Padre Paulo Ricardo sobre a RCC

[Publico um trecho de uma palestra do pe. Paulo Ricardo do ano passado, que um amigo teve a gentileza de transcrever. O áudio original se encontra aqui; de acordo com outro amigo que escutou a palestra – eu ainda não tive tempo -, é só a partir dos 44min. que o assunto entra na parte que nos interessa.

Devo dizer que concordo integralmente com a posição do padre, referente à perseguição; o martírio é sem dúvidas uma virtude heróica, não exigida de ninguém para se salvar; no entanto, quando se quer fazer grandes obras, e se tem diante de si ou o martírio ou o conluio promíscuo, a última opção não é digna de um cristão.]

Vou dizer aqui: a renovação carismática, se ela é de Deus, e eu creio que ela é de Deus…chegará o momento em que a renovação carismática será colocada a prova. 40 dias de Jesus no deserto, 40 anos de renovação carismática. Satanás veio visitar Jesus, e virá também visitar a renovação carismática. Satanás virá visitar a renovação carismática e irá dizer…quem sabe Satanás irá se disfarçar…vai se disfarçar em POLÍTICO…quem sabe Satanás vai se disfarçar de bispo…quem sabe Satanás vai se disfarçar de sei-lá-o-que…e irá dizer: “Seu Marcos Volcan, o senhor pare de pregar essas coisas, o senhor entre nas nossas linhas, porque senão nós vamos perseguí-lo, o senhor vai perder número, a renovação vai diminuir, nós vamos fazer o inferno pra acabar com vocês!”

E a renovação deverá escolher: ou ela salva a própria pele e trai o seu Senhor, ou ele vai para a cruz e abraça o seu Senhor. Meus irmãos, saibamos que o verdadeiro carismático é aquele que põe o carisma de Deus, o dom de Deus, a missão de Deus, a vontade de Deus acima de usa própria pessoa, acima de seu próprio eu. E se a renovação carismática é carismática, Deus está acima da renovação carismática: a fidelidade a Deus, é mais importante que a instituição, o número, que as pessoas, que congregar milhares e milhares, porque a renovação carismática pode se resumir a duas ou três pessoas: desde que ela seja fiel até o fim, ela ser carismática, ela será aquilo que foi criado por Deus, ela será aquilo que começou a 40 anos atrás. Mas se a renovação carismática quiser prostituir, se a renovação carismática quiser vender sua alma ao diabo para salvar a instituição, ela terá o lugar q ela mercê no inferno.

É importante nós compreendermos isso, e isso vale pra todos nós. Isso vale não só pra renovação, isso vale pro meu seminário, isso vale pra Canção Nova, isso vale pra quem quiser. Seremos colocados a prova. Porque não vai faltar, por exemplo, raça de COMUNISTA nesse nosso Brasil, não vai faltar esse povo da heresia da libertação, que vai querer forçar a renovação carismática a se adaptar à sua agenda socialista. Não vai faltar bispos e padres, e isso eu digo com clareza, eu sei que isso está sendo gravado, eu isso está sendo transmitido, e não tenho medo não! Se quiserem me destituir agora, façam!

Não vai faltar bispo e padre traidor, servo de Satanás, que vai querer fazer com que a renovação deixe de servir ao seu Senhor. Porque satanás é esperto, ele sabe que não pode acabar com a Igreja por fora, ele já tentou isso uma vez. Ele já tentou lá no Império Romano, quando colocou todo o poder político contra a Igreja e a Igreja não cedeu. Agora ele é esperto, está tentando de outro jeito. Ele tenta acabar por dentro. Tenta acabar por dentro. Já existem teólogos da heresia da libertação, conclamando, conclamando gente da sua heresia a entrar nos grupos de oração para acabar com a renovação por dentro. Já existe gente mandando, já existe gente querendo, que agentes da heresia entrem dentro da renovação! Fica esperto, mané! Fica esperto! Não caia nessa não.

Se a renovação carismática tiver que ser perseguida, que seja! Que seja! Este é o termômetro de nossa fidelidade. (…) Não se assuste se depois de 40 anos da renovação satanás vier visitar a Renovação como visitou Jesus depois de 40 anos nos deserto.

403 comentários em “Padre Paulo Ricardo sobre a RCC”

  1. Quase me esqueci.
    Só para que aqueles que acompanham esta frutuosa discussão entre Dona Sandra – a Katólica – e a minha pessoa, aqui eu coloco os vídeos feitos em Franca.

    http://www.youtube.com/watch?v=HzjXZOjeQo8
    e
    http://www.youtube.com/watch?v=QSRRpusNs64
    vejam este último com especial atenção a cada palavra…

    Eles endossam o que eu coloquei no último comentário. Dos cem (poderiam ser até dois, porque ao contrário do que afirma irrefletidamente a dona Sandra, o número é irrelevante), todos sabem o valor da missa enquanto sacrifício, como algo sagrado. E a ausência por tanto tempo da missa “em latim” tornou a cerimônia ainda mais especial, ela foi o resultado do trabalho conjunto de 100 almas que batalharam muito por isso.
    A missa para eles foi um momento sublime, beatifico, um momento de unidade no silêncio da oração. Quantas pessoas em nossas paróquias sabem o que é isso? Quantos conseguem deixar a igreja ao final da missa sem saber se estão no céu ou na terra? Quantos, exatamente, eu não sei,, mas sei que 100 almas, em Franca, conseguiram tal proeza! Graças a Deus!!!
    E o exemplo desses 100 irmãos nos enche de esperanças! Esperança em ver a Trindade Santa sendo verdadeiramente amada e glorificada com toda a dignidade que merece!
    Quantos católicos de hoje viajariam de uma cidade a outra, por alguns ou muitos kilometros, para participar de uma missa??? Quantos, dessa esmagadora maioria o fariam. Os “nove amigos” da reportagem o fizeram, dirigiram-se até Franca porque sabiam o valor de uma, apenas uma e não várias ou milhares, única missa. Os números desse caso são mínimos, mas mostram muito mais catolicismo do que grandes dígitos.
    Depois de todo o colóquio com a Dona Sandra (que provavelmente provocou um estrago incalculável na minha sanidade e em algumas capacidades motoras) eu já havia perdido as esperanças e me preparado para reconhecer o estado bitolado do católico brasileiro, uma vez mais! Mas ela, a Dona Sandra, me fez lembrar dessa celebração em Franca e, involuntariamente, me deu um novo fôlego!
    Aproveito para pedir desculpas ao Jorge Ferraz pelo uso tão indiscriminado e inoportuno do espaço.

  2. Danilo,

    Salve Maria,

    Deus o abençoe cada vez mais. Obrigada pela brilhante defesa da nossa fé católica. A verdadeira.

    Senti-me representada por sua pessoa e muito bem representada.
    Essa discussão sobre a Santa Missa pode ter sido sobre você e a dona Sandra; mas um pedacinho do coração daqueles que verdadeiramente amam a Cristo e sua Igreja estavam com você a cada frase e a cada parágrafo.

