Papa aceita renúncia de bispo que apoiou Dilma Rousseff

closeAtenção, este artigo foi publicado 6 anos 8 meses 29 dias atrás.

Vi esta manhã no Vatican Information Services que o Santo Padre “[a]ceptó la renuncia del obispo Luiz Carlos Eccel al gobierno pastoral de la diócesis de Caçador (Brasil) en conformidad con el canon 401, párrafo 2 del C.I.C.”. O bispo de Caçador, para quem não se lembra, foi aquele que divulgou uma carta de apoio a sra. Dilma Rousseff.

Teve a pachorra de divulgar esta carta um dia depois do Papa ter dito à Regional Nordeste 5 da CNBB que os bispos devem emitir juízos morais também sobre situações políticas concretas, sempre que “os direitos fundamentais da pessoa ou a salvação das almas o exigirem”! A atitude de Sua Excelência foi de zombaria, de escárnio, de deboche; e agora, menos de um mês depois, teve a sua renúncia aceita pelo Santo Padre.

Segundo o site da diocese, a renúncia deu-se para que o bispo pudesse “cuidar de sua saúde”. Tinha 58 anos; 17 a menos do que a idade canônica, na qual todos os bispos são obrigados a pedir renúncia. Em seu lugar, como Administrador Apostólico, foi nomeado Dom João Marchiori, bispo emérito de Lages.

Que Deus dê forças e sabedoria ao Papa Bento XVI. A fim de que continue conduzindo a Igreja como Ela precisa ser conduzida.

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28 thoughts on “Papa aceita renúncia de bispo que apoiou Dilma Rousseff

  1. Alex

    Caro Jorge, uma observação lingüística. Pachorra não significa LENTIDÃO?! (Pelo menos, foi esse o significado que encontrei no dicionário)
    Um abraço, Alex.

  2. Rafael

    Eu não sei… Essa de cuidar da saúde não colou pra mim de jeito nenhum. Ele parecia tão saudável fazendo campanha para a Sra. Dilma.

    Alguém sabe qual o tal problema de saúde do bispo-emérito?

  3. Karina

    Ele deve estar cuidando da saúde espiritual… deve ter doído na consciência apoiar a legalização da morte de crianças inocentes e o gayzismo.

  4. Sandra

    Jorge

    Pelo visto sua necessidade de agradar seus “amigos” falou mais alto que a honestidade de divulgar a noticia na íntegra.

    O Bispo enviou seu pedido em JUNHO em razão de um tratamento contra o cancer!

    O Oportunismo e a falta de misericordia, no presente caso, é de fazer vergonha a qualquer Católico.

    Ademais se todos os Bispos que apoiaram a candidatura da Dilma fosse “convidados” a renunciar, a maioria dos Bispos no Brasil, perderiam seus cargos.

  5. marcos paul

    Islã: 270 Milhões de Cadáveres em 1400 Anos

    Entrevista de Bill Warner, diretor do Centro para o Estudo do Islã Político (CSPI), para a FrontpageMag, em 5 de fevereiro de 2007; reproduzida no site News42day.com, em 05 fevereiro de 2010

    O entrevistado de hoje de Frontpage Magazine é Bill Warner, diretor do Centro para o Estudo do Islã Político (CSPI). O objetivo do CSPI é ensinar a doutrina do Islã através de seus livros e ele já produziu uma série com este enfoque. O sr. Warner não escreveu a série do CSPI, mas atua como agente para o grupo de estudiosos que são os autores.

    FP: Bill Warner, bem-vindo à Frontpage Magazine.

    Warner: Obrigado, Jamie, por esta oportunidade.

    FP: Fale-nos sobre o Centro para o Estudo do Islã Político.

    Warner: O Centro para o Estudo do Islã Político é um grupo de estudiosos dedicados ao estudo científico dos textos fundamentais do Islã – Corão, Sira (vida de Maomé) e Hadith (tradições sobre Maomé). Há duas áreas para se estudar no Islã, sua doutrina e sua história, ou, na visão do CSPI – a teoria e seus resultados. Nós estudamos a história para ver os resultados práticos ou experimentais da doutrina.

    O CSPI parece ser o primeiro grupo a usar a estatística para estudar a doutrina. Os estudos científicos anteriores do Corão se dedicavam primariamente aos estudos da língua árabe.

    Nosso primeiro princípio é que o Corão, a Sira e o Hadith devem ser vistos como um todo. Nós os chamamos de “a Trilogia Islâmica” para enfatizar a unidade dos textos.

    Nossa maior inovação intelectual foi ver que o dualismo é a fundação e a chave para a compreensão do Islã. Tudo no Islã vem em pares, a começar por sua declaração fundamental: (1) não há outro deus além de Alá e (2) Maomé é Seu profeta. Portanto, o Islã é Alá (Corão) e a Suna (palavras e feitos de Maomé, encontrados na Sira e no Hadith).

    Um mar de tinta foi disperdiçado tentando responder a pergunta: o que é o Islã? O Islã é a religião da paz? Ou o verdadeiro Islã é uma ideologia radical? Um muçulmano moderado é que é verdadeiro muçulmano?

    Isto lembraria a um cientista a as velhas discussões sobre a luz. A luz é uma partícula ou uma onda? As discussões pendiam para um lado e para outro. A mecânica quântica nos deu a resposta. A luz é dual. Ela é tanto uma partícula quanto uma onda. A qualidade que se manifesta depende das circunstâncias. O Islã funciona da mesma maneira.

