristãos estão sob investigação. «Para assinar uma petição contra a perseguição de cristãos pró-família visados pela campanha do PayPal, clique aqui».

E hoje é dia de São Pio de Pietrelcina. Li sobre o velho Franciscano, a Confissão e El Aborto aqui. Proféticas as palavras dele: El día en que los hombres, asustados por el estampido económico, de los daños físicos o de los sacrificios económicos, pierdan el horror del aborto, será un día terrible para la humanidad. Sim, vivemos em dias terríveis! Que os enfrentemos com galhardia, esperando – mesmo contra toda a esperança! – n’Aquele que venceu o mundo.

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54 thoughts on “Curtas pró-vida

  1. Cristiane Pinto

    Gustavo
    “Se eu fui batizado na Igreja eu sou Católico? Por que nada pode ser questionado na religião católica? Achei que este blog servia pra questionamento e estudo da doutrina.’
    Eu é que pergunto, porque ninguém pode questionar o homossexualismo, o movimento homossexual?

  2. Cristiane Pinto

    Gustavo
    ““Boa tentativa cris, mas não é a mesma coisa. O termo casal envolve dois individuos apenas”
    Depois sou eu que venho com conversa fiada. Isso que você disse é de fato uma falácia. Não estava me referindo a casal, sua anta, estava falando de casamento. A poligamia é o casamento entre mais de duas pessoas. É permitida por algumas religiões e pela legislação de alguns países. Um exemplo é o islã, poligamia é comum nos países islâmicos. Para os muçulmanos, poligamia é normal. Já a sociedade ocidental não aceita poligamia. Imagina se os muçulmanos se sentissem discriminados por não poderem se casar com várias mulheres. E passassem a fazer pressão para que se fizesse leis em favor deles, contra a vontade da maioria, que é cristã. Como é que ficaria? Qual a desculpa que a sociedade ia dar para não aprovar a poligamia? Se é permitido casamento entre pessoas do mesmo sexo, então por que não aprovar a poligamia? Já pensou nisso?

  3. Gustavo

    Cristiane

    1- Quem é heterossexual não vai querer ter relações homossexuais de jeito nenhum. Isso vai contra a Psicologia e a Psiquiatria, acho que tu pegou uma opinião pessoal.

    2- Esse argumento pode ser usado pra dizer que o casamento hetero prejudica amigos do sexo oposto que vivem juntos e não fazem sexo.

    3- Tem muita criança pra adoção e poucas pessoas dispostas a adotar. Isso ocorre porque não querem adotar crianças maiores de dois anos ou ainda por racismo. Criança que cresce em orfanato não tem nem pai e nem mãe.

    4- Mostrar que existem familias diferentes não vai incentivar ninguém a ter relações homossexuais.

    5- Pra que ocorra multas precisa haver uma legislação especifica para isso e não apenas aprovando o casamento gay.

    6- Na verdade o casamento gay vai minimizar a transmissão da HIV e diminuir a depressão entre os homossexuais.

    7- O casamento gay vai atrapalhar as relações esteriores hahahahaha, foi piada né?

  4. Cristiane Pinto

    Gustavo
    Você ainda não apresentou nenhum benefício do casamento gay para a sociedade, meu querido.
    “1- Quem é heterossexual não vai querer ter relações homossexuais de jeito nenhum. Isso vai contra a Psicologia e a Psiquiatria, acho que tu pegou uma opinião pessoal.”
    Será? Olhe só este link, para ver no que está dando com tanto incentivo à homossexualidade. Existem jovens que ficam com pessoas do mesmo sexo só para experimentar, para ver como é, que não acreditam ser homossexuais, porque estão apenas experimentando, só para mostrar que são modernos e de cabeça aberta: http://www.ondevai.com.br/site/paposerio.asp
    Eles se autodenominam de heteroflexíveis. A realidade mostra exatamente o contrário do que você diz. Isto é o que acontece com tanta apologia ao homossexualismo.
    “3- Tem muita criança pra adoção e poucas pessoas dispostas a adotar. Isso ocorre porque não querem adotar crianças maiores de dois anos ou ainda por racismo. Criança que cresce em orfanato não tem nem pai e nem mãe.”
    E daí? Tem muita gente que vai ser prejudicada com casamento homossexual. Querem dar aos homossexuais direito à adoção. A criança vai ser prejudicada, porque criança tem direito a um pai e uma mãe.
    Veja a palhaçada:
    Casal acusado de homofobia perde direito de adotar na Inglaterra

    Para Eunice e Owen Johns, casados há quase 40 anos, não pode haver sexo fora dos laços sagrados do casamento. É uma convicção profunda que habita esse homem e sua esposa, membros fieis da Igreja Pentecostal. Em sua opinião, ela torna condenável qualquer relação homossexual, da mesma forma que proíbe um homem e uma mulher de dividirem o leito antes de passarem diante do padre…

    Por Virginie Malingre, para o Le Monde

    Nesse contexto, julgou a Suprema Corte britânica, no dia 28 de fevereiro, esse casal de Derby (noroeste da Inglaterra) não pode assumir o papel de família adotiva. Os Johns souberam fazê-lo com seus filhos. Eles criaram quatro deles antes de acolherem cerca de quinze garotas e meninos sem lar. Os serviços sociais nunca tiveram do que se queixar a seu respeito, pelo contrário.

    Mas desde 2007 as leis pela igualdade propostas pelos trabalhistas são muito claras. Quer se trate de uma adoção ou de acolhimento temporário, os municípios devem se assegurar de que as famílias a quem eles confiam uma criança preconizarão os benefícios da diversidade e da tolerância. Mesmo que isso vá contra suas crenças.

    Diversidade acima da religião

    Foi por isso que quando os Johns quiseram, em 2008, renovar seu acordo para receber em suas casas crianças de 5 a 8 anos, eles receberam uma recusa definitiva. “São pessoas hospitaleiras e gentis que sempre farão o máximo para que uma criança se sinta à vontade e bem-vinda”, pode-se ler no relatório que a prefeitura de Derby redigiu na época, mas “sua opinião sobre as relações de pessoas de mesmo sexo não é compatível com as exigências atuais e não está sujeita a mudar”.

