Padre diz que eleitores do presidente abortista não podem comungar

closeAtenção, este artigo foi publicado 8 anos 9 meses 7 dias atrás.

Louvado seja Deus, porque ainda há padres fiéis. Nos Estados Unidos, o pe. Jay Scott Newman proibiu os fiéis de comungarem, caso eles tenham votado em Barack Obama por causa das posições do democrata sobre o aborto. Segundo o sacerdote (a mesma notícia foi publicada em português no G1), os Estados Unidos escolheram para presidente o mais radical político pró-aborto que jamais esteve no Senado ou concorreu à presidência: Barack Hussein Obama – o pe. Newman usou o nome completo dele.

Uma carta foi distribuída na paróquia, contendo estas informações. Utilizando termos – graças a Deus! – bem politicamente incorretos e ofensivos à sensibilidade moderna, o padre disse que os eleitores do presidente pró-aborto não podem comungar enquanto não se reconciliarem com Deus por meio do Sacramento da Penitência. A péssima tradução de G1 fala em “comer e beber a sua própria penitência”, o que é um disparate sem nenhum sentido; a tradução correta é “comer e beber a sua própria condenação”, em referência ao texto de São Paulo (cf. 1Cor 11, 29). Traduzo eu:

“Votar em um político pró-aborto, quando há uma alternativa pró-vida plausível, constitui cooperação material com um mal intrínseco, e os católicos que fizeram isso colocaram-se a si próprios fora da plena comunhão com a Igreja de Cristo e sob o julgamento da Lei Divina. Pessoas nesta condição não devem receber a Sagrada Comunhão, até e a menos que se reconciliem com Deus [n.t.: “até estarem reconciliadas” e “a menos que estejam reconciliadas“] no Sacramento da Penitência, a fim de que não comam e bebam sua própria condenação”.

Como era de se esperar, houve quem dissesse que a atitude do pe. Newman era “extrema”, “precipitada”, que ele estava “extrapolando a sua autoridade de pároco”, etc, etc. Nós católicos, no entanto, enchemo-nos de alegria porque encontramos um sacerdote do Deus Altíssimo digno do grave encargo de pastor de almas que possui. Que Deus suscite muitos outros padres corajosos como o padre Joy Scott Newman; e que a Virgem Santíssima possa tornar fecundo o seu ministério.

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0 thoughts on “Padre diz que eleitores do presidente abortista não podem comungar

  1. Spockk

    Jorge e Sandra: é com enorme satisfação que comunico aos senhores que os católicos americanos votaram em OBAMA!!

    Veja em pewforum.org/docs/?DocID=367

    54 vs. 45%, diferença de 7 pontos.

    Tenho uma enorme esperança no bom senso que está ressurgindo naquele país.

  2. sandra nunes

    Vanderley

    “Eu não faço idéia se o Pai dele professava alguma fé.

    Mas ele NASCEU na Nigéria e os nomes NIGERIANOS são de origem muçulmanas

    Não se esqueça que o presidente eleito, assina JR, também.”

    Meu querido eu estava falando do PAI DELE.

  3. sandra nunes

    Spockk

    Eu disse que ele venceu por maioria absoluta, portanto os Católicos votaram nele. (media aritmética )

    Ele quer o PERCENTUAL de votos dos CATÓLICOS!

    Provavelmente deve exigir a qualificação de cada um dos Católicos, com uma declaração de voto.

  4. Jorge Ferraz

    Sandra e Spocck,

    Ele quer o PERCENTUAL de votos dos CATÓLICOS!

    Sim, Sandra, era EXATAMENTE o que eu queria, e foi EXATAMENTE o que o Spockk trouxe. Aposto que não doeu.

    Obrigado, Spockk.

    Não sei se os “white catholics” estão inclusos ou não nos “catholics” com uma identação a menos, logo acima – vou pressupôr que sim. Temos que, infelizmente, mais da metade dos católicos americanos votaram no abortista, então: 54%.