    Nossa primeira pista sobre o dualismo está no Corão, que, na verdade, são dois livros, o Corão de Meca (inicial) e o Corão de Medina (final). A descoberta da lógica do Corão vem do grande número de contradições nele. Num nível superficial, o Islã resolve estas contradições recorrendo à “abrogação”. Isto significa que o verso escrito posteriormente se sobrepõe ao verso anterior. Mas, na verdade, como o Corão é considerado pelos muçulmanos como a palavra perfeita de Deus, ambos os versos são sagrados e verdadeiros. Esta é a fundação do dualismo. Ambos os versos estão “certos.” Ambos os lados da contradição são verdadeiros na lógica dualista. As circunstâncias decidem qual verso é usado.

    Por exemplo:

    (Corão de Meca) 73:10: Ouve o que eles [os infiéis] dizem com paciência e afasta-te deles com dignidade.

    Da tolerância nós vamos para a máxima intolerância, nem mesmo o Senhor do Universo consegue suportar os infiéis:

    (Corão de Medina) 8:12: Então teu Senhor falou a Seus anjos e disse, “Eu estarei contigo. Dá força aos fiéis. Eu infundirei terror nos corações dos infiéis, cortarei suas cabeças e até as pontas de seus dedos!”

    Toda a lógica ocidental está baseada na lei da contradição – se duas coisas se contradizem, então pelo menos uma delas é falsa. Mas a lógica islâmica é dualista; duas coisas podem contradizer uma à outra e ambas serem verdadeiras.

    Nenhum sistema dualista pode ser medido por uma só resposta. Esta é a razão pela qual as discussões sobre o que constitui o “verdadeiro” Islã prosseguem indefinidamene e nunca são resolvidas. Uma única resposta correta não existe.

    Sistemas dualistas só podems ser mensurados pela estatística. É inútil argumentar que um só lado do dualismo é verdadeiro. Para usar uma analogia, a mecânica quântica sempre dá uma resposta estatística a todas as perguntas.

    Como exemplo do uso da estatística, olhe a pergunta: qual é a verdadeira jihad, a jihad da luta interior, expiritual, ou a jihad da guerra? Procuremos a resposta em Bukhari (o Hadith), já que ele fala repetidas vezes da jihad. Em Bukhari, 97% das referências à jihad são sobre guerra e 3% sobre luta interior. A jihad é guerra? Sim – 97%. A Jihad é luta interior? Sim – 3%. Então, quando se escreve um artigo, pode-se argumentar a favor de uma ou outra. Mas na verdade, quase toda discussão sobre o Islã pode ser respondida com: todas as alternativas acima. Ambos os lados da dualidade estão corretos.

    FP: Porque, na sua opinião, há tanta ignorância sobre a história e a doutrina do Islã político no Ocidente?

    Warner: Primeiramente, vejamos o quanto somos ignorantes sobre a história do Islã político. Quantos cristãos conseguem dizer como a Turquia ou o Egito se tornaram islâmicos? O que aconteceu com as Sete Igrejas da Ásia, mencionadas nas cartas de Paulo? Encontre um judeu que consiga falar sobre a história da dhimmitude (cidadãos de segunda classe que servem ao Islã). Que europeu sabe que as mulheres brancas eram o tipo de escravo mais valorizado em Meca? Todo mundo sabe quantos judeus Hitler matou, mas encontre um infiel que saiba te dizer quantos morreram na jihad nos últimos 1400 anos.

    Nossa ignorância é a mesma em relação à doutrina do Islã. Um agente do FBI recebe duas horinhas de treinamento sobre o Islã e a maior parte disto é sobre como não ofender o imã. Estamos lutando no Iraque. Quem utiliza a doutrina política e militar do Islã para planejar a estratégia? Quem consegue achar um só rabino ou pastor que tenha lido o Corão, Sira e Hadith? Qual governador, senador, parlamentar ou líder militar demonstra um conhecimento da doutrina política do Islã? Tente encontrar um curso disponível em uma faculdade sobre a doutrina política e a ética islâmica. Os universitários estudam arte, arquitetura e poesia islâmica, Sufismo e uma história gloriosa que ignora o sofrimento dos infiéis inocentes. Os universitários lêem comentários sobre o Corão e o Hadith, mas não lêem a doutrina de fato.

    FP: Então, por que esta ignorância?

    Warner: Comecemos pelo princípio. Quando o Islã explodiu da Arábia para dentro de um mundo bizantino em decadência, os infiéis registraram isto como uma invasão árabe. Igualmente, a invasão da Europa Oriental foi por turcos; a invasão da Espanha, por mouros. Nossos estudiosos foram incapazes de sequer dar nome aos invasores.

    Maomé matou cada um dos intelectuais ou artistas que se opuseram a ele. Foi o medo que levou a imensa maioria da mídia a não publicar as charges de Maomé, não alguma sensibilidade imaginária. O medo é uma base fabulosa para a ignorância, mas não basta para explicar tudo. O que explica a aversão quase que psicótica ao conhecimento sobre o Islã? Além do medo, é a percepção de que o Islã político é profundamente alheio a nós.

    Examinemos a base ética de nossa civilização. Toda a nossa política e ética estão baseadas em uma ética unitária que está melhor formulada na Regra de Ouro:

    Trate os outros como gostaria de ser tratado.

