Lo que hemos conseguido juntos y lo que nos queda por conseguir

[Reproduzo email (infelizmente, não tenho tempo para traduzir, mas acredito que o espanhol é facilmente inteligível) recebido do sr. Ignacio Arsuaga, do HazteOir.org. A notícia é excelente, e fala sobre a queda da aprovação ao aborto na Espanha. Há um ano atrás, 57% dos espanhóis aprovavam a reforma na lei do aborto, enquanto 30% lhe eram contrários. Hoje, a situação se inverteu: 60% dos espanhóis rechaçam o projeto de lei, e 35.5% o aprovam. Fruto – entre outras coisas – do excelente trabalho realizado por HO. Quando teremos alguma coisa parecida nesta Terra de Santa Cruz? Urge!]

Hola Jorge!

Seguramente, ya conoces los últimos datos de Opinión Pública sobre la reforma del aborto, publicados el pasado domingo 8 de noviembre.

En efecto, el vuelco es formidable a favor de la causa del derecho a vivir.

El 60 por ciento de los ciudadanos rechaza hoy el proyecto de ley, frente a un apoyo del 35,5 por ciento de la población (fuente: Encuesta de Sigma-Dos para El Mundo).

Entre las mujeres, el rechazo a la reforma es del 60 por ciento; y entre los jóvenes, del 53 por ciento.

El dato más alentador, a mi juicio, es éste: uno de cada tres electores del PSOE rechaza la iniciativa del Gobierno de Rodríguez Zapatero.

Hace un año, en septiembre de 2008, cuando nació Derecho a Vivir, el Instituto Noxa acababa de publicar un sondeo en el diario La Vanguardia.  Entonces, el 57% de los españoles apoyaba la reforma  y sólo el 30 por ciento la rechazaba.

¿Qué ha ocurrido, entre septiembre de 2008 y noviembre de 2009, para producir este vuelco espectacular que pone tan nervioso a los promotores de una reforma indeseable?

La respuesta es: .

Ha sido tu decisión de promover el derecho a vivir junto a otros ciudadanos excelentes, y hacerlo con inteligencia y simpatía, la responsable de este cambio histórico en la Opinión española.

Podías haberte quedado en casa y mirar para otro lado. Nadie te lo habría reprochado. Seguramente, habría sido más cómodo para ti. Pero has decidido actuar por los que no pueden valerse por sí mismos.

Has decidido firmar cuando recogíamos firmas; pegar carteles cuando quedábamos en toda España; enviar cartas a nuestros representantes políticos y sobres rojos al presidente del Gobierno, uno por cada niño abortado en España; manifestarte junto a  millones de ciudadanos cuantas veces sea necesario, recibir en tu ciudad a los autobuses de Derecho a Vivir, disfrutar con nuestras canciones, ir a la puerta del Congreso a cantar villancicos por la vida, difundir el simpático corazón DAV, símbolo ya de una generación de españoles que ha se ha movilizado como nunca a favor del derecho a vivir y el derecho a ser madre…

Hemos dado contigo la batalla de la Opinión Pública y hemos demostrado que es posible ganarla con el único bagaje de la razón, la alegría y la perseverancia. Los datos son concluyentes. Los defensores del aborto se saben minoría, se saben sin argumentos, y apenas les verás en los foros  públicos.

Ahora tenemos por delante la batalla decisiva: conseguir que el proyecto no salga aprobado de las Cortes. Ayúdanos a que los diputados oigan el rechazo clamoroso de la sociedad  española a esta reforma.

HazteOir.org y Derecho a Vivir desarrollarán en los próximos meses más iniciativas que nunca, todas orientadas a un único objetivo: que los diputados sientan el clamor de la calle en contra del aborto.

El primer desafío que nos hemos propuesto es  llegar al millón de firmas antes de que acabe el año. Ya tenemos 500.000 y nos faltan otras 500.000 antes del 20 de diciembre. Bájate aquí el formulario de recogida. Y no olvides enviarnos las que recojas a: calle José Rodríguez Pinilla 23, 28016, Madrid.

Pero hay muchas más ideas en marcha: acciones con el sello de la gente DAV: razonables, sinceras, tenaces, jóvenes, frescas y muy muy divertidas.

Necesitamos fondos para  llevarlas a cabo. ¿Puedes ayudarnos? ¿Puedes hacerte socio de HazteOir.org y contribuir con una cuota mensual de 10 euros? Puedes ayudarnos ahora pinchando en:

http://www.hazteoir.org/haztesocio/haztesocio

Queremos llegar a influir en los diputados y senadores, y queremos hacerlo con iniciativas audaces e impactantes, capaces de atraer por igual la atención de los legisladores y la atención de los ciudadanos a través de los medios de comunicación.

