Cruzada fundamentalista atéia contra expressão “Deus seja louvado” nas notas de Real (ou: racismo na moeda brasileira! A efígie da República é uma mulher branca!)

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A estupidez da semana é o Ministério Público Federal ter entrado com uma ação em que exige a retirada da frase “Deus seja louvado” das notas de Real. A presepada já contou com muita repercussão nos blogs e redes sociais; gosto particularmente de uma campanha que alguém jogou no Facebook e que diz, muito singelamente, o seguinte (cito de memória):

Se retirarem a expressão “Deus seja louvado” das cédulas de Real, eu faço questão de escrevê-la a caneta, com letras garrafais, em toda cédula que me cair às mãos.

De todas as opiniões que vi sobre o assunto, a mais acertada me pareceu ser a do Percival Puggina compartilhada via Facebook: não se trata, absolutamente, de “falta do que fazer” do egrégio Procurador do MPF, mas sim de um projeto ideológico posto pacientemente em prática gota a gota. Trata-se de erigir lentamente, tijolo por tijolo, um modelo de sociedade onde não se faça referência alguma a Deus; a proposital lentidão do processo, com a deliberada opção por atacar temas de pouca monta, tem o objetivo consciente de ocultar o processo revolucionário sob o manto da sua diluição. E então, quando nos dermos conta, a iníqua Civitas Terrena estará já estabelecida sem que saibamos como ela pôde crescer tanto sem ser notada.

Mas vamos ao mérito desta infâmia. Em primeiríssimo lugar, é mister deixar claro e com todas as letras que os virtualmente únicos incomodados com a menção a Deus nas notas da moeda brasileira são os fanáticos ateus. A expressão – ao contrário do que procura fazer parecer o Procurador do Ministério Público Federal – não provoca, absolutamente, incômodo algum nos adeptos de Shiva, Oxossi ou Lord Ganesha – ou ao menos ninguém jamais se lembrou de vir a público reclamar sobre esta “opressão” que o Banco Central vem sistematicamente realizando aos que não são monoteístas.

Em segundo lugar, como já dito à exaustão, “Estado Laico” não se confunde com Estado Ateu. A única coisa que “Estado Laico” significa é que não existem atos estatais religiosos (p.ex., a posse do Presidente da República não se dá com Missa Solene onde o Cardeal Primaz do Brasil impõe a faixa presidencial sobre os ombros do governante eleito, após o que este presta o juramento de defender e guardar a Fé Católica e Apostólica). Nem a liberdade religiosa tem algo a ver com a laicidade do Estado, uma vez que é perfeitamente possível um Estado que simultaneamente seja Confessional e garanta a liberdade dos adeptos de outros cultos de praticarem as suas religiões.

Como já explicado e re-explicado, a Parede Vazia é um símbolo do Ateísmo pela simples razão de que ela não é um elemento natural da sociedade: ao contrário, faz permanente referência a algo que estava ali até há pouco tempo e hoje não está mais. No dia em que os ateus construírem a sua civilização, poderão exigir o direito de ostentar as suas Paredes Vazias, os seus Átomos, suas efígies de Dawkins, suas Bolas de Golfe Perdidas ou o que seja. Enquanto este dia não chega e enquanto esta civilização que existe foi forjada sob a égide da Cruz de Cristo, todas as tentativas de remover elementos religiosos da vida pública constituem insofismáveis ataques da Irreligião contra a Fé – exatamente o tipo de coisa que o Estado Laico tem a obrigação de impedir, e jamais promover.

Em terceiro lugar, a argumentação utilizada pelo MPF é simplesmente estapafúrdia e falaciosa. A Ação Civil Pública em questão está aqui. Como cerne do arrazoado nela expresso, temos a seguinte pérola:

[Q]uando o Estado ostenta um símbolo religioso ou adota uma expressão verbal em sua moeda, declara sua predileção pela religião que o símbolo ou a frase representam, o que resulta na discriminação das demais religiões professadas no Brasil.