    A base desta regra é o reconhecimento de que, em certo nível, somos todos a mesma coisa. Não somos todos iguais. Qualquer partida esportiva mostrará que não temos habilidades iguais. Mas todo mundo quer ser tratado como um ser humano. Na base da Regra de Ouro – a igualdade dos seres humanos – nós criamos a democracia, acabamos com a escravidão e tratamos as mulheres em pé de igualdade política. Então a Regra de Ouro é uma ética unitária. Todas as pessoas devem ser tratadas da mesma forma. Todas as religiões têm alguma versão da Regra de Ouro, exceto o Islã.

    FP: Então, como o Islã é diferente, neste contexto?

    Warner: O termo “ser humano” não tem nenhum significado dentro do Islã. Não existe essa coisa de humanidade, apenas a dualidade entre o fiel e o infiel. Olhe as afirmações éticas que se encontram no Hadith. Um muçulmano não deve mentir, matar ou roubar de outros muçulmanos. Mas um muçulmano pode mentir, enganar ou matar um infiel, se isto beneficiar o Islã.

    Não existe essa coisa de afirmação universal de ética no Islã. Os muçulmanos devem ser tratados de uma forma e os infiéis de outra. O mais próximo que o Islã chega de uma afirmação universal de ética é que o mundo inteiro deve se submeter ao Islã. Depois que Maomé se tornou profeta, ele nunca tratou um infiel do mesmo modo que um muçulmano. O Islã nega a verdade da Regra de Ouro.

    Aliás, está ética dualista é a base para a jihad. O sistema ético coloca o infiel como menos que humano e, portanto, é fácil matar, prejudicar ou enganar o infiel.

    Veja bem, os infiéis frequentemente falham em aplicar a Regra de Ouro, mas nós podemos ser julgados e condenados a partir dela. Deixamos a desejar, mas é o nosso ideal.

    Já houve outras culturas dualistas. Podemos lembrar a KKK. Mas a KKK é um dualismo simplista. O membro da KKK odeia todos os negros em todas as ocasiões; só há uma escolha. Isto é muito direto e fácil de ver.

    O dualismo do Islã é mais enganador e oferece duas escolhas em relação a como tratar o infiel. O infiel pode ser tratado com simpatia, do mesmo modo que um fazendeiro trata bem seu gado. Então, o Islã pode ser “simpático”, mas sob nenhuma hipótese o infiel é um “irmão” ou um amigo. Na verdade, há cerca de 14 versos no Corão que são enfáticos – um muçulmano nunca é amigo de um infiel. Um muçulmano pode ser “amistoso”, mas nunca é um amigo de fato. E o grau em que um muçulmano é de fato um verdadeiro amigo é o grau em que ele não é um muçulmano, mas um hipócrita.

    FP: O sr. mencionou anteriormente como a lógica é um outro ponto de profunda divergência. O sr. pode abodar o assunto?

    Warner: Para reiterar, toda ciência é baseada na lei da contradição. Se duas coisas se contradizem, então pelo menos uma delas tem de ser falsa. Mas dentro da lógica islâmica, duas afirmações contraditórias podem ser verdadeiras. O Islã usa a lógica dualista e nós usamos a lógica unitária científica.

    Como o Islã tem uma lógica dualista e uma ética dualista, ele nos é completamente alheio. Os muçulmanos pensam de forma diferente de nós e sentem de forma diferente de nós. Esta aversão faz com que evitemos aprender sobre o Islã, então somos ignorantes e permanecemos ignorantes.

    Uma outra parte da aversão é a percepção de que não há acordo com a ética dualista. Não há um lugar a meio caminho entre a ética unitária e a dualista. Se uma pessoa está numa transação comercial com alguém que é um mentiroso e um trapaceiro, não há meio de evitar de ser trapaceado. Não importa o quanto se seja simpático com um golpista, ele vai se aproveitar da pessoa. Não há acordo com a ética dualista. Em resumo, a política, ética e lógica islâmicas não podem fazer parte de nossa civilização. O Islã não se deixa assimilar, ele domina. Não existe nunca esta história de “conviver” com o Islã. Suas exigências nunca cessam e as exigências devem ser cumpridas nos termos do Islã: submissão.

    A última razão para nossa aversão à história do Islã político é nossa vergonha. O Islã pôs na escravidão mais de um milhão de europeus. Como muçulmanos não podem ser escravizados, era uma cristã branca que era a escrava sexual do sultão turco. Estas são coisas que não queremos encarar.

    Os judeus não querem reconhecer a história do Islã político, porque eles eram dhimmis, cidadãos de segunda classe ou semi-escravos, igual aos cristãos. Os judeus gostam de se lembrar de que eram conselheiros e médicos para muçulmanos poderosos, mas não importa o que o judeu fizesse ou que posição ele oucpasse, ele ainda era um dhimmi. Não há meio-termo entre ser igual e ser um dhimmi.

    Por que um hindu quereria relembrar a vergonha da escravidão e a destruição de seus templos e cidades? Depois que artesãos hindus construiram o Taj Mahal, o governante muçulmano mandou cortar suas mãos direitas, par que eles não pudessem construir nada de tão belo para ninguém mais. A prática do suttee, a viúva se joganod na pira funeral do marido, surgiu como uma resposta ao estupro e à brutalidade da jihad islâmica enquanto ela varria o antigo Hindustão.