    Indignado, o casal atacou a decisão na justiça, argumentando que estavam sofrendo as consequências de seu engajamento religioso. “Não somos homofóbicos”, explica a sra. Johns, “a única coisa que nos recusamos a fazer é dizer a uma criancinha que a homossexualidade é uma coisa boa. Isso seria contrário a nossa religião”. Essa ex-enfermeira, de origem jamaicana como seu marido, afirma que nunca teve de falar sobre esse assunto diante de nenhuma das crianças de quem teve a guarda. E ela considera pouco provável que isso aconteça, levando em conta a idade de seus hóspedes.

    A Suprema Corte não quis saber. Os direitos dos homossexuais, segundo os juízes, “passam à frente” dos direitos dos cristãos, dos judeus ou dos muçulmanos: “Nossa sociedade agora é pluralista e amplamente laica. Nós somos juízes laicos a serviço de uma comunidade multicultural”, e mesmo se deste lado do canal da Mancha existe uma religião de Estado, “a religião não é uma questão nem do governo, nem dos tribunais”.

    O “Daily Telegraph”, conhecido por suas posições conservadoras, denunciou em um editorial “uma inquisição laica” que “obriga todos a aceitarem novas ortodoxias, podendo ser fichados como hereges em caso contrário”.
    http://outroladogay.blogspot.com/2011/03/casal-acusado-de-homofobia-perde.html
    Como você pode ver, casamento gay prejudica adoções sim. Estas leis todas em favor dos gays prejudicam adoções. Ainda não aconteceu aqui no Brasil, mas já acontece em outros países. O que você me diz disto, senhor Gustavo?

    “4- Mostrar que existem familias diferentes não vai incentivar ninguém a ter relações homossexuais.”
    Como você é ingênuo… Já estão fazendo apologia ao homossexualismo há muito tempo, meu querido, principalmente através da mídia… Ainda mais agora, com a união homoafetiva, tem gays em todas as novelas…
    “Pra que ocorra multas precisa haver uma legislação especifica para isso e não apenas aprovando o casamento gay”
    Mas se já aprovaram união estável entre gays, inclusive com direito a se casar, para fazer leis contra a homofobia é um pulo, uma coisa leva à outra…
    “Na verdade o casamento gay vai minimizar a transmissão da HIV e diminuir a depressão entre os homossexuais.”
    Duvido muito que isso aconteça. Casamento não protege ninguém contra depressão ou contra HIV. Um monte de gente casada contrai HIV, e tem muita gente casada que fica deprimida. Se isso acontece com heterossexuais, certamente entre homossexuais a coisa fica pior ainda.
    “7- O casamento gay vai atrapalhar as relações esteriores hahahahaha, foi piada né?”
    Não foi não. Você acha que islâmicos é a favor do homossexualismo? Daqui a pouco, é capaz de ninguém do Oriente Médio, por exemplo, vir aqui no Brasil. Será mais um motivo para os muçulmanos se colocarem contra o Ocidente. E você acha que os muçulmanos do Brasil vão gostar desta história de fazer apologia ao homossexualismo nas escolas? Garanto que não vão querer deixar que se ensine homossexualismo para os filhos deles. Os muçulmanos também são contra o homossexualismo. As leis em favor dos homossexuais também prejudicam os muçulmanos, não somente cristãos.

  5. Leniéverson Azeredo

    Cristiane Pinto, o que está acontecendo com Júlio Severo, pode acontecer com o Jorge Ferraz, alias, eu nunca li ele contar aqui, se já sofreu esses tipos de perseguição como o Severo, em alguma escala, além das perseguições que ele, Jorge, sofre em posts do Deus lo Vult.Se ele puder posicionar sobre o tema, eu ficaria, nós ficaríamos satisfeitos sobre o tema, se ele tem jurídico, entre outras coisas.A gente fica preocupado com isso, né?Afinal, o caso Severo, ou como o caso do Julien Assange, dito por mim, no comentário anterior, nos serve mais ainda de alerta sobre a questão da afronta a liberdade de expressão e, no nosso caso, também de crença.

  6. Gustavo

    Cristiane

    Que mau tem um jovem beijar uma pessoa do mesmo sexo para experimentar? Se ele for heterossexual mesmo, não vai deixar de ser por causa disso. Sendo que este é um comportamento mais feminino, porque a maioria dos caras nem sonham em beijar alguém do mesmo sexo.

    A criança têm direito a um lar, tu é contra a adoção por pessoas solteiras também? Prefere que a criança fique sem familia, caso não consiga ser adotada por um pai e uma mãe?

    Pra mim analisar os fatos que tu postou tu tem que me dar a noticia.

    Quando você vê a novela que tem gays, você tem vontade de virar gay? Vivemos em uma sociedade que faz apologia a heterossexualidade, ninguém vai virar gay por causa de um personagem de novela.

    Um relacionamento monogamico protege sim contra o virus HIV.
    Claro que o uso da camisinha é o meio mais correto, mas têm pessoas que não usam camisinha por motivos religiosos e acabam sendo contaminadas.

    Se temos que agradar os Islamicos, vamos começar a pedrejar as mulheres infieis até a morte? O mundo civilizado apoia a união de pessoas do mesmo sexo e é com estes paises que temos que ter uma boa relação internacional.

    O casamento gay trás para sociedade a certeza de vivermos em um Estado Democrático de Direito, onde os serem humanos são respeitados independente da sua sexualidade. Todos devem ser tratados de maneira iguais dona cristiane, é o que diz a nossa constituição. O casamento é um direito básico de todo ser humano e não um privilégio que contempla uns e exclui outros.

    Além disso reforça que o Estado é Laico e que ninguém vai ser discriminado baseado em argumentos religiosos, ou ainda que determinadas religiões e grupos religiosos são ser mais importantes que outros.