E esta estupidez é um grosseiríssimo non sequitur. Ora, a escolha de um símbolo religioso para compôr a moeda de um país não implica, sob nenhuma lógica, “na discriminação das demais religiões professadas no Brasil”. Não existe um único direito dos crentes de outras religiões (do Xintoísmo ao Ateísmo) que é violado por conta do “Deus seja louvado” das notas de Real; eles continuam com plena liberdade de abraçar a religião que queiram, de mudar de religião quando bem entenderem, de praticá-la sós ou reunidos, et cetera, et cetera. É bastante óbvio que esta frase da moeda brasileira não cria aos cidadãos brasileiros nenhuma obrigação ou impedimento de adotarem nenhuma religião, não lhes atrapalha o culto, não lhes dificulta a vida espiritual nem nada do tipo. Onde, então, a “discriminação” alegada pelo Ministério Público Federal?

E, para ilustrar o quanto este discurso é completamente nonsense, apliquemos esta mesma “lógica” a um outro elemento da mesmíssima moeda brasileira. A cédula de Real, que todos conhecemos, é esta aqui:

Consideremos o rosto humano que ocupa grande parte da cédula, e que todos nós conhecemos muito bem. Trata-se, como sabemos, da efígie da República. Não vou chamar a atenção para o fato de ser um símbolo revolucionário, maçônico e nem nada do tipo. Vou me ater a algo muito mais simples e escandaloso: senhoras e senhores, a mulher estampada em todas as cédulas que circulam no nosso país é uma mulher branca!

Branca! Em um país formado de tantos negros, índios e mestiços, é – na “lógica” do sr. Jefferson Aparecido Dias, Procurador da República – um absurdo racista injustificável que o Estado tenha escolhido precisamente uma elitista figura feminina europeizada para ilustrar a sua moeda. Tal ostentação revela um evidente preconceito contra os negros. Tal predileção é uma clara discriminação das outras raças existentes no país. É, portanto, urgente aboli-la.

Ora, eis o discurso que o Procurador da República deveria proferir se tivesse um mínimo de coerência! Mas ele não o vai fazer, porque o seu compromisso não é com a lógica ou a coerência, e sim com uma estúpida cruzada fundamentalista atéia empenhada em banir toda menção a Deus da vida pública do Brasil. O sr. Jefferson Dias sabe perfeitamente que a representação clássica da República como uma mulher branca não resulta na discriminação dos negros – e, portanto, que a expressão “Deus seja louvado” nas cédulas de Real não implica na discriminação das outras religiões. Mas o compromisso dele não é com a justiça e a sua preocupação não são as discriminações religiosas: tudo isto é só pretexto. O que ele quer, do alto do seu fanatismo religioso, é impôr a sua descrença sobre a população brasileira. E, nesta “nobre” luta, ele demonstra estar convencido de que vale tudo.

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40 thoughts on “Cruzada fundamentalista atéia contra expressão “Deus seja louvado” nas notas de Real (ou: racismo na moeda brasileira! A efígie da República é uma mulher branca!)