    Os negros não querem encarar o fato de que foi um muçulmano que caçou seus ancestrais na África para vendê-los no atacado para o comerciante de escravos branco. O árabe é o verdadeiro mestre do africano. Os negros não conseguem aceitar o elo comum que eles possuem com os brancos: que tanto os europeus quanto os africanos foram escravos sob o Islã. Os negros gostam de imaginar que o Islã é seu contra-peso ao poder branco, e não que o Islã os dominou por 1400 anos.

    Lógica dualista. Ética dualista. Medo. Vergonha. Não há meio-termo. Estas são as razões por que nós não queremos saber sobre a história política do Islã, sua doutrina ou ética.

    FP: Então, será que existe mesmo algo como um Islã não-político?

    Warner: O Islã não-político é o Islã religioso. O Islã religioso é o que um muçulmano faz para evitar o Inferno e ir para o Paraíso. Estes são os Cinco Pilares – oração, caridade aos muçulmanos, peregrinação a Meca, jejum e declarar que Maomé é o último profeta.

    Mas a Trilogia é clara em relação à doutrina. Pelo menos 75% da Sira (vida de Maomé) é sobre a jihad. Cerca de 67% do Corão escrito em Meca é sobre os infiéis ou política. Do Corão de Medina, 51% é dedicado aos infiéis. Cerca de 20% do Hadith de Bukhari é sobre a jihad e política. Religião é a parte menor dos textos islâmicos fundamentais.

    A dualidade mais famosa do Islã poítico é a divisão do mundo entre fiéis, dar al Islam, e infiéis, dar al harb. A maior parte da Trilogia relata o tratamento dos infiéis, kafirs. Até o Inferno é político. Há 146 referências ao Inferno no Corão. Só 6% daqueles que estão no Inferno estão lá por faltas morais – assassinato, roubo, etc. Os outro 94% das razões para estar no Inferno são pelo pecado intelectual de discordadar de Maomé, um crime político. Logo, o Inferno Islâmico é uma prisão política para aqueles que falam contra o Islã.

    Maomé pregou sua religião por 13 anos e amealhou apenas 150 seguidores. Mas quando ele se voltou para a política e a guerra, em um período de 10 anos ele se tornou o primeiro governante de toda a Arábia, com uma média de um evento de violência a cada sete semanas, durante 9 anos. Seu sucesso não veio como líder religioso, mas como líder político.

    Enfim, o Islã político define como se deve tratar os infiéis e lidar com eles.

    FP: O sr. pode abordar rapidamente a história do Islã político?

    Warner: A história do Islã político começa com a migração de Maomé para Medina. A partir daquele ponto, o apelo do Islã para o mundo sempre foi a opção dualista de se aderir a uma gloriosa religião ou ser objeto de de pressão e violência políticas. Após a migração para Medina, o Islã se torna violento quando a persuasão falha. A jihad veio ao mundo.

    Após a morte de Maomé, Abu Bakr, o primeiro califa, resolveu as discussões teológicas dos que desejavam deixar o Islã com a ação política da morte pela espada. A jihad de Omar (o segundo califa, um rei-papa) explodiu para dentro do mundo dos infiéis. A Jihad destruiu um Oriente Médio cristão e um Norte da África cristão. Logo, o destino dos zoroastristas persas e dos hindus foi serem vítimas da jihad. A história do Islã político é a destruição da Cristandade no Oriente Médio, Egito, Turquia e Norte da África. Metade da Cristandade se perdeu. Antes do Islã, o norte da África era a parte sul da Europa (parte do Império Romano). Cerca de 60 milhões de cristãos foram massacrados durante a conquista jihadista.

    Metade da gloriosa civilização hindu foi aniquilada e 80 milhões de hindus foram mortos.

    Os primeiros budistas ocidentais foram os gregos descendentes do exército de Alexandre o Grande, no que hoje é o Afeganistão. A jihad desturiu todo traço de budismo ao longo da rota da seda. Cerca de 10 milhões de budistas morreram. A conquista do budismo é o resultado prático do pacifismo.

    Os zoroastristas foram eliminados da Pérsia.

    Os judeus se tornaram dhimmis permanentes por todo o Islã.

    Na África, mais de 120 milhões de cristãos e animistas morreram nos últimos 1400 anos de jihad.

    Aproximadamente 270 milhões de infiéis morreram nos últimos 1400 anos pela glória do Islã político. Estas são as Lágrimas da Jihad sobre as quais ninguém é ensinado na escola.

    FP: Como nossos intelectuais têm respondido ao Islã?

    Warner: A base de todo o pensamento do infiel desmoronou em face do pensamento político, da ética e da lógica do Islã. Já mencionamos como nossos primeiros intelectualis nem sequer nomearam os invasores como muçulmanos. Não tenmos nenhum método de análise do Islã. Não conseguimos concordar sobre o que seja o Islã e não temos conhecimento de nosso sofrimento como vítimas de uma jihad de 1400 anos.

    Olhe como os cristãos, judeus, negros, intelectuais e artistas lidaram com a doutrina e a história islâmica. Em todos os casos, suas idéias iniciais são um fracasso.