  7. Miguel Carqueija

    Cristiane, gostei das declarações do Danilo que você citou. E, de fato, entre outras coisas o povo deveria abandonar a Rede Globo, que guerreia a família com suas novelas e o BBB.
    A situação do mundo anda cada vez mais estranha. Parece que a intenção é criar uma situação mundial de intolerância ao Cristianismo (cristianofobia) que levará a nós cristãos, de volta às catacumbas. Afinal, uma coisa é discriminar e hostilizar os homossexuais (e esses desordeiros de rua atacam a quem impliquem, também já atacaram índios e mendigos, por exemplo), outra coisa muito diferente é a atitude cristã de amar es respeitar os homossexuais, mas discordar do homossexualismo em si – é como discordar do tabagismo, sem deixar de respeitar os fumantes enquanto seres humanos. Ora, no Brasil p.ex. o aborto ainda é proibido, graças a Deus; mas ninguém é preso ou processado por defender essa coisa. Em suma, só os cristãos perderão o direito à livre expressão?
    E quando o mundo ocidental se tornar muçulmano – como a Inglaterra já está se tornando – o que farão esses grupos que usam a homofobia como pretexto para perseguir os cristãos com sua cristianofobia? Eu penso, também, que em sua maioria os gays do Brasil são pessoas ordeiras e razoáveis que não estão se importando nem um pouco que o Cristianismo desaprove o homossexualismo como atitude. Simplesmente, respeitam esse ponto de vista. E mais: assim como muitos cristãos estão amasiados, sabendo que o são à revelia da moral da Igreja (católica, protestante ou ortodoxa) e vêem isso como uma fraqueza própria e não uma razão para se revoltarem contra a Igreja – assim também, em sua maioria os gays brasileiros são cristãos. Então, como fica a perseguição aos cristãos? Vão perseguir também os gays cristãos?

  8. Sidnei

    “Um relacionamento monogamico protege sim contra o virus HIV. Claro que o uso da camisinha é o meio mais correto, mas têm pessoas que não usam camisinha por motivos religiosos e acabam sendo contaminadas.”

    Meu JESUS CRISTO, será que tem pessoas que ainda vem falar uma coisa dessas (para não falar outra coisa), quem não usa camisinha por motivos religiosos irá também fazer o sexo fora do casamento ou antes dela também por motivos religiosos?, “há vou fornicar, vou adulterar, mas sem camisinha, pois minha religião não permiti”, o cara que diz isto é duas vezes mais idiota que o que escreveu a frase anterior, horas, quem vai usar camisinha?, o marido ou a mulher adúlteros, ou os jovens que fazem sexo antes do casamento, aqueles que guardam a castidade, estes nem precisam usar camisinha, como não realizaram nenhum ato sexual fora dos planos de DEUS, então vão usar camisinha para que?, com quem?, agora, dizer alguns que não usam camisinha porque a religião não quer, mas praticam todo ato sexual fora de um casamento, aí é demais.
    Podem existir casos, é claro, que poderá se fazer uma análise, como a esposa que desconfia que seu marido a trai, é licito ou não é lícito que ela peça ao esposos que use a camisinha?, porém, se um homem e uma mulher casado, que há cumplicidade e fidelidade entre ambos, não vejo a necessidade para uso de tal artefato, “Há mais ninguém é fiel hoje em dia”, claro, com o incentivo a infidelidade e ao adultério que se tem hoje em dia, fica muito difícil um homem e uma mulher serem fieis um ao outro nos dias de hoje, se era difícil no passado, quem dirá agora que até na internet já existem sites especializado em traições (http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/66622_O+MERCADO+DA+TRAICAOCOMBR), em uma época em que a palavra trair era coisa que dava até cadeia, hoje ela é elada a categoria de status, pois quem não traiu ainda é careta e atrasado, se o governo, o estado laico, pessoas instruídas e com alto grau de instrução acreditam que isto tudo é normal, a Igreja vai contra a maré e sempre vai pregar a fidelidade, pois quem trai sua esposa, ou a esposa seu esposo, não terá escrúpulo nenhum em trair seus amigos, companheiros de trabalhos, e assim por diante, mas se hoje vemos a traição ser enaltecido, e ainda, protegida com camisinhas, pois o homem poderá trair a esposa a vontade, desde que seja com camisinha, e a esposa, também, ou vem um idiota e diz que por causa da religião não se usará a camisinha, traição, com ou sem camisinha, não se deverá ser realizado nunca, se deverá ser evitado ao máximo, não só por questão religiosa, mas de caráter, pois quem ama, não trai.

  9. Gustavo

    Sidnei

    A verdade é que a casos que uma das partes é fiel e a outra não, aí seria aconselhavel o casal usar camisinha. Quem trai não conta na maioria das vezes, além de que a traição masculina ainda é vista como um sinal de masculinidade. Aquele que não trai vira motivo de deboche para os amigos.

    Eu acho errado a traição, mas pior ainda seria além de trair passar uma doença para a parte fiel e comprometida com a relação.

