Sobre os altares da Sé Primaz do Brasil

closeAtenção, este artigo foi publicado 5 anos 8 meses 6 dias atrás.

Na última quinta-feira, festa da Imaculada Conceição da Virgem Santíssima, foi celebrada em São Salvador uma missa na Forma Extraordinária do Rito Romano. Segundo o Fratres in Unum (que noticiou e publicou algumas fotos), foi a primeira vez que esta Santa Missa foi celebrada na Sé Primaz desta Terra de Santa Cruz depois de mais de quatro décadas.

Missa Tridentina, Comunhão Eucarística, Salvador

Eu não vi esta notícia divulgada em nenhum dos meios de comunicação seculares que, há pouco mais de uma semana, divulgavam mentirosamente uma Missa com acarajés na mesma capital baiana. E, no entanto, a Missa celebrada pelo Pe. Gilson Magno no dia oito de dezembro é que foi histórica. Indiscutivelmente histórica.

Ver Nosso Senhor voltar a ser imolado sobre os altares da Sé Primacial do Brasil segundo o rito que consagrou esta terra e santificou este povo ao longo de mais de quatro séculos e meio é histórico. Quem, ainda há poucos anos, haveria de imaginar algo assim? E, no entanto, ei-Lo que vive e que reina! Ecce Agnus Dei, superando – em muito – as nossas expectativas mais liberais. Louvado seja Deus no Santíssimo Sacramento do Altar.

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7 thoughts on “Sobre os altares da Sé Primaz do Brasil

  1. lucas

    Resultado do grande esforço do Santo Padre Bento XVI e tb dos Bispos e sacerdotes que estão em plena comunhão com a Roma Eterna.
    Deo Gratias !

    abraços,
    lucas

  2. Durval

    Só para confirmar a informação, tive a honra de participar dessa Missa histórica, louvado seja Deus por essa graça, e rezemos pelo Santo Padre, para que ele não se intimide com os agora temerosos modernistas.

  3. manoel carlos

    Jorge não obstante ser nosso dever defender a catolicidade “correta” trago cópia da carta do Líder Anglicano aos lideres religiosos do mundo inteiro.
    A reflexão sobre o nascimento de Nosso Senhor é muito profundo. o site é em inglês, a tradução foi automática.

    Carta Ecumênica arcebispo de Igrejas
    O Arcebispo de Assis com o Patriarca Ecumênico Bartolomeu I eo Papa Bento XVI. Foto: © news.va
    Quarta-feira 07 dezembro de 2011

    Na Carta de Natal ecumênica para os chefes de outras Igrejas e comunidades cristãs, o Arcebispo de Canterbury insta líderes cristãos para superar desconfiança e medo, reconhecendo “o parentesco entre todos os que têm vindo a conhecer o quão vulneráveis ​​são e como seu mundo é inseguro ‘.

    Dr. Williams diz em sua carta que “o que quer que histórias que contamos a nós mesmos, o que quer que as estratégias que desenvolvemos para nos mantermos seguros, a verdade é sempre que o ser humano está sendo sujeita à mudança e ao risco de sofrimento.”

    “A solidariedade deve agora encontrar uma expressão de humildade e generosidade, e na busca da verdadeira justiça para todos.”

    O texto completo da carta do arcebispo segue.

    Caros Amigos

    “Em pouco tempo farei tremer o céu ea terra, terra e mar.
    Vou derrubar todas as nações. ” ( Ageu 2,6-7)

    Nos últimos 12 meses, muitos terão percebido que este é verdadeiramente um momento de “agitação das nações”. Os eventos tumultuosos no Oriente Médio e Norte da África, a crise econômica na Europa e mesmo na América do Norte também – tudo isso nos fez lembrar de quão frágil são algumas das estruturas que nós tomamos para concedido. Nossas identidades políticas e nossa segurança financeira são igualmente vulneráveis. Nós não temos escolha a não ser perguntar o que é que não pode ser abalado. Mas como nós fazemos, devemos também refletir sobre uma frase que tem sido usado por alguns escritores e pensadores nos últimos anos: somos chamados a experimentar “a solidariedade dos abalada” – ou seja, somos chamados a reconhecer o parentesco entre todos os que têm vindo a conhecer o quão vulneráveis ​​são e como seu mundo é inseguro. A reconhecer a mesma vulnerabilidade em si é uma solidariedade muito profundo, aquele que supera grande parte da nossa desconfiança e medo.

    E nos diz que o que não muda é a própria condição humana. Seja qual for histórias que contamos a nós mesmos, qualquer que seja estratégias que desenvolvemos para nos mantermos seguros, a verdade é sempre que o ser humano está sendo sujeita à mudança e ao risco de sofrimento. Paradoxalmente, o que não muda sobre nós é a nossa fragilidade. Se os céus ea terra, o mar ea terra seca e todas as nações são ‘abalada’, que entra em foco como a verdade permanente é a nossa necessidade, a nossa pobreza.

    O evangelho de Natal não é um programa social; mas contém um juízo sobre todos os que imaginam que sua riqueza e poder remove-los do destino humano comum. Ensina-lhes que eles já estão em solidariedade com os mais pobres, mesmo que eles não reconhecem o fato, e ele diz-lhes que essa solidariedade deve agora encontrar uma expressão de humildade e generosidade, e na busca da verdadeira justiça para todos.

    E o evangelho de Natal faz isso simplesmente apontando-nos novamente para o maior fato da história humana: a vinda de Deus entre nós na forma de uma criança indefesa. O que é ser verdadeiramente humano? Os sábios e os políticos do mundo antigo teria visto a verdadeira humanidade na beleza e na racionalidade do ser humano, em sua liberdade de restrições. O evangelho nos diz para olhar para a pobre criança de Belém como o verdadeiro ser humano. Se quisermos saber o que é mais básico e que nunca muda, é para ser visto em nossa fraqueza, no fato de que nós nascemos na necessidade de o amor eo cuidado dos outros. Quanto mais nos esquecemos de que, quanto mais nós vamos de dignidade humana real. Quanto mais nos lembramos, mais entramos em verdadeira liberdade, a liberdade divina, a liberdade de dar e receber amor.

    “Você sabe que a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, como ele era rico, fez-se pobre por vós, a fim de torná-lo rico com a sua pobreza” ( II Coríntios. , 8.9). Acreditar que isto é para ser estabelecida sobre um fundamento que não pode ser abalado, a base sobre a qual podemos construir nossas esperanças e nossas ações de justiça e compaixão. Que Deus através de Cristo nos construir de novo sobre este fundamento sozinho.

    Com meu amor e minhas orações para esta temporada
    a todos os que participam na cura da Igreja de Cristo
    para a qual ele derramou seu sangue precioso.

    + Rowan Cantuar:

    De Lambeth Palace, London
    St Ambrose, 07 de dezembro de 2011

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  4. Dionisio Pedro de Alcântara Lisbôa

    Jorge, obrigado pelo destaque dado à Missa que ocorreu em Salvador! Estou planejando dar uma passadinha aí por Recife em meados de janeiro!

  5. luiz camacho

    JORGE ,

    AQUI , TEVE IMAGEN DE NOSSA SENHORA E UMA IMAGEM DE UMBANDA … JUNTAS ( 7 A 8 DE DEZEMBRO DE 2011 ): AQUI EM BELEM DO PARÁ . OS PADRES CRUZIOS SE ENVOLVERMA COM TL , E AGORA… UM ECUMENISMO ESTRANHO !

  6. Pingback: Dois anos de Missa Tridentina em Salvador! | Deus lo Vult!