    Os cristãos acreditam que “o amor vence tudo.” Bem, o amor não vence o Islã. Os cristãos tem dificuldade em ver o Islã como uma doutrina política, não uma religião. A natureza sectária do pensamento cristão significa que o cristão não-ortodoxo médio não tem nenhum conhecimento ou simpatia pelo sofrimento dos crstãos ortodoxos.

    Os judeus têm uma teologia que postula uma relação única entre os judeus e o Deus criador do universo. Mas o Islã vê os judeus como macacos que corromperam o Velho Testamento. Os judeus não vêem nenhuma conexão entre a doutrina política do Islã e Israel.

    Os intelectuais negros basearam suas idéias na condição de escravo/vítima e como foi errado os cristãos brancos os terem feito de escravos. O Islã nunca reconheceu nenhuma parcela da dor ou sofrimento que causou na África com seu comércio de escravos de 1400 anos. Mas os negros não fazem qualquer tentativa de obter um pedido de desculpas dos muçulmanos e ficam em silêncio na presença do Islã. Por que? Será que é porque os árabes são seus senhores?

    O muliticulturalismo é paralítico em relação à exigência do Islã de que toda civilização se submeta. A cultura da tolerância desaba em face da intolerância sagrada da ética dualista. Os intelectuais respondem ignorando este fracasso.

    Nossos intelectuais e artistas têm sido abusados há 1400 anos. De fato, a psicologia de nossos intelectuais é exatamente como a psicologia da esposa abusada, da criança sexualmente abusada ou da vítima de estupro. Veja as semelhanças antre a respsosta das vítimas de abusos e nossos intelectuais. Veja como a violência causou a negação.

    A vítima nega que o abuso aconteceu: nossa mídia nunca relata a maior parte da jihad em todo o mundo. Nossos intelectuais não falam sobre como toda esta violência está ligada a uma doutrina política.

    O abusador usa o medo para controlar a vítima: qual foi a razão pela qual os jornais não quiseram publicar as charges de Maomé? Salman Rushdie ainda tem uma sentença de morte por seu romance. Qual artista “de vanguarda” cria uma afirmação artística sobre o Islã? O medo domina nossos intelectuais e artistas.

    As vítimas encontram meios de culpar a si mesmas: nós somos culpados pelo 11 de setembro de 2001. Se continuarmos tentando, os muçulmanos vão se comportar melhor. Nós temos que acomodar suas necessidades.

    A vítima é humilhada: os brancos não querem falar sobre como seus ancestrais foram escravizados pelo Islã. Ninguém quer clamar pelas as vítimas da jihad. Por que não queremos clamar pelo sofrimento de nossos ancestrais? Por que não choramos pela perda de culturas e povos? Temos vergonha demais para nos importarmos.

    A vítima se sente indefesa: “O que vamos fazer?” “Não podemos matar 1.3 bilhões de muçulmanos.” Ninguém tem nenhum discernimento ou otimismo. Ninguém tem uma idéia do que tentar. O único plano é “ser mais simpático.”

    A vítima volta a raiva para dentro: Qual é o assunto mais divisor na política de hoje? O Iraque. E qual é o verdadeiro problema do Iraque? O Islã político. Há um vídeo na internete sobre como a CIA e Bush planejaram e executaram o 11 de setembro. Repugnância cultural a si mesmos é o lema de nossos intelectuais e artistas.

    Odiamos a nós mesmo porque somos mentalmente molestados e abusados. Nossos intelectuais e artistas responderam ao abuso da jihad da mesma maneira que uma criança sexualmente abusada ou uma vítima de estupro responderiam. Estamos muito doentes intelectualmente e estamos falhando em pensar com clareza. Não conseguimos olhar nossa negação.

    FP: Então, resuma para a gente por que é crucial aprendermos sobre a doutrina política do Islã.

    Warner: O Islã político aniquilou todas as culturas que invadiu ou para a qual migrou. O tempo total para a aniquilação leva séculos, mas depois que se torna predominante, ele nunca falha. A cultura hospedeira disaparece e se torna extinta.

    Nós devemos aprender sobre a doutrina do Islã político para sobrevivermos. A doutrina é muito clara sobre todas as formas de força e persuasão poderem e deverem ser usadas para nos conquistar. O Islã é um inimigo auto-declarado de todos os infiéis. O brilhante filósofo da guerra chinés Sun Tsu tinha o moto – conheça seu inimigo. Nós devemos conhecer a doutrina de nosso inimigo ou seremos aniquilados.

    Ou pondo as coisas de outro modo: se não aprendermos sobre a doutrina do Islã político, nossa civilização será aniquilada, da mesma forma que a civilização copta do Egito foi aniquilada.

    Como os infiéis devem conhecer a doutrina política do Islã para sobreviver, o CSPI escreveu todos os seus livros em um inglês simples. Nossos livros são de base erudita, mas simples de ler. Por exemplo, qualquer um capaz de ler um jornal pode pegar um Corão Simples, ler e entender. Ele não ficou “tosco” e contém cada palavra do original.

    Não só a linguagem é simples, mas foi usada lógica para separar e categorizar. O contexto e a cronologia foram restaurados. O resultado é um Corão que é uma história épica terminando com o triunfo sobre todos os inimigos de Alá. Todos os nossos livros e nossa filosofia se encontram no site de nosso centro.

    O Islã declara que nós somos os inimigos de Alá. Se não aprendermos sobre a doutrina política do Islã, vamos terminar como as primeiras vítimas do Islã – os árabes politeístas e tolerantes da Arábia Saudita, que se tornaram os Wahabbis (um ramo muito severo do Islã) de hoje, a cultura mais intolerante da face da Terra.

