As contradições morais de um mundo sem Deus

Leio no Diário de Pernambuco que uma em cada sete brasileiras já fez aborto. Não sei se a pesquisa merece crédito, uma vez que a “principal autora do estudo” é ninguém menos que a senhora Débora Diniz. Para quem não conhece, é a mulher que processou (e, pasmem, ganhou na Justiça) o pe. Lodi por este a ter chamado de abortista. Mesmo ela defendendo publicamente o aborto… Concedamos, para argumentar, que os dados da pesquisa sejam verdadeiros, e 15% das mulheres brasileiras entre 18 e 39 anos já tenham praticado…

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João Hélio, assassinos e direitos humanos

Só rapidamente: soube hoje que o sr. Ezequiel Toledo de Lima, condenado pelo assassinato do menino João Hélio há três anos, por ser à época menor de idade, “cumpriu medida sócio-educativa de 3 anos de reclusão em uma instituição de jovens infratores” e foi solto há uns quinze dias. Entrou em um tal Programa de Proteção a Menores Ameaçados de Morte do Governo Federal, por petição da ONG “Projeto Legal”, e já está na Suíça com a família! Ele embarcou “com garantia de casa e identidade novas para recomeçar sua…

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Aborto e impunidade

Do blog do Wagner Moura (com grifos meus): [C]omo poderíamos exigir a prisão para os pais que maltratam ou matam seus filhos depois de nascidos (como a menina Isabela), se igualmente não punimos aqueles que o fazem antes que eles nasçam? Se é crime maltratar a criança depois de nascida, por que deveria deixar de sê-lo antes de nascer? E não queremos a prisão apenas da mulher que mata seu filho, mas também, e principalmente, dos médicos que, violando seu juramento profissional, exterminam essas crianças. Sim, queremos dar um basta…

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Venda de abortivos no Brasil

Recebi a seguinte notícia por email (clique para ampliar), falando sobre como é extremamente fácil conseguir medicamentos abortivos no Brasil: Manuela [nome fictício] não teve dificuldades para conseguir o Cytotec nas duas vezes em que induziu o aborto. A primeira gravidez ocorreu aos 19 anos. “Eu não estava preparada e não queria voltar para casa com um filho no colo”, conta. Segundo ela, o primeiro aborto foi “normal”, com poucas cólicas. A segunda vez ocorreu no ano seguinte. Durante o procedimento, Manuela sentiu dores e sangrou muito. Ela confessa que…

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