Não estamos sós!

closeAtenção, este artigo foi publicado 8 anos 5 meses 16 dias atrás.

Se existem pessoas que se dizem católicas e que não aceitam essa doutrina, essas pessoas não podem se chamar católicas. São católicos de IBGE, porque o católico de verdade tem que aceitar a doutrina da sua Igreja. Quem se diz católico e rejeita a doutrina, é um católico falso, está propagando apenas as suas opiniões.
[Dom José Cardoso Sobrinho, in Aborto em Foco]

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8 thoughts on “Não estamos sós!

  1. André Víctor

    É verdade!! Não estamos sós…

    As vezes nos deixamos levar pela impressão de que tudo está perdido. E acredito que isso se deva pelo simples fato de estarmos mais atentos aos erros que acontecem a nossa volta (que são muitos) do que com os belos exemplos e testemunhos de fidelidade a Deus. Nestes ultimos dias, tivemos bons exemplos vindos de nossos queridos bispos. Sim! Daqueles que realmente tem como foco, somente o reino de Deus.

    Louvado seja Deus, que não nos abandona, apesar de tantos e tantos contra-testemunhos de muitos ‘católicos’ de ‘beira-de-esquina’ que não se comprometem em viver e assim difundir a Sã Doutrina da Santa Igreja de Deus.

    Que Nossa Senhora de Fátima, possa nos proteger e nos encaminhar sempre mais para perto de seu Filho-Deus, Nosso Senhor Jesus Cristo.

    Abraços e até mais ‘ver’.

    André Víctor

  2. Lúcia Nunes

    Sou contra o ato de abortamento, perpetrado tanto pelos pais da criança (ou tão somente a mãe), quanto por médicos em rede pública e privada. Como pessoa, católica e jornalista acho escandalosa a realidade mundial sobre a legalização do aborto. Me dá arrepios quando penso que, se viajar para a Suécia, o aborto é permitido até a 18ª semana, portanto, 4 meses e duas semanas, mas pode ser realizado até 20 semanas em casos excepcionais (http://rv.cnt.br/viewtopic.php?=&p=203341#p203178). e tem coisa pior. Propositalmente, tirei a informação de um site que se intitula “Religião é Veneno”. No Reino Unido “o aborto é permitido até as 24 semanas por razões sociais, médicas ou econômicas. Permitida após as 24 semanas nos casos de risco para a vida da mãe, risco de grave e permanente doença para a mãe e nos casos de risco de malformação do feto” (http://pt.wikipedia.org/wiki/Legisla%C3%A7%C3%A3o_sobre_o_aborto). Este endereço dá a lista completa dos países abortistas e o que prevê a legislação a respeito do assunto.

    Há uma realidade, inegável, sobre a legalização do aborto, que situo em dois planos. A respeito de um deles, em nível nacional, gostaria de comentar o mal-estar, e até o horror que sinto quando penso em um futuro sobre este drama, ainda que seja apenas uma possibilidade aqui em nosso País. Consideremos o duro quadro social em que fetos (que na realidade são futuros bebês!) estão sendo abortados, em escala cada vez maior, às escondidas no Brasil. Isto, vem aumentando entre as adolescentes. Um quadro infeliz, que deveria ser enfrentado com grande preocupação, pelo menos por organismos católicos, tanto de religiosos quanto de leigos. Em meio ao caos – é bem verdade – é possível fornecer informações condensadas sobre as conseqüências físicas e emocionais do aborto (disponíveis na internet). Além disso, há estudos sobre o conceito de “pessoa”, tanto filosófica quanto teologicamente. Aqui entra também a noção de “liberdade”, tanto em relação ao ser adulto quanto embrionário, que na concepção cristã, principalmente católica, já é um indivíduo, porque dotado de uma alma; portanto é um ser que, ao nascer, traz em si, na condição que se encontre (ainda que faleça momentos após o parto) implicações que devem, a meu ver, estar entre os “Mistérios” daquele que dá o sopro da vida… Deus-Pai. No outro plano, de nível mundial, tudo se dá de maneira fria e calculista. No caso, o “terror”, para mim, é conviver na atualidade com o fato de que em países ricos as crianças, sim, bebês, em estado fetal, são “legalmente” aspiradas, trituradas, ou “esquartejadas” em clínicas públicas e particulares… Em Cuba, o aborto é realizado até o limite de 12 semanas, sem restrições. Todas estas informações estão na internet.

    Em suma, a vida foi dessacralizada. Estou tentando viver o melhor que posso com esta cultura que, não deixa de ser, principalmente nos Estados Unidos, Europa, Canadá e Australásia – uma “cultura da morte”.