  10. Cristiane Pinto

    Gustavo
    “Que mau tem um jovem beijar uma pessoa do mesmo sexo para experimentar? Se ele for heterossexual mesmo, não vai deixar de ser por causa disso.”
    Meu Deus do céu, como você fala besteira. Mostra que é imoral mesmo. Não se experimenta pessoas assim como se experimenta um carro, ou uma roupa. Não é certo usar as pessoas desta forma. Pessoas não são objetos para serem usados. Eu já sou contra o “ficar”, mesmo sendo entre pessoas de sexos opostos, quanto mais entre pessoas do mesmo sexo, mesmo sendo apenas para “experimentar”. Você está cansado de saber que o homossexualismo é condenável, não deve ser praticado por ninguém, não interessa se a pessoa vai se tornar homossexual ou não por causa disso. É errado e ponto final. É errado praticar e é errado incentivar o homossexualismo.
    “A criança têm direito a um lar, tu é contra a adoção por pessoas solteiras também? Prefere que a criança fique sem familia, caso não consiga ser adotada por um pai e uma mãe?”
    Sou contra sim, eu defendo a família tradicional. Sou totalmente contra famílias “alternativas”. A criança, para ter um bom desenvolvimento, precisa do pai e da mãe, foi uma professora minha, uma psicóloga, que disse isso. E ela não é religiosa não, é freudiana. Vai querer contestar uma psicóloga também? A adoção é direito da criança ter uma família. Adoção não é direito das pessoas ter um filho. A prioridade é a criança, adoção é um direito da criança, não dos pais.
    “Pra mim analisar os fatos que tu postou tu tem que me dar a noticia.”
    Eu dei as notícias, não viu os links que postei?
    “Quando você vê a novela que tem gays, você tem vontade de virar gay? Vivemos em uma sociedade que faz apologia a heterossexualidade, ninguém vai virar gay por causa de um personagem de novela.”
    Mais uma falácia. A sociedade nunca fez apologia a heterossexualidade, simplesmente aconteceu da sociedade ter sido construída desta forma. É uma questão de cultura, a nossa cultura sempre foi assim. E o que você não entende, meu caro, que o problema é que as novelas, ao fazerem apologia ao homossexualismo, doutrinam as pessoas, pois mostram o homossexualismo como algo normal e bonito. Claro que nem todos se deixam doutrinar, felizmente. Mesmo porque as pessoas têm consciência judaico-cristã. Mas sempre tem gente bocó que acha que tudo o que as novelas ensinam é correto. As novelas deviam mostrar o homossexualismo como algo que apenas faz parte da realidade, e não como algo normal.
    “Um relacionamento monogamico protege sim contra o virus HIV. Claro que o uso da camisinha é o meio mais correto, mas têm pessoas que não usam camisinha por motivos religiosos e acabam sendo contaminadas.”
    Deixar de usar camisinha por motivos religosos? Cara, como você é idiota. Você é desonesto intelecutal mesmo. Nunca ouvi falar de alguém que tenha feito relações sexuais sem camisinha por motivos religiosos. Nunca ninguém transa sem caimisinha porque a Igreja é contra. Isto não existe. Até porque a Igreja NUNCA ensinou a transar com ou sem camisinha, ela diz apenas para NÃO TRANSAR. Quem procura viver a castidade não usa camisinha, é claro, porque não precisa. Porque vive a sexualidade dentro dos planos de Deus. Agora, quem usa camisinha? É o marido ou a esposa que trai o cônjuge, os jovens que fazem sexo antes do casamento… E se deixam de usar camisinha uma vez ou outra, com certeza não é por motivos religiosos. É que quando pinta uma oportunidade e estão sem a borrachinha, fazem sexo assim mesmo. Cara, como você fala besteira. Nunca ouvi falar de alguém que contraiu AIDS por motivos religiosos.
    “Se temos que agradar os Islamicos, vamos começar a pedrejar as mulheres infieis até a morte? O mundo civilizado apoia a união de pessoas do mesmo sexo e é com estes paises que temos que ter uma boa relação internacional”
    KKKKKKK… Falácia e mais falácia… Quer dizer que apenas o mundo Ocidental é civilizado? Deixa os islâmicos ouvirem isto… Isto é um imenso preconceito, sabia? E não é que eu esteja querendo defender os islâmicos, não. E pro seu governo, o ideal é ter uma boa relação internacional com TODOS os países. Pelo menos, é isto o que supostamente buscam, não é? E se não tiver uma boa relação com os islâmicos, sabe o que pode acontecer? Atentados terroristas. Os EUA não tem uma boa relação com muçulmanos, e é mais por lá que acontece atentados de vez em quando… É por isto que os militantes gays procuram não atacar os muçulmanos. Imagine o que aconteceria aos militantes gays se, ao invés de imagens de santos, tivessem usado a imagem de Maomé na parada gay… A coisa não ia prestar… Aposto que os gays não estariam vivos hoje. Por isto é que atacam o cristianismo, por ser contra o homossexualismo, e não o islamismo. Se resolvessem atacar o islamismo, não estariam mais aqui para contar a história.
    “O casamento gay trás para sociedade a certeza de vivermos em um Estado Democrático de Direito, onde os serem humanos são respeitados independente da sua sexualidade. Todos devem ser tratados de maneira iguais dona cristiane, é o que diz a nossa constituição. O casamento é um direito básico de todo ser humano e não um privilégio que contempla uns e exclui outros.”
    Mas não precisa aprovar casamento gay para os homossexuais serem respeitados. E casamento para quê, eles já não vivem juntos? A moda hoje não é casar não, é juntar os trapos, você não sabia? Os homossexuais estão atrasados então, porque o pessoal não quer mais saber de papel passado não, só quer morar junto. E quem está negando o direito dos homossexuais de se casarem? Eles tinham este direito antes. Eles podiam se casar, só não podiam se casar com pessoas do mesmo sexo. Agora, a lei, que era igual para todos (afinal, se homossexuais não podiam se casar com pessoas do mesmo sexo, heterossexuais também não), é mudada só por causa deles? Antes sim eles eram tratados igualmente, agora, são tratados de maneira diferenciada, são tratados de forma especial só porque são homossexuais. Eles não querem direitos não, querem é privilégios. Eles mesmos que negaram a si mesmos o direito de se casarem, quando resolveram se relacionar com pessoas do mesmo sexo. A sociedade nunca negou a eles o direito de se casarem. Agora você está de acordo de que devem ser criadas leis especiais para homossexuais? Assim, as pessoas não estão sendo tratadas igualmente, ao contrário do que você afirma. Não vejo igualdade nenhuma nisto.
    “Além disso reforça que o Estado é Laico e que ninguém vai ser discriminado baseado em argumentos religiosos, ou ainda que determinadas religiões e grupos religiosos são ser mais importantes que outros.”
    Eu não apresentei argumentos religiosos para ser contra o homossexualismo. Alguma vez mencionei religião ao argumentar contra casamento homossexual? Por acaso falei que sou contra casamento homossexual por ser contra Deus? Embora isto também seja verdade, em nenhum momento mencionei Deus, também não mencionei religião. E por acaso discordar do homossexualismo é discriminação? Só por discordar, vou ser tachada de homofóbica agora? Me poupe. Nós é que estamos sendo discriminados por não concordarmos com o homossexualismo. E pro seu governo, o Estado é LAICO, não ATEU. Há uma diferença entre Estado LAICO e Estado ATEU.
    E você se esquece disto aqui:
    “VI – é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias;”
    Não se pode forçar um cristão a aceitar o homossexualismo como algo normal, porque é contra esta lei. Não se pode obrigar o cristão a fazer algo contra a consciência dele. É lei, caso você não saiba.

