Sobre a Comissão em Defesa da Vida da Regional Sul 1 da CNBB: nota contra o abortismo do governo Dilma

closeAtenção, este artigo foi publicado 5 anos 1 mês 14 dias atrás.

Grandes feitos têm pequenos começos. O chavão pode ser lugar-comum, mas é bastante adequado para falar sobre a resistência católica ao abortismo petista surgida no Brasil nos últimos anos.

Todo mundo sabe que o PT está escancaradamente comprometido com o morticínio de crianças indefesas no ventre de suas mães. E todo mundo sabe que, para os católicos, a defesa da vida não é um assunto periférico que possa ser utilizado como moeda de barganha política em benefício de outros interesses, por justos que estes sejam. Todo mundo sabe que, para os católicos, a rejeição total e absoluta ao aborto é uma das pré-condições mais básicas para que um candidato ou partido político possa licitamente receber o apoio dos que se preocupam em subordinar a contingência da vida em sociedade aos ditames da Eterna Lei de Deus. Corolário imediato disso é que nenhum católico pode apoiar com o próprio voto um candidato ou partido abortista.

Isto é terrivelmente óbvio, mas precisou ser dito às claras. Há dois anos, próximo às eleições presidenciais, três corajosos bispos da Regional Sul 1 da CNBB assinavam um panfleto que nada fazia senão repetir o óbvio. O pequeno documento terminava recomendando (sim, recomendando somente!) os cidadãos brasileiros a «que, nas próximas eleições, de[ss]em seu voto somente a candidatos ou candidatas e partidos contrários à descriminalização do aborto». Isto foi o suficiente para que se instaurasse um rebuliço geral no Brasil.

A então candidata Dilma Rousseff passou a dar uma de doida e a desdizer publicamente, na maior cara de pau, tudo o que dissera antes a respeito das suas posições em relação à descriminalização do aborto no Brasil. Teve inclusive a pachorra de [já em campanha do segundo turno] ir a uma Missa em Aparecida mesmo sem fazer a menor idéia de como se comportar dentro de um templo católico. A hipocrisia, contudo, não funcionou como era esperado e a candidata do PT perdeu uma vitória que era dada por certa no primeiro turno. Passou-se então à perseguição ditatorial escancarada: os documentos da CNBB foram proibidos de serem circulados, inclusive com uma tentativa de invasão (claramente ilegítima) de uma gráfica por militantes do partido e posterior apreensão (igualmente ilegítima) por meio da Polícia Federal dos panfletos que lá estavam sendo produzidos. Mas o estrago foi tão grande que a sra. Rousseff comprometeu-se a, se eleita, não mexer na legislação brasileira sobre o aborto. Aliás, não fosse o seu adversário escolhido a dedo para perder a farsa eleitoral que tem por único propósito conferir um verniz de legitimidade democrática à tirania já instaurada, a sra. Rousseff certamente perderia as eleições. Teria sido divertido.

Hoje, dois anos e sucessivas tentativas de legalização subreptícia do aborto no país depois (STF e anencéfalos, política de “redução de danos” para mulheres que desejam provocar o aborto, anteprojeto de reforma do Código Penal, nomeação de uma abortista escancarada para a Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República, etc.), mais uma vez se levanta a voz dos católicos. Após circular a denúncia de que o Governo se prepara para implantar o aborto no país via Ministério da Saúde, a Comissão em Defesa da Vida da Regional Sul 1 da CNBB aprovou recentemente uma dura nota contra o Governo Dilma. O Deus lo Vult! recebeu-a por email; trechos da mesma podem ser encontrados na ACI Digital. O texto contundente termina pedindo provas concretas da boa fé da senhora presidente:

Não queremos que a Presidente Dilma faça pronunciamentos por palavras ou por escrito, queremos fatos:

1. A demissão imediata da Ministra Eleonora Menicucci da Secretaria das Políticas para as Mulheres.

2. A demissão imediata do Secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Helvécio Magalhães, que está coordenando a implantação das novas medidas a serem tomadas por esse Ministério.