    Mas há uma tabela mais abaixo que nos dá esperanças. Dos católicos que cumprem os mandamentos de ir à missa dominical (portanto, que são minimamente católicos, e não “católicos”), são 43% os que votaram no abortista, contra 55% votantes em McCain. 12 pontos percentuais, por conseguinte. Uma diferença significativa: portanto, se fossem os católicos a escolher o presidente americano, o abortista não teria vencido.

    Deus continue nos concedendo santos pastores.

    Abraços,
    Jorge

  5. sandra nunes

    JORGE

    Cada católico, REVELOU seu voto para você ter essa certeza!

    Então 43%, dos “Católicos Certinhos” votaram errado?

    Eu não faço idéia do que são “white catholics”

    O que são os “white catholics”?

  6. Jorge Ferraz

    Sandra,

    Não, cada católico não revelou “para mim” – isto é uma pesquisa realizada nos Estados Unidos, que tem – óbvio – todas as margens de erro inerentes a pesquisas, mas pelo menos oferecem algum número razoavelmente confiável.

    Sim, de acordo com a pesquisa, 43% dos católicos que são minimamente católicos – i.e., que assistem às missas no domingo; não sei se eles são “certinhos” – desobedeceram aos seus legítimos pastores. Mas fico feliz em saber que, se dependesse dos católicos americanos, o abortista não seria eleito.

    “White catholics” são católicos brancos.

    Abraços,
    Jorge

  7. João de Barros

    Cara Sandra:

    O pai do presidente eleito dos EUA nasceu no Quênia e não na Nigéria. O pai do presidente eleito dos EUA era mulçumano.

    Barack e Obama não são nomes mulçumanos. São nomes africanos. Já Hussein é um nome de origem árabe e mulçumano.

    Essas informações não são segredo para ninguém minimamente informado e podem facilmente ser obtidas na internet.

    JB

  8. sandra nunes

    João de Barros

    Foi no Quenia? Achei que fosse na Nigéria, me desculpe. Ato falho.

    Então foi o que eu disse,

    Qual a importância da origem do nome dele?

    Nenhuma!

  9. sandra nunes

    Jorge Ferraz

    Foi o que eu disse, é pura matemática.

    “White catholics”, por que ? Não se misturam?

    Meu Deus!

  10. Jorge Ferraz

    Sandra,

    Não, não foi o que você disse, foi o contrário do que você disse, porque se ficasse na mão dos minimamente católicos escolher o futuro dos Estados Unidos, o presidente abortista não teria sido eleito, por doze pontos percentuais.

    A divisão entre catholics e white catholics feita pela reportagem, na minha opinião, é só para confundir.

    – Jorge

  11. sandra nunes

    Jorge,

    “White catholics”, que horror, não consigo imaginar mais esse tipo de preconceito!

    Era só o que faltava!

    Você, um mulato, segregar os católicos negros!

  12. Jorge Ferraz

    Sandra,

    Por favor, vá tomar os seus remédios.

    Eu não estou segregando ninguém aqui. “White Catholics” foi uma expressão usada pela reportagem que o Spockk trouxe, que não tem nada a ver comigo (e, aliás, acredito que nem com os americanos). É, provavelmente, como eu disse, uma tentativa espúria do autor da pesquisa de confundir os dados. Isto não existe, pois católicos são católicos. Não existem “católicos negros”, “católicos brancos”, “católicos hispânicos”, “católicos latino-americanos”, etc, etc. Só existem católicos.

    Quanto aos católicos que assistem missa, a mesma reportagem não colocou os “white”, o que é muito mais real. Portanto, dos católicos que são realmente católicos, a maioria é contrária ao presidente abortista.

    – Jorge

  13. sandra nunes

    JORGE

    Não existem “católicos negros”, “católicos brancos”, “católicos hispânicos”, “católicos latino-americanos”, etc, etc. Só existem católicos.

    FOI O QUE EU DISSE!

    Achei muito estranha e muito infeliz, sua colocação de “White catholics”!

    Devemos abominar todo tipo de segregação!

  14. Léo

    Uai, Sandra, foi o Jorge que fez a pesquisa? Ele segregou alguma coisa?