    FP: Bill Warner, obrigado por estar com a gente hoje.

    Warner: Jamie, obrigado por sua gentileza e seus esforços.

    Tradução e links de João Carlos de Almeida, da equipe do blog DEXTRA

    *Vários links no texto abaixo:

    http://veradextra.blogspot.com/2010/09/islam-270-milhoes-de-cadaveres-em-1400.html

  6. Sandra

    Alex

    Não acredito que você acham que a Missa afro é novidade!

    Faz muitos anos que tem aqui em São Paulo!

    Na comunidade Zumbi dos Palmares, tem toda semana Missa Afro.

    Você acha que as Missas na Africa são celebrada como, em latin?

    Isso é puro preconceito!

  7. Alex

    Sandra, as pessoas não devem dançar na missa ou dentro da igreja, devem rezar quietas e em silêncio, pois na missa se está renovando o Sacrifício de Cristo na Cruz.

    Entendeu?!

    Devemos nos comportar na missa como se estivéssemos diante de Cristo crucificado na Cruz, em silêncio e quietos, mas também firmes na esperança da ressurreição.

    Espero ter me conseguido fazer entender.

  8. sandra

    Alex

    Ninguém está obrigando VOCÊ a frequentar a Missa AFRO.

    Todavia, VOCÊ não pode impedir as pessoas que são descendentes de africanos frequentem essa Missa.

    Nos mesmos moldes das Missas dos Jovens, reitero, que se elas são celebradas é porque são autorizadas pelo Vaticano.

    É abusurdo voce achar que entende MAIS que o Clero para organizar a celebração da Missa!

    entendeu?

  9. Carlos Eduardo de Abreu e Lima

    Muito esclarecedora a entrevisra com Bill Warner postada por Marcos Paul ontem às 8h55min.

  10. Alex

    Sandra, o que estou dizendo a senhora é o que eu aprendi lendo o livrinho AS EXELÊNCIAS DA SANTA MISSA de SÃO LEONARDO DE PORTO-MAURÍCIO; obra muito interessante!

    Penso que a questão em que estamos tocando seja a da inculturação religiosa e litúrgica. Infelizmente não disponho de conhecimentos aprofundados nessas questões; de modo que, embora eu desejasse conversar mais sobre o assunto, não posso.

    Espero que o Jorge possa escrever sobre o assunto, pois é um assunto muito interessante e controvertido.

    Cordialmente, Alex.

  11. Sandra

    Alex

    Se você que é um ferrenho pesquisador dos assuntos referentes ao Católicos e ao Carolicismo não tem autoridade , imaginha eu que sou somente uma paroquiana?

    Tenho certeza que as Missas celebradas com os Jovens e com as culturas diferentes têm a aprovação da Arquidiocese local e de consequencia do Vaticano.

    Assisti uma Missa na Catedral da Sé, no dia da Consciência Negra, onde o Arcebispo ( hoje no Vaticano ) e Bispos de todas as Regiões de São Paulo celebraram com hinos no ritmo Afro com atabaques e os negros estavam com trajes típicos.

    O momento da Eucaristia foi solene e sagrado!

    Foi uma Missa maravilhosa e abençoada!

  12. João Marcos

    Sandra, veja esse vídeo:

    http://www.youtube.com/watch?v=-qunILnfndY

    Só pra dizer, o cardeal Francis Arinze, no vídeo em questão, é o prefeito da Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos.

    A questão não é de preconceito, mas é de que essas aberrações de missa afro, missa jovem, missa dos excluídos, missa disso, missa daquilo são mais excludentes do que includentes. Se a missa for apenas missa, vai ser muito mais inclusiva e abrangente do que essas “apropriações” feitas por determinados grupos.

    Não estou me referindo a questões subjetivos, ou seja, se a pessoa quer avacalhar com a missa ou sem faz sem a devida consciência. Estou tratando de forma objetiva a questão.

    Té mais

    João Marcos

  13. João Marcos

    Ah, e mais. O problema não é obrigar alguém ir num determinado “tipo de missa”. O problema é que esses aberrações estão sendo impostas goela a baixo, ficando difícil para quem quer ir a missa “comum” próximo de casa não mais conseguir fazer.

    Como que ficam as pessoas que apenas querem uma missa “comum”, sem atabaque, sem terreiro, sem globo de luz e coisas do gênero? Será que essas pessoas também não tem direito de uma missa assim?

    Nada justifica agressões verbais. Contudo, no fundo, a questão é que muitos aqui (e a maioria silenciosa nas diversas comunidades paroquiais) simplesmente querem a missa tal como está no missal. Nem mais, nem menos, apenas a missa tal como ela é, sem maquiagens e aberrações. E aí? Vão ser excluídas?

