Gays, católicos, e praticantes

closeAtenção, este artigo foi publicado 4 anos 4 meses 24 dias atrás.

A matéria d’O Estado de São Paulo sobre os «[g]ays católicos praticantes [que] buscam seu espaço na igreja» está repleta de baboseiras do início ao fim.

Antes de qualquer coisa e ao contrário do que o artigo insinua de uma ponta a outra, é preciso deixar claro que não existem gays católicos praticantes. Ou o gay é um sujeito sério, católico praticante e, por isso, luta contra as suas tendências sexuais desordenadas sabendo que «[p]elas virtudes de autodomínio, educadoras da liberdade interior, às vezes pelo apoio de uma amizade desinteressada, pela oração e pela graça sacramental» ele pode e deve «se aproximar, gradual e resolutamente, da perfeição cristã», como apregoa o Catecismo (§2359); ou então o sujeito é um gay praticante que vive imundamente chafurdando na lama do pecado contra a natureza e, ao mesmo tempo, quer tumultuar a Igreja incoerentemente alardeando-se “católico” ao mesmo tempo em que defende e vive o contrário do que prega a Doutrina Moral Católica. Et tertium non datur.

Infelizmente, a matéria do jornal só fala sobre esses últimos. Ao invés de citar (p.ex.) os homossexuais sérios que fazem parte do Apostolado Courage (que inclusive já existe no Brasil) e lutam, estes sim, para ajudar de verdade os católicos que são homossexuais a continuarem verdadeiramente vivendo como católicos, citam lixos como o “Diversidade Católica” que apenas servem para ensinar os gays a serem hipócritas e afastá-los do Catolicismo. Só por isso a reportagem já merecia ser tratada com suspeição. Contudo, não satisfeita em fazer esta apresentação seletivamente criminosa das relações entre os gays e a Igreja, a sra. Luciana Leal (que assina a matéria) ainda nos brinda com uma série de informações disparatadas. Veja-se:

Nos últimos anos, eles têm se reunido em espaços como o Diversidade Católica, no Rio, e a Pastoral da Diversidade, em São Paulo.

Como é evidente, não existe nenhuma “Pastoral da Diversidade” na Arquidiocese de São Paulo (a matéria só fala isso no final). Na verdade, o grupo que atende por este nome é formado por leigos que afirmam textualmente não estarem «buscando aprovação ou apoio de nossas autoridades eclesiásticas para nossa pastoral» e, portanto, usam este nome apenas para enganar os incautos. Trata-se, à semelhança do “Diversidade Católica” et caterva, de outro exemplar dos grupos acéfalos que advogam a revogação do princípio da não-contradição como fundamento ontológico da dignidade gay: em suma, é só mais uma fábrica de incoerências grosseiras.

Os grupos têm o apoio de alguns padres, como d. Anuar Battisti (…), que atuam com discrição para evitar sanções da hierarquia da Igreja

… ou seja, que não têm cojones para sustentar as suas posições em público e, aí, fazem-no às escondidas. Em outras palavras: os sacerdotes sabem tão bem que é contraditório defender simultaneamente o Evangelho de Cristo e a permanência na vida de pecado, a santificação por meio da Igreja e a exaltação das práticas homossexuais, que simplesmente não têm coragem de defender esta incoerência diante da Igreja. Fazem-no às escuras, desobedecendo frontalmente tanto à Igreja quanto ao próprio Cristo que mandou os Apóstolos anunciarem as coisas “por cima dos telhados” (cf. Mt 10, 27). Em que mundo esta pusilanimidade pode ser uma coisa louvável?

Para mostrar o outro lado da Igreja, os integrantes do Diversidade Católica recorrem a palavras do próprio Bento XVI: “A Igreja não é apenas os outros, não é apenas a hierarquia, o papa e os bispos; a Igreja somos nós todos, os batizados”.

Ora, usar as palavras de um autor para fazê-las contradizer o que este mesmo autor diz com insofismável clareza em outros lugares é o mais límpido e cristalino exercício de patifaria intelectual. Se o Papa diz com todas as letras que a Doutrina Católica «condena a prática da homossexualidade» e os sujeitos desses grupos sabem disso, como é possível que, em consciência, eles venham se escorar em outras declarações pontifícias genéricas para, contra todo e qualquer respeito que se deve ter às idéias de outrem, insinuar que está “tudo bem” em ser católico e continuar praticando o pecado do homossexualismo? Como esperam ser levados a sério, se visivelmente não levam a sério as declarações do Papa a quem não obstante juram seguir?