  11. Sidnei

    1. A verdade é que a casos que uma das partes é fiel e a outra não, aí seria aconselhavel o casal usar camisinha. Quem trai não conta na maioria das vezes, além de que a traição masculina ainda é vista como um sinal de masculinidade. Aquele que não trai vira motivo de deboche para os amigos.
    Eu acho errado a traição, mas pior ainda seria além de trair passar uma doença para a parte fiel e comprometida com a relação.

    Para mim tanto a traição quanto a transmissão de doenças sexualmente transmissíveis tem o mesmo peso e valor, pois ambas nascem do mau caráter de um marido de não ser fiel a sua esposa e a esposa ao seu marido, antes de sair por aí distribuindo camisinhas devemos orientar a todos a serem fieis aos seus princípios e não serem escravos de seus extintos.

  12. Cristiane Pintoc

    Gustavo
    ““Se temos que agradar os Islamicos, vamos começar a pedrejar as mulheres infieis até a morte? O mundo civilizado apoia a união de pessoas do mesmo sexo e é com estes paises que temos que ter uma boa relação internacional”
    Então, o mundo “civilizado” vai comprar briga não apenas com muçulmanos, como também com cristãos e até mesmo com judeus e hindus, porque estes também são contra o homossexualismo. O homossexualismo não agrada a maioria da população mundial. O cristianismo é uma das maiores religiões do mundo, representa cerca de um quarto a um terço da população mundial. E o islão é a segunda maior religião, e umas das que mais crescem no mundo, ficando atrás apenas do cristianismo. E ainda tem os judeus e os hindus, que também não aprovam o homossexualismo. Como se pode ver, o mundo todo está contra o homossexualismo.

  13. Gustavo

    Cristiane

    A adoção é um direito da criança, concordo plenamente. Por isso cada caso de adoção deve ser examinado com cuidado. Seria preferivel um pai e uma mãe … mas nem sempre há está possibilidade, devido a diferença entre casais heteros que querem adotar e o numero de crianças para adoção.

    Não existe privilégio, qualquer heterossexual que desejar vai poder casar com alguém do mesmo sexo. Seria privilegio se deixasse apenas gays casarem com pessoas do mesmo sexo.

    Existe sim uma apologia a heterossexualida, não estou dizendo que é errado mas existe. Acho uma coisa natural que a criança seja criada pra ser heterossexual.

    Você mesmo disse que estava defendendo o cristianismo, então pressumi que não aceitasse o casamento gay por motivos religiosos.

    Mas ninguém está obrigando os cristãos a aceitar os homossexuais, nem nada disso. Os homossexuais até ja fundaram uma Igreja evangelica para eles, pra não incomodar os cristão.

  14. Jorge Ferraz Post author

    Soh para constar, não eh verdade que haja mais crianças a serem adotadas do que “casais héteros” (redundância tosca – todo casal eh hetero) querendo adotar.

    Na verdade, há mais familias querendo adotar do que crianças cadastradas para adoção. Os casais de verdade jah têm que esperar um tempo enorme para conseguir adotar!

  15. Alien

    … e é esse UM (eu disse UM, não o principal)dos motivos pelos quais alguns casais optam pela inseminação artificial… tenho uma prima que está na fila de espera da adoção há quase 10 anos! Imaginem com que idade ela vai conseguir adotar? Já idosa???