    Você tentou. Deus é testemunha e nós também somos.
    Aprendi muito. Tenha certeza que toda essa discussão será frutuosa sim, talvez não para a dona Sandra, mas para muitos que passam por aqui.

    Parabéns pelo seu excelente blog.

    Conte com minhas orações sempre.

  3. Errata.

    Quis dizer: essa discussão pode ter sido entre você e adona Sandra

  4. Sra. Sandra. Mesmo eu tendo errado em colocar RCC e não ECC, isso não muda nada.

    O mesmo jugamento que a sra. faz da Missa Tridentina, é o mesmo que eu estou fazendo dos ”movimentos carismáticos” e da ”Teologia da Libertação”.

    O número de católicos que querem a volta da Missa Tridentina, cresce de uma maneira surpreendente. E se a sra. não gosta da Missa Tridentina e a sua beleza não a impeça.

    Muitos movimentos foram aprovados pelo Vaticano e logo depois condenados: Os ”movimentos carismáticos” futuramente entrarão nesta lista, é só esperar para ver!

    E a sra. continua com o erro de ”participar” da Missa, o que é um erro, pois não se ”participa” da Santa Missa. Ela não é para a sra. nem para mim sra. Sandra. Ela é para o Sacrifício de Cristo, para o Próprio Cristo.

    Muito obrigado por mais uma vez me dar razão, pois a sra. termina monstrando a sua mentalidade ”moderninha” quando escreve: ”E põe ‘antigamente’ nisso. O senhor está mais de MEIO SÉCULO atrasado”.

    Ao contrário do que a sra. tentou insinuar, os Papas João XXIII e Paulo VI nunca aboliram as Missas Tridentinas, me monstre um documento (já que a sra. escreveu com tanta confiança) onde os Papas mencionados pela sra. ( no mesmo Concílio Vaticano II) condenaram as Missas Tridentinas!

    A sra. me acusa (falsamente) de ser um fanático, mas se esquece que a sra. mesmo aprovou a Teologia da Libertação quando escreveu: ”Sempre são procurados os mais sábios, os mais cultos e os verdadeiros representantes do povo”. É um comentário bem caricterísco de um representante dos seguidores da Teologia da libertação!

    Seguindo o seu raciocínio os Papa que combateram as heresias no passado, eram todos fanáticos; viu a contradição que a sra. se meteu sra. Sandra.

    A sra. Sandra Nunes não sabe mais o que escreve. Se ela escreve não seguir ”movimentos carismáticos”, ao mesmo tempo se comporta como uma! se escreve não seguir a Teologia da Libertação, ao mesmo tempo se comporta como uma!

    Sra. Sandra, para ver as contradições que a sra. escreve, releia as cartas que a sra. mandou para esse site. E veremos quem está mentindo!

  5. Na carta NOTRE CHARGE APOSTOLIQUE o Papa Pio X condenou os erros do movimento laical Sillon. Na mesma carta ele reconheceu que, embora o Sillon tivesse qualidades, “houve um dia em que o Sillon começou a manifestar, para olhares clarividentes, tendências inquietantes. O Sillon se desorientava. Podia ser de outra forma? Seus fundadores, jovens, entusiastas e cheios de confiança em si mesmos, não estavam suficientemente armados de ciência histórica, de sã filosofia e de forte teologia para afrontar, sem perigo, os difíceis problemas sociais, para os quais tinham sido arrastados por sua atividade e por seu coração, e para se premunir, no terreno da doutrina e da obediência, contra as infiltrações liberais e protestantes”.
    Parece familiar, não é mesmo? Tem certo movimento atualmente, que faz muito sucesso, e que dá sinais claros de infiltração liberal e, sobretudo, protestante. Não direi qual é.
    Nesta mesma carta o Papa Pio X diz que “os verdadeiros amigos do povo não são revolucionários, nem inovadores, mas tradicionalistas”. Algo desse quilate já foi dito sobre os libertacionistas? Sobre os carismáticos? Sobre os carismáticos é fato conhecido que os Papas JPII e Bento XVI reconheceram-lhes coisas boas do movimento, mas também Leão XIII reconheceu as coisas boas do Sillon e pouco tempo depois Pio X escrevia “penetrado da mais viva tristeza, perguntamo-Nos, Veneráveis Irmãos, aonde foi parar o catolicismo do Sillon. Ah! Ele, que dava outrora tão belas esperanças esta torrente límpida e impetuosa foi captada em sua marcha pelos inimigos modernos da Igreja, e agora já não é mais do que um miserável afluente do grande movimento de apostasia organizada, em todos os países, para o estabelecimento de uma Igreja universal que não terá nem dogmas, nem hierarquia, nem regra para o espírito, nem freio para as paixões, e que sob o pretexto de liberdade e de dignidade humana, restauraria no mundo, se pudesse triunfar, o reino legal da fraude e da violência, e a opressão dos fracos, daqueles que sofrem e que trabalham
    Como as coisas mudam! Ou melhor, não mudam. As heresias se repetem com outra roupagem, com uma maquiagem diferente, mas se repetem!
    Enquanto o Sillon dava “uma idéia desfigurada do divino Redentor”, a teologia da libertação renovava o monofisismo e o monotelismo do passado ao separar violentamente as naturezas de Cristo, e contrapô-las. Já o carismatismo é a deformação da compreensão sobre o Espírito Santo. Diferentes, mas em si o Sillon, a TL e a RCC tem a mesma origem: a degeneração de um ou mais aspectos da teologia católica.
    Outros movimentos também apresentam esse quadro triste, em maior ou menor grau.

    “os verdadeiros amigos do povo não são revolucionários, nem inovadores, mas tradicionalistas.

    Creio que era a frase que me pediram para citar. Se alguém, na opinião do Sucessor de Pedro, não serve nem como amigo do povo quiçá para membro da Igreja! Acho que alguém precisará cumprir a promessa feita!
    Só peço a penitente que cambie a pena! Que continue freqüentando a missa mas que pare de comentar asneiras! Peço que procure um médico, um neurologista para que lhe receite medicamentos controlados e fortes, a fim de curar a demasiada necessidade por atenção que, numa pessoa adulta, beira o ridículo e é obscenamente grotesca!

  6. Renato Lima

    Eu NÃO FALEI contra a Missa Tridentina!

    Falei que se o Papa aprova, cada um deve seguir o Movimento que faz bem a ele!

    Se está de acordo, com as determinações do Vaticano, não temos o direito de criticar.

    Fui a uma Missa no dia 20 de novembro pelo dia da Consciência Negra, que foi toda cantada nos ritmos africanos.

    http://www.arquidiocesedesaopaulo.org.br/jornal_o_sao_paulo/2008/081125/jornal_o_sao_paulo_noticias_04.htm

    A Missa foi presidida pelo Cardeal Arcebispo de São Paulo, Dom Odilo Scherer.

    Foi uma Missa magnífica.