Necesitamos fondos para esta fase decisiva del proyecto de ley del aborto. Ayúdanos uniéndote a HazteOir.org.

Para hacerte socio de HazteOir.org con una aportación mensual desde 10 euros, pincha en:

http://www.hazteoir.org/haztesocio/haztesocio

Hemos conseguido mucho juntos, y vamos a seguir hasta que el aborto sea una aberración del pasado en España.

Muchas gracias por tu compromiso y tu acción a favor del derecho a vivir.

Un afectuoso saludo,

Ignacio Arsuaga y todo el equipo de HazteOir.org y Derecho a Vivir

Leituras apressadas

Estudante mineira pode ser beatificada. “Isabel Cristina lutou até o fim da vida pela virgindade. Ela resistiu ao estupro, mesmo depois de ser golpeada na cabeça com uma cadeira e de ser amordaçada”.

12 razões pelas quais crucifixo não viola liberdade. “A parede branca também é uma declaração ideológica, especialmente se nos primeiros séculos não podia estar vazia”.

Itália: “Esta é a resposta ao Juiz turco de Estrasburgo!”. Leiam, é fantástico! “O prefeito de Assis sugeriu que além dos crucifixos fossem colocados também presépios nas salas de aula. O prefeito da cidade de Trieste esclareceu que tudo permaneceria do jeito que está. A Câmara de Comércio romana pediu que as lojas pendurassem crucifixos […] O prefeito de Galzignano Terme na província de Pádua, Riccardo Roman, ordenou colocação imediata de cruzes em todos os edifícios públicos – não somente escolas, mas também na Prefeitura e museus”.

Apagão em Brasilia foi pior que restante do Brasil: No senado “mordaça Gay” foi aprovada. Na foto: “a Bíblia é homofóbica? E agora, vão rasgar a bíblia?”. No texto: “o projeto fora para votação sem ser comunicado na pauta normal do dia. Foi realmente uma jogada suja, tão suja quanto os que projetaram essa vergonha”.

Alguns pontos sobre a Anglicanorum Coetibus

1. A iniciativa do retorno dos anglicanos à comunhão com a Igreja Católica partiu dos próprios anglicanos – “Nestes últimos anos, o Espírito Santo conduziu grupos de anglicanos a pedir repetida e insistentemente para serem recebidos na plena comunhão católica individual e coletivamente” (AC, preâmbulo).

2. A ereção dos Ordinariatos Pessoais estará sob a responsabilidade da Congregação para a Doutrina da Fé (AC I §1), e eles estão sujeitos a este Dicastério (NC 1); exatamente para que seja feito um acompanhamento mais próximo dos possíveis desvios doutrinários nos quais podem incorrer aqueles recém-saídos da heresia.

3. Estes grupos de anglicanos professam a Fé Católica, expressa no Catecismo da Igreja Católica (AC I §5), o qual foi assinado pelos convertidos como sinal de profissão de Fé e abjuração dos erros passados.

4. Só é possível aos fiéis anglicanos fazerem parte destes Ordinariatos “após ter[em] feito sua Profissão de Fé e recebido os Sacramentos da Iniciação” (NC 5 §1). Aqueles que foram batizados como católicos só podem fazer parte de um destes Ordinariatos se forem “membros de uma família que pertença ao Ordinariato” (id. ibid.).

5. Os ministros anglicanos serão ordenados sacerdotes católicos após uma análise caso a caso. Somente aqueles “que cumprem os requisitos estabelecidos pelo direito canônico e não estão impedidos por irregularidades ou outros impedimentos” poderão ser admitidos “como candidatos às Ordens Sagradas na Igreja Católica” – o grifo é meu (AC VI §1).

6. Os ministros anglicanos não-casados deverão abraçar o celibato (AC VI §1).

7. Apesar de poder celebrar “segundo os livros litúrgicos próprios da tradição anglicana aprovados pela Santa Sé”, o Ordinariato não pode “excluir as celebrações litúrgicas segundo o Rito Romano” (AC III).

8. Os sacerdotes católicos que tenham abandonado a Fé e abraçado a heresia, caso retornem à Igreja, “não podem exercer o ministério sagrado no Ordinariato” (NC 6 §2).