  1. Eduardo Araújo

    “Além de ser uma gritaria, é extremamente deselegante chamar um Procurador da República de vagabundo, presepeiro e etc.”
    Li, reli, treli tanto a postagem como os comentários a ela e não vi ninguém chamando procurador da república de vagabundo ou presepeiro. A respeito deste último, uma coisa é se referir a uma AÇÃO como estúpida e uma presepada, o que não implica, necessariamente em tratar o seu autor de vagabundo nem presepeiro.
    E pelo visto vamos empacar nessa conversa de “gritaria”, não é? Então, agora, posicionar-se tempestiva e firmemente contra uma óbvia agressão à crença religiosa é “gritaria”?
    Então, os ateus que processaram Datena também estavam fazendo uma “gritaria”, certo?
    Quanto à parte da elegância, cumpre observar o quanto você é “respeitoso e elegante” ao tratar com as crenças alheias:
    “você deve ser daqueles que acreditam na Bíblia, o que implica acreditar em jumentas falantes, cobras falantes, em dragões, que morcegos são aves, que viemos do barro, que dinossauros não existiram, em porcos suicidas possuídos e em DIVERSAS BOBAGENS que contrariam praticamente todas nossos conhecimentos sobre ciências naturais” (caixa alta é minha)
    Suponho que sua mãe, sua tia, namorada, cunhada, sei lá mais quem, corroboram os adjetivos “respeitosos” com que você brinda as crenças que não compartilha, não?
    Adiante:
    “ Talvez você tenha ideia da dificuldade que é passar num concurso desse, o que nos remete ao conhecimento que esse cidadão deve ter para exercer sua função.”
    Tenho mais do que ideia (também sou servidor público concursado, dum concurso deveras dificílimo). Só não sei o que tem a ver dificuldade de ingresso com exercício do cargo. Vale lembrar que há quem passe em concurso extremamente difícil e não consegue ser aprovado no estágio comprobatório.
    Vale ressaltar, ainda, que muito, mas muito mais importante neste caso é a observância dos deveres estatutários que incluem dentre outros a vedação à intromissão política e religiosa no exercício do cargo público.
    Mas aí, cadê o seu zelo pelo “estado laico”, com relação à conduta desse procurador paulista, que como mostrou o Leniéverson tem um histórico de atuação atrelado a uma agenda política antirreligiosa de cunho claramente progressista?
    Continuando,
    “Como eu já disse, o referido Procurador não quer acabar com os cultos religiosos no Brasil, quer apenas fazer que manda o texto constitucional. Até onde eu saiba, preâmbulo de Constituição não tem nenhum valor legal.”
    É. Ele não quer acabar com os CULTOS religiosos.
    Ele quer – sem a menor sombra de dúvida – acabar com os RELIGIOSOS.
    A tática é de começar “varrendo” tudo o que disser respeito à religião para as catacumbas da modernidade.
    Depois é só caçar o que restar dela.
    E, ainda,
    “Você aparentou certa confusão na sua fala. O dinheiro é ou não coisa do Estado, afinal?”
    Confusão!?
    O dinheiro NÃO é “coisa do Estado”, no sentido de NÃO SER PROPRIEDADE DO ESTADO. Fui claro, agora?
    Não é nem propriedade nem, menos ainda, uma extensão do Estado, que no frigir dos ovos é o que o “clubinho” da patrulha ateísta disfarçada de polícia do estado laico quer insinuar.
    O fato do Estado emitir e garantir a circulação da moeda não torna esta moeda – uma vez em circulação – um bem público, muitíssimo pelo contrário. Ou você acha que nós pagamos imposto de renda por usar um bem público? Ah, tá. E os saldos em nossas contas correntes ou de poupança também são estatais, é?
    Por falar em emissão, que grande bobagem o que escreveu depois. Emitir é uma ação, muito diferente do resultado dessa ação. A emissão é estatal, sim, mas o dinheiro, não, entendeu?
    Fosse pelo seu raciocínio, então o transporte urbano – que é uma concessão do Estado – não poderia aceitar anúncios comerciais em seus veículos. Como não poderia, em hipótese alguma, permitir o tráfego de ônibus com faixas insultando a religião, solicitadas por militantes imbecis.
    Sobre esse episódio, aliás, não vi um único ateu zeloso do estado laico contestar essa ação. E as letras das faixas ateístas eram bem grandinhas, mas não suscitaram uma única investida dos heroicos guardiões do estado laico, como se vê com relação às miudíssimas letrinhas da frase “Deus seja louvado” nas cédulas.
    “Olha, concordo com você que o episódio da seleção de vôlei foi lamentável, mas você espera combater o extremismo ateu com extremismo católico?”
    Peraí!!! Desde quando responder à iniciativa de um procurador – servidor PÚBLICO (muita ênfase nesta palavrinha) – é “extremismo católico”???????
    Sendo um servidor público, tenho a consciência de quem estou a serviço e que, por consequência, estou sujeito ao livre e amplo exame de toda e qualquer ação minha, enquanto no exercício do cargo, sem por isso tachar as críticas à minha conduta de extremismo.
    Para um servidor público, é muito mais relevante ter essa consciência do que achar que paira acima do bem e do mal por causa da “dificuldade que é passar num concurso desse”.

  2. Maria do Perpétuo Socorro Vitarelli

    Como está se transformando em estado ateu (Laico , segundo os dedicados ao novo modismo) ,vamos retirar da vida brasileira todos os símbolos religiosos contra sua tradição, desde o descobrimento pelos lusos. Vamos retirar o Cristo Redentor do Corcovado, todos os cruzeiros, Brasil a fora, o monumento ao Padre Cícero no Ceará, etc etc. Tem cabimento?

  3. Paulo Silva

    Ih, cuidado com o nervosinho acima. Logo ele vai escrever que isso é coisa de comuna, de leitor do Paulo Freire, etc. Aliás, ele já demonstrou aqui que não sabe interpretar textos…

  4. Eduardo Araújo

    Puxa, Paulo … Quanta mágoa.