    Estou em boa companhia entre os “katólicos” não imagina como estamos felizes.

  7. Danilo
    Você falou, esbravejou, diagnosticou, demonstrou sua vasta “cultura teológica Católica”, mas o principal que foi provar que os Papas JPII ou Bento XVI afirmaram que o “católico verdadeiro” é o tradicionalista, NADA, nadica de nada.

    Onde está o pronunciamento desses Papas contra o ECC ou contra a RCC? Onde?

    O fato de VOCÊ achar que é a única e verdadeira forma é a tradicionalista, não representa a OPINIÃO DA IGREJA. Até que prove o contrário, as Santas Missas são realmente SANTAS, tradicional ou não.

    O fato dessa Senhora que antes de ficar DEZ ANOS na RCC, sabe Deus lá onde andou, e até o momento, acha que ser tradicionalista é a única forma de ser “católica verdadeira” ( não sabemos o que ela vai pensar o que a certo no dia de amanhã…)

    Como pode uma “católica verdadeira” destilar seu “ódio” à RCC e sua soberba de se “achar” um exemplo de “Católica” e apontar o seu “abençoado” dedo a quem não concorda com ela.
    A humildade Cristã, passou ao largo.

    Veremos, se daqui a um ou cinco anos, ela não estará em outro “movimento” e declarando seu “ódio” aos tradicionalistas.

    A todos “verdadeiros católicos” pergunto:

    Se o próprio Papa Bento XVI, não celebra suas Missas no rito tradicional ele também, não é um “Católico Verdadeiro”?

  8. Danilo,

    Permita-me um aparte:

    Sobre o Sillon, foi o mais perto que conseguiu chegar de uma condenação papal à Renovação Carismática Católica?

    Sinceramente, irmão, seus últimos comentários pecam pela falta daquela sobriedade inerente ao portador de uma convicção sólida. Da forma como faz, você deixa transparecer que tem medo de não ser verdade o que afirma. Penso que se, amanhã ou depois como você e outros “profetizam”, o Papa desqualificar a RCC como movimento eclesial eu continuarei tranqüilamente católico apostólico romano e, creio, muito grato ao Magistério por cuidar de minha salvação com zelo e amor. Mas o que vejo é o extremo contrário: há uma paulatina seqüência de aprovações – fato que, sinceramente, não me faz sentir MAIS católico por causa disso, apenas me dá mais segurança por caminhar nesse Caminho.

    Responda-me, com toda a sinceridade (já que aqui não estamos numa queda de braços – ao menos é o que acredito), se não seria uma verdadeira busca do tradicional beber das fontes da Igreja nascente no dia de Pentecostes, tão amplamente retratada no NT… Ou você acredita realmente que ali havia apenas um bando de “pentecostais”? É a História, meu irmão, e da nossa Igreja, não de outra… Todos os católicos são, por princípio, pentecostais, e por definição portadores dos dons carismáticos, quer façam uso desses dons ou não. E todos os santos atestam isso com suas vidas. Se não se crê nem nisso, como crer na Missa como expressão do Sagrado no meio de nós?

    Da forma como amo a Igreja, amo a Santa Missa rezada em latim e com canto gregoriano, dado que ela me eleva um pouco mais ao nível dos anjos na contemplação e na adoração e me revela a Igreja com todo o peso de Sua história multi secular, principalmente quando vejo tudo isso acontecendo na Basílica de São Pedro sob a presidência do Santo Padre! Irmão, é o Mistério da Fé quase palpável!… E tudo isso aprendi e venho ensinando DENTRO DA RCC! Como acreditar no que você diz sobre ela? Bom será o dia em que a cultura carismática não tenha mais lugar na Santa Missa, sendo esta toda tomada de seu real valor sagrado e aquela toda inserida no mundo hodierno consagrado!

    Onde estava você e companheiros quando eu queria uma resposta de fé, quando buscava aprender sobre liturgia, quando queria aprender a rezar o santo Terço, quando aspirava mais sobre a vida dos santos, quando desejava encontrar o Magistério para saber quem tinha razão na caverna da TL – que então nos envolvia como um lobo ao cordeirinho? Quem me apresentou tudo isso foi a RCC, irmão, não foi você nem quem pensa igual a você… E mediante o que já escrevi e você pode ler espalhado nesses post’s do Jorge e em outros lugares da net, você afirmaria que aprendi o “erro”? Se existem testemunhos contra a RCC, esse é o meu testemunho.

    Portanto, Danilo, enquanto você não apresenta aquela já solicitada condenação FORMAL, continuarei chamando você de irmão, a não ser que não queira, já que continuamos filhos da mesma Igreja apesar – na sua visão – de eu ser membro da RCC.

    Toda Paz e todo Bem!

  9. Sandra
    ,
    Dona Sandra, reitero os conselhos do Danilo para a senhora.
    Vá procurar um médico de prefêrencia um psiquiatra, faça isso pelo amor de Deus o quanto antes.

    Eu destilo meu ódio a um movimento cheio de erros, que acabou com a fé de muita gente boa que eu conheço, abramos uma exceção “por enquanto” pelo menos para o Demerval Jr.

    Quanto a senhora destila seu ódio furibundo a tudo e a todos.

    A senhora sim, se julga uma católica exemplar, 30 anos na mesma paróquia, (ao menos é o que a senhora do alto da sua arrogância diz), acha isso o máximo. Pobre senhora que nem sabe mais o que diz… Pobre senhora… Louca pra saber onde andei não é? Não vai saber… Morra de curiosidade… A não ser que queira investigar-me; a senhora quer????
    Faça-me um favor, sou eu que aponto o dedo a quem não concorda comigo será? Quanta sandriceeeeeeeee Meu Deus!

  10. Muito obrigado sra. Sandra, a sra. cada vez mais se complica!

    Missa da Consciência Negra? Isso é coisa das ”pastorais” dominadas pelos teólogos da libertação!

    Se seguirmos o raciocínio dessas pessoas, teremos que criar as ”pastorais” do sino-brasileiro, ítalo-brasileiro, germano-brasileiro,… a Igreja Católica nunca foi de branco ou negro, amarelo ou vermelho. Isso começou a acontecer com a invasão dos teólogos da libertação e sua ”teologia politizada” que a sra. demonstrou seguir também!

    Graças a Deus fomos colonizados pelos CATÓLICOS PORTUGUESES que nos deixaram como herança a nossa miscigenação e não o racismo protestante americano.

    E cada vez a sra. monstra que segue sim ‘movimentos” e não a tradição da Santa igreja.

    Tradição é aquilo que a Igreja Católica sempre passou através dos séculos até os nossos dias; movimentos é o que os homens criam e tentam introduzir dentro da Igreja ou em outras instituições.

    Um movimento muito conhecido na Europa e nos Estados Unidos é o dos casais que não querem ter filhos, enquanto a Tradição Católica (através dos ensinamentos de Cristo) manda ter filhos. Viu a diferença sra. Sandra!