Na Jornada Mundial da Juventude (JMJ) em Madri, em 2011, ele encaminhou por escrito, sem esperança de ser atendido, uma pergunta ao arcebispo do Rio, d. Orani Tempesta, sobre como a Igreja lida com a presença dos gays católicos. O rapaz se surpreendeu ao ver que sua pergunta foi respondida por d. Orani, que, segundo ele, pregou a existência de uma Igreja para todos.

É mesmo? Dom Orani chancelou esta hipocrisia gay? Cadê o comunicado assinado pela Mitra? Cadê a gravação desta alegada resposta? Tudo o que a gente tem sobre isso é a narrativa de um gay? Sinto muito, mas não é crível. Afinal de contas, dom Orani foi a público protestar contra o reconhecimento da “união homoafetiva” pelo STF em 2011. E, ao contrário da alegação gay, disso há registros.

Enfim, é este tipo de desinformação que alguns veículos de mídia acham importante divulgar. É profundamente lamentável que o Estado de São Paulo se preste desta maneira grosseira a semear a confusão entre os brasileiros. Quanto às pessoas que possuam tendências homossexuais e estejam sinceramente dispostas a colocar o amor a Cristo acima do amor ao baixo ventre, não se deixem seduzir por este caminho fácil que os jornais divulgam. Ouçam Cristo que fala através da Igreja. Fujam de todos aqueles que desejam ensinar elevados caminhos espirituais enquanto descuidam gravemente de importantes virtudes humanas! E a coerência é uma virtude muito importante. Não dá pra confiar em quem diz que é possível ser, simultaneamente, católico fiel e violador consciente e constante do Sexto Mandamento.

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23 thoughts on “Gays, católicos, e praticantes

  1. oandarilho01

    Salve, Jorge Ferraz!
    É mesmo nauseante a atuação de grupelhos como o “diversidade católica” – contra o qual publiquei no ano passado uma extensa contra-argumentação à sua declaração de motivação para existir, intitulada “Contra a apologia homossexual pseudo-católica”.

    Infelizmente, apesar de D. Orani não se envolver muito diretamente com essas questões, ele possui assessores que flertam com o movimento gay, como o cônego Marcos Wiliam e um bispo auxiliar que eu vi saindo da cerimônia de lançamento do “Rio sem homofobia”. Ele está, a meu ver, falhando no seu dever pastoral.

    Mas continuemos a desmascarar esses oportunistas infernais. O site desse grupo tem muitos textos que podem ser selecionados para refutação.

    Ah! Vale também a contínua divulgação de testemunhos de conversão e o trabalho de organizações de apoio, como o Closet Full.

    Paz e bem

  2. Sidnei

    Não é e não será a primeira e a última vez que os meios de comunicação realizam um dês-serviço a Igreja, ainda esta sema o jornal inglês The Guardian, trouxe a tona, novamente, a compra de alguns bens na Inglaterra pelo Vaticano com o dinheiro pago pelo governo italiano de Mussolini pelo tratado de Latrão em 1929, esta reportagem foi apresentada aqui no Brasil pelos jornais Folha de São Paulo e o Globo, como se fosse um grande furo jornalístico, de algo que o Vaticano esconde criminosamente, quando todo mundo sabe sobre o tratado de Latrão e o que o Vaticano fez com este dinheiro, isto foi da liberdade dela de fazer o que quiser, e ao meu ver, investir em algo como compras de bens não é e nunca foi pecado, haja vista, que qualquer um que tenha alguma reserva em dinheiro sempre investe em alguma coisa ou outra, portanto, foi uma reportagem tendencioso ao extremo querendo com isto denegrir mais uma vez a Igreja, seria bom o Jorge colocar um post sobre isto, o pessoal do Catequista já fizerem isto, seria bom todos os meios de comunicação católicos vir a esclarecer este assunto, inclusive aqui neste blog do Jorge Ferraz, pois as mentiras são muitas, mais, os que esclarecem e desmascaram elas, são muito poucos.