    Deixa disso, rapaz. A vida não se resume a festivais, como disse um poeta da nossa música.

    Portanto, relaxe, homem (não no sentido dado por uma certa, agora, ministra).

    Pare de chorar, Paulo.

    Don’t cry for me, Paulo!

  5. Leniéverson Azeredo

    Vamos lá, Como sempre o que está entre parentes é o que vc disse.

    “Ataque gratuito (1)”

    Você nunca ouviu isso da sua mãe, do seu ou de outro adulto quando criança ou adolescência? Pois é, eu já escutei isso várias vezes da minha mãe, da minha avó paterna, alguns tios e de outros adultos. Chamar atenção disso, não é ataque (ou teoria da perseguição”, é chamar atenção para o seu discurso carregado de birra raivosa.

    “Não disse que ia te desenhar, mas sim desenhar meus argumentos pra te mostrar que eu uso argumentos.”

    Eu sou jornalista e sei a diferença entre conotação e denotação. O que você disse foi em linguagem conotativa, alias desequilibrada.

    “Ataque gratuito (2).”

    Se você acompanhar entrevistas de especialistas em tratamento de drogados, você verá que eles falam exatamente isso. Fiz uma analogia. Como vc é devagar em entender as coisas, não?

    “Estupidez da semana, presepada, infâmia, falta do que fazer. Todos esses foram termos usados para definir o trabalho do procurador.”

    Sim, e vamos continuar dizendi. Você disse coisas da gente até piores. Então, reclame e aceite isso como parte do debate sem chororô e resmungo.

    “Ataque gratuito (3).”

    Sim, tudo que você é quer transferir aos outros. Não vi ataque nenhum, só paranoias

    “Hein?!?! (1º) O assunto original do post nada tem a ver com o PT. (2º) Karl Marx não tem absolutamente nada a ver com aborto, drogas e casamento gay. (3º) Os assuntos acima não tem nada a ver com o post.”

    Tem sim. Das duas, uma, ou você não conhece Marx ou está se fazendo de ingênuo e bobo. Mas como sou bonzinho, vou quebrar seu galho. No livro “Manifesto Comunista”,. Marx dizia que “A Religião é ópio do povo”. Marx era ateu, não acreditava em Deus. O Comunismo e o Socialismo correntes ideológicas derivadas diretamente do Marxismo são contra a tudo que é relacionado ao Cristianismo e os Seus valores. E os ateus são o que mesmo? Faça sinapses, meu caro. Ah! Não sabe o que é uma sinapse. Sinapse é ligação de dados ou de informações.

    “Será que ele só perdeu mesmo três ações? Será que não foi mais? E quantas ele já ganhou? Isso faz alguma diferença? Você daria razão pra ele se ele tivesse ganhado mais ações do que perdido? Nonsense total…

    E como você já deve ter lido meu outro comentário no outro post, existem procuradorias especializadas. A do Jefferson é a procuradoria dos direitos do cidadão. É papel dele entrar com essas ações, não se tratando de sua competência investigar corrupção.

    Hummm…tá ficando interessante a parada aqui, Jorge e galera. Mas, seu Wagner, eu me referi as causas, as ações dele ligada direta ou indiretamente ao cristianismo. E ele perdeu em três, vou repetir EM TRÊS. Mas é claro que tem diferença. Ganhar é antônimo de perder e perder é antônimo de ganhar. Olha a riqueza antonímica desta língua de Luís Vaz de Camões. A questão não é de dar razão ou não, até mesmo porque isso não importa. O que importa que ele perdeu as três, que julgo eu seria importante para ele, em termos jurídicos e abriria precedentes, como é comum em decisões jurídicas de alto coturno e envergadura. Mas aí, você me deu uma ideia. Digamos que ele perca a ação, você promete não fazer “biquinho” e aceitar a decisão de bom tom e “finesse” ou vai continuar com raivinha?

    Hummm…procuradorias especializadas? Sim, eu li é “emotivante”. Especializadas em perseguir Deus é nitido, não? Mas direitos do Cidadão? Mas a maioria da população é Cristã e que certamente não se sente representada por esse procurador e nem se incomoda com o Dizer. Tá representando quem? Interessante.

    “Ótimo, é por isso que estou aqui. Pra mostrar que a verdade divina vale pra quem acredita nela. Exclusivamente. E é errado tentar extendê-la para os demais.