    O melhor neste debate sra. Sandra é que a sra. continua me dando razão e cada vez mais se entrega monstrando que segue ”movimentos” incluindo aí a Teologia da Libertação que a sra. diz não seguir!

    Aos leitores deste site: Releiam todas as cartas que a sra. Sandra já mandou e vejam quem ela está defendendo!

  11. “incluindo aí a Teologia da Libertação que a sra. diz não seguir!”

    Como não segue ? .

    Segue sim, sem saber em profundidade

    (aí já é pedir muito) toda a baboseira da heresia da

    libertação, mas o discurso é conforme a cartilha da TL.

    São Paulo é uma cidade com muita influência (infelizmente)

    desses “judas” modernos.

  12. Salve Maria!

    Puxa, meu computador deu problema e fiquei privado de uma discussão tão interessante como esta!!!
    Não me conformo…
    Como sempre as colocações (seria melhor dizer:cusparadas?) da Sandra fazem o show…
    Aliás, Missa pra ela é show…aliás…missa pra ela não é no rito latino (o qual abarca o Rito de Paulo VI e, obviamente, a Missa no Rito de S.Pio V).
    Olha, ler essas bobagens não me admira…ainda mais vindo da senhora Sandra (em qual planeta estamos?) Nunes.
    Ela vai à missa sem saber qual o rito se celebra, o que significa e qual a finalidade do SANTO SACRIFÍCIO DA MISSA.
    Para uma pessoa de nível superior, com TLC, ECC, e afins, o mínimo a se esperar é que soubesse um pouquinho mais…
    Ah, claro, para a Sandra (eu sou minha enciclopédia católica) Nunes, por “santo sacrifício”, entenda-se ir à uma missa “chata”, isto é, sem aqueles discursos políticos partidários, sem aqueles festivais do acarajé e dos afro-sambas, sem aquelas campanhas pela conscientização do eleitor, da importância em se distribuir a terra, das marchas do MST,etc.
    Ver o padre “de costas” (olha aí o conhecimento sandresco da simbologia do Rito de S.Pio V) é um graaaande sacrifício.
    Rezar em latim é outro sacrifício muito duro…
    Conhecer melhor para depois criticar é outro sacrifício que ela rejeita…
    Falar bem da TL, defender a contra-mão da Sagrada Doutrina, insinuar uma postura serpentina e jogar areia nos olhos dos outros, por defenderem a VERDADE, isso sim é prazeiroso para a advogada, veterana do ECC, com curso de TLC, que se diz CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA, mas que nada conhece dessa Igreja à qual se diz agregada.
    A senhora foi enganada, Sandra!
    A senhora comprou gato por lebre!
    Quem lhe ensinou o catecismo, quem pregou em suas missas, esqueceu-se de ensinar-lhe a VERDADE, ensinou-lhe trivialidades…e a senhora gostou e aplaudiu.
    O seu testemunho aqui é digno de pena…
    Seus teclados só servem para atacar quem defende com amor a SANTA IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA, acusando de inquisidor, extremista, coisas do gênero.
    A senhora sentindo-se ofendida, dispensa tapas e socos em quem quer somente abrir-lhe os olhos.
    Isso é típico de pessoas amargas, auto-indulgentes, confusas.
    O papel ridículo é seu…aproveite e desfrute da sua platéia….quem sabe, um dia, a Graça de Deus lhe abra os olhos do coração…QUEM SABE? Milagres acontecem.

  13. Caro Sérgio,

    Tópicos atrás publiquei links para verdadeiros compêndios dos erros da RCC e afins. É redundante e desgastante para mim versar sobre eles quando outras pessoas, ex-participantes ou não desses movimentos, já discorreram sobre eles com exemplar fundamentação e elegância de forma. Mas só para exemplificar com um ato proferido bem recentemente, e não deixar essa resposta por demais abstrata ou meramente indicativa, quando Mons. Abib diz irrestritamente que protestantes neopentecostas são “lindos e santos”, sem dizer que só um ou outro, em estado de bem improvável ignorância invencível, o seriam APESAR (e não através, como quer dizer a Nova Teologia vingada em muitos trechos dos documentos do Vaticano II) do protestantismo que esses hipotéticos protestantes estariam inseridos, acaba por um tanto diretamente negar, ou no mínimo desmerecer, um artigo de fé que afirma a Igreja como UNA, SANTA e CATÓLICA. Outra é que não é prudente ficar elogiando protestantes nisso ou naquilo que podem agir em imitação incompleta da Fé, Caridade e Esperança católicas, sob risco de tácita e perigosamente enaltecer aquilo que de errado ou herético proferem/praticam. Isso tudo vai desembocar em tantos outros erros doutrinários, litúrgicos, de piedade, etc, que acabam mais cedo ou mais tarde levando seus praticantes a uma aproximação ainda mais perigosa, ou mesmo adesão, ao protestantismo e à apostásia.

    Tal como o do exemplo bem sucinto acima, muitos outros erros não se esgotam em si mesmos. Na verdade, narram algumas dessas pessoas, esses erros advêm, senão de negativas veladas de fé (que só se diz muito eventualmente, de maneira oficiosa ou reservada), de dizeres e práticas que vão desmerecer, impurificar e/ou omitir verdades de fé, que são reforçadas inclusive, não só no Catecismo, mas no rito da Missa. Não iniquila esses erros os atos de piedade, devoção e catequese que eventualmente a RCC profere. Já disse, o erro não quer exclusividade; mas apenas um espaço ao lado do certo. Sua eficácia aumenta sobremaneira assim, pois o torna menos identificável, mais palável, e ao sabor da tentação de que, largando esses erros, estar-se-ia deixando de lado coisas boas também. Isso é falacioso. O que a RCC ou qualquer movimento modernista-carismático consegue, por acidente ou verdadeira intenção, promover de bom, o faz em repetição ao que a Igreja, em sede ou não de verdadeiros carismas, sempre ensinou e promoveu. Isso é ser servo inútil de Cristo. E sobre os erros que acompanham essas coisas, estaríamos servindo a quem com esses erros? Como se pode servir a dois senhores em consciência e sem arrependimento?

    Como se não bastasse esses atentados à Fé, dizer viver de carismas extraordinários o tempo todo, em grupos de orações e missas que têm hora marcada pelo padre ou “pastor” para expedir tais carismas, é dito com tradicional porque se acredita que isso é uma reedição do que foi pentecostes. E outro atentado, agora, à Tradição e ao Magistério. Ora, pentecostes foi único na história da Igreja, sempre disse a teologia milenar, a despeito de algumas declarações diplomáticas e inovadoras de alguns os papas do pós-concílio. Outra coisa é a distorção do conceito de Tradição. Para muitos modernistas, tradicional é (também) aquilo que se aproxima temporalmente dos primeiros séculos da Igreja. Mas essas pessoas, quando não são vetores de uma arqueologia errada ou incompleta, deixam de investigar porque alguns desses elementos da Igreja primitiva foram sendo deixados de lado e/ou lapidados ao longo de tantos e tantos séculos e entregues a nós no conteúdo e na forma que Igreja veio ensinando até bem poucas décadas atrás. Em outras palavras (e o que diz Ratzinger, Davies, Gamber e outros), tentam resgatar pretenciosa e literalmente práticas passadas sem nem mesmo procurarem saber porque elas teriam sido descontinuadas. Claro, alguns modernistas mais despudorados, por malícia ou por ignorante imitação, arriscam dizer que teria sido um suposto imperialismo eclesiástico constatiniano que inaugurou muitas das inovações medievais, e que o resgate de algumas práticas dos primeiros cristãos não é inovação, mas restauração. Argumento espúrio que não sobrevive ao absurdo corolário de que a Igreja teria ficado desasistida pelo Espírito Santo por quase 16 séculos.