    Não tenho medo de cair na malha do atual relativismo moral. Estou na faixa dos 40 e tantos, e não tenho motivos para desacreditar dos valores universais que nortearam gerações até a década de 90. Andei tentando um projeto de mestrado, e talvez por ter ampliado o âmbito de minhas leituras, cheguei a seguinte conclusão: o fato de termos adentrado o século XXI não muda absolutamente nada. A “era” pós-moderna é a tentativa de reinventar o mundo… Enquanto isto não se mostrar impossível, o que resta, a meu ver, é seguir a vida apostando que o amor continua sendo um dado da existência humana. Não é muito, mas é melhor que sucumbir às “ofertas conceituais mercadológicas” deste nosso tempo…

    Por outro lado, continuo acreditando (à revelia do que me cerca, por todos os meios) que a misericórdia – no sentido cristão – não deve ser desconsiderada em relação à pessoa das mulheres que decidem pelo aborto, já que, a princípio, é uma questão de foro íntimo. Assim, não devemos julgá-las enquanto criaturas de Deus. Para mim, no máximo, um sacerdote ou freira tem o direito, por caridade cristã, de alertá-las no âmbito de suas paróquias, ou individualmente, admoestá-las, no momento da confissão. No silêncio, na culpa da decisão, a meu ver, tanto em casos de legalidade ou ilegalidade, o que está em jogo é a consciência de que tal ato atenta contra a vida, que é dom de Deus. No “newsletter” da Rádio do Vaticano ou na ACI-Prensa,li que uma mulher judia, atéia, intelectual passou 15 anos em luta contra a depressão. Fizera na juventude um aborto, e esquecera o assunto… Não foi tão fácil, já que enquanto não encontrou, por acaso, a versão cristã-católica, no amparo afetivo de determinada pessoa, não recuperou a saúde. Hoje é ativista católica pró-vida e dá seu testemunho de sofrimento e libertação.

  3. Sidnei

    Tirando nossos pecados o qual todos temos e quem não tem que atire a primeira pedra, o que me choca mais é ver católicos aceitando tudo o que vem do mundo e não dão mais ouvidos aos seus pastores, como sempre digo, preferindo mais a companhia dos lobos que de seus pastores, esta é a realidade dos católicos no Brasil e no mundo nos dias de hoje, são avessos a doutrina, tem preguiça de ler a Bíblia e o Catecismo que seria o mínimo que um bom católico deveria fazer, preferem ler livros de auto ajuda, Paulo Coelho, livros de cunho espírita e exotérico, acreditam atém em reencarnação e não perdem nem uma missa aos domingos (que contradição), e se forem perguntar o que é a missa garanto que nem saberão responder. Há duas espécie de católicos, os ignorantes por não ter aprendido nada sobre sua fé e os que não querem aprender, o primeiro se dá um desconto, já que nunca ninguém os ensinou há tempo de os ensinar, porém os segundos não tem perdão, são aqueles que não querem nem saber de aprender sobre algo de nossa Igreja, vivem criticando o Papa, os padres os Bispos e o leigos fieis a Igreja, vivem de seus achismos e enchem a boca para dizer que são católicos, são porcaria nenhuma, são um peso morto que se retirarem dela não farão falta nenhuma, ter uns fieis assim a Igreja nem precisa inimigos, teve alguém aqui em outro post que disse qua alguns fala que no Brasil a população católica se apresenta em 78% outros dizem em 80% mas é bobagem, e tem razão, se for contar os católicos que seguem fielmente a Igreja, dá para contar nos dedos, a Igreja Católica já foi maioria neste pais quando os católicos eram mais comprometidos com a Igreja sobre tudo nas observâncias do que ela ensinava, hoje, só existe uma maioria católica que diz mais sim ao mundo que a Igreja, são uns verdadeiros zumbi, estão mortos espiritualmente e não sabem.

  4. João de Barros

    Acabo de saber que Dom José Cardoso excomungou os que tomaram parte no procedimento de abortamento, excetuando-se logicamente a coitada da menina grávida.

    Que me lembre, é a primeira vez que um bispo brasileiro toma uma decisão assim.

    Sinais dos tempos.

    Dom José Cardoso é digno sucessor dos apóstolos. Felizes são as ovelhas confiadas à sua guarda!

    Diante dessa manifestação de firmeza e coerência, acredito que a popularidade e credibilidade da Igreja tenderá a aumentar.

    Não sei se viram as notícias na semana passada, mas depois de décadas de declínio, o número de padres no mundo todo voltou a subir ligeiramente.

    É um efeito “Bento”!

    JB

  5. Léo

    Que Deus abençoe Dom José Cardoso!

    Abraços e fiquem com Deus,

    Léo

  6. Luiz Henrique

    Que Deus nos conceda sempre pastores como Dom Sobrinho!

    Triste é encarar a realidade de que bispos dizendo tal coisa não é a regra, mas excessão…

    Lembram do ex-cardeal arcebispo de São Paulo dizendo que Lula era “católico ao seu modo”?

    []’s
    Luiz Henrique
    http://www.fides.blogspot.com

  7. Danielle Aran

    Amém!
    Que Deus cumule Dom José Cardoso Sobrinho com sabedoria para guiar cada vez mais o rebanho na fé.

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