3. O rompimento imediato dos convênios do Ministério da Saúde com o grupo de estudo e pesquisa sobre o aborto no Brasil.

Nossos cumprimentos à Comissão em Defesa da Vida da Sul 1, que teve a coragem de tornar públicas estas considerações que são, como bem o sabemos, as mesmas posições que a maior parte da população brasileira tem sobre o assunto. Tendo sido eleita com 55 milhões de votos (o que é bem menos da metade – pra ser exato, apenas 40%do total de eleitores do Brasil em 2010), a senhora presidente parece não estar nem um pouco preocupada em governar de acordo com os anseios da população brasileira. Diante de um governo indesejado pela maior parte dos brasileiros e cujo maior feito nestes dois anos tem sido o descumprimento ostensivo das promessas de campanha a respeito do aborto, é importante que levantemos a nossa voz contra estes descalabros ilegítimos e protestemos energicamente contra o que está acontecendo em nossa Pátria. É importante que a população brasileira saiba o que a presidente está fazendo na presidência do país.

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23 thoughts on “Sobre a Comissão em Defesa da Vida da Regional Sul 1 da CNBB: nota contra o abortismo do governo Dilma

  1. Antonio Benedito de Castro

    O temos hoje em dia é simplesmente é uma ditadura do relativismo,não nos assustemos, pois a senhora Dilma só preza levar o nosso país ao comunismo. Dizendo em sua campanha que não era abortista, mas seus atos, se rodeou de uma matilha de lobos: STF e outros ministros.Mas o que ela não conta é que a vitoria final será do Imaculado Coração de Maria. Rezemos pois todos dias o santo rozario.

  2. Tiane

    O médico e a mãe que queria abortar

    Preocupada, uma mulher procurou seu ginecologista. –
    Doutor, eu estou com um problema muito sério e preciso da sua ajuda
    desesperadamente! Meu bebê não tem um ano e eu estou grávida novamente.
    Eu não quero outro filho. Então o médico disse: – Em que exatamente você quer que eu a ajude? – Eu quero fazer um aborto! Depois de pensar por alguns instantes, o médico falou: – Olha, eu tive uma idéia que me parece melhor e também é menos arriscada. A mulher sorriu satisfeita. Então o médico continuou: –
    Veja bem, para que você não tenha que tomar conta de dois bebês, vamos
    matar esse que está nos seus braços. Assim, você poderá descansar até
    que o outro nasça. Já que vamos matar um dos seus filhos, não importa
    qual deles. Dizem que os filhos são todos iguais para as mães. Não é
    mesmo? E, além do mais, sua vida não correrá risco com procedimentos
    cirúrgicos, se você escolher esse aí para matarmos. A mulher ficou horrorizada com as palavras do médico e disse-lhe: – Que monstruosidade o senhor está me propondo. Matar uma criança é um crime! O médico respondeu-lhe: –
    Eu concordo. Mas eu pensei que isso não fosse problema para você. Eu
    só estou sugerindo que você troque o filho que será morto. Pelo semblante da mulher, o médico viu que tinha conseguido esclarecer seu ponto de vista.

    E ele a convenceu que não há diferença entre matar uma criança que está nos braços ou uma que está no ventre.

