Histórias do aborto no Brasil: Elba Ramalho e Dilma Rousseff

closeAtenção, este artigo foi publicado 4 anos 5 meses 7 dias atrás.

Saiu hoje no Youtube. São dois pequenos fatos que não convém deixar caírem no esquecimento. Primeiro, a Elba Ramalho falando sobre o seu cachê cortado pelo Ministério da Cultura quando o então ministro Juca Ferreira descobriu que ela faria um show em Brasília na seqüência da Caminhada pela Vida. E, depois, os famosos vídeos da sra. Rousseff defendendo, com todas as letras, a sua posição de que o aborto deve ser legalizado no Brasil.

Para registro dos tempos estranhos em que vivemos. Parece completamente surreal que o destino de recursos do Ministério da Cultura tenha algum dia sido determinado pelas posições morais dos artistas que os deveriam receber; mas a Elba Ramalho diz que aconteceu. Parece totalmente inacreditável que uma abortista notória tenha se fantasiado de militante pró-vida durante uma campanha presidencial e as pessoas tenham acreditado nisso; mas é um fato amplamente documentado, com registros de declarações da própria presidente – cuja palavra, que ora diz uma coisa e ora o seu contrário, naturalmente não tem valor algum.

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2 thoughts on “Histórias do aborto no Brasil: Elba Ramalho e Dilma Rousseff

  1. Eduardo

    Há muitos artistas, que se enquadram na maneira de pensar de Elba, mas não “saem do armário”, Têm medo de perderem seus cachês do inferno e acabam se rendendo aos quadrilheiros comunas que estão no poder. É como a imprensa baba-ovo, com suas redações infestadas de fantoches e sindicalistas vagabundos.
    Elba, nesse caso específico, demonstrou ter princípios, mas não duvido que apoie o PT noutras questões. A grande maioria da classe artítstica, bebe do esquerdismo mundial!

  2. Fabio

    É triste perceber que o argumento “Deus quer assim”, ou “essa é a vontade de Deus” não tem mais força nenhuma em discussões e debates acerca desses temas. Muito me entristece saber, que preciso recorrer a termos científicos e estudos embasados na ciência e na análise da natureza humana (do ponto de vista não religioso) para debater desses tems com alguém “no mesmo nível”…mas isso é dar murro em ponta de faca…ora, pois se Deus não deve ser levado em conta em nenhum tipo de debate, os que assim querem gostariam de viver como se Ele não existisse…e se Deus não existir, qualquer coisa pode ser feita..mesmo o mais imoral de todos os atos -> a verdade individual de cada um é superior à Verdade de Deus.
    Devemos rezar por essas pessoas e exortá-las a se aproximar de Deus. Porque sem Deus, qualquer argumento pseudo-intelectual é irrelevante.