Mais curtas…

closeAtenção, este artigo foi publicado 8 anos 1 mês 13 dias atrás.

Eduardo Verástegui habla sobre el aborto. Tive a oportunidade de ouvir o ator no final do ano passado, quando estive no Encontro de Juventude e Família. Tive também a oportunidade de assistir ao filme Bella. O trabalho feito pelo Verástegui é bastante louvável e vale a pena ser conhecido.

Pharmacists can’t refuse Plan B pill, appeals court says. Mais uma grande afronta à liberdade religiosa e ao direito à objeção de consciência. “O direito de exercer livremente uma religião ‘não libera o indivíduo de cumprir uma lei válida e neutra de aplicabilidade geral'”. “Neutra” sob qual ponto de vista, cara-pálida? Em sendo a pílula do dia seguinte abortiva [= impedindo a nidação], a sua utilização é imoral, bem como a colaboração para que ela seja utilizada; e, assim sendo, esta “lei válida e neutra” non [est] lex sed faex. Um pouco antes, na mesma notícia: “[esta decisão] significa que a obrigação das farmácias armazenarem e venderem Plan B [pílulas do dia seguinte] tem efeito imediato”. Farmacêuticos católicos, à semelhança do que ocorreu com agências de adoção britânicas recentemente, correm o risco de serem obrigados a fechar. Deplorável.

– A super-interina, a procuradora-geral Deborah Duprat, disse que quer “aproveitar” o tempo que tem na Procuradoria Geral da República! Estão muito boas as considerações do Murat, leiam. “Se ela não foi indicada pelo presidente, se o Senado não a sabatinou e tampouco aprovou seu nome, se ela sequer recebeu votos de seus pares para possivelmente ser escolhida Procuradora Geral, questiona-se se, mesmo amparada pela lei, seja ético a Sub-Procuradora aproveitar-se de tal forma da interinidade no cargo que ocupa atualmente”.

– E o Olavo de Carvalho tinha que estragar a referência elogiosa que fiz dele ontem à noite, quando ele falou sobre o pe. Lodi. Hoje, ele levantou-se contra a Caritas in Veritate, caindo nas mesmas falsas interpretações que já foram aqui comentadas nos últimos dias. “O dilema em que esse documento coloca os católicos é temível: deverão eles, por obediência ao Papa, colaborar com o fortalecimento do mesmo poder global que os estrangula e vai tornando inviável o exercício público da sua fé, ou, ao contrário, devem voltar-se contra o Sumo Pontífice, aprofundar ainda mais a divisão na Igreja e dar munição à campanha mundial anticatólica?” Tertium datur, Olavo, tertium datur, porque o Sumo Pontífice não pede de maneira alguma que se fortaleça o “mesmo poder global” que nos estrangula e torna inviável o exercício público de nossa Fé!

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3 thoughts on “Mais curtas…

  1. Luiz Augusto

    Jorge, me parece que você tenta defender o Papa a todo custo, o que deve ser natural a nós como católicos. No entanto, sendo bastante sincero, imagine, apenas por um instante, que isso tivesse sido escrito por um personagem do nosso desagrado: pelo Lula ou pelo Leonardo Boff, por exemplo.

  2. Pedro

    O Leonardo Boff defenderia o fortalecimento de instituições internacionais com intenções que certamente diferem das de Bento XVI. A bem da verdade, nenhum Papa poderia defender abertamente numa encíclica aquilo que o Olavo de Carvalho pensa (se lermos com atenção seus artigos): que a ONU deveria ser dissolvida e o mundo inteiro ser posto sob a tutela militar dos Estados Unidos, com a pré-condição de todos os presidentes americanos saíssem da ala mais direitista do partido republicano.

  3. Francisco Silva de Castro

    (3) agressão física contra o Romano Pontífice,

    Peço a Deus que ilumine o Papa e o faça tirar esta pena para que ele mesmo mostrando confiar unicamente em Deus não perca a oportunidade de oferecer a outra face e o perdão de coração a quem o agredir e que isto toque o coração de provável agressor ao ponto dele arrependido comungar das mãos do papa. Este tipo de excomunhão está antes da pronação da Santíssimo Senhor Eucarístico não é correto e é desnecessário. Mesmo que isto seja para coibir o tapa o uma cusparada de um cardeal ou bispo próximo dele.