    O crime é o mesmo.
    Fonte: http://revculturalfamilia.blogspot.com.br/

  3. João Frazão

    Caro Jorge.
    O pior de tudo isso é que a Governanta do Brasil (para concordar com Presidenta), vai pretender “sair bem na fotografia” junto às lideranças da Igreja, na hipótese de o projeto do aborto ser aprovado pelo Congresso, vetando o referido projeto, mas, por baixo do biombo político, tomando as medidas necessárias para que o congresso não aprove o seu veto, assm, eximindo-a da responsabilidade do assassinato de fetos indefesos perante a opinião pública, mas cumprindo o ideário político do PT e de toda a esquerda brasileira, alegando que ela fez a sua parte, “mas, infelizmente, o congresso (que hoje está na mão do governo) não acatou o seu veto”, debitando, assim, a culpa do aborto aos congressistas, culpa essa que será “diluída” impessoalmente entre seus membros, sob o pálio do anonimato, em função do voto secreto.
    Infelizmente, é o que acho que vai acontecer.
    Abraços. Frazão

  4. Jesus Pereira

    O duro é que há um silêncio verdadeiramente sepulcral nos púlpitos a respeito do tema. Aborto e castidade são matérias omitidas das homilias pela maioria dos padres. Já não se ensina o que ensina a Santa Mãe e Mestra, a Igreja, mas o que cada padre pensa e acha que convém. E se notas da CNBB – não raro tímidas – são um pequeno começo, na maior parte das vezes são só uma escusa para os srs. Bispos deixarem de fazer uma catequese e um apostolado contundentes em suas dioceses.

  5. Aírton

    Esses bispos estão extrapolando! Quem eles pensam que são? A nomeação e demissão de ministros é de ÚNICA E EXCLUSIVA responsabilidade do(a) Presidente(a) da República. Querem eles voltar ao tempo do Império em que era o Imperador quem nomeava os bispos no Brasil? Certamente não iriam gostar. Que eles voltem para suas sacristias porque eles precisam cuidar de problemas mais sérios e urgentes em suas igrejas: a debandada dos fiéis e a pedofilia!

  6. Johnny

    Todo mundo sabe que o número dos que se dizem católicos no país despenca vertiginosamente (
    http://www.jb.com.br/pais/noticias/2012/06/29/censo-2010-cai-numero-de-catolicos-e-aumenta-o-de-evangelicos-e-espiritas/) ano após ano, sem falar nos que se dizem católicos e não seguem seus dogmas. Isso demonstra uma clara cisão entre realidade e conceitos religiosos, cada vez mais distantes do que a população almeja.
    É correto defender e acreditar em uma crença mas é necessário deixar de impor ideias que não correspondam às pessoas que não coadunam a mesma fé.
    A continuar a debandada em 2030 o Brasil deixará de ter maioria católica (http://exame.abril.com.br/economia/brasil/noticias/catolicos-deixarao-de-ser-maioria-no-brasil-em-2030-preve-especialista). Se o crescimento evangélico também é preocupante por limitar o entendimento racional e mergulhar o ser humano em culpas e pecados, prática recorrente no cristianismo, ao menos encerrará um capítulo sofrível.
    Sou favorável ao aborto em casos extremos mas acredito que isso deve ser uma opção pessoal e qualquer responsabilidade emocional recairá sobre os autores.
    De uma vez por todas há de ser consolidada a separação entre Estado e religião e logo mais a justificativa de que “o Brasil é um país católico e sempre foi e a Igreja deve ser ouvida”, etc não funcionará pois mais uns 20 anos o deixará de ser.

    Seria interessante um post sobre religião e o censo 2010, imaginei que algo fosse colocado por ser informação tão importante.

  7. Gustavo Jobim

    Johnny

    Concordo com você, deveria mesmo fazer uma analise do porque isso esta acontecendo. Fechar os olhos e fingir que não está acontecendo não vai mudar nada. O problema é que é muito difícil para qualquer um fazer uma auto-crítica dos seus valores ou aquilo que considera ser o certo e ponto final.
    Mas o Reinaldo Azevedo, católico e colunista da Veja, descreveu os motivos disso estar acontecendo em seu blog e acho que em boa parte ele tem razão. De uma conferida lá, eu achei muito lúcido o que ele escreveu.

  8. Vale a pena conferir as palavras do próprio Papa, pastor da Igreja no mundo a respeito da queda do número de pessoas que ao menos se diziam católicas.