    Com essas coisas, não quero a priori duvidar da sinceridade sua e de parte dos adeptos da RCC em querer seguir a Igreja de Cristo em seus ensinamentos tradicionais. Eu lhe digo uma coisa; não tenha medo do magistério pré-conciliar infalível da Igreja, que condena inteiramente a fenomenologia pública e irrestrita do carismatismo modernista. Acreditem que fora dos círculos carismáticos da RCC e de outros movimentos existe salvação, e que na RCC, a despeito de seus muitos vestígios eclesiais católicos, a eficácia destes últimos é muito prejudicada a ponto de tornar, sim, a salvação daqueles que agem por impulso de novidades e impurezas (Pascendi, S. Pio X) menos provável.

    Abraço,

    Antonio

  14. Sérgio,

    Complementando, sobre o que vc aludiu na mensagem seguinte:

    “Quanto ao seu julgamento sobre a RCC merecer a cruz como os ladrões e a sugestão de que é justa a perseguição sofrida pelos carismáticos pelos seus erros e ainda a gravíssima afirmação de que “Longe dessas mazelas serem distorções humanas ocasionais e esperadas, vários de seus erros nasceram no primeiríssimo momento da formação dessas “comunidades”, pertencem a você e à sua consciência.”

    Devo reforçar que a analogia por mim traçada foi alertadamente como distante, e só o foi para contrargumentar a univocidade de fundo modernista, muito comum em dias de hoje, entre “perseguição” (o que mais precisamente deveria ser descrito como censura pública, por justiça e caridade) e suposto bom caminho. Quis, portanto, dizer que nem sempre isso é verdade, e que ser objetivo de perseguição/censura só é meríto verdadeira cristão quando a razão desse ato é a defesa da Fé e/ou de um de seus artigos concretamente atacados.

    Contra-argumento à segunda parte de sua argumentação, repito que muitos dos erros que vc mesmo reconhece existir em sede dos atos promovidos pela RCC não vêm mera ou somente do erro humano de um ou de muitos de seus adeptos, mas das próprias práticas que iniciaram a trajetória protestantizada desse movimento. Ora, aquilo que nasceu impuro na proposta ou no ato original não pode ser tão santo nem santificador, o que difere muito dos carismas tradicionais perpetuados por séculos.

    Abraço,

    Antonio

  15. Caro Demerval,

    Muitas mensagens atrás, vc escreveu:

    “Na exortação apostólica Christifideles Laici, no número 30, João Paulo II elenca critérios para definir o grau “de eclesialidade para as agregações laicais” que, resumidamente, são estes:

    – O primado dado à vocação de cada cristão à santidade;
    – A responsabilidade em professar a fé católica, acolhendo e proclamando a verdade sobre Cristo, sobre a Igreja e sobre o homem, em obediência ao Magistério da Igreja, que autenticamente a interpreta;
    – O testemunho de uma comunidade sólida e convicta, em relação filial com o Papa (…) e com o Bispo;
    – Estima recíproca entre todas as formas de apostolado da Igreja;
    – A conformidade e participação na finalidade apostólica da Igreja.

    Mediante esses critérios é que ele aprovou o Estatuto da RCC em nível internacional há muito tempo. O fato de não querer aceitar isso não seria discordar da autoridade máxima da Igreja?

    Portanto, Danilo, concernente à eclesialidade do Movimento, a RCC é, também, Igreja; assim como uma pequena partícula da Hóstia é o Cristo Total, assim também onde está a RCC aí está a Igreja toda – inclusive você – e onde você estiver (desde que em comunhão com a Igreja, claro), estará consigo também a RCC. Comunhão dos santos, diz a Igreja…

    Creio que você confunde formação litúrgica com movimento eclesial e isso, meu irmão é função de outro nível da Igreja que abarca a todas as realidades, não só os movimentos, quaisquer que sejam. Assim, se há membros da RCC onde você mora que não seguem as normas litúrgicas, com todo respeito, irmão, vá reclamar ao Bispo, pois é um caso isolado. E é claro que há outros, mas sempre isolados…

    Agora, se há algo contra o contexto de TODA a RCC (compreendeu? TODA, no seu bojo), queira, por favor, irmão, citar as fontes para nossa devida correção.

    Ainda que reconheça nessa exortação certa margem para entendimentos ambíguos, o que parece querer mais claramente e abstratamente dizer João Paulo II, pelo menos nesse documento, a respeito da eclesialidade de movimentos leigos é que são os estes que devem ensinar em consonância com a Igreja segundo o que seu magistério autenticamente interpretou. Aquilo que a Igreja infalivelmente sempre ensinou ao longo de tantos séculos, ou mesmo falivelmente fora de um contexto concreto que poderia dar um viés incorreto à censura proferida, será sempre mais confiável do que atos em que, por diplomacia, falha (sim, até o papa pode falhar!) ou mesmo por engano induzido pelo mesmos protagonistas do erro, leva parte da hierarquia concordar ou se omitir perante esses mesmos erros.

    Em outras palavras, levar mais em consideração (ou pelo menos não levantar alguma dúvida digna de estudo e esclarecimento) um dizer de um dicastério ou de um papa que aprova formalmente um movimento, mais do que o magistério que condena materialmente, e a priori, esses mesmíssimos erros (ou a origem deles todos) é de fundo legalista e modernista, em considerar que a autoridade sempre seria infalível, a despeito de as vezes estar, pelas possíveis razões que elenquei, em dissonância com a verdade dos fatos.

    Por fim, covardia é atribuir a hierarquia das Igrejas particular e universal a responsabilidade pelos erros litúrgicos da RCC e de outros movimentos. Ora, muito desses erros são peculiaridade de cada um desses movimentos, e prática consequente à doutrina que é ensinada nas catequeses desses mesmíssimos movimentos. Outra é que não é exceção, mas regra, muito embora muitos deles possam não ser, por assim dizer, instituídos e cristalizados em sede de seus estatutos. Exemplo bem recente do que quero dizer:

    http://www.leforumcatholique.org/message.php?num=453809

    Quem pode garantir que, depois de repetir o que a Igreja desde muitos séculos repetiu mais profundamente sobre a forma de comungar, o recém-nomeado prefeito do Culto Divino, cardeal Canizares, teria assistido outra Missa que não as tipicamente celebradas “reservadamente” nas comunidades Neocatecumenais nas noites de sábado? Essas celebrações são a maioria, e as que dão o tom discrepante (e, por isso e pela gravidade, merecidamente reprovativo) do movimento com a Igreja.