    Jorge, não sabia que você trabalhava com pesquisas, e nos EUA ainda! :-)

    Abraços e fiquem com Deus,

    Léo

  15. sandra nunes

    Jorge,

    “Quanto aos católicos que assistem missa, a mesma reportagem não colocou os “white”, o que é muito mais real.Portanto, dos católicos que são realmente católicos, a maioria é contrária ao presidente abortista.”

    Ninguém, pode ter certeza de nada, tendo em vista o segredo do voto.

  16. Spockk

    Jorge

    Podemos discutir o que quiser sobre religião (concordar e discordar), mas é preciso tomar um cuidado enorme ao se abordar questões raciais!

    Foi o que muitos nos EUA colocaram subliminarmente nos debates durante a campanha eleitoral. Mais que diferenças religiosas, é FUNDAMENTAL combater diferenças raciais. O país tem uma dívida de séculos para pagar.

  17. sandra nunes

    Jorge, lembre-se que existem os que não votam.

    Sabe eu acho que existem pessoas, como você, que votam em conformidade com a determinação de seu Padre, no mundo inteiro.

    Tanto é verdade, que aqueles Bispos foram à mídia para “alertar” os fiéis e o outro padre se “manifestou” na questão da comunhão.

    Para você ter uma idéia, o Padre Marcelo, elegeu o Chalita como vereador de São Paulo, e se não bastasse foi o mais votado com mais de 100.000 votos.

    Mas ele não conseguiu eleger o Alckimim, no Estado de São Paulo.

    Talvez, para o cargo majoritário, o eleitor não leve o pedido de seu Padre tão a sério. Ele pondera, outras prioridades… vai saber!

  18. Jorge Ferraz

    Sandra,

    “Ninguém, pode ter certeza de nada, tendo em vista o segredo do voto”. (Sandra Nunes, agora)

    “conforme demonstraram os resultados da urnas, apenas a maioria [dos católicos votaram em Obama]” [Sandra Nunes, antes]

    “Acredito que os Católicos Norte-Americanos (que são minoria) não deram atenção à “ameaça” do Bispo [e portanto votaram em Obama]”. [Sandra Nunes, antes]

    Engraçado! Quando não tinha dados nenhum, tu dizias que a maioria dos católicos tinha votado no abortista em franca desobediência à hierarquia da Igreja; agora que temos os dados de uma pesquisa (que mostram o contrário, ao menos para os católicos que assistem missa), tu dizes que “não tem como saber”.

    – Jorge

  19. Spockk

    Jorge

    Eu sinceramente torço para que sim. A dívida racial é a maior que as Américas, incluindo o Brasil, precisa acertar.

  20. sandra nunes

    Spockk

    Aqui, o preconceito racial, é pequeno.

    Só vi um se manifestar, por ele ser negro, com piadinha, tipo “um dia negro para os EUA”

    Eles pegam pesado nas acusações dele ser a favor: do aborto, das pesquisas com célula tronco embrionárias e da união civil entre homossexuais.

    No Brasil, eles são contra que o homossexual tenham TODOS os mesmo direitos que o heterossexuais têm.

    Mas isso, por enquanto, não é crime né?

    Justiça seja feita, NUNCA

  21. sandra nunes

    Justiça seja feita, NUNCA vi um tópico, que abordasse questões raciais.

    E se houvesse, algum tipo de preconceito racial, com certeza eu já teria denunciado, pois é CRIME.

  22. sandra nunes

    Jorge Ferraz

    Eu disse e repito, que a maioria dos norte-americanos, pensaram em sua vida TERRENA na hora de votar, inclusive os Católicos.

    Uma minoria, acredito, vota pensando na VIDA ETERNA!

  23. Fabrício L.

    Sandra:

    “No Brasil, eles são contra que o homossexual tenham TODOS os mesmo direitos que o heterossexuais têm.”

    No Brasil os homossexuais já tem todos os mesmos direitos que os heterossexuais. O problema é que eles querem ter direitos especiais e exclusivos.

    Paz e Bem!