  16. Cristiane Pinto

    Gustavo
    “Não existe privilégio, qualquer heterossexual que desejar vai poder casar com alguém do mesmo sexo. Seria privilegio se deixasse apenas gays casarem com pessoas do mesmo sexo.”
    De qualquer forma, é errado casamento entre pessoas do mesmo sexo, pelos motivos que citei acima. O fato de pessoas heterossexuais poderem se casar com pessoas do mesmo sexo, por terem criado esta lei absurda, não torna a coisa certa. Porque esta lei tornou legítimo o homossexualismo, mas nem por isso o homossexualismo deixa de ser uma coisa errada. Não se pode, por lei, tornar legítimo o homossexualismo, como se fosse coisa certa, e ainda por cima contra a vontade da maioria da população. Como é que os cristãos vão poder mais tarde ensinar aos filhos que homossexualismo é errado, se já existem leis que tornam o homossexualismo legítimo? Se existe casamento homossexual, os filhos dos cristãos vão concluir que homossexualismo é certo, do contrário não existiria casamento para homossexuais. Desta forma, os cristãos ficarão desmoralizados. E isto não é justo, os cristãos têm o direito de criar os filhos de acordo com os seus valores. Sem falar que ninguém vai poder falar contra o homossexualismo, senão vai preso.
    E duvido que a maioria das pessoas vá querer se casar com pessoas do mesmo sexo, pelo simples fato da grande maioria não aceitar o homossexualismo como algo normal. E de qualquer forma, é privilégio sim, porque junto com casamento gay, vem esta lei contra homofobia. Uma coisa leva à outra, necessariamente. Ora, qualquer tipo de comportamento corre o risco de receber críticas, até os cristãos são criticados, porque os homossexuais não podem ser criticados? Homossexuais por acaso são intocáveis? O povo brasileiro, e assim na maioria de toda a humanidade, não é contra a pessoa do homossexual, desde que ele não pratique. O povo brasileiro, que é cristão, é contra o homossexualismo praticante, e é contra a imposição deste ato, como se fosse um bem para a sociedade. E não existe lei humana que possa proibir um cristão de combater este pecado de lesa a Deus. Se a última pesquisa sobre este comportamento nos EUA diz que apenas 2% da população pratica este terrível desatino, não creio que aqui seja diferente. Por esta minoria, radical, gritante é um absurdo que toda a sociedade tenha que se curvar diante deles, e principalmente que o governo, que deve legislar de acordo com a opção da maioria, preocupe-se apenas com este segmento, como eles fossem criaturinhas inocentes. E não são não, os militantes gayzistas não são nem um pouco inocentes, muito pelo contrário, são nefastos, pois querem forçar a maioria a aceitar seu modo de vida.
    “Você mesmo disse que estava defendendo o cristianismo, então pressumi que não aceitasse o casamento gay por motivos religiosos.”
    Em parte é por motivos religiosos, não nego, mas não é só por motivos religiosos, existem outros motivos também, e que já citei lá em cima.
    “Mas ninguém está obrigando os cristãos a aceitar os homossexuais, nem nada disso. Os homossexuais até ja fundaram uma Igreja evangelica para eles, pra não incomodar os cristão.”
    Por isto mesmo que sou contra o protestantismo. Como pode uma igreja, que se diz cristã, permitir uma coisa dessas? Os homossexuais precisam entender que a Igreja Católica não é contra eles. Somos contra o homossexualismo, não contra os homossexuais. Eles precisam entender é que o homossexualismo é incompatível com o cristianismo. Um cristão não pode praticar o homossexualismo em hipótese alguma. Por isto, é um erro existir uma igreja para homossexuais. Não tem essa de igreja para homossexuais e igreja para heterossexuais. Uma igreja deve acolher todos. A Igreja Católica não rotula ninguém, e ela acolhe a todos, tanto heterossexuais quanto homossexuais. A Igreja é como o próprio nome diz, é universal. Católica significa universal. A única coisa que ela exige é que não se pratique o homossexualismo, ela só ensina os homossexuais a serem castos.

  17. Cristiane Pinto

    Gustavo
    E para você entender melhor porque eu sou contra casamento gay, é que por trás disto há uma ideologia de gênero.
    “Hoje em dia, muitas vezes a palavra “gênero” aparece em contextos onde esperávamos encontrar a palavra “sexo”. Em vez de se falar de diferença entre os sexos, fala-se de diferença entre os gêneros. Em vez de discriminação por causa de sexo, fala-se em discriminação por causa de gênero. As pessoas desavisadas podem achar que o termo “gênero” é inofensivo. Seria apenas um sinônimo de sexo. No entanto tal palavra esconde toda uma ideologia: a “ideologia de gênero”. Sobre este assunto, a Conferência Episcopal Peruana elaborou um documento “La ideología de género: sus peligros y sus alcances”[1], publicado em abril de 1998, cujo conteúdo pretendo resumir aqui. A chamada “perspectiva de gênero” resume-se nos seguintes princípios:

    1. Não existe um homem natural nem uma mulher natural. O ente humano nasce sexualmente neutro. A sociedade é que constrói os papéis masculinos ou femininos. “Gêneros” são papéis socialmente construídos.

    2. Não é a natureza, mas a sociedade que impõe à mulher e ao homem certos comportamentos e certas normas diferentes. Assim, se desde pequena a mulher brinca de boneca e casinha, isso não se deve a um instinto materno (que para as feministas de gênero não existe), mas simplesmente a uma convenção social. Se as mulheres casam-se com homens, e não com outras mulheres, isso não se deve a uma lei da natureza, mas uma construção da sociedade. Se os homens sentem-se na obrigação de trabalhar fora de casa para sustentar a família, enquanto as mulheres sentem necessidade de ficar junto aos filhos, nada disso é natural. São meros papéis, desempenhados por tradição, mas que poderiam perfeitamente ser trocados.

    3. Tais idéias, que são meras construções sociais, servem para justificar o domínio da mulher pelo homem. Assim, a mulher, ingenuamente, “acredita” que seu lugar mais importante é o lar, que nasceu para se mãe, que deve sacrificar-se pelos filhos, que deve ser fiel ao marido… Tais “construções sociais” não têm fundamento, dizem as feministas. Assim, é preciso “desconstruir” tais idéias, conscientizando a mulher de que ela está sendo enganada e explorada.

    4. Uma vez liberta de tais “construções sociais”, a mulher vê-se livre para construir a si mesma: pode livremente optar por ser lésbica, por não ser mãe ou por matar o filho concebido (ou, como se diz, “interromper a gravidez”). Tudo passa a ser permitido.

    O marxismo: origem da ideologia de gênero

    A ideologia de gênero, que causou enorme discussão na IV Conferência Mundial das Nações Unidas sobre a Mulher (Pequim, 1995), tem sua origem em Frederick Engels , amigo inseparável de Karl Marx. Em seu livro “A origem da família, da propriedade e do Estado” (1884), Engels dizia:

    “O primeiro antagonismo de classes da história coincide com o desenvolvimento do antagonismo entre o homem e a mulher, unidos em matrimônio monógamo, e a primeira opressão de uma classe por outra, com a do sexo feminino pelo masculino”[2].

    Segundo a doutrina marxista, não há conciliação possível entre as classes. Operários e patrões são necessariamente inimigos. Os operários não devem buscar melhorias para sua classe. Devem fazer uma revolução, que terá por fim acabar com as classes. Marx pregava uma tomada do poder pelo proletariado. Depois de algum tempo, o Estado iria desaparecer, não haveria mais classes sociais e tudo seria comum. Seria instaurado o comunismo.