    Poucas semanas após ser eleito Papa (abril/2005), numa de suas primeiras aparições públicas, Bento XVI ouviu de um jornalista a seguinte pergunta: “O senhor está preocupado com a perda de fiéis pela Igreja nos últimos anos?” Consta que o Sumo Pontífice encarou seu interlocutor com firmeza e respondeu calmamente: “A Igreja não perdeu nenhum fiel. Aqueles que se foram nunca foram fiéis católicos realmente. Não se pode perder o que nunca se teve. Os que deixaram a Igreja eram indecisos, curiosos ou pessoas que estavam apenas ‘cumprindo uma obrigação’ passada por seus pais ou avós. Os que vêm e vão não pertencem ao Corpo Místico de Cristo, que é a Igreja na Terra. Da mesma maneira, os que são católicos mas ainda não estão na Igreja, infalivelmente chegarão ou retornarão a ela no devido tempo. A Igreja, Casa e Família de Deus, surgiu como um pequeno grupo; não importa a quantidade, e sim a qualidade dos seus filhos, como cristãos conscientes e santificados”.

    Interessante ler o artigo abaixo e um texto sobre o resultado dessa pesquisa do IBGE:
    http://vozdaigreja.blogspot.com.br/2011/05/os-verdadeiros-catolicos.html

    http://vozdaigreja.blogspot.com.br/2002/07/pesquisa-aponta-queda-de-catolicos.html

    E como também disse o Papa quando esteve no Brasil em 2007…ele comentou que o nosso país é o maior católico do mundo, mas não necessariamente o que mais exerce a sua fé, algo assim.

  9. Jesus Pereira

    Ué, e desde quando, católicos – bispos, padres, diáconos ou leigos – estamos impedidos de manifestar nossas compreensões dos fatos políticos? Cansei de ouvir petistas, quando e onde são ou foram oposição gritarem “exigimos”, “exigimos”. O fato de termos o que cuidar em nossa casa não nos alija da política. Ou só petralha pode exigir?

  10. Álvaro

    Caro Jhonny! A discussão aqui não é se o país tem maioria católica,evangélica,espírita ou muçulmana e nem se esta maioria é ou não é praticante!

    Eu apenas digo que o ESTADO LAICO NÃO PROÍBE(E NEM PODE PROIBIR) OS RELIGIOSOS DE VOTAREM,OCUPAREM CARGOS EM QUALQUER INSTÂNCIA DO ESTADO,EXPRESSAREM SUA OPINIÕES…ETC.LEIA OS INCISOS IV,VI,VIII E IX DO ARTIGO 5ª.ESTADO LAICO NADA MAIS É AQUELE QUE NÃO POSSUI NENHUM CREDO,MAS OS FANÁTICOS ATEUS QUEREM TRANSFORMAR O ESTADO LAICO EM UM ESTADO LAICISTA E ANTI-CLERICAL.

  11. Álvaro

    As eleições estão vindo aí!!!!!!! É nosso dever não votar nos assassinos …

  12. Gustavo

    Muito triste um medico que deve proteger a vida propor algo assim, mesmo que tenha sido com boas intenções. Ele podia sugerir que deixasse o bebe para adoção, tem tantas famílias querendo adotar ou até mesmo vender o bebe para pessoas ricas e garantir a felicidade da criança. Aposto que iria aparecer um casal ou alguém solteiro disposto a comprar um bebe. Quem sabe uma família homoafetiva, assim essa criança seria criada em um ambiente de tolerancia e sem preconceitos.
    Mas claro que tem o risco de fanáticos religiosos, dessas igrejas que abrem todo dia, ela seria criada num ambiente intolerante e com valores confusos. Imagina se for menina, não poderá cortar o cabelo ou vestir calças jeans e um futuro brilhante seria totalmente perdido pois, essa seria obrigada a acatar tudo que o marido quizer. Sendo também que são os pais que escolhem o marido e essa perderia totalmente seu direito à liberdade de escolhas que Deus nos deixou.
    Analisando tudo isso, talvez o aborto a poupasse de muito sofrimentos, mas claro que seria errado isso. O aborto só é aceitável em casos raríssimos, quando o feto não é viável a vida ou a mãe tenha um risco muito grande de morrer. Pois, ninguém pode ser obrigado a por sua vida em risco. Mas claro que se puder, o mais correto seria manter a gestação e quando necessário realizar o parto antecipado, assim teria chance de ambos sobreviverem.