9. Os seminaristas do Ordinariato estudarão junto com os seminaristas católicos da diocese, “especialmente nas áreas de formação doutrinal e pastoral” (AC VI §5); exatamente para garantir que a formação teológica destes futuros sacerdotes seja católica, afastando-se do anglicanismo.

10. A formação dos seminaristas do Ordinariato “naqueles aspectos do patrimônio anglicano que são de particular valor” deve ser feita “em completa harmonia com a tradição católica” (NC 10 §1).

Curtas

– Gostaria de traduzir 1: Obama Betrays the bishops. O presidente norte-americano disse não estar “confortável” com as restrições ao aborto presentes na nova legislação da saúde, e que vai pedir ao Congresso uma revisão dela.

– Apostolado brasileiro Salvem a Liturgia! citado – pela segunda vez – no New Liturgical Movement. São as fotos de uma ordenação presidida por Dom Athanasius Schneider em Anápolis. En passant, o que faz D. Schneider ser Auxiliary Bishop of Karaganda, Kazakhstan é uma coisa que me escapa à compreensão…

– Gostaria de traduzir 2: U.K. Homosexualist Group: Public Sex is an Important Part of Gay Community. É exatamente isso: um grupo inglês de militantes pelos “direitos” homossexuais está insistindo que o sexo gay em locais públicos deve ser tolerado pela polícia. Senão, é homofobia.

– Enquanto isso, a enquete sobre o PLC 122/2006 sai do ar e volta ao ar com os votos zerados por suspeita de fraude. E, enquanto isso, o substitutivo deste projeto é aprovado pela Comissão de Assuntos Sociais. “A matéria agora será examinada pelas comissões de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) e de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), antes de seguir para votação em Plenário. Como recebeu alteração no Senado, o projeto voltará à Câmara dos Deputados”. Quanto tempo até o OutRage! tupiniquim?

Anglicanorum Coetibus

Saiu a esperada Constituição Apostólica que estabelece as normas jurídicas sobre as quais está edificado o retorno da Comunhão Anglicana Tradicional à Igreja de Nosso Senhor. Anglicanorum Coetibus é o nome do documento. Veio em “duas partes”: a constituição em si e um conjunto de normas complementares.

O original dos textos pode ser encontrado no site do Vaticano:

Apostolic Constitution Anglicanorum coetibus providing for Personal Ordinariates for Anglicans Entering into Full Communion with the Catholic Church, Benedict XVI.

Complementary Norms for the Apostolic Constitution Anglicanorum coetibus.

O pe. Clécio, do Oblatvs, fez o grande favor de traduzi-los para o português. Que a Virgem Santíssima continua a abençoá-lo. Os textos traduzidos estão disponíveis nos seguintes links:

Constituição Apostólica Anglicanorum Coetibus

Normas Complementares à Constituição Apostólica Anglicanorum Coetibus

Detalhes: o documento foi publicado hoje,  Festa da Dedicação da Basílica de São João de Latrão, “mãe e cabeça de todas as igrejas da cidade de Roma e de toda a terra”, e foi assinado “em 4 de novembro de 2009, Memória de São Carlos Borromeu”…

Vale a pena ler também: Interpretação autorizada da CA “Anglicanorum coetibus” do Padre Ghirlanda.

Sobre o Limbo

A existência do limbo das crianças não é dogma de Fé. No entanto, tampouco é uma doutrina descartável, ou uma hipótese medieval caduca, ou uma conclusão teológica equivocada que já não se justifica nos nossos tempos: em minha opinião, o limbo é simplesmente a resposta teológica mais coerente com a Revelação, e talvez a única a respeitar completamente a – agora, sim, dogma de Fé – necessidade do Batismo para a salvação.

A Comissão Teológica Internacional pensa diferente. Há um (já antigo, possui mais de dois anos) documento extenso dela que se propõe a defender a esperança para as crianças mortas sem o Batismo; em minha opinião, um dos piores textos produzidos por esta Comissão e um exemplo do deplorável nível teológico ao qual chegamos nos nossos dias.

O texto não é ruim por ser escrito “às pressas”, nem por ser um texto curto, nem [somente] por considerar apenas algumas poucas partes do problema: na verdade, o que faz o texto ser péssimo é precisamente o fato dele falar, falar, falar e não oferecer nenhuma resposta satisfatória, nenhum novo aprofundamento da questão que tenha um mínimo de embasamento teológico sério e, não obstante, passar a clara impressão de que o Limbo não existe mesmo e as crianças mortas sem Batismo vão direito para o Céu, gozar da eterna companhia d’Aquele que disse “deixai vir a Mim as criancinhas”.