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    João Marcos

  14. manoel carlos do nascimento silva

    Nota do distrito alemão da Fraternidade São Pio X sobre o livro do Papa Bento XVI.
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    Piusbruderschaft St. Pius X – Ontem à noite (23 de novembro) por volta das 18:00h, a pedido da agência de notícias DPA, a assessoria de imprensa da Fraternidade Sacerdotal São Pio X tomou uma posição no tocante a duas passagens do livro do Papa “Luz do Mundo”. Trata-se da passagem controversa sobre os preservativos e as declarações do bispo Williamson. Leia a explicação no texto

    Quanto à questão dos preservativos:

    As declarações do Papa foram distorcidas pela imprensa. No entanto, elas foram infelizes. Suas palavras podem ser comparadas a um conselho dado a um ladrão assassino, para que no futuro se limite a roubar. Apesar disso, não se pode deduzir desse conselho, que o roubo seria permitido em alguns casos. Agora as palavras do Papa serão interpretadas dessa maneira. No entanto, o Pontífice deveria estar ciente que não se pode esperar que o público mundial faça tais distinções sutis e acadêmicas em temas tão sensíveis. Infelizmente, ele não fez a distinção entre a tolerância de um mal e a sua justificação. Isso necessariamente conduz a generalizações. A este respeito, devido a sua formulação, o Papa também é responsável pelo enorme frenesi da mídia, que fala até mesmo numa reviravolta na moral.

    Quanto à declaração do Bispo Williamson:

    Não é correto dizer que o Bispo Williamson nunca esteve na Igreja católica de maneira oficial. Ele não encontrou a Fé Católica na Fraternidade Sacerdotal, mas independentemente dela. Ele entrou para o seminário de Ecône numa época em que a Fraternidade era oficialmente reconhecida pela Igreja. O levantamento de uma excomunhão não tem nada a ver com questões históricas ou cometer erros, ela é de natureza teológica e diz respeito à comunhão da Igreja. O nexo entre a retirada do decreto de excomunhão e a entrevista do Bispo Williamson acrescentou grandes danos tanto ao Papa quanto à Fraternidade. A esse respeito, são compreensíveis as palavras do Santo Padre, que posteriormente serão ditas com o olhar nos acontecimentos.

    Berlim, 23 de novembro de 2010

  15. Sandra

    João Marcos

    Na Minha Paróquia,temos Missas às Terças-feiras as 20:00 hs Quintas-feiras as 20:00 hs Sábados as 18:00 hs Domingos as 07:30, 10:30 e 18:00 hse toda 1ª Sexta-Feira do Mês as 15:00.

    A Missa dos Jovens e SOMENTE a do DOMINGO às 10:30, todas as outras são o que você chama de Missa “Comum”.

    Nas Paróquias das “Colonias” aqui de São Paulo além da Missa Afro tem Missa em Japones, Italiano, Russo, Lituano, Alemão et. e, são cantados hinos de acordo com o País de origem das Colonias.

    Não é nenhuma aberração.

  16. Ricardo

    João Marcos:

    O cardeal fala que “a dança é algo estranho ao rito latino da missa”.

    Tudo bem, isto pode, sim, significar algo nos países europeus de línguas latinas. Perde o significado quando transportado para o Brasil, país onde os afrodescendentes tão grande influencia exerceram, e exercem.

    Uma negra baiana, uma mulata carioca (a minha é alagoana, tudo bem), uma morena pernambucana carnuda (ah, para ficar bem no que conheço – além de gostar, eh, eh), quando andam fazem direitinho o que o cardeal fala, com relação aos africanos. Dançam que fazem gosto!!!

    A diferença é que uma parte da pseudoelite brasileira quer transformar o Brasil apenas em um arremedo da Europa.

  17. Rafael

    Você acha que as Missas na Africa são celebrada como, em latin?

    Hummm! Sabe que parece uma boa ideia? Não vou nem entrar no mérito da questão, apenas veja as fotos (especialmente a última, seria possível algo assim ao som dos atabaques?).

  18. Rafael

    Sandra, de onde obteve a informação do pedido de renúncia ter sido apresentado em junho?

    Estranho é que não se fala disso em nenhuma nota oficial, nem o site da Diocese, que seria a primeira interessada em desfazer qualquer mal-entendido, não diz nada a respeito (aliás, desapareceu do site qualquer menção à renúncia do bispo, inclusive a nota que lá estava essa semana).

    Procurando por algo sobre o bispo no site encontrei “Sugestões para as Celebrações Dominicais do mês de novembro”. Coisas como mudar a cor de todo o advento para o rosa por exemplo. Mas desanimei quando vi que a frase-tema da Festa de Cristo Rei era “QUEM SABE FAZ A HORA, NÃO ESPERA ACONTECER”… Pelo menos não mudaram o nome da Festa para “Vandré Rei”…

  19. João Marcos

    Sandra,

    vc colocou duas coisas diferentes.

    Uma missa em alemão, japonês, francês e outros é uma coisa. Estamos falando de uma colônia que celebra a santa missa na sua língua e canta seus tradicionais cantos litúrgicos.

    Outra coisa é, por exemplo, a pretexto de missa francesa, entrarem, na procissão de entrada, pessoas vestidas de franceses, borrifando perfume francês e o padre, em vez de um barrete, usar um kepe francês. Ou, a pretexto de missa alemão, aspergir, em vez de água benta, cerveja.

    Nisso se aplica a missa afro. Uma coisa são africanos, no Brasil, celebrarem a santa missa CONFORME AS RUBRICAS, mas valendo-se de sua língua e de seus cantos tradicionais litúrgicos (e não músicas de candomblé, como acontece em algumas missas afro). Outra coisa é praticamente transformar a missa numa réplica mal feita de terreiro.