  3. Luciano

    Sodomitas católicos? Que palhaçada é essa? Será que nessa “pastoral da diversidade” também podem congregar fornicadores, adúlteros e pedófilos convictos? A matéria é obviamente uma estupidez sem par.

  4. José

    Não sei como entrar em contato, então desculpe por fazer no local errado.

    O NYT está divulgando um vídeo independente patrocinado pela Ford Foundation chamado “Gospel of Intollerance”.

    O que me chamou a atenção foi o que parece ser uma manipulação grosseira no final do vídeo (7:25)

    É a pregação de um pastor que diz, segundo o documentário, “Aqueles que estão prontos para matar aqueles que se tornaram homossexuais, levantem as mãos.” Mas o áudio é todo cortado e a voz muda no “hands up”.

    Nem precisa ser um especialista para perceber que há uma manipulação, e mesmo se não houver se trata de alguem que não é cristão.

    http://nytsyn.br.msn.com/videos/default2.aspx?videoid=a78370c2-6839-2bf5-f1ca-337af9f65aea

    http://www.nytimes.com/2013/01/23/opinion/gospel-of-intolerance.html?ref=uganda&_r=0

    Grato pela atenção, e desculpas pela bagunça.

    Mais uma grave incitação de ódio contra cristãos.

  5. Gustavo

    Os homossexuais praticante são excomungados? Não é só sendo excomungado que a pessoa deixa de ser católica?

  6. Luís Fernando

    Parabéns! Ótima represália! Não podemos ser coniventes com tal violação ao Evangelho!
    Gustavo: não, formalmente, a pessoa não é excomungada, mas, se nós seguimos, obviamente, como CATÓLICOS, TODOS os mandamentos da Santa Igreja, pautados na Bíblia Sagrada e na Tradição Apostólica, não seria incoerente que alguém se professe Católico sendo homossexual praticante – isto é, aquele que optou por viver a homossexualidade, independente de ter os desejos desde sempre ou porque “achou legal” -, uma vez que a mesma palavra e muitos santos condenam os sodomitas (homossexuais)? Então, é claro que a pessoa se excomungou – ou seja, se retirou da comunhão TOTAL – da Igreja. Paz! †M

  7. Alexandre Magno

    Jorge Ferraz:

    Tudo o que a gente tem sobre isso é a narrativa de um gay? Sinto muito, mas não é crível.

    Esse gay pode não estar de má fé, e estar apenas equivocado quanto ao que realmente D. Orani quisera transmitir se realmente disse algo.

  8. Matheus

    Eu não acredito que na Igreja exista algum tipo de acolhimento para pessoas HOMOSSEXUAIS que queiram viver a CASTIDADE… pelo simples fato de ser homossexual , VIVER A CASTIDADE e mesmo assim ser menosprezado de diversas formas na Igreja…

    Além do mais a Igreja diz que Homossexual pode ser SANTO mas não aceita homossexuais no clero (Mesmo vivendo a CASTIDADE como é o meu caso)… Por acaso ser PADRE é mais difícil do que ser SANTO ???

    Outra coisa a IGREJA não ajuda em nada as pessoas homossexuais a viver a CASTIDADE , não há APOSTOLADO eficiente que realmente ajude quem quer ser ajudado… Esse Apostolado Courage não está presente em nem sequer 5% das Dioceses Brasileiras…Um “Apostolado” precário como esse não deveria nem ser citado como referencia na postagem …

  9. Alexandre Magno

    Matheus, o que a Igreja não aceita é a bandeira homossexual no clero.

    Se você vive a castidade, não é o caso de gritar que é homossexual. É difícil compreender que alguém “exalando” homossexualidade pode ser casto. Os heterossexuais que realmente buscam a castidade não exalam sexualidade.

    Especifique o preconceito que supostamente você enfrenta na Igreja.

  10. Matheus

    -Ora o preconceito existe no fato de Homossexuais não serem admitidos no clero (Mesmo vivendo a Castidade, como é meu caso) . Fica IMPOSSÍVEL acreditar no que diz o CATECISMO parágrafos §2357 , §2358 , §2359 e no YOUCAT 65 e 415 quando o que encontro na minha caminhada na Igreja é o oposto de tudo aquilo lá está escrito…

    -Geralmente quando se fala em Homossexualidade na Igreja é sempre em tom de condenação , desprezo , ou ridicularização , nunca mostrando a suposta vida santa que nessa condição se pode ter como diz o catecismo.