    Fenômeno semelhante teria acontecido na Missa que sucedeu a aprovação estatutária da Canção Nova, conforme noticiado num outro tópico desse blog. Muitos puderam dizer que a Missa estava tão próxima da rubrica que nem parecia Canção Nova. Afinal, o que efetivamente mais (des)caracteriza ou torna mais (i)lícito um movimento? Suas atitudes frequentes de fato, ou sua missão de direito/dever?

    Abraço,

    Antonio

  16. Eu gostaria que a sra. Sandra Nunes voltasse para o debate, pois gostaria que ela me tirasse uma dúvida!

    Vocês também podem tirá-la entrando neste endereço:

    https://www.blogger.com/comment.g?blogID=3638191860638588957&postID=8651964038745373625

    É a mesma Sandra Nunes que estava neste debate e que fez este comentário bastante revelador (e ”moderninho”) de quem ela realmente é, e do que ela realmente gosta de seguir?

    Por favor sra. Sandra tire à minha dúvida!

  17. Demerval,

    Com relação a sua última mesangem, em resposta a outra do Danilo, a comparação entre o Sillon e o que se espera acontecer com a RCC (caso, antes disso, ela própria não se extinga/mingüe ou milagrosamente seja corrigida) vem do fato de que S. Pio X inicialmente aprovou o movimento do Sillon sem conhecer a que realmente (ou completamente)se prestava comumente esse movimento. Conhecida essa situação, e comparada ao que a Igreja havia condenado antes, em abstrato ou em condenações concretas, semelhantes e pregressas, esse mesmo papa expediu finalmente sua condenação explícita ao Sillon. E depois editou outro documento que reafirmou, em geral, aqueles e outros erros e heresias.

    Ao caso concreto da RCC, parte do mesmo magistério condenador do Sillon factualmente condena muitas das práticas do primeiro. É-me dever católico ter certeza, portanto, de que em um dia não muito distante de hoje as aprovações estatutárias, diplomáticas e de discurso serão reconhecidas pela hierarquia frutos de erro ou de engano. Pois, de contrário, perpetuar-se-ia, por longo decurso de tempo, uma incoerente e impossível contradição entre um magistério infalível e um ato de autoridade disciplinar bem falível.

    Enquanto isso não ocorre, essas aprovações não são objeto de adesão incondicional de Fé por nenhum católico. E embora uma corrente teológica diga que a censura pública a coisas de assentimento religioso advindas de atos displinares e/ou magisteriais falíveis deva ser praticada eminentemente por teológos e estudiosos por analogia, nada nos impede, meros fiéis leigos, de, identificando concretamente erros, rejeitemo-los para nós e alertemos aqueles mais próximos em estado de ignorância acerca desses erros.

    Finalmente, vc diz:

    “Da forma como amo a Igreja, amo a Santa Missa rezada em latim e com canto gregoriano, dado que ela me eleva um pouco mais ao nível dos anjos na contemplação e na adoração e me revela a Igreja com todo o peso de Sua história multi secular, principalmente quando vejo tudo isso acontecendo na Basílica de São Pedro sob a presidência do Santo Padre! Irmão, é o Mistério da Fé quase palpável!… E tudo isso aprendi e venho ensinando DENTRO DA RCC! Como acreditar no que você diz sobre ela? Bom será o dia em que a cultura carismática não tenha mais lugar na Santa Missa, sendo esta toda tomada de seu real valor sagrado e aquela toda inserida no mundo hodierno consagrado!”

    Afirma, portanto, amar o latim e o canto gregoriano, respectivamente, língua e forma de canto os mais próprios da Igreja Católica só (ou mais) pelo “peso de sua história multisecular” do que propriamente por sua beleza intríncesa, válida para todos os tempos e povos. Afirma também, logo antes, que esses elementos de forma lhe elevariam “um pouco mais ao nível dos anjos na contemplação e na adoração…”. Mas incoerentemente, apesar de reconhecer que é mais santificante uma Missa que, em igualdade de condições, adota esses bem próprios elementos, diz “… principalmente quando vê tudo isso acontecendo na Basílica de São Pedro sob a presidência do Santo Padre!”. Ora, se isso é tão bom — e realmente o é, a utilidade subjetiva seria melhor atendida não tanto nas Missas que “se vê” eventualmente (ou por televisão) em Roma, mas principalmente nas Missas que pessoalmente e frequentemente “se assiste” aqui no Brasil. E mais, se ela é mais santificante e bela — portanto, menos imperfeita — não seria mais agradável a Deus, e em decorrência disso, deveria ser preferida às demais?

    Abraço,

    Antonio

  18. Caro Danilo,

    Acerca de uma mensagem passada que dirigiu à Sandra, quero parabenizá-lo pela clareza e beleza de suas palavras em reafirmar aquilo que há tantos séculos vem dizendo a Igreja a respeito da música sacra para fins litúrgicos e extra-litúrgicos. E mesmo, durante e depois do Concílio se continuou dizendo, a despeito de desdizer ou desmerecer essas prescrições nos mesmos documentos e/ou em outros implementadores/regulamentadores.

    Ainda, concluindo essa mesma messagem, vc disse:

    “Do mais a mais eu concordo com o Sergio. A discussão sobre a RCC não leva a nada. Resta apenas rezar (em línguas conhecidas).
    Por mais que o erro esteja estampado na cara da pessoa (ou mesmo com vídeo no Youtube) muitas pessoas não se convencem; então quando o material já não é capaz de agir, esperamos pela ação espiritual.”

    Subescrevo totalmente sua sábia conclusão. Falhando muitas vezes nisso em assuntos polêmicos, tento alertar expressamente, ou ao menos meditar, que não é minha argumentação que irá ser instrumento preponderante na conversão ou, ao menos, no interesse pela verdade dos que me lêem, mas sim a graça divina que tem seu tempo e modo de operar.

    Cordialmente,

    Antonio

  19. Renato,
    ,
    É a própria…

    Essa mulher não cansa de nos chocar. Ela não tem limites.

    Esse comentário dela além de moderninho e ridículo, foi vulgar (que nojo!)

    Deus tenha piedade dela e de todos nós

    abraços

  20. Edenilde

    Como sua generosidade é imensa…

    por enquanto não destila seu “ódio” e ainda me aconselha procurar um médico?

    Eu não tenho ódio por ninguém nem por nada.

    Não sei se conseguiu perceber, mas fico quieta no meu canto.

    Não tenho interesse nenhum em saber quais seitas freqüentou em sua fé nômade.

    Cada um com seus problemas.

