Começa a Semana Santa

São poucos os dias que separam o Domingo de Ramos da Sexta-Feira da Paixão: que separam a entrada gloriosa de Nosso Senhor em Jerusalém, aclamado pelo povo, da Sua Crucificação horrenda, instigada também pelo povo, poucos dias depois. Na Liturgia de ontem, o drama se desenrola com ainda maior volatilidade: o contraste entre os gritos de «Hosana!» e «Crucifica-O!» atinge o fiel católico que assiste à Missa no pequeno intervalo entre a procissão de entrada e o Evangelho. Nós O saudamos! Nós O crucificamos! A súbita mudança de humor pode parecer…

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Temos ainda os ramos na mão

Ontem foi Domingo de Ramos e muita gente não sabe o que a data significa. Eu já vi quem perguntasse, ao que tudo indica a sério, quem era esse “Ramos” que a Igreja estava comemorando… A resposta é muito simples: trata-se de “ramos”, substantivo comum plural, e não “Ramos”, nome próprio singular. São ramos de plantas. A celebração de ontem relembra uma passagem específica dos Evangelhos: aquela em que Nosso Senhor, pouco antes da Crucificação, entra em Jerusalém montado num burrico e é aclamado pelo povo, que O saúda agitando…

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