  24. sandra nunes

    A mãe de Obama era “o” cara
    Sim, é ela. Essa branquela da foto é a mãe de Barack Obama, segurando o próprio no colo. Antropóloga, mulher da pá virada, teve nome de homem por loucura do pai. Conheça um pouco de Stanley, nesse post de Urariano Mota.

    ..::..

    Obama, o filho da mãe

    Urariano Mota

    Na vitória de Barack Obama há um aspecto original que não vem sendo notado. “Há muitos aspectos, colunista apressado”, poderia ser dito. Tentarei explicar. Além do mais claro, quero dizer, além do fato mais óbvio, de Obama ser o primeiro negro eleito para a presidência dos Estados Unidos, me chama atenção que na sua vida há uma vitória sem ruído de pessoas “derrotadas”, ou marginalizadas na cultura da sociedade norte-americana. Para ser mais preciso, na sua vitória há uma vitória muito especial da sua mãe.

    A mãe de Obama, Stanley Ann Duham, foi uma pessoa rara já a partir do nome com que foi batizada. O pai queria um filho homem, e se compensou , ou se vingou, impondo-lhe um nome de homem. Para quê? O bom da vida são as limonadas que fazemos dos limões que nos atiram. Stanley Ann, para a sociedade americana em 1960, não demorou a mostrar a que veio. Aos 18 anos, conheceu o negro Barack Hussein Obama na Universidade do Havaí, em uma aula de… russo! Branca, namorou o jovem queniano, casou…. queremos dizer, juntou suas roupas e livros às dele, e teve Barack Hussein Obama Jr. Como a estabilidade não era bem o seu ideal, separou-se poucos anos depois. Em 1964, ainda irrecuperável, Stanley Ann voltou à faculdade para se formar e casar à sua maneira mais uma vez: uniu-se a um estrangeiro não-branco, o indonésio Lolo Soetoro.

    Stanley Ann era não só diferente, rebelde, por intuição. Antropóloga, escreveu uma dissertação de 800 páginas sobre os trabalhos de serralheria dos camponeses de Java. Trabalhando para a Fundação Ford, defendeu o direito das mulheres trabalhadoras e ajudou a criar um sistema de microcréditos para os pobres. Maya Soetoro-Ng, a meia-irmã de Obama, afirmou recentemente sobre a mãe: “Essa era basicamente a sua filosofia de vida: não nos limitarmos por medo de definições estreitas, não erguermos muros à nossa volta e nos empenharmos ao máximo para encontrarmos a afinidade e a beleza em locais inesperados”.

    Stanley Ann Duham morreu de câncer no ovário em 1995. O pai, a quem Obama dedicara um livro, ele mal viu, depois dos 2 anos de idade. Por isso afirmou, o primeiro homem negro eleito para a presidência dos Estados Unidos: “Eu creio que se eu soubesse que a minha mãe não iria sobreviver à doença, eu escreveria um livro diferente – menos meditação sobre o pai ausente, mais celebração da mãe que era a única coisa constante em minha vida”, escreveu no prefácio de suas memórias, “Sonhos De Meu Pai”. E acrescentou “Eu sei que ela era a mais gentil, o espírito mais generoso que já conheci e o que existe de melhor em mim eu devo a ela”. Para essa Ann, mulher estranha para os valores dominantes, delicada e rebelde, na campanha eleitoral Obama chamava de a sua “mãe solteira”.

    O presidente eleito não repete, é claro, o pensamento, os atos e as convicções da mãe. Se assim fosse, não teria chegado aonde chegou. Mas sem as idéias de Stanley Ann Duham, Barack Hussein Obama Jr. não teria tido a mais remota possibilidade de existir. Em lugar do “sonho americano”, que toda imprensa proclama, Obama é antes uma vitória do pensamento e de idéias não-conservadoras, que estavam no limite dos marginalizados hippies. E os hippies, vocês lembram, naqueles malditos tempos acabavam nas prisões, ou como em Easy Rider, sob tiros de espingarda.