    A sua verdade não é motivo de perseguição, e sim de discórdia. Em momento nenhum aqui eu procurei contradizer ou desmentir a verdade de vocês (fora quando você mereceu, me acusando de acreditar em Papai Noel :D).

    Humm.. que interessante, você está aqui para mostrar que é o Justiceiro, uma espécie de Frank Castle que viu o dizer “Deus seja louvado” matar sua esposa e filhos e vem aqui mostrar que vai vingar a vida deles. Metalinguagem muito reveladora, meu caro, Afinal, até imagino a sua luta insana por vingança. Agora, quanto a verdade, já disse mais de mil vezes e você, não entende. A Verdade não é minha, é a de Deus. Você deve estar confundindo a Igreja Católica com igrejolas e seitas, cada uma tendo sua verdade e interpretação da bíblia ( sola scriptura).

    Vou repetir algo que você disse:

    “E é errado tentar extendê-la para os demais.”

    Eu até imagino o Wagner contratando uns capangas e a cada cristão que resolver evangelizar na rua ou em casas você vai mandar “descer o porrete” ou “cair de pau”. Você é o cara, o Rei do Cangaço Moderno.. Nossa, eu não deveria dizer isso. Cair de pau” e “descer o porrete” é violência física para o procurador.kkkk Tô brincando, viu? Eu vi que leva as coisas ao pé da letra.

    “Eu confessei? O que foi objeto de confissão? Um crime? Me processe então! O blog do Paulopes contém ameaça de morte a cristãos? Processe-os também, pois isso é crime (Art. 147 do Código Penal Brasileiro)! O mesmo procurador Jefferson Dias está ái pra te defender! Mande um e-mail com cópia do post pra [email protected] e manda brasa neles!

    Claro , mostrou a sua fonte de tanta intolerância e bobagens antirreligiosa. O Blog por si só é psicopata e doentio. Não tem nada de útil, muito pelo contrário, incita muita gente a violência aos cristãos. Mas….processar você? Para que? Você é um pobre coitado. Tenho dó de você, apesar de não gostar de muitas coisas que falas. O meu alvo seria o blog em questão e outros do gênero como o “Bule Voador”. Eu não iria procurar o Jefferson, mas sim outro mais equilibrado e não militante. Mas obrigado pela [péssima] dica.

    “Isso remete ao clubinho…”

    Mas esse blog não é um clube e ninguém paga anuidade. É um blog cristão e você terá que conviver com pensamentos diferentes dos teus, o que prepondera aqui ou nunca percebeu isso?

    “Não, ateísmo não é uma causa. O fim do preconceito e da discriminação contra ateus é. Preconceito de gente como o Datena, por exemplo: http://www.youtube.com/watch?v=0NM2cMx58S0.”

    Uiiiii…..Santa Tergiversação, Batman. Santa de pau oco.
    Os ateus dizem que não é uma religião, mas tem seguidores.
    Os ateus dizem que não tem doutrina e nem bíblia, mas tem sites e livros como “Deus é um delírio”.
    Os ateus dizem que não creem em Deus, mas tem a crença de que Deus não existe.
    Os ateus dizem que não tem igrejas, mas tem pontos de encontros para cultuar sua crença de que Deus não existe.
    É normal que digam que não é uma causa. Afinal, são pessoas intelectualmente exóticas.
    E para terminar, ninguém tem preconceito contra ateus, apenas discordam do que eles falam e criam chiliques com a mania de processinho para calar a boca de quem pensa diferente deles.É a mesma coisa da homofobia, em relação aos gays.

  6. Wagner Menke

    Leniérverson,

    Meu debate com você acaba aqui. Por quatro motivos:

    1) Você se desviou completamente da ideia do post. Querer discutir PT e Marx comprova isso.

    2) Partiu para desesperados ataques à minha pessoa, como ficou demonstrado. Mostra que perdeu completamente a razão e não está apto a participar de um debate civilizado.

    3) Acha que suas ideais, religião e sua verdade são superiores às demais.

    Agora, quanto a verdade, já disse mais de mil vezes e você, não entende. A Verdade não é minha, é a de Deus. Você deve estar confundindo a Igreja Católica com igrejolas e seitas, cada uma tendo sua verdade e interpretação da bíblia ( sola scriptura).

    Fica feio dizer isso num post onde se afirma que ateus são intolerantes.