O documento não diz isso expressamente. Ao contrário, afirma em sua introdução que seu objetivo é “motivar la esperanza de que los niños muertos sin Bautismo puedan ser salvados e introducidos en la felicidad eterna”. As palavras são bem escolhidas: “esperança” não é certeza, e “potência” [= ‘puedan ser salvados’] não é necessidade. No entanto, ao final da leitura, a conclusão à qual se chega é, sim, que há “poderosas razones para esperar que Dios salvará a estos niños”: as bem escolhidas palavras da introdução desaparecem na conclusão. É uma pena.

O que se pode falar sobre o Limbo? A Permanência tem dois textos: “O Magistério Desprezado” e “O Limbo”. É o oposto do documento da CTI: a impressão passada é a de que o Limbo existe mesmo e quem não o professa expressamente é um herege. Contra os arroubos de extremismo, é importante repetir que não é dogma de Fé; no entanto, se for para comparar somente os textos da CTI e da Permanência, é óbvio que os tupiniquins são incomparavelmente melhores. Com a clareza que tanto faz falta na teologia contemporânea:

Sobre o destino dessas crianças mortas sem Batismo existem: 1) o ensinamento claro da Sagrada Escritura: “Ninguém pode entrar no Reino de Deus se não renascer da água e do Espírito Santo” (Jo 3, 5); 2) o ensinamento unânime dos Padres (Tradição) sobre a necessidade absoluta do Batismo para salvar-se. Pelágio e seus discípulos que, ao negar a transmissão do pecado original e suas conseqüências, negaram também essas verdades, foram condenados pelo Concílio de Mileto (416) e em seguida pelo Concílio de Cartago (1418), ambos aprovados pelo Papa: “Se alguém diz que as palavras do Senhor: ‘Há várias moradas na casa de meu Pai’ devem ser entendidas no sentido de que no reino dos céus há um certo lugar intermediário ou que existe um lugar qualquer onde vivem felizes as crianças mortas sem Batismo, sem o qual elas não podem entrar no reino dos céus que é a vida eterna, que seja anátema” (Denz. 102 nota 4).

Na minha opinião, só faz sentido questionar a existência do Limbo se se for capaz de oferecer uma resposta teológica adequada à necessidade absoluta do Batismo para a salvação: sentimentalismos infantis do tipo “Deus quer salvar a todos” não valem. Ainda na minha opinião, é muito mais interessante fazer questionamentos sobre a natureza do Limbo.

Por exemplo, como eu conversava há pouco com um amigo: o Limbo é eterno? Caso seja, ele fica no Céu ou no Inferno? Ou existe alguma outra realidade eterna além do Céu e do Inferno? Caso não seja eterno, o que vai acontecer com ele após o Juízo Final? Se ele é eterno e fica no Céu, é possível haver Céu sem visão beatífica? Se ele é eterno e fica no Inferno, é possível haver felicidade natural plena no Inferno?

Ou ainda: as crianças que morreram antes da Vida de Cristo, foram para onde? Para o Limbus Patrum, ou não? Quando Nosso Senhor desceu aos Infernos, levou-as para o Céu junto com os Patriarcas? Ou jogou-as no Inferno? Ou colocou-as no Limbus Infantum recém-inaugurado?

São muitas perguntas cujas respostas eu sinceramente não sei. Talvez os teólogos modernos tenham preferido furtar-se a respondê-las, e fizeram isso varrendo convenientemente o Limbo para debaixo do tapete, já que não é dogma de Fé. O que eles esquecem, no entanto, é que ninguém propôs o Limbo por estar entediado sem nada para fazer. Ao contrário, o Limbo foi proposto como uma tentativa de solução para o problema real e inquestionável da necessidade do Batismo para a salvação: se querem esquecer o limbo, que se debrucem sobre o problema que o motivou! O que não se pode aceitar é que a descrença no limbo termine por provocar – como naturalmente provoca, postas as coisas como foram – uma descrença na necessidade de se batizar. O que não se pode aceitar – e que infelizmente acontece – é que relativizem a importância do Batismo, ao desconsiderarem o Limbo das Crianças.

Senado quer a opinião dos brasileiros sobre o PLC 122/2006

Divulgando, conforme recebi por email. É importante oferecer resistência à ditadura da minoria; é importante que não seja concedido amparo legal à perseguição da Gaystapo.