  13. Gustavo

    Alvaro
    Claro que a discussão sobre o numero de católicos se igualar ao numero de protestantes é algo importantíssimo e deve ser debatido. Muitas fezes os protestante são intolerantes, já teve politico evangélico dissendo que se uma pessoa nasce homossexual, ela deve ser tratada como uma pessoa doente. Fora o deputado Bolsonario propondo que o sangue de heterossexuais e homossexuais devem ser separados e que heterossexuais recebem somente sangue de semelhantes e que os homossexuais recebam apenas sangue dos seus semelhantes.
    Imagina um Presidente evangélico, os homossexuais seriam perseguidos e tratados como criminosos, como acontece em alguns países protestantes.
    Temos que lutar para o numero de católicos ou espiritas aumentar, assim temos uma sociedade mais justa e que respeite a dignidade humana de todos. Até onde sei, o Papa nunca propos que os homossexuais sejam presos ou mortos.

  14. Gustavo Jobim

    Pensei que fosse evangélico porque vive com a bancada evangélica e pelas idéias deles. Deve ser um católico de IBGE então.

  15. Johnny

    Agradeço a resposta educada e construtiva. Entendo que em qualquer área a qualidade é mais importante do que quantidade. Por outro lado também entendo a ligação entre grupos determinados e sua representação política, social, etc. Não acredito que a Igreja Católica absorva com tranquilidade total o declínio no Brasil, que desta feita não se mostrou apenas percentual mas também em números absolutos.

    A parte do mundo espiritual sabemos das disputa de espaço entre as religiões, agora mais fragmentado, com crescimento de novas denominações e com agnósticos, ateus e sem religião. Pode me corrigir mas acredito que a igreja tomará atitudes para combater esse êxodo. Conformar-se é esperar pelo fim da crença.

    A Igreja Católica deveria, como empresa (que claro, é, mesmo que espiritual) fazer uma ampla pesquisa para determinar exatamente os pontos que a fazem decair perante as pessoas (consumidores). Identificar rejeições é um bom começo. Entender o público. É correto manter um ideal mas há ocasiões que para própria sobrevivência é necessário pensar. E mudar.

  16. João Frazão

    Caro Johnny.
    Se eu bem entendi a tua colocação sobre ser católico e não seguir os seus dogmas, você deixa no ar que esses católicos não são lá “muito católicos”.
    Assim, ao contrário, devemos entender que quem segue os seus dogmas é considerado como católico; certo? Logo, se essa minha dedução for correta (porque, se mesmo não seguindo os dogmas católicos são considerados católicos), podemos deduzir que todos os que seguem os dogmas católicos são católicos; correto? Nesse caso, podemos deduzir que todos os protestantes são católicos, porque, embora nem todos os dogmas católicos sejam seguidos pelos protestantes, todos os dogmas seguidos pelos protestantes são católicos, como o da “santíssima trindade”, por exemplo.
    Abraços. Frazão

  17. João Frazão

    Caro Johnny.
    Se você é quem eu estou pensando que seja, o apologeta do Genizah (já que tem a mesma grafia), dou os parabéns pois você será, se não o primeiro, pelo menos um dos primeiros religiosos a reconhecer que as religiões são verdadeiras empresas, seja ela católica ou protestante.
    Abraços. Frazão

  18. Álvaro

    Frazão!!!!