    Reforço: a questão não é de preconceito, mas é de que essas aberrações de missa afro, missa jovem, missa dos excluídos, missa disso, missa daquilo são mais excludentes do que includentes. Se a missa for apenas missa, vai ser muito mais inclusiva e abrangente do que essas “apropriações” feitas por determinados grupos. E a comunidade toda cresce, até porque assim preservamos a Tradição da Igreja, de 2000 anos, e não tradições que deveriam ser lapidadas pela Igreja.

    Ricardo,

    A questão não é de pseudo elimite ou arremedo de Europa. Existem peculiaridades em nosso povo, sim. Só que peculiaridades não podem se sobrepor à norma litúrgica e a Tradição da Igreja na mesma matéria. Uma das característica da missa é justamente seu caráter universal, que, quando não é negado por esses particularismos sem motivo, permite que a pessoa assista a missa no Brasil, no japão, na Itália, no Camboja, na Nigéria e seja sempre a mesma missa, mesmo em língua diferente. Aliás, aqui reside uma ds importâncias do latim, que dá ainda mais esse caráter universal.

    Com relação a questão do “rebolado”, o andar mais solto ou mais preso não se equipara a dança, e isso o cardeal deixa bem claro no vídeo. E, na boa, temos muitas coisas belíssimas próprias da litrgia católica que não existe motivo algum para assumir cariocaturas de outras crenças. É necessário reafirmar a tradição católica de celebrar a missa, antes de querer falsear a missa a pretexto de preservar culturas que só no Brasil se diz preservada.

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    João Marcos

  20. João Marcos

    Ricardo,

    Considerando que a missa é o sacrifício de cruz que se faz presente no altar e banquete pascal;

    Considerando que a missa é o culto máximo a Deus, e o povo é beneficiado (não destinatário) desde culto;

    Considerando que é necessário que os valores cristãos e, neste caso, os valores litúrgicos cristãos, impregnem a cultura;

    Considerando que se pode aproveitar da cultura aquilo que não possui erros, dubiedades e nada de profano (aqui usando em sentido diverso de meramente secular) na liturgia;

    Considerando que esse aproveitamento, segundo as normas, deveria ser proposto à Santa Sé, nos casos mais profundos, ou adaptado à liturgia;

    Considerando que são os elementos culturais que se amoldam à liturgia;

    Considerando que a comunidade não é dona da liturgia;

    Considerando que a liturgia faz parte da Tradição da Igreja, sendo esta um dos tripés que sustentam a fé (Magistéria, Tradição e Sagradas Escrituras).

    Considerando que isso, em linhas gerais, é expresso no catecismo da Igreja Católica e em diversas documentos dos papas sobre liturgia;

    Posso dizer, em MINHA OPINIÃO, mas com MENOR MARGEM DE ERRO POSSÍVEL, que particularismos que não surgem de uma evolução orgânica e natural da liturgia não devem ser adotados e nem mesmo propostos para adoção. Nesse sentido entra a dança litúrgica, os globos de luz, os cartazes “educativos” nas procissões, as instalações temáticas, etc.

    Deus é o regente da liturgia, e os simbolismos principais dela encontram-se na Tradição e nas Escrituras (basicamente, o Apocalipse tem vários elementos que são usados na liturgia, sendo considerado por alguns como um “manual de liturgia”). A Igreja, através da sua autoridade dada por Cristo, via seu Magistério, interpreta esses elementos e reglamenta a liturgia.

    É por isso que se prevê na liturgia o que se deve fazer, sendo raríssimos os casos do que não se deve fazer. Funciona, mutatis mutandis, como o serviço público: o servidor público faz o que a lei manda, diferente do civil comum, que pode fazer tudo o que a lei não proíbe. Na liturgia, a situação é idêntica, e é isso que extraímos do art. 22 da Sacrossancutum Concilium.

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    João Marcos

  21. Ricardo

    João Marcos

    Continua sendo a SUA opinião, pois o Arcebispo de Maringá, e o Padre Luiz pensam de modo diferente do SEU, e quero crer que eles possuem bastante bagagem teológica – talvez mais que voce, acredito.

  22. João Marcos

    Ricardo,

    Apesar de ser MINHA opinião, fundamento ela na concepção que a Igreja SEMPRE TEVE E SEMPRE ENSINOU. O mencionados padre e os mencionados bispos podem sustentar algo diferente? Podem, mas, tendo em vista o que coloquei, que é o que a Igreja sempre ensinou, simplesmente vão estar destoando do ensinamento da Igreja.

    Se eles querem ensinar suas ideias particulares, que façam isso, mas antes larguem a batina. Um sacerdote promete obediência a Igreja, e, ao ensinar e permitir aberrações na santa missa, simplesmente está violando um dos seus principais votos.

    E, na boa, de bispo e padre comunista-revolucionário-teólogo-da-libertação-herege o Brasil está cheio.

    Além disso, hoje é mais do que claro que muitos leigos conhecem e praticam a fé católica muito mais que muito padre. Os padres formados na década de 60 a 80 são pífios em formação. Curiosamente, a maioria dos padres de agora (não todos) estão resgatando e restaurando a fé católica tal como sempre foi, reconstruindo o que os revolucionários destruíram.

    Outra coisa: a verdade permanece verdade mesmo que não concordemos com ela. Não vai ser o fato de um padre, amparado em seu bispo, promover aberrações na santa missa que ele vai estar correto. A norma litúrgica deve ser respeitada por todos.

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    João Marcos