    Fico pensando, como uma pessoa tão agressiva e cheia de “ódio” pode se considerar um “exemplo de “Católica”.
    Se ser tradicionalista e ser assim, me desculpe, mas perdi até o interesse em conhecer.

    Cuidado, rapaz, “por enquanto” está livre do ódio dessa mulher, mas se não fizer do jeito dela, sua ira se voltará contra você!

  21. Renato Lima

    Nossa como eu estou “me “complicando” eu e toda a Arquidiocese de São Paulo!

    Vá ver se eu estou na esquina!

    Você tem algo contra os negros, também?

    Tenho o prazer em te “informar” que em São Paulo, temos Missas em japonês, russo, alemão, espanhol, francês, inglês, etc, dependendo do bairro em que a Paróquia está situada.

    Não tenha um ataque cardíaco, por favor!

    Quem disse que “não segui a Teologia da Libertação”

    Só se você tiver problema de raciocínio, pois já disse ínumeras vezes que D. Luciano Mendes

  22. Renato Lima, vanderley, rodrigo

    Nossa como eu estou “me “complicando” eu e toda a Arquidiocese de São Paulo!

    Vá ver se eu estou na esquina!

    Você tem algo contra os negros, também?

    Tenho o prazer em te “informar” que em São Paulo, temos Missas em japonês, russo, alemão, espanhol, francês, inglês, etc, dependendo do bairro em que a Paróquia está situada.

    Não tenha um ataque cardíaco, por favor!

    Quem disse que “não segui a Teologia da Libertação”?

    Nunca dei ouvidos aos fanáticos da TL como não dou aos fanáticos daqui, mas cresci dentro dela sim senhor.

    Só se você tiver problema de raciocínio, deveria já ter entendido que fui criada dentro da TL (nos anos 70 e 80) pois já disse várias vezes que D. Luciano Mendes e D. Paulo Evaristo foram nossos bispos

    Quanto ao comentário, a respeito do Kit, o senhor está completamente desinformado.

    Eu fiz o MESMO comentário AQUI no tópico que tratou do assunto.

    Acho que ignorância negar informação aos jovens.

    Se aquele “pastor” de Rio Preto autorizou sua filha a participar das aulas, e achou que se falaria de “cegonhas” e “abelhinhas” ele estava completamente enganado.

    Ademais, se o senhor não confia na educação que deu a seus filhos, e necessita que sejam negadas todas e quaisquer outras informações, não posso fazer nada.

    Terá que tranca-los em casa e negar qualquer tipo de informação contrária à sua.

  23. Sabe, vocês são os melhores e mais perfeitos exemplos de como fazer para uma pessoa ter horror ao Catolicismo.

    Se eu não tivesse uma formação uma vida dentro da Igreja Católica e tivesse sido convertida há pouco mais de 10 anos como aquela Senhora que só “odeia”, com certeza eu estaria apavorada, com a agressividade e a falta de tolerância, com pessoas de SUA PRÓPRIA IGREJA!

    Vocês, para defender o que acreditam, destroem tudo o que está na sua frente.

    O Vaticano, nunca se pronunciou contra o EJ, ECC, a RCC, mas vocês ( alguns, por talvez, terem sido convidados a se retirar ) afirmam, categóricamente, que não fazem parte de verdadeira e tradicional Igreja Católica.

    Gente, antigamente, não havia energia elétrica, então as Missas devem ser à luz de velas?

    Não havia microfones, então a homilia deve ser aos gritos, para que todos ouçam?

    Não havia ventiladores, então temos que assistir as Missas sem ventilação?

    Disse uma vez ao Jorge ou ao André Victor, que às vezes vou ao Mosteiro de São Bento para assistir uma Missa.

    É muito linda a Missa lá no Mosteiro.

    Diferentemente de vocês, não sou contra a nenhum tipo de Missa, disse e repito. Todas são SANTAS.

    Mas meu “porto seguro” é minha Paróquia.

    Se isso é um problemas para vocês, só posso sentir pena de pessoas com as almas tão pequenas.

    Estamos no Advento e acho um absurdo que os “Católicos Tradicionais” saiam para pregar “ódio” insultar e “declarar guerra com pessoas que não são adeptas ao rito tradicional.

    Realmente, maneira de vocês proclamam o tradicionalismo, a atitude e as palavras só me afastaram de qualquer vontade de conhece-lo.

    Se for para ficar no meio de gente assim, eu com certeza estaria numa dessas seitas “evangélicas” pelo menos eles não se escondem atrás de mais de 2.000 anos de Igreja, para falar contra seus “irmãos”

    Paz de Cristo e que tenham um final de Advento e um Natal abençoados.

    Lc 1,26-38

    26No sexto mês, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré, 27a uma virgem, prometida em casamento a um homem chamado José. Ele era descendente de Davi e o nome da Virgem era Maria. 28O anjo entrou onde ela estava e disse: “Alegra-te, cheia de graça, o Senhor está contigo!”
    29Maria ficou perturbada com estas palavras e começou a pensar qual seria o significado da saudação. 30O anjo então disse-lhe: “Não tenhas medo, Maria, porque encontraste graça diante de Deus. 31Eis que conceberás e darás à luz um filho, a quem porás o nome de Jesus. 32Ele será grande, será chamado Filho do Altíssimo, e o Senhor Deus lhe dará o trono de seu pai Davi. 33Ele reinará para sempre sobre os descendentes de Jacó, e o seu reino não terá fim”.

  24. Lc 1,26-38

    26No sexto mês, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré, 27a uma virgem, prometida em casamento a um homem chamado José. Ele era descendente de Davi e o nome da Virgem era Maria. 28O anjo entrou onde ela estava e disse: “Alegra-te, cheia de graça, o Senhor está contigo!”
    29Maria ficou perturbada com estas palavras e começou a pensar qual seria o significado da saudação. 30O anjo então disse-lhe: “Não tenhas medo, Maria, porque encontraste graça diante de Deus. 31Eis que conceberás e darás à luz um filho, a quem porás o nome de Jesus. 32Ele será grande, será chamado Filho do Altíssimo, e o Senhor Deus lhe dará o trono de seu pai Davi. 33Ele reinará para sempre sobre os descendentes de Jacó, e o seu reino não terá fim”.

    – Palavra da Salvação.
    – Glória a vós, Senhor.

