Defendendo o Papa

closeAtenção, este artigo foi publicado 7 anos 3 meses 23 dias atrás.

1. Luiz Felipe Pondé, articulista não-católico. “Quando leio as manifestações iradas dessa gente em êxtase porque existem padres que gostam de transar com meninos, sempre imagino como essa gente gostaria de poder gritar em praça pública: ‘Joga pedra na Geni!’. Sempre suspeito que o que move a ‘indignação pública’ é mais a chance de odiar (no caso, os padres tarados) do que de amar (no caso, a justiça) porque ninguém ama tão rápido assim, mas odeia na velocidade da luz. Acho inclusive que, no fundo, rezam (ironia…) para que o número de vítimas dos padres tarados aumente a cada dia. Dessa forma, seu preconceito ‘científico’ contra a Igreja Católica estará supostamente comprovado”.

2. João Pereira Coutinho, articulista não-católico. “É por isso paradoxal e bizarro o comportamento das patrulhas anticatólicas, que revelam ser o contrário daquilo que professam. Elas dizem-se ‘libertas’ da influência apostólica romana. Mas, por palavras ou atos, limitam-se a manifestar uma obsessão com o papa que nem o mais católico dos católicos consegue exibir. Elas querem ‘resgatar’ a sociedade da influência nociva da igreja. Mas são elas próprias que ainda se sentem ‘sequestradas’ por uma instituição à qual reconhecem total ascendência sobre as suas vidas. As patrulhas, sem o papa, simplesmente não conseguiriam viver”.

3. Marcello Pera, senador italiano. “Esta guerra do laicismo contra o cristianismo é uma batalha campal. Se deve trazer a memória o nazismo e o comunismo para encontrar uma similar. Mudam os meios, porém o fim é o mesmo: hoje como ontem, o que é necessário é a destruição da religião. Então a Europa, pagou a esta fúria destruidora, o preço da própria liberdade. É incrível que, sobretudo a Alemanha, enquanto se golpeia continuamente o peito pela recordação daquele preço que ela infligiu a toda a Europa, hoje, que voltou a ser democrática, esqueça e não compreenda que a mesma democracia se perderia se se aniquilasse o cristianismo”.

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7 thoughts on “Defendendo o Papa

  1. Laerte Rodrigues

    Hoje (quinta-feria) vem mais “chumbo”. Parece que o tal Cabrini vai exibir uma entrevista com um dos padres de Arapiraca. Vem mais sujeira por aí. Acho que os verdadeiros tarados são estes que se comprazem (diria até que se excitam!) com a exibição constante das escabrosas cenas da relação entre homens adultos (o suposto abusado tem 22 anos e pelas cenas parecia muito à vontade com o que estava fazendo!). Deus nos livre!!!!

  2. Julie Maria

    Jorge, digo que o seu site é meu “jornal”… obrigada por resumir coisas interessantes e úteis! Sei que isso te exige tempo e dedicação! Deus lhe pague!

    —————

    Julie Maria

  3. Pingback: Deus lo Vult! » Defendendo o Papa – papa

  4. Jedson

    Saudações.

    Há alguns dias descobri o seu site e devo dizer que estou gostando muito de ler suas postagens, comentários, seus argumentos.

    Que a Virgem Santa te abençoe e rogue por ti sempre.

    Jedson B. Guedes,
    seu irmão em Cristo Deus.

  5. Alex A.B.

    Por falar em defender o Papa, ele precisa mesmo de proteção. Vejam que absurdo:

    Bienal de São Paulo exibirá desenhos que incitam a assassinar o Papa e líderes mundiais

    SÃO PAULO, 24 Set. 10 / 12:36 pm (ACI).- A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) exigiu a retirada da série “Inimigos” da Bienal de São Paulo 2010, na qual o artista Gil Vicente se auto-retrata a ponto de matar líderes mundiais como George Bush, o presidente Lula e o Papa Bento XVI.

    Para os juristas estas imagens são “uma apologia do delito” nas que embora o artista e os organizadores do evento insistam que as obras sejam mantidas em exibição “conforme planejado”. A Bienal conta com o patrocínio da Petrobrás, entre outros e o apoio institucional do Ministério de Educação, o de Cultura, a Prefeitura do São Paulo e o Fundo Nacional de Cultura.

    “Embora uma obra de arte expresse livremente, sem limites, a criatividade de seu criador, para a exibição pública devem existir limites”, sustentam os advogados em uma nota enviada aos organizadores.

    “Inimigos”, é uma série de nove desenhos em grande formato realizados por Gil Vicente entre 2005 e 2006. Entre os líderes e personalidades “executados” pelo pintor aparecem também o ex-primeiro ministro israelense Ariel Sharon, o ex-secretário geral da ONU Kofi Annan e o presidente do Irã, Mahmud Ahmadinejad.

    Gil Vicente contou que a idéia surgiu ante sua “decepção” com os líderes mundiais, os quais ele vê como os responsáveis por tantos males que afetam a muitas pessoas em todo mundo. “Como eles matam tanta gente, seria um favor matá-los, entende? Por que pessoas do poder e da classe alta não morrem?”, disse o pintor.

    http://www.acidigital.com/noticia.php?id=20160

  6. Alex A.B.

    Veja a nota de repúdio da Arquidiocese de São Paulo contra a série de desenhos (ou pinturas) intituladas “Inimigos”:

    “Em nome do mesmo princípio da liberdade de expressão, que permite aos artistas a livre manifestação da sua arte, a Arquidiocese de São Paulo vem a público para manifestar sua estranheza, desconforto e repúdio diante da série de telas “Inimigos”, do artista plástico Gil Vicente, expostas na Bienal de São Paulo, com auto-retratos do artista em cenas de extrema violência contra personalidades públicas, como o Presidente da República e o Papa Bento XVI.

    São cenas de um narcisismo chocante, de um mau gosto repugnante e de implícita apologia à violência. Nenhum diretor de escola ou professor de bom senso permitiria expor tais cenas em sala de aula, pois seriam consideradas deseducativas. Cenas de execução de condenados à morte seriam, certamente, evitadas nos meios de comunicação de massa. Numa sociedade já marcada por conflitos e ferida por tanta violência, é altamente questionável que, em nome da arte sejam expostas cenas que sugerem o desafogo do próprio ódio contra supostos inimigos. Trata-se de um péssimo serviço à arte, uma lamentável falta de respeito pela dignidade humana e uma ameaça à paz no convívio social. Violência real, ou apenas sugerida, gera mais violência.

    De modo particular, a comunidade católica sente-se ofendida e triste com o desrespeito ao Papa Bento XVI, que peregrina pelo mundo em missão de justiça e de paz. Sugerir ou imaginar violência contra o Papa causa tristeza e indignação. Que ninguém, em nenhuma parte do mundo, tenha a insana iniciativa de consumar as cenas chocantes retratadas na tela! Deus proteja nosso Papa Bento XVI, o Presidente da República e toda pessoa contra os desatinos da violência!

    A Arquidiocese de São Paulo manifestou formalmente este seu entendimento perante o Ministério Público de São Paulo em 24.09.2010, solicitando a atenção deste órgão público”.

    http://www.radiovaticana.org/bra/Articolo.asp?c=425925