    Seguindo a mesma linha, o feminismo atual, com bases no marxismo, não deseja simplesmente melhorias para as mulheres. Deseja eliminar as “classes sexuais”. Diz a feminista radical Shulamith Firestone, em seu livro “The Dialectic of Sex” (A dialética do sexo):

    “… assegurar a eliminação das classes sexuais requer que a classe subjugada (as mulheres) faça uma revolução e se apodere do controle da reprodução, que se restaure à mulher a propriedade sobre seus próprios corpos, como também o controle feminino da fertilidade humana, incluindo tanto as novas tecnologias como todas as instituições sociais de nascimento e cuidado de crianças. E assim como a meta final da revolução socialista era não só acabar com o privilégio da classe econômica, mas com a própria distinção entre classes econômicas, a meta definitiva da revolução feminista deve ser igualmente — à diferença do primeiro movimento feminista — não simplesmente acabar com o privilégio masculino, mas com a própria distinção de sexos: as diferenças genitais entre os seres humanos já não importariam culturalmente”.

    As feministas de gênero, fiéis à visão marxista, dizem que toda desigualdade é injusta. Que o trabalho exercido pelo homem seja diferente do exercido pela mulher é simplesmente uma injustiça institucionalizada. É preciso acabar com ela. A respeito da mulher que opta por ficar em seu lar cuidando dos filhos, diz a feminista Christina Hoff Sommers:

    “Pensamos que nenhuma mulher deveria ter esta opção. Não se deveria autorizar a nenhuma mulher ficar em casa para cuidar de seus filhos. A sociedade deve ser totalmente diferente. As mulheres não devem ter essa opção, porque se essa opção existe, demasiadas mulheres decidirão por ela”[3].

    (Até aqui o resumo do documento da Conferência Episcopal Peruana)

    Redefinição de família

    O feminismo de gênero é inimigo frontal da família, lugar em que os papéis de cada sexo são “socialmente construídos”. Para abolir a família, é mais eficiente conservar seu nome e mudar o seu sentido. Família poderia significar não apenas a união perpétua entre um homem e uma mulher com seus filhos (como nós a conhecemos), mas também, por exemplo, a união de duas lésbicas e mais uma criança gerada por inseminação artificial; ou então dois homossexuais e um filho “adotivo”.

    A recém-aprovada Lei 11.340, de 7 de agosto de 2006, conhecida como “Lei Maria da Penha”, redefine família como “a comunidade formada por indivíduos que são ou se consideram aparentados, unidos por laços naturais, por afinidade ou por vontade expressa” (art. 5°, II). E acrescenta: “As relações pessoais enunciadas neste artigo independem de orientação sexual” (art. 5°, parágrafo único). Essa lei, sancionada com o objetivo de coibir a violência contra a mulher, pretende ser o cumprimento da Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres (CEDAW), que o Brasil assinou em 1981 e ratificou em 1984. O texto da Convenção nada fala em favor do aborto ou do homossexualismo. Mas o Comitê internacional estabelecido para acompanhar o cumprimento da Convenção tem defendido abertamente tais idéias. Curioso é o texto em que o Comitê critica a Bielo-Rússia (também chamada Belarus) pela reintrodução do “Dia das Mães” e do “Prêmio das Mães”:

    “Preocupa o Comitê a contínua prevalência dos estereótipos do papel de cada sexo e a reintrodução de símbolos como o ‘Dia das Mães’ e o ‘Prêmio das Mães’, que é visto como um encorajamento aos papéis tradicionais das mulheres. Preocupa também se a introdução da educação dos direitos humanos e de gênero, em oposição a tal estereotipação, está sendo efetivamente implementada.”[4]

    Como se vê, a educação sob perspectiva de gênero é indicada pelo Comitê como remédio para a falta cometida pela Bielo-Rússia, de instituir um dia para valorizar a maternidade da mulher, que é apenas um “papel tradicional” a ser eliminado.

    Homofobia

    Se nada há de natural na complementação homem-mulher, os que criticam o homossexualismo devem ser punidos como “homofóbicos”. Pelo Projeto de Lei 5003-B, de 2001, aprovado pela Câmara em 23/11/2006, a prática de atos de homossexualidade deixa de ser vício e passa a ser direito humano. Essa proposição, que vai agora à apreciação pelo Senado, cria várias condutas consideradas crimes de “homofobia”. A punição para o reitor de um seminário que não admitir o ingresso de um aluno homossexual está prevista para 3 a 5 anos de reclusão (art. 5°)[5]. Aquele que ousar proibir ou impedir a prática de um ato obsceno (“manifestação de afetividade”) praticado em público por homossexuais receberá idêntica sanção penal (art. 7°). Interessante é como a palavra “gênero” aparece tantas vezes na proposta legislativa. Já em seu artigo 1°, ela diz que pretende definir “os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero”.

    É preocupante que a “perspectiva de gênero” esteja presente entre os propósitos do segundo governo Lula. À promoção do homossexualismo é dedicado um caderno de 14 páginas: “Lula presidente: construindo um Brasil sem homofobia: Programa Setorial Cidadania GLBT 2007 / 2010” . Sem o menor escrúpulo, o presidente se compromete a aprovar a “união civil entre pessoas do mesmo sexo, estendendo aos casais homossexuais os mesmos direitos que os casais heterossexuais possuem. Inclusive o reconhecimento e proteção de suas famílias, garantindo o direito à adoção” (p. 13).[6]

    A doutrina cristã sobre a sexualidade

    Homens e mulheres são diferentes, mas não são inimigos natos. Ao contrário, são mutuamente complementares. Um precisa do outro e completa-se no outro.[7] Porém, pela ideologia de gênero, esta visão cristã que vê em cada sexo uma vocação e missão específica é taxada de visão “sexista”. O “sexismo” e a “homofobia” são dois inimigos a serem combatidos por essa ideologia. Como se percebe, quem tem coragem para defender a doutrina cristã deve estar pronto para ser perseguido.

    Anápolis, 6 de janeiro de 2007
    Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz
    Presidente do Pró-Vida de Anápolis

    [1] CONFERENCIA EPISCOPAL PERUANA. Comisión Episcopal de Apostolado Laical. Comisión ad–hoc de la mujer. La ideología de género: sus peligros y alcances. Lima, abr. 1998. Disponível em http://www.vidahumana.org/vidafam/iglesia/genero.html.

