Curtas

– Eu ainda não havia visto este Sussidio per Confessori, que está disponível em português no site da Congregação para o Clero. São mais de setenta páginas, englobando explanações teológicas e orientações práticas. Entre estas últimas, à guisa de destaque: Outras normas oferecem algumas pistas para ajudar os penitentes a confessarem-se com clareza, por exemplo, em relação ao número e espécie dos pecados graves, indicando os tempos mais oportunos, os meios concretos (quais possam ser, em qualquer ocasião, os intérpretes) e sobretudo a liberdade de confessar-se com os ministros aprovados…

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Stultorum infinitus est numerus

Engraçados dois comentários que foram feitos aqui recentemente. O primeiro, no “sobre mim” do blog, disse que “[q]ue Jesus nunca existiu já está mais que provado, e faz muito tempo”. O segundo, no post sobre a Lady Gaga, afirmou que (a confusão é no original) “analisando coerentemente, coisa que este site não exerce, GAGA e a IGREJA CATÒLICA usufruem das mesmas técnicas descritas por mim anteriormente para arrendarem mais fans, fiéis (…) com o único e terrível propósito econômico”. Às vezes eu fico pensando de onde é que essa gente…

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A salvação vem do Twitter!

A campanha do “CALA BOCA GALVAO” é uma coisa realmente interessante. Da primeira vez em que vi o vídeo, não entendi direito – achei que era alguma piada para divulgar o pedido de silêncio ao famoso locutor da Globo. Engraçada, mas… nada demais. Só depois eu soube da história completa: por ocasião da abertura da Copa, os brasileiros começaram a twittar “CALA BOCA GALVAO”, e twittaram tanto que a expressão chegou ao topo dos Trending Topics, onde aliás está até hoje. Como estas estatísticas são mundiais, as pessoas que usam…

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Sobre Lady Gaga e Alejandro

A primeira vez que ouvi falar em Lady Gaga – e vendo uma das roupas com as quais a cantora costuma aparecer -, acreditei que se tratava de uma personagem caricata que procurava fazer sucesso com o ridículo, tipo o nosso Falcão, mas utilizando-se da gagueira como seu instrumento de expressão musical. A primeira vez que ouvi uma música dela que cantava “ah-ah, ê-ê-ê”, tive quase certeza moral desta minha impressão. Qual não foi a minha surpresa quando me disseram que a mulher era americana! O “Gaga” do seu nome…

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