    4) Demonstra um ar de superioridade, típico de gente intolerante:

    Você é um pobre coitado. Tenho dó de você, apesar de não gostar de muitas coisas que falas.

    Boa sorte na sua cruzada contra os ateus intolerantes!

  7. Leniéverson Azeredo

    Caríssimo Senhor Menke vamos lá

    “eniérverson,

    Meu debate com você acaba aqui. Por quatro motivos:

    1) Você se desviou completamente da ideia do post. Querer discutir PT e Marx comprova isso.”

    Cansou? Na verdade você está parando porque não quer debater. Alias, não desviei, apenas anexei a discursão alguns pontos periféricos mas que qualquer um, menos você sabe fazer os links. Mas como você nesse aspecto é lento, não?

    “!2) Partiu para desesperados ataques à minha pessoa, como ficou demonstrado. Mostra que perdeu completamente a razão e não está apto a participar de um debate civilizado.”

    Ninguém disse aqui que sou agressivo, só você. Pensa bem, se eu usasse xingamentos, agressões, ilações, calúnias ou difamações com certeza o Jorge Ferraz não aprovaria meu comentário, certo? Ao dizer que estou te atacando você usa a teoria da chantagem e da dissimulação, típica de ateus. Afinal, vivem dizendo “Os cristãos ou teístas me bateram, mamãe, bate nele”. Para com isso, é infantil e é patético.Alias, eu já te disse que os blogs como o Paulopes está cheio de pessoas como você, cheio de comentários chantagistas. Portanto, eu estou acostumado. Não me surpreende isso.Aprenda que não lhe desejo mal, apenas estou questionando sua fala e comportamento.

    “Fica feio dizer isso num post onde se afirma que ateus são intolerantes.”

    Hum…..igrejolas e seitas não são conceitos meus, são conceitos apologéticos, Se você ler algum artigo do padre Paulo Ricardo ou professor Felipe Aquino, você encontrar as mesmas expressões supracitadas. E mais, se você vai encontrar sites de protestantes vai encontrar as mesmas palavras.Se você não domina a relação entre as apologéticas católicas e protestante e as linguagens, na verdade clichês, eu lamento.

    “3) Acha que suas ideais, religião e sua verdade são superiores às demais.”

    Meu Deus…ops…..Deus para você é um incômodo…..Meu….tá difícil. A Verdade não é minha. Eu não venho proclamar uma auto-verdade, mas baseado no magistério da Igreja, que consecutivamente é baseado na bíblia. Eu não tenho a Verdade, mas sigo a verdade. Entendeu?

    “Boa sorte na sua cruzada contra os ateus intolerantes!”

    Outro equivoco, minha cruzada não é contra pessoas, mas contra as ideias desequilibradas dos ateus. O que eles fazem na “night”, dentro de casa, no trabalho, pouco me importa, o que me importa é a ideologia ateia delas que passam dos limites aceitáveis. Fui claro?

    Passar bem e bom feriado para você e família.

  8. Carlos

    Hummmm, o tal do Leniéverson é outro paranoico que acha que tudo de ruim no mundo é culpa dos “marxistas”… Depois reclama quando são chamados de fanáticos! Sempre dão um jeito de resvalar nos comunas. E ainda se diz jornalista! Com ou sem diploma? Não me admira a qualidade jornalística estar de mal a pior neste país. Jornalista que não sabe ler uma notícia não é jornalista, mas vendedor de secos e molhados!

  9. José Latino Filho

    Realmente não precisamos neste momento retirar expressão alguma de nossa moeda nacional. Tão pouco temos necessidade de tornar o Brasil um país “ateu”, mas o laicismo é necessário senão não estaria em nossa Constituição Federal. No entanto, a melhor estratégia dos céticos deveria ser lutar por uma melhor educação de nossos jovens, promovendo as ciências e a filosifia, fazendo esta garotada pensar, refletir e ter leitura crítica sobre tudo que vê e sobre toda a informação que circula nas mídias. Este simples ato, a longo prazo, tiraria esta frase das notas de Real, tiraria os crucifixos das Assembléias Legislativas e reforçaria ainda mais o nosso Estado Laico ao longo dos tempos. Pois conhecimento nos liberta da ignorância e do medo ensinado nas catequeses dominicais. Nos livra da dependência neuro-psicológica de amigos imaginários.

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