* * *

O Senado está querendo saber a opinião dos brasileiros sobre o PLC 122 (que castiga toda opinião contrária ao homossexualismo), perguntando se você é a favor ou contra esse projeto. Para votar, vá à enquete deste link:

http://www.senado.gov.br/agencia/default.aspx?mob=0

Os ativistas homossexuais estão votando em massa no “sim”. Ajude a reverter o placar, votando “não” à ditadura gay.

Mobilize-se já! Avise seus amigos e igreja.

Divulgação – V Jornada Tomista de Pernambuco

V JORNADA TOMISTA DE PERNAMBUCO

Recife, 04, 05 e 06 de Novembro de 2009

TEMA

“TOMÁS DE AQUINO E A MÍSTICA MEDIEVAL”

ATIVIDADES

Conferência de Abertura: Prof. Dr. Paulo Faitanin (Univ. Federal Fluminense): “A hierarquia celeste: iniciação à doutrina dos anjos de São Tomás de Aquino”.

ATIVIDADES DAS NOITES

Quarta-feira (04/11):  Conferência –  das 19h às 22h – Auditório do CIRCAPE – Rua do Riachuelo, 105, 10o andar

–   Prof. Dr. Paulo Faitanin  – Univ. Federal Fluminense: “A hierarquia celeste: iniciação à doutrina dos anjos de Santo Tomás de Aquino”.

Quinta-feira (05/11): Comunicações – das 19h às 22h – Auditório do CTCH – 1o Andar – Bloco B – UNICAP

–    Prof. Dr. Ivanaldo Santos – UERN: “O tomismo analítico”.

–    MSc. Nalfran Modesto Benvinda – Doutorando em Filosofia – UFPB/UFPE/UFRN: “As qualidades requeridas na oração a partir do Comentário ao Pai Nosso de Santo Tomás”.

–  Ricardo Evangelista Brandão – Mestrando pela UFPB ; Prof. Dr. Marcos Nunes – UNICAP/INSAF: “Há possibilidade das paixões do corpo afetarem a alma, segundo Santo Agostinho?”

Sexta-feira (06/11):  Comunicações – das 19h às 22h – Auditório do Bloco D – 1o andar  – UNICAP

–    Prof. Dr. Witold Skwara – UFPE: “O tempo qualitativo em Santo Agostinho e o tempo quantitativo em Tomás de Aquino”.

–    Jair Lima dos Santos – Curso de Direito – PIBIC/UNICAP ; Prof. Dr. Marcos Nunes – UNICAP/INSAF: “A Lei Natural em Tomás de Aquino e sua Repercussão na Doutrina Política de Marsílio de Pádua”.

–   Carlos Alberto Pinheiro Vieira – Mestrando em Ciências da Religião – UNICAP; Prof. Dr. Marcos Nunes – UNICAP/INSAF: “O amor como fundamento da ordem social em Santo Agostinho”.

ATIVIDADE DAS TARDES

Quarta a sexta feira (04, 05, 06/11):  minicurso – das 14h às 17h – Sala 005 – Térreo – Bloco G4 – UNICAP

– Prof. Dr. Paulo Faitanin  (Univ. Federal Fluminense): “O único necessário: iniciação à ascética e mística de Santo Tomás de Aquino”

INSCRIÇÕES

(na Secretaria do CTCH – 1o Andar – Bloco B – UNICAP)

Inscrições de Comunicações

As inscrições para apresentação de comunicações (30minutos cada, incluindo debate), vão até o dia 25.10.2009. Para tal, enviar título de trabalho e resumo (com, no máximo, 200 palavras acompanhadas de 3 a 5 palavras-chave) para o seguinte endereço eletrônico: marcos@unicap.br

Inscrições de Ouvintes

(A partir de 19.10.2009, na Secretaria do CTCH – 1º andar – Bloco B – UNICAP)

Para as atividades das noites serão fornecidos Certificados gratuitos a quem tiver freqüência de, pelo menos, 75%

Para emissão do Certificado do Minicurso da Tarde será cobrada uma taxa de R$ 20,00.

Coordenação:

Prof. Dr. Marcos Costa – UNICAP/INSAF e Prof. Dr. Elcias da Costa – Presidente do Instituto Tomista

Realização:

Instituto de Pesquisa Filosófica Santo Tomás de Aquino/CIRCAPE – INSAF – UNICAP

Resposta da Pastoral da AIDS

[Recebi hoje uma resposta do “Assessor Pastoral da AIDS” ao email “sobre moral sexual e campanha contra a AIDS”, que publiquei aqui, e havia também enviado uma cópia para a supracitada Pastoral. Reproduzo-o abaixo na íntegra.

