Um dia seremos nós

Ontem foi o dia de Finados, a «comemoração dos fiéis defuntos» que a Igreja celebra anualmente. É um dia que fala muito mesmo ao homem contemporâneo, alheio que ele costuma ser a questões religiosas: afinal a morte, cedo ou tarde, nos atinge a todos indistintamente. Mesmo um católico não-praticante pode ter alguma dificuldade para entender, por exemplo, o que é a festividade de Corpus Christi; já o valor da recordação dos mortos, por sua vez, isso até um militante ateísta consegue perceber. Nós não temos uma relação lá muito saudável com a morte: raramente pensamos nela, somos…

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Dies Irae

Não é propriamente uma composição litúrgica, mas é uma peça da qual gosto bastante com o texto – este, sim, litúrgico – da sequência da Missa de hoje, Dia de Finados. E esta versão de Mozart é provavelmente a mais conhecida do Dies Irae. A execução litúrgica, em Gregoriano – belíssima! -, eu encontrei no Subsídio Litúrgico. Segue abaixo: E, no dia de hoje, lembremo-nos de que havemos também nós de morrer. Lembremo-nos de que hoje celebramos os fiéis defuntos para que eles nos digam de que também a nossa…

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Dies Irae

Hoje é dia de finados; rezemos pelas almas dos fiéis defuntos que padecem no Purgatório. A fim de que Deus Se compadeça delas e as conduza o quanto antes à Visão Beatífica pela qual anseiam. Em português, há uma versão do Dies Irae na wikipedia. É uma seqüência belíssima, que bem vale ser meditada. Et anime omnium fidelium defunctorum per misericordiam dei in pace requiescant. Amen.

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