    – Não há Apostolado eficiente que REALMENTE QUEIRA ENTENDER AS DIFICULDADES QUE A PESSOA HOMOSSEXUAL ENFRENTA PARA AJUDA-LA REALMENTE …

    -Todas as vezes que procurei ajuda junto a algum Padre que pudesse ajudar e orientar nunca encontrei… Estão sempre fechados ao assunto , além de muitas vezes demonstrar desprezo e falta de conhecimento no assunto…

    -Esse ano completa 30 anos da publicação da CARTA AOS BISPOS DA IGREJA CATÓLICA
    SOBRE O ATENDIMENTO PASTORAL DAS PESSOAS HOMOSSEXUAIS e NADA do que foi proposto nesse documento foi realizado…

    -Enfim…há outros pontos falhos…mas vou deter somente nesses…

    E mais eu não fico “exalando” homossexualidade eu simplesmente procuro orientação no lugar onde deveria existir , mas infelizmente a procura tem sido em vão…

    Para mim é Frustrante não ter espaço na vida da Igreja mesmo fazendo aquilo que ela propõe…

  11. Matheus

    Quando eu fazia minhas abordagens sobre esse assunto com algum Padre explicava minha condição, buscando orientação sobre como viver santamente… Falava da dificuldade que é de se encontrar ajuda adequada na Igreja e como é difícil para mim nessa situação encontrar satisfação na caminhada na Igreja vendo-a tão fechada ao assunto … Explicava como me sentia vendo as pessoas se casando se ordenando enquanto eu era obrigado a ficar “só sentado no banco” sem ter espaço para atuar e que me sentia excluído sem entender o que Deus deseja de mim…

    O resultado de tudo isso foi que : Fui muitas vezes ridicularizado,tratado com indiferença e algumas vezes ofendido… Ajuda nunca encontrei na Igreja, nem o pseudo acolhimento recomendado em diversos Documentos da Igreja relacionados ao assunto que NUNCA se tornaram ação concreta …

  12. Alexandre Magno

    É possível que você não tenha deixado claro que, apesar de ter homossexualidade, é contra o homossexualismo. Ou é possível que mesmo hoje você seja dúbio.

    Realmente não há lugar — e nunca haverá — para o homossexualismo, a bandeira homossexual. Apenas há lugar para os homossexuais, as pessoas que não conseguem estabelecer uma relação heterossexual.

  13. Alexandre Magno

    Vão dizer que estou dizendo que a Igreja quer que você fique no armário. Não é isso. Pois só está no armário quem pratica o homossexualismo decididamente. Mas é o seguinte. Não convém à espiritualidade de comunidade que você fale aberta e continuamente da sua condição. Ela é mais algo para enfrentar no confessionário, quando for o caso de queda. De outro modo, normalmente será extremamente difícil distinguir se você está levantando uma bandeira (que não é compartilhada pela Igreja).

  14. Matheus

    Há trinta anos atrás a Igreja publicou a Carta aos bispos da Igreja Católica sobre o cuidado das pessoas homossexuais onde ela diz repudiar o preconceito e exclusão aos homossexuais etc..
    Porem não é o que se vê em dentro da Igreja (comunidade) e em muitos sites católicos como por exemplo o blog O Catequista que tem o apoio de Dom Orani no blog o catequista eles se referem aos homossexuais usando palavras ofensivas que machucam quem lê.

    Mas quanto a isso ninguém diz nada nem ESSE SITE, NEM NINGUEM, afinal na visão da Igreja homossexual tem que ser humilhado e ficar quieto …
    Depois de ler naquele blog as postagens que falavam sobre o tema com um completo desrespeito e os comentários cheios de palavras pejorativas e humilhantes , tenho pensado seriamente em deixar a Igreja …
    Mas aquelas postagens ninguém critica não é mesmo ?

  15. Jorge Ferraz (admin) Post author

    Matheus,

    “Na visão da Igreja” as pessoas são qualificadas pelo que são e não pelo que fazem, pelo que sentem ou por suas preferências. Não existe “o homossexual” mas sim a pessoa com tendências homossexuais profundamente arraigadas.