Data venia, não convence. Ele não o afirma com todas as letras, mas deixa claramente entrever que a “informação clara, completa e oportuna” à qual se refere inclui, sim, o incentivo e/ou apoio, ainda que indireto, ao uso dos preservativos. Perguntei-lhe se ele possuía algum material utilizado pela Pastoral para divulgação; caso receba alguma resposta, publicá-la-ei aqui.

Lembro-me das minhas conversas sobre casuística com um sacerdote zeloso meu amigo. “Padre, se eu tenho um amigo não-católico, que vai sair esta noite para o motel com a namorada, e que a forçaria a abortar caso ela engravidasse, eu posso dar-lhe um pacote de camisinhas?”; “Não”. A consulta foi casual, e não sei se há casos equivalentes nos manuais de teologia moral ou nos documentos da Pro Doctrina Fidei, mas a resposta pareceu-me extremamente razoável. Dúvida: o mesmo vale para o caso de contágio com AIDS? IMMO, sim; mas há algum parecer mais abalizado do que o meu?]

Paz e Bem!

Prezado Jorge,

Segue alguns pontos de esclarecimento sobre seus questionamentos das declarações na imprensa sobre a Pastoral da Aids.

1. O discurso da Pastoral da DST/AIDS da CNBB segue o discurso católico, ou é “mais moderado” do que este?

A Pastoral da Aids é um serviço da igreja Católica que atua em sintonia com a CNBB, pois tem como Presidente Dom Eugênio Rixem, e trabalha em respeitando e planejando suas ações de acordo com as diretrizes e definições das dioceses locais. Creio que o discurso e a prática da Pastoral segue a mesma linha evangélica e profetica das diretrizez da CNBB e dos documentos dos bispos elaborados em Aparecida.

“Consideramos de grande prioridade fomentar uma pastoral com pessoas que vivem com HIV/aids, em seu amplo contexto e em seus significados pastorais: que promova o acompanhamento integral, misericordioso e a defesa dos direitos das pessoas infectadas; que implemente a informação, promova a educação e a prevenção, com critérios éticos, principalmente entre as novas gerações, para que desperte a consciência de todos para o controle desta pandemia. Desde a V Conferencia pedimos aos governos o acesso universal dos medicamentos para a aids nas doses necessárias” (DA 421).

2. Caso seja “mais moderado”, é moralmente lícito incentivar (ainda que indiretamente) o uso do preservativo como um “mal menor” no combate à AIDS?

A Pastoral da Aids e o contexto de onde o senhor teve as dúvidas é um contexto e uma discussão de resposta a uma epidemia que passa por via sexual, está no campo de uma doença sexualmente transmissível. Nós atingimos pessoas cristãs, católicas e não católicas, por isso a Pastoral procura em seu trabalho oferecer “informação clara, completa e oportuna” conforme orientou Nosso Papa João Paulo II em documento específico.

3. Ainda, caso seja “mais moderado”, é lícito a um organismo ligado à CNBB ser “mais moderado” do que a Igreja à qual ele, supostamente, serve?

Caro Jorge, o esforço feito pelos cristãos agentes da Pastoral da Aids neste grande desafio de seguir os ensinamentos de Jesus de acolher, ser misericordioso e defender a vida onde ela esteja mais ameaçada é muito grande. Há em todo o agente Pastoral um grande amor a Jesus, um forte respeito a Igreja e um amor misericordioso com o sofrimento e a dor das pessoas. São profetas que agem seguindo fielmente o chamado de Jesus e mantendo a comunhão com a Igreja.

4. Caso as supracitadas informações sejam falsas e a Pastoral da DST/AIDS esteja em perfeita sintonia com o ensino moral da Igreja Católica, a CNBB não vai publicar uma nota desmentindo as informações que estão sendo veiculadas na mídia secular?

Prezado irmão, concordamos com teu pensamento, porém sabemos que parte da mídia tem interesse em polêmicas para que possa vender e de que nada vai mudar pois o motivo das materias é exatamente para criar polêmica, confundir e na maioria das vezes impedir que as pessoas vejam os gestos e trabalho maravilhoso que a Igreja está fazendo a partir dos agentes das Pastorais. É melhor gastar tempo com o trabalho prático e deixar que Deus cuide do resto. Ele sabe o que realmente acontece e seguramente dará força para que como Igreja saibamos continuar corajosos na nossa missão de acolher e acompanhar o doente que sofre.

Cordialmente

Frei Lunardi