[O Príncipe D. Bertrand de Orleans e Bragança estará hoje (19/11) em Recife, na Saraiva do Shopping RioMar, a partir das 19h00, para o lançamento e sessão de autógrafos do seu livro “Psicose Ambientalista”. Repasso o convite e o cartaz como os recebi, junto com uma pequena biografia de Sua Alteza para quem ainda não conheça o seu trabalho.
Além disso, aproveitando a sua vinda à capital pernambucana, o Círculo Católico de Pernambuco convidou Sua Alteza para proferir uma Conferência na sede do Círculo, o que se dará amanhã (20/11) às 19h30. Ambos os eventos são gratuitos. Contamos com a presença de todos.]
O Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança,
bisneto da Princesa Isabel
e o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira
convidam para o lançamento e sessão de autógrafos do livro
PSICOSE AMBIENTALISTA
Os bastidores do ecoterrorismo para implantar
uma “religião” ecológica, igualitária e anticristã.
O livro desvenda o que está por trás das previsões catastrofistas do aquecimento global: uma “religião” ecológica que diviniza a “Mãe Terra” ou — como a chamam — “Gaia”!
A realizar-se no dia 19 de novembro, segunda-feira, a partir das 19h
Saraiva RioMar Shopping Recife
Avenida República do Líbano, s/nº – Piso L2 – Luc 227 – Pina
Telefone: (81) 3327-0102
DOM BERTRAND DE ORLEANS E BRAGANÇA, Príncipe Imperial do Brasil. Bisneto da Princesa Isabel. Bacharel pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Amigo do Prof. Plinio Corrêa de Oliveira, fundador da Sociedade Brasileira de Defesa da Tradição, Família e Propriedade, a cujos ideais ainda muito jovem aderiu.
Tornou-se uma das grandes lideranças da luta anti-socialista e anti-agro-reformista por sua denodada defesa da propriedade privada e da livre iniciativa. Por meio da campanha Paz no Campo, que dirige, atua empenhadamente contra as correntes que visam levar a agitação ao campo e implantar leis socialistas em nosso País.
É um ardente propugnador do agronegócio, no qual vê um fator de integração das pequenas, médias e grandes propriedades, bem como de propulsão, nas cidades, dos diversos ramos da indústria e do comércio que lhe são afins. Assim, é toda a sociedade brasileira que se beneficia com o extraordinário progresso alcançado pela nossa agropecuária.
Dom Bertrand tem viajado pelo mundo, fazendo conferências, sobretudo em ambientes católicos europeus e americanos, nos quais nunca deixa de destacar a grandeza do Brasil e sua importância no cenário contemporâneo.
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ATENÇÃO RECIFE!
Inscreva-se para a palestra de Dom Bertrand de Orleans e Bragança
CONVITE
O Circulo Católico de Pernambuco e o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira convidam os amigos para importante exposição do Príncipe Imperial do Brasil:
PSICOSE AMBIENTALISTA
Os bastidores do ecoterrorismo para implantar
uma “religião” ecológica, igualitária e anticristãSe você é de Recife e arredores, não pode deixar de participar.
Inscrição Gratuita. Ligue para (81) 3222-4816.
Dia 20 de novembro de 2012, terça-feira.
Local: Prédio do Círculo Católico de Pernambuco.
Endereço: Rua do Riachuelo, 105 – Sala 1018 – Boa Vista.
Horário: 19 h (recepção); 19:30 h (início da palestra).Faça sua inscrição (gratuita), ligue para (81) 3222-4816
Contamos com sua participação


O renomado jurista iniciou a sua preleção fazendo uma retrospectiva dos quadros da Suprema Corte do Brasil. Explicou como este tribunal mudou radicalmente a sua postura, ao longo dos últimos anos, passando de guardião da Constituição para legislador positivo. Segundo o dr. Ives Gandra, as atitudes dos novos ministros nomeados (bem como o relativamente curto intervalo entre as nomeações) colaboraram bastante para esta mudança: antigamente, quando um novo ministro era nomeado, ele costumava passar algum tempo acompanhando as votações da Suprema Corte, até entrar em sintonia com o espírito tradicionalmente empregado pela Casa na examinação das matérias. Este mecanismo natural de manutenção da linha de entendimento do STF – que é, acrescento eu, o fundamento da segurança jurídica do país – foi destruído quando os novos ministros nomeados passaram a tomar a iniciativa de já chegar votando de acordo com suas concepções ideológicas particulares, muitas vezes em desacordo com os demais membros do Supremo.