    Cada um precisa lutar contra os próprios demônios e a Igreja existe para munir as pessoas com as armas necessárias a este Bom Combate. Não tenho procuração para falar sobre outros blogs católicos, mas tenho certeza de que as «palavras pejorativas» são direcionadas aos pecados e não aos pecadores. É o pecado que é feio e horrendo; o pecador arrependido, por sua vez, que luta contra o seu pecado, é a matéria-prima dos santos.

    Abraços,
    Jorge

  16. Matheus

    Prezado Jorge,
    1)A sua publicação é uma crítica a uma reportagem de um jornal e nesse caso você não se importou em dizer que estava errada.
    2)As postagens feitas naquele blog O Catequista ofendem qualquer homossexual seja ele praticante ou não é só você ler que você verá…
    Alem de postagens ofensivas há comentários cheios de deboche.
    A Igreja deveria se envergonhar de apoiar semelhante atitude.

    Mas fazer oque… Infelizmente minha palavra não vale nada..Afinal é só palavra de um “gay”…

    Lamentável…

  17. Alexandre Magno

    Matheus, ao menos deixe o link aí. Então quem estiver acompanhando esses comentários poderá checar e fazer o próprio juízo a respeito do que está lá.

  18. Matheus

    Esta para mim é a mais escandalosa

    http://ocatequista.com.br/archives/776

    Nestas postagem pode se ver o tipo de palavreado ridículo e pejorativo bem contrário ao acolhimento que a Igreja diz que tem ..
    Lá no site há várias outras, mas essas já são suficientes.evidenciar oque eu disse…
    E os comentários não são diferentes das postagens tem absurdos em abundância, tem até o comentário de um SEMINARISTA
    que lamentavelmente pensa como eles ..

    Bom essa é só uma das várias que encontrei …

    Mas infelizmente a Igreja e demais blogs Católicos (INCLUSIVE ESSE) FECHAM OS OLHOS DIANTE DESSE ABSURDO…

    LAMENTÁVEL…

  19. Alexandre Magno

    Matheus, o que eu vi foi alguém se expressando em linguagem simples, clara, franca, jocosa… mas NÃO desrespeitosa. Ele NÃO se dirige a vocês! Sim, aquelas palavras refletem um pouco de vício preconceituoso, mas são AUTÊNTICAS. Não é a Igreja falando! É um jovem leigo tentando, com seu vocabulário, explicar a posição da Igreja, como entendê-la. Tenho certeza de que muitos homossexuais não se incomodam como você e, pelo contrário, agradecem por tal TRANSPARÊNCIA! Pois é autenticidade e verdade. Você não tem de gostar daquela pessoa, mas ela está sendo muito verdadeira, e é “apenas um homo sapiens”.

  20. Matheus

    Prezado Alexandre, oque vi nessa postagem:
    http://ocatequista.com.br/archives/776

    foi alguem se expressando de forma ridicula,vulgar,desrespeitosa,grosseira,arrogante,preconceituosa…
    O proprio titulo do texto é absurdo e gera interpretações equivocadas a respeito do tema…

    Por acaso você prestou atenção ?
    Chegou a ler as frases debochadas com que esses pretensos “catequistas” terminam o texto ?
    – Com certeza NÃO !já que você chega a dizer que eles se expressaram de forma clara, franca, simples, etc…

    Você tambem diz : “Não é a Igreja falando”
    Ora a matéria acima também não é “a Igreja falando” e mesmo assim esse site não poupou criticas a mesma…

    E como diz Jesus em MT 15,14 “Pelos frutos conhecereis a árvore” é só olhar os comentários relacionados a postagem que citei para perceber os frutos que “O Catequista” tem produzido…
    Preste atenção no palavreado que alguns usam nos comentarios que você perceberá…

    É lamentável que a Igreja feche os olhos para esses absurdos e apoie um blog como aquele…
    Também é lamentavel que esse site tão crítico se omita diante desse desrespeito…

  21. Alexandre Magno

    Matheus, eu não disse “polida”. Você tem direito de não gostar deles. Eu recomendo que você feche os olhos para a ignorância e a rudeza das pessoas. Reparar nisso lhe faz mal. Você não deve esperar que seja todo mundo “perfeito e agradável”. Entretanto, não retiro os demais adjetivos (positivos) que já usei.

    Uma pessoa de linguagem simples, clara, franca e autêntica também pode ser uma pessoa desagradável ou com vícios. Nem todo mundo é perfeito.