    [2] ENGELS, Frederick , The Origin of the Family, Property and the State, International Publishers, New York , 1972, pp. 65-66.

    [3] SOMMERS, Christina Hoff. Who Stole Feminism?, Simon & Shuster , New York , 1994, p.257.

    [4] Concluding Observations of the Committee on the Elimination of Discrimination Against Women: Belarus . 31/01/2000, n. 361.

    [5] Recusar, negar, impedir, preterir, prejudicar, retardar ou excluir, em qualquer sistema de seleção educacional, recrutamento ou promoção funcional ou profissional:
    Pena – reclusão de 3 (três) a 5 (cinco) anos.

    [6] Disponível em:

    [7] Cf. CONGREGAÇÃO PARA A DOUTRINA DA FÉ. Carta aos Bispos da Igreja Católica sobre a colaboração do homem e da mulher na Igreja e no mundo. 31 maio 2004.”

  18. Cristiane Pinto

    E outra, senhor Gustavo, você deve levar em consideração que nós, cristãos, somos bem mais tolerantes em relação aos homossexuais do que os muçulmanos, que você tanto critica e não tiro a sua razão. Aqui lutamos contra o casamento gay, para que não seja equiparado à santa união entre homem e mulher. Mas nunca vi um cristão matar um homossexual pelo simples fato de ser homossexual. Nunca vi um cristão se quer defender um absurdo desses. Já no Irã, por exemplo, país de maioria muçulmana, os homossexuais são mortos pelo simples fato de serem homossexuais. E o gozado é que ninguém fala contra os muçulmanos. Por causa do politicamente correto, ninguém fala contra os muçulmanos, do contrário, se alguém falar contra os muçulmanos, está sendo preconceituoso, intolerante, retrógrado e não sei o que mais. Já vi movimento gay fazer manifestações em protesto contra o Papa, por ele ser contra o casamento gay, portanto, homofóbico, segundo os militantes gays. Mas nunca vi uma única ONG gay, nunca vi um movimento gay fazer manifestações com cartazes denunciando a situação dos homossexuais no Irã. Ou seja, dois pesos e duas medidas. Para mim, isso é hipocrisia.

  19. Eduardo Araújo

    Dizer que existe uma “apologia à heterossexualidade (sic)” equivale a dizer que existe apologia à alimentação ou apologia à respiração.
    Aliás, o certo é simplesmente SEXUALIDADE, assim compreendida como a união natural entre macho e fêmea. Qualquer outra coisa fora disso é uma distorção que tentam a todo custo camuflar com cores de “normalidade” e até – cáspite! – “naturalidade”.

  20. Miguel Carqueija

    Sobre o que andarma comentando a respeito do que se passa nas novelas… o melhor que um cristão tem a fazer é não assiti-las, não prestigiá-las. De longa data as novelas televisivas são imundas. Há coisas melhores para assistir.

  21. Gustavo

    Jorge

    “Na verdade, há mais familias querendo adotar do que crianças cadastradas para adoção. Os casais de verdade jah têm que esperar um tempo enorme para conseguir adotar”!

    O problema da adoção no Brasil é a burocracia e ainda o desejo de se adotar crianças até 2 anos de idade. Quanto mais velha é a criança, menor é a probabilidade de ser adotada.

    Cristiane

    “Se existe casamento homossexual, os filhos dos cristãos vão concluir que homossexualismo é certo, do contrário não existiria casamento para homossexuais. Desta forma, os cristãos ficarão desmoralizados”.

    A lei do divorcio não impediu a Igreja ensinar que o divorcio é errado, além disso o que foi aprovado pelo STF foi a união de pessoas do mesmo sexo. Não existe nenhuma lei que puna a critica a conduta homossexual no Brasil.

    …”e principalmente que o governo, que deve legislar de acordo com a opção da maioria” …

    Então se a maioria for favoravel ao aborto o governo deve legislar a favor? Não acho isso certo não.

    “A Igreja é como o próprio nome diz, é universal. Católica significa universal. A única coisa que ela exige é que não se pratique o homossexualismo, ela só ensina os homossexuais a serem castos”.

    Eu sei que a Igreja Católica não quer discriminar os homossexuais, mas têm muitos que não conseguem seguir a castidade.

  22. Jorge Ferraz Post author

    «O problema da adoção no Brasil é a burocracia e ainda o desejo de se adotar crianças até 2 anos de idade»

    É exatamente por isso que é simplesmente balela a conversa de que «nem sempre há está possibilidade [de adoção por um casal de verdade], devido a diferença entre casais heteros que querem adotar e o numero de crianças para adoção».

    – Jorge

  23. Cristiane Pinto

    Gustavo
    “A lei do divorcio não impediu a Igreja ensinar que o divorcio é errado, além disso o que foi aprovado pelo STF foi a união de pessoas do mesmo sexo. Não existe nenhuma lei que puna a critica a conduta homossexual no Brasil.”
    Mas nem por isso as pessoas, mesmo aquelas que se dizem cristãs, deixaram de passar a encarar o divórcio como se fosse algo normal. Há até um incentivo ao divórcio, como se fosse a única solução para os problemas de um casamento. Em vez de se reconciliarem, os casais se separam. Para mim, só deveria haver divórcio para casos extremos, por exemplo, quando o marido espanca a esposa. Mas não é assim. Na primeira briga, as pessoas logo se separam, e não devia ser assim. O divórcio devia ser o último recurso, não o primeiro. De acordo com a lei de Deus, casamento é para sempre.
    “Então se a maioria for favoravel ao aborto o governo deve legislar a favor? Não acho isso certo não.”
    Pensando bem, não é certo mesmo, admito que nisso dei uma mancada, não pensei por esse lado. Não pensei direito quando disse isso. Mas também não vale uma minoria querer ditar as regras para a maioria.
    “Eu sei que a Igreja Católica não quer discriminar os homossexuais, mas têm muitos que não conseguem seguir a castidade.”
    Isso porque não foram ensinados a seguirem a castidade, e sim aos seus próprios instintos.