Leonardo Boff e a Igreja, Casta Meretrix

Após cumprir a minha quota diária de penitência quaresmal com a leitura deste texto do Leonardo Boff (aliás, cujo português sofrível revela uma senilidade ainda maior do que a esperada mesmo para o Boff, que já há muito tempo parece viver somente de defender idéias patéticas), quero comentar uma única afirmação do manancial de estultícies em que se transformou o ex-franciscano. Refiro-me à seguinte passagem: Sempre se diz que a Igreja é “santa e pecadora” e deve ser “sempre reformada”. Mas não é o que ocorreu durante séculos nem após…

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