Selo “Reflexões Franciscanas” de Catolicidade

closeAtenção, este artigo foi publicado 3 anos 1 mês 8 dias atrás.

Recebi do caríssimo amigo Cleiton Robson – membro da equipe responsável pelo excelente “Reflexões de Espiritualidade Franciscana” – o selo abaixo, que muito me honra. Em particular pelo simbolismo deveras adequado: o selo ostenta um “Taurroba” [p.s.: posteriormente retirado por conta de reclamações sobre direitos autorais], que é um Tau franciscano desenhado em formato de arroba (@) – o qual, tendo o significado de «faz[er] “localizar e entrar em sincronia” com o mundo franciscano», carrega também uma claríssima referência às tecnologias atuais, às novas mídias de comunicação, à internet, aos novos “apostolados virtuais” entre os quais o Deus lo Vult! tem o privilégio de estar contado.

Agradeço pela gentileza e pelo reconhecimento do trabalho aqui levado a cabo – graças ao bom Deus, com melhores frutos do que as minhas misérias poderiam fazer supôr. E aproveito para pedir orações por este site, que se propõe a dar a sua modesta contribuição ao apostolado católico neste novos areópagos que a internet descortina diante dos homens dos tempos modernos.

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4 comentários em “Selo “Reflexões Franciscanas” de Catolicidade

  1. Prof. Ari

    Esse tau arroba já é de propriedade do Instituto São Boaventura. Esta entre as marcas registradas. Podemos mandar os documentos depois. Por favor deletar esse emblema.
    Att.
    A direcao

  2. Luiz Augusto Freire da Silva

    O que seríamos de nós, pobres católicos, sem esses mestres da moral e da doutrina a nos apontar os pios caminhos!

    Já não bastasse o Veritatis Splendor se julgar no direito de conferior um “selo de ortodoxia” usando o nome de Dom José, agora um outro blog – muito mais desconhecido que o próprio Deus lo Vult – confere um “selo de catolicidade”, usando – a julgar pelo comentário acima – indevidamente um simbolo do Instituto São Boaventura.

    Vanitas vanitatum et omnia vanitas…

  3. Jorge Ferraz Post author

    Ah, Luiz, não seja tão amargo. É só uma homenagem, que obviamente qualquer um pode fazer.

    Abraços,
    Jorge

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