  25. O nascimento de Jesus é anunciado

    Lc 1,26-38

    Quando Isabel estava no sexto mês de gravidez, Deus enviou o anjo Gabriel a uma cidade da Galiléia chamada Nazaré. O anjo levava uma mensagem para uma virgem que tinha casamento contratado com um homem chamado José, descendente do rei Davi. Ela se chamava Maria. O anjo veio e disse:
    – Que a paz esteja com você, Maria! Você é muito abençoada. O Senhor está com você.
    Porém Maria, quando ouviu o que o anjo disse, ficou sem saber o que pensar. E, admirada, ficou pensando no que ele queria dizer. Então o anjo continuou:
    – Não tenha medo, Maria! Deus está contente com você. Você ficará grávida, dará à luz um filho e porá nele o nome de Jesus. Ele será um grande homem e será chamado de Filho do Deus Altíssimo. Deus, o Senhor, vai fazê-lo rei, como foi o antepassado dele, o rei Davi. Ele será para sempre rei dos descendentes de Jacó, e o Reino dele nunca se acabará.
    Então Maria disse para o anjo:
    – Isso não é possível, pois eu sou virgem!
    O anjo respondeu:
    – O Espírito Santo virá sobre você, e o poder do Deus Altíssimo a envolverá com a sua sombra. Por isso o menino será chamado de santo e Filho de Deus. Fique sabendo que a sua parenta Isabel está grávida, mesmo sendo tão idosa. Diziam que ela não podia ter filhos, no entanto agora ela já está no sexto mês de gravidez. Porque para Deus nada é impossível.
    Maria respondeu:
    – Eu sou uma serva de Deus; que aconteça comigo o que o senhor acabou de me dizer!
    E o anjo foi embora.
    – Palavra da Salvação.
    – Glória a vós, Senhor.

  26. Antonio,

    Diante dessa enxurrada de letras despejadas por você aqui nessas últimas horas, vi dois perigos, para os quais quero alertá-lo. Eles me advêm por analogia, já que vi isso concretamente acontecendo por meio de outras pessoas que juravam estar com a razão e hoje, entretanto, não se sabe de seus respectivos paradeiros. Sobre os perigos, ei-los:

    Tergiversação sobre o Magistério da Igreja e as falas dos papas. Desculpe-me, eu sei que ficará ofendido, mas é o que vejo: Sua linha de raciocínio me lembra em tudo os “toiólogos da libertamentura” no afã de justificar suas posições mediante interpretações subjetivas de alguns documentos da Igreja e letras das Sagradas Escrituras, além da fala dos papas, ora alargando seu simples sentido, ora ocultando um ou outro significado, ou até mesmo criticando-os diretamente, afim de justificar suas próprias posições e argumentos, mesmo que para isso tenha-se muito mais trabalho do que simplesmente concordar com um fato que lhes contraria a opinião. Isso, irmão, me faz lembrar o que motivou Nosso Senhor a afirmar que “a letra mata”, e é fruto do orgulho exacerbado e ofendido. Mediante os fatos, temos que crer na palavra da Igreja, no sentido de “que seu sim seja sim e seu não seja não; o que passa disso, vem do Diabo”. Portanto, ou se crê ou não se crê. Simples assim, claro que sempre buscando dar razão à fé e não buscando tergiversá-la, já que isso certamente levará ao protesto e mesmo ao protestantismo, ainda que à moda Lefèvre. O fato de algo não ser infalível não me obriga a crer que JÁ falhou.

    O outro perigo que vi em suas letras foi o da promoção do preconceito litigante e seu subseqüente fruto, típico dos “irmãos boanerges” tão duramente criticados por Nosso Senhor. Irmão, isso advém da presunção de, por saber “mais” sobre as coisas do Senhor e de Sua Igreja, achar que sabe tudo e, assim, achar justo ser honrado “mais” pelos outros. Claro que essa “visão” leva à exclusão de quem não pensa igual, gerando isolacionismo. Tudo fruto da vaidade, diga-se de passagem, que, claro está, leva à presunção, do tipo achar-se mais sábio que um papa, ou vários deles…

    Antonio, veja bem que não digo que você já é assim. Mas vejo que, mediante outras situações semelhantes testemunhadas por mim, há sim o risco de se tornar tal qual. E, normalmente, o resultado do ser excludente é ver-se a si próprio excluído…

    De resto, a questão central sobre a qual tratava com Danilo é se a RCC, enquanto Movimento Eclesial (e “eclesial” tem um sentido muito específico…) é ou não separada da Igreja, malgrado atitudes erradas de alguns de seus membros, ou muitos, não importa (desde que não sejam líderes EFETIVOS, ou seja, nomeados como tal). E vejo que você pode ter algo a dizer sobre isso e ainda não disse. Enfim, somos irmãos de verdade? Ou não?

  27. Pela conversão de Sandra (eu sou melhor que todos!) Nunes…uma Ave Maria…para que Deus nos livre de suas idéias “católicas”…Rezemos A Profissão de Fé…

  28. Se a senhora for para um seita evangélica, não fará falta alguma à Igreja Católica! Na verdade, a senhora NUNCA foi católica…

  29. Sra. Sandra a sra. monstra em suas cartas suas táticas para enganar. A sra. se esquece que hoje os católicos estão se informando e sabendo que muitos sacerdotes estão contaminados pela Teologia da Libertação, incluindo-se aí os das Arquidioceses. Mais uma hora essas ”missas de raças” irão acabar, aguarde!

    Durante os anos 70/80, quando os meios de comunicação foram invadidos pelos esquerdistas que davam espaços para os libertacionários, é que chegou a má informação nos meio católico. Mais hoje os católicos estão se informando e logo, logo os teólogos da libertação ( será que eles querem se ”libertar” da Tradição da Igreja Católica?) não terão espaço na Igreja, visto que a Igreja Católica não é um partido político.

    Agora que a sra. confirmou que segui a Teologia da Libertação ( a sra. continua escrevendo tentando passar que não tem ligação com essa teologia dantesca!), ainda assim chama os teólogos libertacionários de fanáticos (!!!???): O que a sra. fará quando esses teólogos forem desmascarados pelos católicos comprometidos com a Santa Igreja Católica e não com ”movimentos” como a sra. monstrou seguir?

    Em relação aos seus comentários sobre deseducação sexual, as suas palavras falam por si só e monstram como a sra. gosta de agir, usando táticas para enganar!

    Seu ”porto seguro” é sua Paróquia, ou é porque lá as ”missas” estão de acordo com o seu gosto?

    Sim, pois essas ”missas” logo irão acabar (incluindo-se aí as ”missas da consciência negra”!), e a sra. fará o quê, campanha contra a Missa Tridentina?

    As suas últimas cartas é a velha tática em usar versículos das Sagradas Escrituras para passar uma idéia de que as conhece!

    Já que estamos na semana do Advento, nada melhor como honrar a Tradição da Igreja Católica com o belo Canto Gregoriano e suas músicas Sacras, e montrar principalmente para os jovens a beleza da Nossa Tradição.

    Interessante que a sra. faz um elogio indireto aos protetantes, pois é essa a mentalidade dos católicos ”moderninhos”, elogiar os eternos inimigos da Santa Igreja Católica, direta ou indiretamente.

    E a sra. sem querer monstrou que os protestantes estão de acordo com os seus gostos, pois eles não tendo a Sagrada Tradição criam os mais bizarros movimentos.

  30. Sra. Sandra, veja o endereço do blogger que eu coloquei , e que a sra. monstrou a sua opinião de baixo nível, o comentário de sra. Julie Maria.

    Veja a diferença de opiniões, e que a sra. monstrou quem realmente é!

Os comentários estão fechados.