    (Eu acho que ainda te devo respostas sobre a reencarnação e sei disso!Gostaria que o Jorge Ferraz enviasse o meu email para você,pois lá eu posso debater com mais calma ainda que demore a responder e aquela página “Os dogmas sem sentido do espiritismo”(Deus lo vult) às vezes não abre(e eu acho) que é por causa da quantidade de comentários!!!Jorge Por favor,envia o meu email para o Frazão!)

    Agora eu não consigo entender essa implicância dos espíritas com relação a Santíssima Trindade?Em que isto dificulta as argumentações de Kardec?A Santíssima Trindade não é um dogma imposto,mas um ensinamento que vem desde a era apostólica!!!Posso citar dezenas de citações dos pais primitvos e da Bíblia que provam a Trindade?

    Eu tenho amigos espíritas,mas desculpe Senhor Frazão,com todo o respeito,eu não consigo entender este ataque insano contra a doutrina da Trindade?Por que vocês a negam? Se foi algo “imposto” então por que aceitam tudo imposto por Kardec?

  19. Bom, acredito nas palavras do Papa. Se ele estivesse mesmo desesperado com a perda de fiéis, que já vem acontecendo a muito mais tempo e com mais ênfase na Europa, por exemplo, já teria mudado certas coisas que é o que o “povão” quer, para poder fazer de “consciência livre” abortos, eutanásia, sexo livre e etc. Como se já não fizessem. Tem gente que critica tanto a Igreja, mas tanto faz, tanto fez a existência dela no mundo.

    Enfim, Jesus disse que a Igreja prevalecerá até a volta Dele. Então, quanto ao fim da crença, pode esquecer e ficar despreocupado. Isso nunca vai acontecer. Aliás, Jesus nos Evangelhos nunca disse que não haveria dificuldades e bem deixou avisado que no fim dos tempos a Igreja seria muito perseguida e que a apostasia viria. Agora cabe a nós rezar pelo Papa, pela Igreja e fazer a nossa parte, sendo assim, daremos exemplo com a nossa vida tentando ser cristãos, que é o que realmente importa e assim, quem realmente está em busca da Verdade quererá saber qual é a fonte da nossa fé.

    Obrigada pela observação a respeito do meu comentário acima.

  20. Tiane12

    Bolsonaro na verdade é um católico de fachada. É bom a gente não acreditar em qualquer pessoa que se diz católica, pois nem todo aquele que se diz católico é de verdade…

  21. João Frazão

    Álvaro.Como implicância com a Santíssima Trindade?!Ela foi citada, apenas, por ser um dos dogmas católicos que foram incorporados ao rol dos do protestantismo; simplesmente por isso; nada mais; mesmo porque não teria sentido mencionar o da infalibilidade papal, simplesmente porque no protestantismo não existe o título de papa, embora em alguns seguimentos evangélicos já exista o de bispo.Quanto ao fato de você não entender o que você considera como ataque insano contra a doutrina da Trindade, esclareço que não ataquei dogma nenhum; apenas disse, vou repetir: “Nesse caso, podemos deduzir que todos os protestantes são católicos, porque, embora nem todos os dogmas católicos sejam seguidos pelos protestantes, todos os dogmas seguidos pelos protestantes são católicos, como o da “santíssima trindade”, por exemplo.”Daí, pergunto: onde está escrito que eu ataquei o dogma da santíssima trindade, se eu apenas disse que poderíamos considerar como católicos os protestantes que acreditassem no dogma católico da Santíssima Trindade? Só isso e nada mais…Quanto à discussão sobre a reencarnação em “Os dogmas sem sentido do Espiritismo”, esclareço que, se lá começamos, que lá continuemos a discussão; entretanto, caso você ache que a página está demorando muito a abrir, então crie uma específica sobre esse assunto e me comunique a sua abertura e lá continuemos a discussão a partir do ponto em que paramos; simples, não?…Abraços. Frazão