Nasceu sem cérebro, e hoje tem seis anos

closeAtenção, este artigo foi publicado 8 anos 5 meses 26 dias atrás.

Todo mundo sabe que o STF pretende julgar a ação sobre o aborto dos fetos anencéfalos em novembro. Todo mundo sabe que o momento em que o assunto veio à baila no STF foi meticulosamente calculado pelos abortistas togados que se arrogam o poder de tomar decisões irracionais, baseadas somente na própria ideologia assassina. Todo mundo sabe que a última audiência pública do Supremo (e, talvez em menor grau e com honrosas exceções, todas as outras) foi uma verdadeira militância pró-aborto.

Por conseguinte, todo mundo sabe que os fatos e as evidências são completamente indiferentes a esta raça de canalhas que não vai sossegar enquanto não se inebriar no sangue inocente de crianças indefesas. No entanto, na esperança de que haja pessoas sensíveis que não compactuem com a sanha criminosa dos ilustres magistrados, reproduzo a história a seguir, retirada do site do Regnum Christi.

Jimena é uma garota mexicana que tem seis anos de idade. Quando engravidou, a sua mãe tinha 15 anos e, o pai, 16; ao nascer, a garota foi entregue para adoção, sendo acolhida mais tarde por um casal de membros do Movimento Regnum Christi, Pepe e Celia, que nos oferecem hoje este belo testemunho.

Não sou médico e não entendo as distinções entre os diversos tipos de patologias neurológicas que atingem os fetos ainda em formação e, portanto, não sei dizer exatamente qual o problema que a Jimena possui, que também não é precisado pelo site; no entanto, sei que Jimena não tem cérebro. O neurologista da menina diz que ela nasceu assim, somente com o tronco cerebral e um pouco do cerebelo e, por conseguinte, não ouve e nem enxerga. Chama a menina de “milagrezinho”, porque crianças com este problema não vivem mais do que oito meses, no máximo um ano, e Jimena tem seis.

Segundo o pai da menina, Jimena é “a grande lutadora em favor da vida. Minha esposa a tem levado a vários congressos de deputados, onde estão tratando de leis em relação à vida, e ela [a mãe] lhes põe [a menina] nos braços, fala-lhes de como ela é, e os deixa tocados. [Jimena e]stá mudando a forma de pensar de muita gente”.

“Dios nos manda seres de luz como Jimena, los quiere para que cambien a los demás”, dice convencido su padre.

Verdade. Será, então, que a insistência em exemplos como este não será capaz de sensibilizar as autoridades do nosso país? Para Deus, nada é impossível. Vale a pena conhecer, vale a pena divulgar. Que Nossa Senhora continue abençoando esta família, e rendamos graças a Deus pela pequena mexicana que tanto bem está fazendo no mundo.

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70 thoughts on “Nasceu sem cérebro, e hoje tem seis anos

  1. Tiane12

     Argumentos de ateus também não têm valor algum para nós… Principalmente quando vêm com argumentos ridículos, do tipo “a mulher tem direito a fazer o que quiser com o próprio corpo”, como se o corpo da mulher fosse formado por cabeça, tronco, membros e criança… Como se a criança fosse a extensão do corpo da mulher, ou como se a criança fosse um tumor a ser extirpado. Até parece… Isso quando não soltam a pérola  “quem quer abortar que aborte, quem é contra que não o faça”. É o mesmo que dizer “estupra quem quer, quem é contra que não o faça”, “escraviza quem quer, quem é contra que não escravize”, aff!

  2. Rodneymartins1

    Só sei de uma coisa: só Deus tem o direito de tirar a vida de uma pessoa, mesmo ela não tendo cérebro!

  3. Euripedes

    O curioso é que o termo anencefalia ao pé da letra corresponde a ausência de encéfalo, o que tornaria a decisão do STF inócua pois na imensa maioria dos casos o que existe é a meroencefalia. Nos casos de inviabilidade do feto, há uma tendência natural do organismo da mulher de expulsá-lo.  Outro exemplo de manipulação da Vida se dá nos casos de pena capital. Em ambos os casos aplica-se um pensamento reducionista ou de direcionamento da Vida, conforme a conveniência.  No centro do debate está a Vida e o reducionismo ou direcionamento que se faz dela, sendo estes exercidos por ambos os lados.  É muito triste tal constatação!

  4. capitu

    Maristela Cunha, veja se eu entendi bem: você tem um filho que vive uma vida de hospital, com tão pouca idade já fez mais de dez cirurgias, provavelmente é limitadíssimo tanto física como mentalmente, e você chama isso de “benção”? O que é benção? É sofrimento? É dor? É ver uma criança entrando e saindo de hospitais com freqüência? É nunca ver seu filho correndo atrás de uma bola feliz com as outras crianças? Você diz que espera que ela viva muitos anos… Vocês que vêm com esse discurso, parecem Sado-masoquistas! São sádicos: gostam de ver o sofrimento do outro. Sao masoquistas: gostam de sofrer!!!!

  5. CELIA RITACALDANA TARDIVELI

    AGORA VOU ACRESCENTAR MAIS TODOS VCSEMMINHAS ORAÇÕES!FORÇA CURTAM ESSA CRIANÇA FAÇAM O MELHOR K PUDEREM.VCS TERÃO E VERÃO ARECOMPENSA .OBRIGADO SENHOR POR EXISTEREM PESSOAS COMO VCS!

  6. bergson

    eu sou a favor do livre arbítrio.. quem quiser abortar, aborta! acho que o pai e a mãe tem que decidir se querem ou não viver uma vida infeliz cuidando de uma criança que obviamente será inútil e morrerá quando o sentimento por ela já estiver imenso. larguem de hipocrisia e deixem as pessoas fazerem o que quiserem.