    Em 2008, um filho de mãe solteira, de uma irrecuperável, é eleito presidente. Para essa nova história, somente espero não ser um colunista muito apressado.

    http://marcelotas.blog.uol.com.br/arch2008-11-16_2008-11-30.html#2008_11-18_09_37_09-5886357-0

  25. presentepravoce

    Ola Pessoal

    Sou da Cidade onde Pe. Luiz Carlos Lordi é o responsável pelo PróVida, sei que seu nome é bem conhecido.

    Não apenas o conhecia, como participei de inumeras missas em que ele celebrava, como um bom pregador, sempre pregava o evangelho do dia mas sempre finalizava no termo aborto. Para nós que concordavamos com ele, realmente ficou um pouco massante sempre tocar no mesmo assunto.

    Mas quando o “Serra” que era ministro da Saúde e tomou varias medidas pro aborto e corriamos o risco de ter o aborto aprovado no Brasil, Pe. Luiz fez grande campanha, diversos abaixo-assinados e excursoes para Brasília em defesa da vida e claramente o nome do Serra era rebaixado ao extremo.

    No ultimo dia da campanha, quando praticamente o Lula estava eleito, Pe. Luiz fez um discurso desesperado em favor do sr. Serra, dizendo, que com ele o aborto era provável, mas com Lula era certeza. Chegou a derramar lágrimas pedindo que nós católicos votassemos no Sr. Serra, sendo que por anos a fio falava mal de sua pessoa.

    Disse uma frase, que também já foi muito pronunciada por Pe. Léo.

    Entre o Demónio e o Diabo, em quem devemos votar ?

    Graças a Deus o aborto não foi aprovado no Brasil e nos EUA que estava diminuindo, devemos orar para que continue a concientização dos Católicos, já que os protestantes todos são favoráveis e não podemos fazer nada a este respeito.

    Já a questão de Obama ser “NEGRO” “ter nome Mulçumano”, acho que esta discusão nos EUA, reflete muito mais um preconceito pessoal do que realmente uma luta contra o aborto, porque o outro candidato também não é flor que se cheire, pode até ser contra o aborto, mas é a favor de continuar matando em guerras e favorecendo sempre a Elite americana.

    A respeito das campanhas dos EUA, fica bem claro um videozinho de Sara Palin salvando o peru da ação de graças, “Pura ironia”, enquanto salvava um Peru os outros eram mortos ao fundo do video para que todos vissem e percebecem a ironia da cena.

    Salva-se um peru e executa-se milhares de outros.

    Ser Cristão é ser totalmente de Cristo, e pelo que vejo aqui, nossas opiniões a este respeito ainda são muito contraditórias.

    Porque salvar apenas um, todos deveriam ser salvos, pelo menos a maioria pode ser salva.

    Devemos responder uma pergunta assim:

    Jesus é a favor do aborto ?
    Jesus é a favor da guerra ?
    Jesus é a favor do Preconceito ?
    Jesus é a favor do Perdão ?
    Jesus deseja a Paz, a união e o amor ?

    A Minha resposta tem que ser igual a de Jesus:

    não, não, não, sim, sim, sim, sim …

    Não pode existir um talvéz e sim somente 100% Jesus.

    Vamos orar pelos EUA, pelo Brasil “a Dilma vem aí”, pelos Católicos, pelos Evangélicos, pelas Saras, Sandras, Jorges e etc… etc…

    O Mundo está em crise financeira, crise de fé e todos nós precisamos de oração e principalmente de colocar os joelhos no chão e rezar mesmo, de verdade, não só de palavra, como Jesus orou antes de caminhar sobre as aguas e acalmar a tempestade, somente assim poderemos vencer estas crises que o inimigo inventa para nos afastar de Deus.

    Amem

    Deus ama a todos.

    Sizenando

  26. Jorge Ferraz

    Prezado Sizenando,

    Entre o Demónio e o Diabo, devemos votar no mal menor ou (talvez) não votar em ninguém. O que não é moralmente permitido – e é isto que o padre disse – é “[v]otar em um político pró-aborto, quando há uma alternativa pró-vida plausível”.

    As questões contra o sr. Hussein não são religiosas nem raciais, e sim morais. É este o empecilho radical que faz todos os demais pontos perderem a relevância.

    Abraços,
    Jorge